Aquileo | valorhttps://valor.globo.com/ O Valor Econômico é o mais importante veículo de economia, finanças e negócios do Brasil. Traz notícias, cotações, blogs e conteúdo sobre cultura, estilo, carreiras e investimentospt-BR© Copyright Globo Comunicação e Participações S.A.https://s2-home-globo.glbimg.com/02STlZZgd_48kL_lkpEIbvukPM4=/144x0/http://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_afd7a7aa13da4265ba6d93a18f8aa19e/pox/gcom.pngAquileo | valorhttps://valor.globo.com/ 144144Aquileo | Japão resiste a adotar serviços de transporte por aplicativohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/japo-resiste-a-adotar-servios-de-transporte-por-aplicativo.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/japo-resiste-a-adotar-servios-de-transporte-por-aplicativo.ghtml
]]> No Japão, a discussão sobre a abertura total dos serviços de transporte por aplicativo praticamente não avançou, aumentando as preocupações com os obstáculos à inovação corporativa que poderiam prejudicar o crescimento econômico. Um relatório divulgado na segunda-feira por um conselho governamental sobre reforma regulatória afirmou apenas que o Japão "avançará com as medidas necessárias, com base em exemplos de outros países e nas necessidades de cada região". Essa formulação surgiu após negociações nos bastidores sobre o assunto. O Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo há muito tempo se opõe ao lançamento pleno do transporte por aplicativo, assim como um grupo de parlamentares do Partido Liberal Democrático (PLD), que apoia o setor de táxis. Os principais membros do grupo incluem a primeira-ministra, Sanae Takaichi, e Minoru Kiuchi, ministro de Estado para a reforma regulatória. Eles citam preocupações com a segurança, bem como incerteza sobre a responsabilidade em caso de acidente. O grupo pressionou para que o transporte por aplicativo fosse completamente excluído do relatório de reforma. A medida foi mantida em parte graças ao Partido da Inovação do Japão, parceiro de coalizão do PLD, que pressiona pelo combate a interesses estabelecidos. O secretário-geral do Partido da Inovação do Japão, Hiroshi Nakatsuka, apresentou a Kiuchi neste mês recomendações de reforma que incluíam a implementação completa de serviços de transporte por aplicativo. "Adiar isso tornará ainda mais difícil manter as comunidades regionais e melhorar a vida das pessoas", disse Nakatsuka. Enquanto o debate continua, o setor segue evoluindo em outros lugares. O Reino Unido começou a aceitar inscrições para serviços de robotáxi em maio. A Waymo, unidade da Alphabet, a Uber Technologies e a chinesa Baidu estão entre as empresas que entraram na disputa. As iniciativas para trazer serviços de transporte por aplicativo com "padrão internacional" para o Japão, não operados por empresas de táxi, começaram em 2023, durante o mandato de Fumio Kishida como primeiro-ministro, quando Tóquio considerou como ajudar pessoas com opções limitadas de transporte. Em abril de 2024, o governo lançou uma "versão japonesa de compartilhamento de viagens" limitada a operadores de táxi. As diretrizes anuais de política econômica e fiscal daquele ano incluíam menções à possibilidade de introduzir serviços de transporte por aplicativo com padrões internacionais, incluindo nova legislação para esse fim. Dois anos depois, as discussões sobre uma maior desregulamentação avançaram pouco. A questão vai além do transporte, estendendo-se à necessidade de atrair novos talentos para o setor corporativo japonês e impulsionar a inovação no país — aspectos que faltaram durante as três décadas perdidas de crescimento lento do Japão. Os serviços de transporte por aplicativo com padrões internacionais não são limitados por região, horário ou localização. Eles são comuns não apenas em economias avançadas, mas também em economias emergentes e em desenvolvimento, e frequentemente operados por startups. Não haveria praticamente nenhuma barreira financeira ou técnica para empresas japonesas entrarem nesse mercado se as regulamentações fossem flexibilizadas. O governo de Takaichi estabeleceu planos para investimentos públicos e privados de aproximadamente 370 trilhões de ienes (US$ 2,3 trilhões) até o ano fiscal de 2040 em 17 áreas estratégicas, incluindo inteligência artificial e semicondutores. Embora a reforma regulatória possa gerar crescimento sem a necessidade de grandes gastos, o foco do governo parece estar na política fiscal, com pouco entusiasmo por mudanças regulatórias. A questão dos aplicativos de transporte está ligada à proximidade entre políticos, burocracia e indústria. A influência do setor de táxis nesse assunto deve-se, em parte, à falta de interesse do público em geral, já que acredita-se que algumas pessoas no Japão não tenham experiência com serviços de transporte por aplicativo. Em uma pesquisa do MM Research Institute divulgada em outubro de 2023, mais de 60% dos entrevistados se mostraram, pelo menos em parte, contrários à introdução de serviços de transporte por aplicativo no Japão. Mas, entre aqueles que já utilizaram esses serviços no exterior, mais de 80% se mostraram, pelo menos em parte, favoráveis. "Criar um ambiente que facilite o investimento de empresas do setor privado, e não apenas do governo, é um papel importante da reforma regulatória", afirmou Naohiro Yashiro, da Universidade Feminina Showa, especialista na área.
