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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Porto de Galinhas


Oi gente! Voltei de novo! 
O que aconteceu nesses dois meses e meio? Muita coisa!
É tanta coisa que vou contando aos poucos. Esse ano está sendo bem intenso.
Para começar: tirei férias com os meninos. Passamos 8 dias em Porto de Galinhas. Foi bom demais. 




Vejam lá em cima e mais abaixo: é o bebê. Sim, ele cresceu muito. Sim, ele é bem grandinho. Sim, já estou cansada de responder a essas perguntas. E agora quando as pessoas perguntam se os dois meninos são gêmeos, eu respondo que sim, eles são. É mais fácil!!! 




Eu achei que ia apanhar de algumas mães, pois o bebê está agora com 1 ano e 9 meses (quase 10 meses) e está maior do que os bebês de 2 anos. E é culpa minha, por acaso? Ele tem quase o tamanho do irmão, que está completando 3 anos e meio hoje. 

O lado bom disso é que eles usam quase as mesmas roupas.


Os dois irmãos brincando com um quebra-cabeças na cama do hotel.
Mas voltando ao tema da viagem: nos hospedamos no Beach Class Resort, na praia de Muro Alto. Aproveitamos mar e piscina. Nota 10, não, mil. 




Único problema: viajar com o bebezão no colo no avião. Ele pesa 13kg e não para quieto. Pelo menos ele dormiu um pouco na viagem de volta. Outro probleminha é que agora quando eu falo em ir para a praia, os dois meninos querem pegar um avião!



O bebê adorou caminhar pelas pontes.

A vovó e a dona Maria foram conosco. E como a dona Maria nunca tinha ido a Porto de Galinhas e estava com medo de andar de jangada, eu fiz pela terceira vez o passeio até as piscinas naturais!






Eu já estou perdendo as contas de quantas vezes fui a Pernambuco. Com certeza, essa não foi a última vez. 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Longe de casa

Good Afternoon Everyone
Good Afternoon | Forward this Picture Estou há exatamente um mês longe do blog. A vontade de escrever é tanta que chego a ficar doente. Eu penso em escrever à noite, é quando as palavras me vêm. Infelizmente não tenho um editor de textos no notebook e não tenho conexão com a internet em casa que me possibilite acessar o blog. Sim, preciso providenciar um editor de textos. Ou um bloquinho. Então agora estou trabalhando em Frederico Westphalen. Vocês vão precisar pegar um mapa, pois eu precisei. É próximo a Palmeira das Missões e Iraí, pertinho da fronteira com Santa Catarina. Mas não tem nada a ver com praia: é perto de Chapecó. Acharam? Não estou depreciando a cidade, que é linda. É que é longe mesmo e eu precisei me situar. Ontem saí de casa às lágrimas. Se eu me agarrasse à minha mãe, não sairia de casa, então saí correndo e entrei no carro. Nem vou relembrar para não chorar de novo. É a primeira vez que me separo dos meninos. Bem, mas mudando de assunto. Pegamos um ônibus enorme às 20h30min, só nós dois, eu e pai. Sim, pai veio junto. Mãe disse: "pelamordedeus, leva ele junto. Eu não vou aguentar esse homem andando pra lá e pra cá entre a porta e o portão até tu voltar pra casa". Bem, ei-lo aqui. É claro, o ônibus é semi-direto, o que significa que veio chacoalhando por todas as rodoviárias e pegando passageiros, mas não chegou a encher. Nem até a metade. Pelo menos estava quentinho. Chegamos antes do horário (às 4h40min) e o hotel Palace é super bom. Pegamos um táxi na rodoviária e andamos duas quadras até o hotel. Levamos mais tempo para colocar e tirar as malas do carro. Até mais!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Na Praia do Forte

Depois de voltar da Europa, fiquei alguns dias em casa e viajei com meu pai para a Praia do Forte, na Bahia. Chegamos lá dia 03, quinta-feira. Na sexta-feira, logo que amanheceu, meu pai disse que não estava enxergando direito. Eu já sabia o diagnóstico: AVC. Passamos o dia no hospital. Para resumir a história, voltamos para casa no domingo. Meu pai passou o resto da semana no hospital, em Gramado. Na sexta, dia 10, recebeu alta. Agora está bem, embora a visão não tenha retornado totalmente ainda. Foi por isso que eu fiquei totalmente afastada do blog e da internet por tanto tempo. Bem, há outros motivos também, mas eu conto outra hora.

E o hotel? O Resort Ibero Star é perfeito, quero voltar lá assim que puder! Vejam as fotos.














quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Comprinhas de viagem

Como prometido, vim aqui mostrar as comprinhas que eu fiz durante a viagem. 

Chocolate fofo (sim, comprei por causa da embalagem): 


Brincos e caneta, tudo lindo: 


 2 gnomos de lembrança - em casa, eles adoraram o mundo da cupcakelândia - ou bolinholândia. 


