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sexta-feira, 15 de junho de 2012

PCP anuncia moção de censura

Não deitará abaixo o governo mas...
Anúncio de Jerónimo de Sousa marcou o debate quinzenal desta manhã na AR.
Peça aqui.
Comentário de Raul Vaz aqui.

sábado, 31 de março de 2012

"O sr. PM está a ficar demasiado socrático!"

Foi a frase do debate quinzenal desta sexta-feira da autoria da deputada dos Verdes Heloísa Apolónia, que provocou sorrisos generalizados, até na bancada do Governo.

O tema que Pedro Passos Coelho escolheu foi o financiamento da economia e os pagamentos do Estado aos fornecedores. Mas a Lusoponte, e mais um pagamento à concessionária da ponte 25 Abril, voltou ao debate pela voz de Francisco Louçã.
Jerónimo de Sousa não deixou escapar o aumento do desemprego constante no relatório da Primavera do Banco de Potrtugal, (por Vítor Rodrigues Oliveira) aumento esse que o PM confirmou.
António José Seguro notou o distanciamento ideológico radical entre os dois partidos, PS e PSD, confirmando que no "PS o consenso europeu não é ditado por Berlim".

Reportagem de Madalena Salema.

A OPA sobre a Brisa, por Pedro Passos Coelho.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Como um secretário de Estado ausente pode marcar um debate

É o caso do SE das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, que à terceira insistência de Francisco Louçã BE, que abriu o debate quinzenal com o PM esta tarde, entrou em contacto telefónico com o PM para o ilucidar sobre a questão do duplo pagamento à Lusoponte.
Uma notícia conhecida sexta-feira passada através do semanário Sol e que foi logo alvo das perguntas do PS, BE e PCP há cinco dias, portanto.
Peça de Susana Barros aqui.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"O que a economia mais teve foi crédito e liquidez", diz o PM

Em mais um debate quinzenal no parlamento.
António José Seguro PS, considerou este um debate histórico "os empresários ouviram o PM a dizer que não há um problema de crédito na economia, eu desminto-o, sr. PM: a sua política falhou!".
O lider socialista confrontou ainda o PM, com os dados do último trimestre de 2011, 14%. No entanto a média prevista para o ano está nos 12,7, disse o PM.

Jerónimo de Sousa PCP, lembrou a manifestação de sábado passado para dzer que havia uma novidade "é que a base de contestação ao governo se alargou" e que "o PS está desaparecido em combate".

Com Francisco Louçã BE, ficou a saber-se que as contas do BPN vão entrar no OE 2011, reprivatização que ainda está a ser avaliada por Bruxelas e pode ser alterada.

Reportagem de Madalena Salema.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

1º. Debate quinzenal do ano: Passos garante que Portugal não precisa de mais tempo da Troika

O essencial do debate quinzenal, o primeiro de 2012 aqui contado por Madalena Salema.

Passos Coelho garantiu que não vai pedir mais tempo à Troika para cumprir o acordado e não foi informado pela família Soares dos Santos (Pingo Doce) da deslocalização do capital para a Holanda, questão levantada por Jerónimo de Sousa, líder do PCP.
Em resposta a Heloísa Apolónia dos Verdes, Passos garante que as taxas moderadoras não vão aumentar em 2012.
O líder socialista António José Seguro deixou ao PM o desafio de colocar a meia hora de trabalho de novo na Concertação Social.

Um debate em que pela primeira vez Paulo Portas, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, esteve presente. Aliás, além de Miguel Relvas, Ministro dos Assuntos Parlamentares, que acompanha o PM nos debates quinzenais, desta vez Pedro Passos Coelho fez-se também acompanhar pelo Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira.

À saída do debate, Seguro, em declarações aos jornalistas, critica o Primeiro-Ministro por não ter falado de desemprego durante o debate, quando se ficou a saber que em Novembro, segundo dados do Eurostat, está nos 13,2%, como conta o correspondente da Antena1 em Bruxelas Luís Ochôa.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Oposição à espera do governo: Passos Coelho vai a exame


É o primeiro debate quinzenal do Primeiro-Ministro. É também a primeira prova de fogo para o líder da oposição, António José Seguro.

Em vez de anuncios, PassosCoelho prefere o balanço: os 30 dias de governo foram o tema escolhido pelo governo para esta primeira prova de fogo. Ouvir peça