No Japão, lobby dos taxistas é um dos entraves à entrada de aplicativos de transporte no mercadoAndrew Harrer/BloombergvalorTue, 30 Jun 2026 05:18:37 -0000
Aquileo | Graduados em tecnologia por universidades renomadas dos EUA se sentem excluídos pela IAhttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/graduados-em-tecnologia-por-universidades-renomadas-dos-eua-se-sentem-excludos-pela-ia.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/graduados-em-tecnologia-por-universidades-renomadas-dos-eua-se-sentem-excludos-pela-ia.ghtml
]]> Graduados de universidades americanas culpam a inteligência artificial por suas dificuldades em encontrar emprego após pagarem centenas de milhares de dólares para frequentar instituições de prestígio. O ex-executivo-chefe (CEO) do Google, Eric Schmidt, foi vaiado durante seu discurso de formatura na Universidade do Arizona após afirmar que a transformação tecnológica causada pela inteligência artificial seria "maior, mais rápida e mais impactante do que tudo o que aconteceu antes". Mas os estudantes de ciência da computação, em particular, estão competindo diretamente com a inteligência artificial. "Me candidatei a cerca de 8 mil vagas", mas "ainda não consegui um emprego em tempo integral", disse Dhruv, formado em sistemas de informação pela Universidade de Nova York. Quando Dhruv, que pediu para ser identificado apenas pelo primeiro nome, se mudou para os Estados Unidos para fazer pós-graduação, as empresas de tecnologia estavam contratando em massa, oferecendo salários altos. Ele tinha certeza de que conseguiria ganhar pelo menos US$ 200 mil por ano. Mas não conseguiu encontrar nem mesmo um estágio e reduziu suas metas para US$ 120 mil. Agora, ele só quer encontrar um emprego. Dhruv argumenta que a inteligência artificial está se tornando uma barreira para os inexperientes. "Antes, para vagas de nível inicial, se você soubesse uma linguagem de programação e talvez uma ou duas ferramentas, isso era suficiente", disse ele. "Agora, as vagas de nível inicial exigem de três a cinco anos de experiência", afirmou. "Como vou adquirir experiência se ninguém me contrata?", questionou Dhruv. "É um ciclo vicioso", disse ele. "Eles querem experiência, mas você não consegue experiência sem um emprego." Muitos recém-formados estão desistindo dos empregos que almejavam. Haram Kang se formou em ciência da computação pela Universidade Rutgers, em Nova Jersey, com o objetivo de se tornar gerente de projetos. "As pessoas sempre diziam que, se eu estudasse ciência da computação, tudo daria certo", disse ela. "Dez anos atrás, até mesmo cinco anos atrás, isso provavelmente era verdade", disse Kang. Mas "quando nos formamos, o mercado já estava completamente saturado", afirmou. Kang se candidatou a mais de 200 empresas apenas no último ano da faculdade e a pelo menos 500 nos dois anos seguintes à formatura. Embora tenha adquirido experiência por meio de estágios, eles não a levaram a vagas efetivas. "Eu não estava mais pensando no meu emprego dos sonhos", disse ela. "Eu só precisava trabalhar." Ela acabou encontrando uma vaga em vendas de tecnologia. Yohan Aton foi demitido da Meta Platforms em maio. O jovem de 25 anos entrou na empresa como estagiário em 2020, quando ainda era o Facebook, e se tornou funcionário efetivo após se formar em 2022. Ele foi contratado antes da inteligência artificial decolar. "Naquela época, havia a sensação de que, se você estudasse ciência da computação em uma boa universidade, conseguiria entrar em uma empresa de tecnologia sem problemas", disse ele. Mas "tudo mudou no último ano", disse ele. Segundo Aton, cerca de 20% dos novos códigos eram gerados por inteligência artificial em junho de 2025, uma porcentagem que saltou para cerca de 70% em janeiro deste ano e para quase 95% em maio. "As empresas querem investir mais em hardware de inteligência artificial do que em pessoas", afirmou. A Meta demitiu cerca de 8 mil funcionários — um décimo de sua força de trabalho — e cancelou planos de contratar 6 mil. Enquanto isso, a empresa prevê um investimento de até US$ 145 bilhões em 2026. A taxa de desemprego nos Estados Unidos para recém-formados com idades entre 22 e 27 anos subiu de cerca de 4% em 2022 para 5,6% em março deste ano, de acordo com o banco central (Fed) de Nova York. Embora esse número ainda seja baixo em comparação com os níveis durante a pandemia de covid-19 ou a crise financeira global em 2008, os obstáculos para jovens em busca de emprego continuam aumentando. Os dados sobre desemprego por área de formação em 2024, divulgados pelo Fed de Nova York em fevereiro deste ano, mostraram que a engenharia da computação registrou 7,8% — ficando atrás apenas da antropologia, com 7,9%. Ciência da computação não ficou muito atrás, com 7%, empatada com artes cênicas. Stephen Henriques, pesquisador da Escola de Administração da Universidade de Yale, argumenta que a inteligência artificial está tendo um impacto significativo no mercado de trabalho para iniciantes. "A inteligência artificial está fazendo muito do trabalho deles ou simplificando muito do trabalho deles. Em vez de precisar de 10 analistas, você precisa de apenas cinco", disse ele, observando que muitos líderes empresariais estão tentando avaliar o impacto da inteligência artificial na produtividade. Pei Ying Chua, economista-chefe para a Ásia-Pacífico do LinkedIn, cita engenheiros de software, gerentes de marketing e analistas de dados como funções com um alto grau de tarefas replicáveis por inteligência artificial. "Até 2030, 70% das habilidades exigidas para a maioria dos empregos mudarão devido à inteligência artificial", disse ela, enfatizando a importância de se adaptar a essas mudanças. A incerteza econômica nos Estados Unidos está aumentando. Laura Ullrich, diretora de pesquisa econômica do site de busca de empregos Indeed, vê o mercado de trabalho como "com poucas contratações e poucas demissões", deixando poucas vagas, com estudantes de ciência da computação e finanças enfrentando dificuldades especialmente relevantes. Alguns recém-formados estão optando pelo empreendedorismo, criando suas próprias empresas caso não encontrem emprego. O número de pessoas que se inscrevem como "fundador" no LinkedIn aumentou 75% no último ano, afirmou Chua.