Chocolates ou garrafinhas de licor? Os dois.


E esse eu não resisti mesmo: um vidro de perfume que é uma bonequinha. O difícil foi escolher um só. 



Gostaram?

domingo, 29 de setembro de 2013

8º dia: Praga (de novo)

E voltamos a Praga, desta vez a despedida. Daqui pegaremos o voo para Lisboa e de lá, amanhã de manhã, pegaremos o voo direto para Porto Alegre. Saudades de casa!

Primeiramente, uma coisa que eu havia esquecido de comentar: como o pessoal aqui ouve músicas dos anos 80. Pelamordedeus! Se fosse dos anos 1780, ou 1880, mas é sempre dos anos 1980. Aqui na República Tcheca e na Polônia. Já estou saturada! 



Hoje aproveitamos a manhã para dormir até mais tarde e para darmos uma última arrumada nas malas (mas agora compramos souvenirs e precisamos arrumar de novo).

Às 11h30min, fizemos o check out no hotel e saímos para a praça da cidade antiga. Fomos de táxi. Agora me digam como pode: eu paguei 20 euros para ir até lá e 10 euros para voltar. A diferença é que na volta eu combinei o preço antes. 

Ah, por falar nisso, Mama estava certa em esconder o dinheiro na bolsa. Aquele dinheiro era tcheco e não polonês. Eu já estou ficando maluca mesmo. Hoje conferi as cédulas e me senti rica com 1.900,00 coroas. Fui fazer o check out do hotel e pagar uma garrafa de água consumida.

- 110,00, please.
Passei uma nota de 100, pois entendi (ou converti na minha cabeça) para 1,10. E a recepcionista:
- one hundred and ten. 
OPS.

Foi ali que eu vi que com 1.800,00 coroas eu não ia conseguir ir ao centro e voltar de táxi. Nem a pé. Mas me informei com o recepcionista e os taxistas aceitam euros. Aliás, nosso hotel (é o Corinthian) tem um serviço de táxi. Adorei. 




Vejam como é fácil queimar dinheiro em Praga:

Almoço - espetinho de frango = 300 coroas (para duas pessoas).
A Mama quis provar o tal presunto de Praga (vejam no post de domingo passado) = me custou cerca de 500 coroas (um prato).

Aliás, esse assado de porco ou presunto é muito grande. Dava tranquilamente para 4 pessoas. Eu sei que nós comemos uma fatia cada uma. Sorte que havia um homem sentado num banco próximo à lixeira. Coisas que só acontecem comigo:

Mama foi colocar as cebolas e os pimentões que sobraram do espetinho no lixo. O homem interceptou-a e pegou tudo para comer. Bem, quando sobrou o presunto, adivinhem quem acabou fazendo uma grande refeição de domingo? Hum?





Achei uma banca com coisas lindas e que aceita euros. A mulher não é besta. Comprei telas lindas para fazer quadros. E mais umas coisinhas, claro. 

Aproveitamos o resto do tempo livre ali na praça para comprar souvenirs e assim gastar o restante das coroas. Não foi difícil. Ainda tive que usar cartão de crédito em uma loja. Como você sabe se uma loja ou restaurante aceita cartão de crédito? O estabelecimento está cheio de fregueses!

Bem, agora nos veremos no Brasil. Eu tenho postado diariamente, mas não tenho tido tempo de fazer visitas. Como eu disse, a viagem foi bem corrida. Eu chegava no hotel, jantava, postava, tomava um banho e ia dormir. Mas depois eu visito todas vocês, prometo. 

Espero que tenham gostado da viagem. 
Ah, consegui minha camiseta do Kafka (199 coroas).

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Dia 06: Varsóvia

Eu fiquei zonza no café da manhã. Tem tanta comida que eu não sabia o que pegar. No hotel de ontem, em Cracóvia, tinha sonho recheado com geleia de cereja. Hoje tinha de tudo: até batata assada. Só de lembrar me deu fome. 

Registrei a temperatura, às 09h da manhã:


Só se eu trouxesse todo o meu equipamento de inverno para não passar frio. 
Botas, luvas, toucas, casacos forrados, cachecol de lã.
E olha que eu trouxe uma camiseta térmica! 

Hoje eu passei pelo city tour mais chato de toda a história da humanidade. Nós fomos separados em dois ônibus: os falantes de português e os falantes de espanhol. Eu já comentei que o nosso grupo parece uma sucursal da ONU? Imagine um país que fala espanhol. Honduras, México, Nicarágua, Chile, Porto Rico, qualquer um. Vai ter um representante aqui, com certeza. E os falantes da língua portuguesa? Todos brasileiros! 
Daí o guia entra no ônibus e já começa mal. "Alguém aqui fala espanhol?" Fica todo mundo se olhando. "Sim, todos!". Pois os hispânicos geralmente não entendem patavina de português, mas nós entendemos tudo de espanhol. Atualmente estou entendendo até polonês. 