Vista aérea da Universidade Yale, nos Estados UnidosReprodução: YalevalorTue, 30 Jun 2026 05:16:04 -0000
Aquileo | Bitcoin cai a US$ 59.395,70, enquanto investidores digerem inflação persistente nos EUAhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/30/bitcoin-cai-a-us-5939570-enquanto-investidores-digerem-inflacao-persistente-nos-eua.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/30/bitcoin-cai-a-us-5939570-enquanto-investidores-digerem-inflacao-persistente-nos-eua.ghtml
]]> O Bitcoin opera em queda no horário de negociação da Ásia, reflexo da reação contínua dos investidores aos dados de inflação dos Estados Unidos acima do esperado divulgados na semana passada, o que pode levar o Federal Reserve a manter as taxas de juros elevadas por mais tempo, afirmam analistas do Sygnum Bank. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Bitcoin em quedaImagem criada com inteligência artificialvalorTue, 30 Jun 2026 05:08:36 -0000
Aquileo | Reino Unido: Mercado imobiliário estagna sob o peso dos juros e da incerteza políticahttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/reino-unido-mercado-imobilirio-estagna-sob-o-peso-dos-juros-e-da-incerteza-poltica.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/reino-unido-mercado-imobilirio-estagna-sob-o-peso-dos-juros-e-da-incerteza-poltica.ghtml
]]> As vendas de imóveis acordadas no Reino Unido caíram em junho, à medida que as taxas de hipoteca mais altas e a incerteza política reduziram o grupo de potenciais compradores, de acordo com um relatório do site imobiliário Zoopla. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Edifício em LondresJose Sarmento Matos/BloombergvalorTue, 30 Jun 2026 05:07:17 -0000
Aquileo | Honda planeja emitir US$ 2,5 bilhões em eurobônus para pagar fornecedores de peçashttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/30/honda-planeja-emitir-us-25-bilhes-em-eurobnus-para-pagar-fornecedores-de-peas.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/30/honda-planeja-emitir-us-25-bilhes-em-eurobnus-para-pagar-fornecedores-de-peas.ghtml
]]> A Honda está estudando a emissão de títulos denominados em euros, com previsão de totalizar mais de 400 bilhões de ienes (US$ 2,5 bilhões), segundo apurou o “Nikkei Asia” nesta segunda-feira. A montadora provavelmente usará os recursos para compensar fabricantes de peças após a revisão de sua estratégia para veículos elétricos, bem como para investimentos em veículos híbridos. A empresa está considerando a emissão de três títulos com vencimentos de três, seis e dez anos. Atualmente, está avaliando a demanda de investidores institucionais e em breve definirá os termos da emissão, incluindo as taxas de juros. A Honda registrou um prejuízo líquido consolidado de 423,9 bilhões de ienes no ano fiscal encerrado em março, em comparação com um lucro de 835,8 bilhões de ienes no ano anterior, após reduzir drasticamente seus planos para veículos elétricos. O prejuízo líquido — o primeiro da história da empresa — deveu-se principalmente a baixas contábeis em ativos e equipamentos de desenvolvimento e a pagamentos de compensação a fabricantes de peças. Apesar do prejuízo anual devido ao fraco desempenho de seu negócio de veículos de quatro rodas, as finanças da Honda permanecem estáveis graças aos seus negócios de motocicletas e financiamento de vendas. Seu índice de patrimônio líquido, excluindo serviços financeiros, atingiu 55% no final de março, enquanto seu caixa líquido — caixa e equivalentes de caixa menos dívidas com juros — ultrapassou 3 trilhões de ienes. A próxima captação de recursos é vista como uma preparação para necessidades futuras. No atual ano fiscal, que termina em março de 2027, quando a Honda projeta um retorno ao lucro líquido, espera incorrer em aproximadamente 500 bilhões de ienes em pagamentos de compensação a fabricantes de peças. O investimento em veículos híbridos, cuja demanda está crescendo à medida que a demanda por veículos elétricos cai, também deverá aumentar. A Honda captou US$ 3 bilhões por meio de títulos denominados em dólares em julho de 2025, com taxas de juros de 4,436% para títulos de três anos, 4,688% para títulos de cinco anos e 5,337% para títulos de 10 anos. Com o Banco do Japão e o Banco Central Europeu decidindo recentemente elevar as taxas de juros, o ônus do pagamento de juros da Honda pode crescer, dependendo dos termos da emissão.
Linha de produção de automóveisAkio Kon/BloombergvalorTue, 30 Jun 2026 05:05:45 -0000
Aquileo | Marrocos vence Holanda nos pênaltis e se classifica para oitavas de final da Copa do Mundohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/marrocos-vence-holanda-nos-pnaltis-e-se-classifica-para-oitavas-de-final-da-copa-do-mundo.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/marrocos-vence-holanda-nos-pnaltis-e-se-classifica-para-oitavas-de-final-da-copa-do-mundo.ghtml
]]> A seleção de Marrocos venceu a Holanda nos pênaltis na madrugada desta terça-feira e se classificou para as oitavas de final da Copa do Mundo, em jogo disputado em Monterrey, México. No tempo normal, houve empate por 1 a 1, resultado que não se alterou na prorrogação. Nos pênaltis, Marrocos marcou 3 a 2 e mandou os holandeses de volta para casa. Agora, Marrocos enfrentará o Canadá, um dos três países-sede dessa edição da Copa do Mundo na disputa por uma vaga nas quartas de final da competição. Os canadenses se classificaram após vencerem os sul-africanos. O holandês Cody Gakpo abriu o placar já no segundo tempo e o marroquino Diop empatou o jogo no último minuto. Nos pênaltis, os heróis de Marrocos foram Rahimi, Talbi e Saibari. Embora o retrospecto da Holanda em Copas do Mundo seja mais marcante (chegou a três finais, perdendo as três), a seleção de Marrocos está em fase melhor, com 33 jogos de invencibilidade.
Seleção de futebol do Marrocos está invicta há 33 jogosReutersvalorTue, 30 Jun 2026 04:14:37 -0000
Aquileo | Paraguai ‘ganha’ feriado nacional após eliminar Alemanha na Copa do Mundo e se classificar para oitavas de finalhttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/paraguai-ganha-feriado-nacional-aps-eliminar-alemanha-na-copa-do-mundo-e-se-classificar-para-oitavas-de-final.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/30/paraguai-ganha-feriado-nacional-aps-eliminar-alemanha-na-copa-do-mundo-e-se-classificar-para-oitavas-de-final.ghtml
]]> A vitória do Paraguai sobre a Alemanha na Copa do Mundo nesta segunda-feira (29) vai render um feriado nacional para os paraguaios nesta terça-feira (30). O presidente do Paraguai, Santiago Peña, assinou o decreto do feriado logo após a seleção de seu país eliminar a Alemanha da Copa e se classificar para as oitavas de final, resultado considerado surpreendente pela diferença de tradição das duas equipes na competição mundial. O jogo teve um gol do Paraguai ainda no primeiro tempo. O empate alemão veio no segundo tempo. O jogo foi para a prorrogação e o placar não mudou, levando a partida para os pênaltis. Os paraguaios venceram por 4 a 3 na cobrança de pênaltis e despacharam os alemães, que nunca tinham perdido uma decisão por penalidades em uma Copa do Mundo. Torcedores Paraguai saíram as ruas para comemorar a vitória. Ao assinar o decreto, Peña escreveu na rede social X: "Hoje todo um país celebra. Celebra a vitória de uma seleção que representa o mais profundo da nossa identidade: a garra, a fé e a força de um povo que nunca se rende. Obrigado, Alvirrubra, por nos presentear com esta imensa alegria e por voltar a unir milhões de paraguaios sob uma mesma bandeira".
Decreto do presidente Santiago Peña criando feriado nacionalReprodução: g1valorTue, 30 Jun 2026 03:50:19 -0000
Aquileo | Iene cai ao menor nível em relação ao dólar em 40 anoshttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/30/iene-cai-ao-menor-nvel-em-relao-ao-dlar-em-40-anos.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/30/iene-cai-ao-menor-nvel-em-relao-ao-dlar-em-40-anos.ghtml
]]> O iene caiu para a mínima de 39 anos em relação ao dólar nesta terça-feira, com a compra da moeda americana impulsionada pelas expectativas de alta da taxa de juros nos Estados Unidos pressionando a moeda japonesa. O iene chegou a atingir 162,40 por dólar, a menor cotação desde 1986. Esse valor superou a mínima mais recente da moeda, de 161,96, registrada em julho de 2024. A moeda japonesa vem sofrendo pressão constante, com investidores preferindo o dólar num momento de expectativas de que o banco central dos Estados Unidos (Fed) possa aumentar as taxas de juros uma ou duas vezes neste ano. Dados recentes dos Estados Unidos sobre emprego, gastos do consumidor e confiança empresarial sugerem crescimento resiliente, enquanto as preocupações com a inflação no Oriente Médio reforçaram as perspectivas de uma política monetária mais restritiva. Uma tendência de depreciação mais ampla começou em 2022, com o iene caindo quase 30% em relação ao dólar ao longo de quatro anos e meio. Desde o outono de 2025, o iene vem sofrendo pressão vendedora devido à expectativa de que as políticas econômicas da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, favoreçam o afrouxamento monetário. O Banco do Japão continuou seu processo de normalização após cerca de uma década de política monetária extremamente frouxa, elevando sua taxa básica de juros para 1% em 16 de junho. Do ponto de vista da política monetária, isso normalmente daria suporte ao iene. No entanto, as taxas de juros reais do Japão, ajustadas pela inflação, permanecem baixas, levando muitos participantes do mercado a concluir que os aumentos das taxas não acompanharam o ritmo da inflação. As taxas reais persistentemente baixas continuam a exercer pressão sobre a moeda no sentido da desvalorização. A queda do iene elevou as expectativas de que Tóquio possa intervir no mercado cambial. Alguns investidores estão comprando a moeda, antecipando uma intervenção. Após o iene se desvalorizar para a faixa de 161 no fim de junho, o mercado ficou preso entre vendedores e compradores de ienes, resultando em um longo período de estagnação. A ministra das Finanças, Satsuki Katayama, e o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, realizaram uma reunião on-line em 22 de junho, com os mercados atentos a sinais de coordenação na política cambial. Katayama afirmou no dia seguinte que o Japão e os Estados Unidos estavam prontos para tomar medidas decisivas, se necessário. Fatores estruturais também pressionam o iene. Os preços mais altos da energia aumentam a necessidade do Japão de comprar dólares para pagar as importações, enquanto o forte investimento no exterior por parte das famílias japonesas através das contas Nisa, com vantagens fiscais, continua a impulsionar a demanda por ativos estrangeiros. Embora um iene mais fraco melhore a competitividade dos exportadores japoneses, também aumenta os custos de importação e eleva o risco de agravar as pressões inflacionárias, o que poderia prejudicar o consumo.