Ao contrário do que pensávamos, há uma parte de Varsóvia que não foi destruída nos bombardeios da 2ª Guerra Mundial. Foi justamente a parte dos palácios, que estava ocupada pelos oficiais alemães. Fotos abaixo. 




A maior parte do que o guia falou eu não ouvi, ou não prestei atenção. Ele falava muito baixo, ou muito devagar, e sempre alternava todas as palavras com "hum", "ham". Em 10 minutos eu comecei a imitá-lo e em 15 já estava entediada demais para prestar atenção. Isso dentro do ônibus. Fora do ônibus, eu ficava correndo atrás do sol. É difícil ficar parado com o vento frio cortando a pele. 

A primeira parada foi na casa de banhos real. Entendi que tem esse palácio e um parque com vários hectares. 



Essa última foto é um monumento a Chopin, que nasceu em Varsóvia. 



Hum, a piada do dia.
Eu disse que tenho que gastar meus zlots. Daí achei um velhinho perto do ônibus vendendo postais. Aquele kit de 10 ou 20 postais por 2 zlots. Ou... como tudo aqui é cobrado em zlots, eu achei que fosse isso. Passei uma moeda para ele. Ele quase me xingou!!! 2 euros!!! 
Ah bom, achei um velhinho esperto de manhã cedo. 
Sorte que eu tinha uma moeda de 2 euros. Aliás, por que o Brasil não cria uma moeda de 2 reais? Eu acho bem prático.

Por falar em dinheiro, aqui está o famoso zlot:


Aqui as avenidas também são largas, mas me parece que a cidade está sempre engarrafada. E vocês já notaram que todas as cidades européias têm bonde?


Vitrine com esmaltes neon - irresistível!


Aqui é o palácio presidencial.



Monumento aos combatentes que se rebelaram contra os nazistas em agosto de 1944. Na segunda foto, os combatentes estão saindo do bueiro.




Varsóvia é assim, cheia de monumentos, em cada monumento milhares de mortos. Abaixo, nas duas fotos, lembrança dos mortos no gueto judeu. 



Esse prédio foi inaugurado recentemente, para celebrar os 70 anos da revolta de maio de 1943. Houve duas revoltas, a dos judeus e a dos poloneses. A dos judeus é mostrada no filme "O Pianista" (quem viu) e a outra também, logo adiante, mas nada fica explicado. 
Bem, como eu ia dizendo, esse prédio é o museu dedicado à comunidade judaica. A entrada relembra a abertura do mar Morto por Moisés. A fachada é toda de vidro, com inscrições. Na segunda foto eu aproximei a câmera. Os judeus de Varsóvia falavam hebraico, polonês e alemão.



Agora chegamos à parte velha de Varsóvia, onde há, claro, uma praça central. Logo, logo vou abandonar o guia e aí o passeio fica bem legal. 

Para quem quiser saber mais sobre o gueto de Varsóvia, achei um blog bem completo aqui.

Abaixo, a praça central. Ela foi destruída durante a guerra e reconstruída nos anos 1950. A estátua é de Sigismundo III. Eu não pude ver a estátua da sereia, pois o local está em obras. Mas comprei postais.



Visitamos a catedral e a achei bem diferente do que estou acostumada a ver. 



Eu não sei do que é essa porta, mas é linda.





Algumas vitrines para alegrar o pessoal. 




Embaixo: ainda restou um pedaço da muralha original da cidade.





Na foto abaixo, dá para ver as marcas dos tiros. 


Depois de almoçar, pegamos um táxi para o hotel. No Subway do Brasil, o sistema também é "monte seu próprio sanduíche"? Aqui é assim. Achei bem legal. 
O passeio estava bom, mas ninguém é de ferro.
Essa é uma viagem muito cansativa: muitas horas dentro do ônibus, poucas horas de sono. 



 No caminho, minha mãe comentou comigo sobre essa torre e o motorista do táxi quase teve uma convulsão: "souvenir de Stalin! Comunista!". A reação dele foi bem enfática. 


E por último. Ontem, em Cracóvia, encontrei um mercadinho e resolvi entrar para olhar. Só que nos fundos do mercadinho havia uma seção de cosméticos. Ah, que delícia. E que providencial, pois encontrei produtos da marca Astor, excelente, que eu comprei na Espanha há dois anos e nunca mais tinha encontrado. Já pintei as unhas da Mama com o esmalte que é exatamente daquela cor do vidrinho (e como o pincel é anatômico, não borra). Alguém conhece essa máscara (rímel) da Maybelline? Essa do vidrinho preto? O restante é tudo Astor. Virei fã!



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