Cédulas de iene, a moeda do JapãoUnsplashvalorTue, 30 Jun 2026 03:15:39 -0000
Aquileo | China: Atividade industrial avançou em junho, mas setor de serviços estagnouhttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/china-atividade-industrial-avancou-em-junho-mas-setor-de-servicos-estagnou.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/china-atividade-industrial-avancou-em-junho-mas-setor-de-servicos-estagnou.ghtml
]]> A atividade manufatureira da China expandiu em junho após ter ficado estagnada em maio. A aceleração da atividade se deve principalmente à força das exportações, puxada por grande demanda internacional por semicondutores e produtos de energia verde, alimentando os setores consolidados da manufatura chinesa. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Fábrica de carros elétricos em Hefei, ChinaNurPhoto via Getty ImagesvalorTue, 30 Jun 2026 02:28:13 -0000
Aquileo | Trump ameaça postos de combustíveis que não baixarem preços: ‘Grandes problemas virão’https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/trump-ameaa-postos-de-combustveis-que-no-baixarem-preos-grandes-problemas-viro.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/trump-ameaa-postos-de-combustveis-que-no-baixarem-preos-grandes-problemas-viro.ghtml
]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que os postos de gasolina devem baixar os preços imediatamente e alertou que haverá "grandes problemas" pela frente se isso não acontecer. "Os varejistas de gasolina devem baixar seus preços, imediatamente", escreveu Trump em sua rede Truth Social. "Não haverá especulação, o que é totalmente ilegal. Se os varejistas não fizerem isso, grandes problemas virão! Comecem a mirar em torno de US$ 2,50 por galão", escreveu ele. Na semana passada, Trump disse ter instruído o Departamento de Justiça a investigar as empresas petrolíferas por não reduzirem os preços da gasolina nas bombas de acordo com a queda dos custos do petróleo bruto, acusando as empresas de "explorar" os consumidores. Os preços do petróleo dispararam este ano depois que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã no final de fevereiro e o Irã respondeu com com ataques contra Israel e os países do Golfo com bases americanas. Os consumidores têm manifestado preocupação com os altos preços da gasolina, enquanto o presidente e seus colegas republicanos lutam para manter a estreita maioria no Congresso nas eleições de meio de mandato de novembro. A diplomacia entre Washington e Teerã para resolver o conflito resultou em um alívio recente nos preços da gasolina para os americanos. Os ataques conjuntos Estados Unidos-Israel contra o Irã e os ataques israelenses no Líbano mataram milhares e deslocaram milhões de pessoas. Um cessar-fogo entrou em vigor em abril e foi prorrogado desde então, mas os Estados Unidos e o Irã se acusam mutuamente de violarem a trégua.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump AP/Jacquelyn MartinvalorTue, 30 Jun 2026 02:25:22 -0000
Aquileo | Japão: Ministra das Finanças faz novo alerta verbal diante de queda do ienehttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/japo-ministra-das-finanas-faz-novo-alerta-verbal-diante-de-queda-do-iene.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/japo-ministra-das-finanas-faz-novo-alerta-verbal-diante-de-queda-do-iene.ghtml
]]> A ministra das Finanças do Japão renovou sua promessa de conter a volatilidade excessiva do iene, em um momento no qual a moeda atingiu a menor cotação em quase 40 anos frente ao dólar e os investidores permanecem em estado de alerta máximo para uma intervenção. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Satsuki Katayama, ministra de Finanças do JapãoShoko Takayasu/BloombergvalorTue, 30 Jun 2026 02:12:51 -0000
Aquileo | Câmara dos EUA aprova lei que exige das plataformas on-line proteção às criançasO projeto foi aprovado por 267 votos a 117, com o apoio tanto de democratas quanto de republicanoshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/camara-dos-eua-aprova-lei-que-exige-das-plataformas-on-line-protecao-as-criancas.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/camara-dos-eua-aprova-lei-que-exige-das-plataformas-on-line-protecao-as-criancas.ghtml
]]> A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, nesta segunda-feira (29), uma legislação que exige que as plataformas on-line ofereçam medidas de proteção para crianças. A Lei de Segurança Digital e na Internet para Crianças (Kids Act) obriga as empresas a implementar políticas para proteger as crianças de certos danos, incluindo a exploração sexual. O projeto foi aprovado por 267 votos a 117, com o apoio tanto de democratas quanto de republicanos. O Senado dos EUA analisa um projeto de lei semelhante que, se aprovado, vai impor um “dever de cuidado” às empresas de redes sociais em relação aos usuários jovens. Prédio do Congresso dos EUA Pete Marovich/Bloomberg
valorTue, 30 Jun 2026 01:20:33 -0000
Aquileo | Plataforma de streaming Tidal não pagará royalties a músicas feitas inteiramente com IAA nova política entra em vigor em 15 de julho e vale também para o Tidal Upload, plataforma da empresa voltada a artistas independenteshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/plataforma-de-streaming-tidal-nao-pagara-royalties-a-musicas-feitas-inteiramente-com-ia.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/plataforma-de-streaming-tidal-nao-pagara-royalties-a-musicas-feitas-inteiramente-com-ia.ghtml
]]> A plataforma de streaming musical Tidal passará a identificar músicas criadas com inteligência artificial (IA) e deixará de pagar royalties por reproduções de faixas totalmente geradas pela tecnologia. A nova política entra em vigor em 15 de julho e vale também para o Tidal Upload, plataforma da empresa voltada a artistas independentes. Segundo o serviço de streaming, músicas produzidas integral ou substancialmente com IA deverão ser identificadas. Em um primeiro momento, a exigência valerá para obras totalmente geradas por inteligência artificial. A empresa afirma que ampliará a regra para músicas parcialmente produzidas com IA à medida que os sistemas de detecção se tornarem mais confiáveis. A principal mudança, porém, é a proibição do pagamento de royalties para faixas inteiramente produzidas por inteligência artificial. Segundo o Tidal, a prioridade é garantir que a remuneração seja destinada a obras “produzidas, escritas e interpretadas por pessoas”. O Tidal também informou que removerá conteúdos associados a atividades fraudulentas, como músicas que imitam artistas conhecidos ou tentam enganar os ouvintes quanto à autoria das gravações. Em comunicado, a plataforma afirmou que artistas devem ter liberdade para usar ferramentas de inteligência artificial, mas que os usuários também precisam saber quando estão consumindo esse tipo de conteúdo. O músico norte-americano Jay-Z adquiriu a Tidal em 2015, e, embora ele tenha vendido uma participação majoritária da empresa para a Block, de Jack Dorsey, em 2021, ele e outros artistas que eram acionistas originais ainda mantêm participações minoritárias. Izafi / Pixabay
valorTue, 30 Jun 2026 00:53:27 -0000
Aquileo | Sabesp obtém aval para captar mais água de sistema do RJ para reforçar CantareiraSolicitada diante da persistência das condições de estiagem durante o período de seca, a permissão foi concedida em caráter temporário e excepcional, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básicohttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/sabesp-obtem-aval-para-captar-mais-agua-de-sistema-do-rj-para-reforcar-cantareira.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/sabesp-obtem-aval-para-captar-mais-agua-de-sistema-do-rj-para-reforcar-cantareira.ghtml
]]> A Sabesp, empresa de saneamento paulista, obteve autorização para captar mais água do sistema que abastece parte do Rio de Janeiro para reforçar o reservatório do Cantareira, uma das principais fontes de abastecimento da capital e de sua região metropolitana. Solicitada diante da persistência das condições de estiagem durante o período de seca, a permissão foi concedida em caráter temporário e excepcional, segundo a ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico). A água do Rio Jaguari, na bacia do Rio Paraíba do Sul, chega ao Cantareira por meio da Represa de Atibainha, uma das que compõem o sistema, com Jaguari-Jacareí, Cachoeira, Paiva Castro e Águas Claras. Em nota, a companhia informou que a medida é prevista nas regras de operação do Cantareira e integra os mecanismos de gestão previstos em contrato. “A medida faz parte da estratégia permanente da companhia para ampliar a segurança hídrica da região metropolitana de São Paulo”, diz trecho da nota. Com a autorização, o volume anual máximo de água passível de transposição da usina Jaguari para o reservatório Atibainha em 2026 passa de 162 hm³ (hectômetros cúbicos, ou 162 bilhões de litros) para até 268,28 hm³, alta de 66%. A medida vale até 31 de dezembro. Segundo a ANA, a ampliação temporária da cota de transposição já havia sido adotada em 2021 e 2025, diante da persistência das condições de estiagem. Nível de alerta O Cantareira opera nesta segunda-feira (29) com 39,9% de sua capacidade. Em 29 de junho do ano passado, era de 47,54%. De acordo com a ANA e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas), o sistema opera em estado de atenção, quando a capacidade de armazenamento baixa fica entre 40% e 60% do reservatório. Como houve redução nesta segunda, é esperado que os órgãos estabeleçam as regras do nível de alerta, quando os percentuais oscilam entre 30% e 40%. Toda a cadeia de abastecimento, que inclui o Alto Tietê, Cotia, Guarapiranga, Rio Claro, Rio Grande e São Lourenço, tem, atualmente, 52,5% do volume reservado. El Niño Neste ano, as autoridades trabalham com a possibilidade de atraso no início da estação chuvosa, que normalmente tem início em outubro, devido à chegada do El Niño. O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) anunciou, neste mês, que o Cantareira será uma espécie de novo gatilho para que a gestão adote medidas mais rigorosas para economizar água. Caso o nível do Cantareira fique proporcionalmente abaixo dos demais, a redução de pressão do bombeamento noturno poderá durar mais horas. Atualmente, a redução de pressão é aplicada por dez horas durante a noite. Considerando também ações de prevenção a enchentes, como a construção de piscinões e desassoreamentos de rios importantes como o Tietê, o governo de São Paulo também diz ter investido R$ 25 bilhões no seu plano de resiliência hídrica. Divulgação/Sabesp
valorTue, 30 Jun 2026 00:20:34 -0000
Aquileo | Grupo Mateus recebe autuação de R$ 1,28 bilhão da Receita FederalDo total cobrado, R$ 492,9 milhões correspondem ao valor principal e R$ 789 milhões referem-se a multas e juroshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/grupo-mateus-recebe-autuao-de-r-128-bilho-da-receita-federal.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/grupo-mateus-recebe-autuao-de-r-128-bilho-da-receita-federal.ghtml
]]> O Grupo Mateus anunciou nesta segunda-feira (29) que foi notificado sobre um auto de infração lavrado pela Receita Federal contra sua controlada, a Armazém Mateus, no valor total de R$ 1,28 bilhão, referente aos exercícios de 2022 e 2023. A autuação está relacionada, principalmente, ao questionamento sobre a exclusão de créditos presumidos de ICMS da base de cálculo do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Do total cobrado, R$ 492,9 milhões correspondem ao valor principal e R$ 789 milhões referem-se a multas e juros. Segundo a companhia, após avaliação preliminar com seus assessores jurídicos, a contingência foi classificada como de perda possível, indicando que há fundamentos relevantes para sustentar a regularidade do tratamento tributário adotado. O processo terá início na esfera administrativa e poderá, eventualmente, ser discutido também na Justiça. O Grupo Mateus afirmou que manterá o mercado informado sobre eventuais desdobramentos relevantes do caso. 29/06/2026 20:29:57
Grupo MateusDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 23:43:39 -0000
Aquileo | IA do Google mostra Brasil eliminado antes do fim do jogo e erra placar contra o JapãoO Google apresentou como referências sites jornalísticos e ofereceu a opção de assistir aos melhores momentos da suposta "partida de despedida" da seleção brasileirahttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ia-do-google-mostra-brasil-eliminado-antes-do-fim-do-jogo-e-erra-placar-contra-o-japao.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ia-do-google-mostra-brasil-eliminado-antes-do-fim-do-jogo-e-erra-placar-contra-o-japao.ghtml
]]> A inteligência artificial do Google cometeu um erro na tarde desta segunda-feira (29), durante a partida entre Brasil e Japão pelos 16 avos de final da Copa do Mundo. Em uma pesquisa sobre o próximo jogo do Brasil, a seção do Google chamada de "Visão Geral Criada por IA" afirmou que a equipe tinha sido eliminada pelo Japão com o placar de 1 a 0. A informação incorreta foi identificada pelo g1 às 16h05, cerca de 8 minutos após Gabriel Martinelli fazer o segundo gol do Brasil e 46 minutos depois de Casemiro empatar a partida. Em outro teste por volta das 16h50, a IA do Google apresentou o placar atualizado e os detalhes corretos sobre a próxima partida. No primeiro momento, o buscador disse que, "por ter sido derrotada, a seleção brasileira não tem novos jogos oficiais pelo torneio agendados no momento". O Google apresentou como referências sites jornalísticos e ofereceu a opção de assistir aos melhores momentos da suposta "partida de despedida" da seleção brasileira. O Brasil venceu o Japão por 2 a 1 e se classificou para as oitavas de final. A seleção jogará contra o ganhador de Costa do Marfim e Noruega e voltará a campo no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília). Procurado pelo g1, o Google explicou que a usa um tipo de inteligência artificial que aprende padrões e estruturas com os dados em que é treinada e os usa para criar algo novo. "Ela está em constante evolução e pode fornecer informações imprecisas ou ofensivas", afirmou. A empresa recomenda verificar informações importantes em mais de um lugar, clicar nos links da IA para ver mais detalhes e fazer perguntas diferentes para receber as melhores respostas. IA do Google com informação errada sobre jogo da seleção Reprodução/g1
valorMon, 29 Jun 2026 23:36:29 -0000
Aquileo | Paraguai bate Alemanha nos pênaltis e se classifica às oitavas de finalA seleção tetra campeã do mundo, de Neuer e Musiala, é eliminada da competição, garantindo o título de único pentacampeão mundial ao Brasil (ao menos até a próxima Copa)https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/paraguai-bate-alemanha-nos-penaltis-e-se-classifica-as-oitavas-de-final.ghtml https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/paraguai-bate-alemanha-nos-penaltis-e-se-classifica-as-oitavas-de-final.ghtml
]]> O Paraguai, que estreou na Copa do Mundo perdendo de 4 gols dos EUA, venceu a Alemanha nesta segunda-feira (29) nos pênaltis ― por 4 a 3 ―, após empatar em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação. Com a vitória, a equipe sul-americana passa às oitavas de final e a Alemanha volta para casa. O herói do jogo foi o goleiro paraguaio Gill, que fez defesas espetaculares durante o tempo regulamentar e na prorrogação e defendeu dois pênaltis. Leia mais: Brasil sofre, mas bate o Japão por 2 a 1 com gol de Martinelli aos 50 minutos Foi a primeira vez que a Alemanha perdeu uma disputa de pênaltis em Copas do Mundo. Até então, tinham sido quatro vitórias em quatro decisões no mundial. Como foi o jogo Julio Enciso abriu o placar para o Paraguai ao completar um cruzamento de Matías Galarza de cabeça aos 42 minutos do primeiro tempo. Aos nove minutos do segundo tempo, Kai Havertz empatou para a Alemanha, de cabeça. José Canale marcou o pênalti decisivo para o Paraguai, após os alemães Kai Havertz, Nick Woltemade e Jonathan Tah desperdiçarem as suas cobranças. Outros jogadores paraguaios que marcaram foram: Maurício, Gustavo Gómez e Galarza. No sábado, 4 de julho, a partir das 18h (de Brasília), no Estádio da Filadélfia, o Paraguai enfrentará o vencedor do jogo entre França e Suécia, que acontecerá na terça-feira (30), às 18h (de Brasília), no Estádio de Nova York / Nova Jersey, nos Estados Unidos.
O jogador paraguaio Jose Canale comemora seu gol de pênalti, que classificou a seleção de seu país às oitavas de final da Copa do Mundo 2026Winslow Townson/ReutersvalorMon, 29 Jun 2026 23:34:48 -0000
Aquileo | Energisa fecha acordo para entrada do Itaú na Denerge com aporte de R$ 1,4 bilhãoCom o investimento, o Itaú passa a deter cerca de 9,98% do capital social da Denergehttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/energisa-fecha-acordo-para-entrada-do-ita-na-denerge-com-aporte-de-r-14-bilho.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/energisa-fecha-acordo-para-entrada-do-ita-na-denerge-com-aporte-de-r-14-bilho.ghtml
]]> A Energisa anunciou a assinatura de um acordo para a entrada do Itaú Unibanco como investidor na Denerge Desenvolvimento Energético, holding que concentra participações em empresas do setor elétrico. A operação envolve um aporte de aproximadamente R$ 1,4 bilhão, realizado por meio da subscrição de ações preferenciais da companhia. Com o investimento, o Itaú passa a deter cerca de 9,98% do capital social da Denerge, adquirindo uma participação minoritária com exposição indireta a distribuidoras de energia do grupo Energisa, como Energisa Mato Grosso do Sul, Energisa Sul-Sudeste e Energisa Mato Grosso. O aporte foi feito via emissão de novas ações, reforçando a estrutura de capital da holding. Segundo a Energisa, a iniciativa faz parte de uma estratégia para fortalecer a capacidade financeira e aprimorar a reorganização societária do grupo. A operação também inclui a assinatura de um acordo de acionistas, que regula os direitos e deveres dos sócios. Entre as cláusulas, está prevista a possibilidade de a Energisa e outros acionistas adquirirem, no futuro, a participação detida pelo banco. Energisa Divulgação
valorMon, 29 Jun 2026 23:15:53 -0000
Aquileo | Caiado diz que anunciará vice na quarta-feiraO pré-candidato à Presidência pelo PSD afirmou que a divulgação será feita em Brasília, na sede nacional do partido, às 11hhttps://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/caiado-diz-que-anunciar-vice-na-quarta-feira.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/caiado-diz-que-anunciar-vice-na-quarta-feira.ghtml
]]> O pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, disse que vai anunciar na quarta-feira (1º) o nome de quem será vice em sua chapa. Segundo ele, a divulgação será feita em Brasília, na sede nacional do PSD, às 11h. O ex-governador de Goiás não quis antecipar detalhes do anúncio, ao ser questionado por jornalistas nesta segunda-feira (29), após uma agenda na capital paulista. "Já está definido que na quarta-feira, às 11 horas da manhã, nós apresentaremos o vice que vai compor a nossa chapa", declarou. A tendência é que o vice seja também do PSD, configurando uma chapa "puro-sangue". Um dos nomes citados nos bastidores é o do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab. Procurado, ele não atendeu. Apoiadores dessa composição argumentam que a presença do dirigente na chapa poderia ajudar a garantir apoios de lideranças do PSD nos Estados durante a campanha, evitando defecções. Questionado se os problemas na pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), após o vídeo com críticas a ele feito pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), podem ajudá-lo a "herdar" parte dos votos da direita, Caiado respondeu que não vai entrar em "ti-ti-ti" e que a disputa não pode ser "vulgarizada". "Neste momento, a sociedade está disposta a ver se um candidato à Presidência da República tem a estatura moral, se ele tem a condição de ter a liturgia de ser um presidente da República", afirmou o presidenciável. "Uma campanha eleitoral exige que você tenha condições de construir uma paz e uma base que possa levar a sua campanha adiante. O que se costuma dizer é que ninguém suporta fogo amigo, tiro dentro da mesma trincheira. Isso tudo [conflito entre Michelle e Flávio] terá repercussões, [mas] nós não sabemos quais", disse. Caiado avaliou que a oposição precisa se preparar para enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deverá concorrer à reeleição pelo PT. "Nós não podemos deixar o Lula escolher o seu candidato [adversário]. Nós temos que ter um candidato que tenha condições de chegar ao segundo turno e bater as eleições." Segundo pesquisa Datafolha do último dia 20, Caiado tem 3% de intenções de voto no primeiro turno, mesmo percentual de Renan Santos (Missão). À frente deles, vêm Lula, na liderança, com 41%, e Flávio em segundo, com 31%. Em eventual segundo turno contra Lula, o pré-candidato do PSD marca 41% e o petista, 47%. O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) Facebook/@ronaldocaiado44
valorMon, 29 Jun 2026 22:55:07 -0000
Aquileo | Comunidade inédita reúne CISOs para enfrentar novos riscosClaro empresas e MIT Technology Review Brasil conectam executivos para transformar conhecimento compartilhado em vantagem estratégicahttps://valor.globo.com/conteudo-de-marca/claro-empresas/noticia/2026/06/29/comunidade-inedita-reune-cisos-para-enfrentar-novos-riscos.ghtml https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/claro-empresas/noticia/2026/06/29/comunidade-inedita-reune-cisos-para-enfrentar-novos-riscos.ghtml
]]> Em um cenário marcado pelo avanço das ameaças cibernéticas e pela crescente complexidade tecnológica, a proteção digital tornou-se um tema central para a continuidade dos negócios. Nesse contexto, o papel do Chief Information Security Officer (CISO) ganha uma nova dimensão: além da responsabilidade técnica, esses executivos assumem uma função estratégica, conectando riscos, inovação e decisões corporativas em um ambiente de transformação permanente. São demandas acompanhadas por um reforço no orçamento disponível para a proteção contra o crime digital. De acordo com a empresa de análise de mercado Mordor Intelligence, o mercado global de cibersegurança alcançou US$ 264,43 bilhões em 2026 e deve saltar para US$ 471,88 bilhões, resultado de uma taxa de crescimento anual composta de 12,28%. A análise aponta que o aumento dos gastos com arquiteturas de confiança zero, a integração das defesas de TI e tecnologia operacional e os preparativos para a criptografia quântica são as principais forças por trás dessa expansão. As expectativas são proporcionais a esse investimento. Desafios desse porte são comuns a empresas de diferentes setores de atuação. Por isso, a colaboração entre os líderes pode agregar insights e informações relevantes para fortalecer a capacidade de avaliar, prevenir e responder a ameaças. Com essa proposta, a Claro empresas, em parceria com a MIT Technology Review Brasil, criou o CISO Next, uma comunidade que reúne alguns dos principais executivos de segurança da informação do país para discutir os obstáculos críticos da proteção cibernética no Brasil e construir caminhos mais colaborativos para o futuro digital. ""A colaboração é a premissa por trás do CISO Next. Cibersegurança é um tema central e estratégico para empresas e governos, um assunto complexo e que demanda respostas igualmente complexas. Nossos conteúdos se ancoram na visão acadêmica e em dados e fatos extraídos do dia a dia do mercado. E é exatamente esse o encaminhamento que daremos aqui: explorar as ideias e os insights de lideranças que atuam em diferentes setores, construindo conhecimento e endereçando soluções de forma colaborativa e com base em cenários reais, a partir da experiência de quem faz o dia a dia do setor", explica Carlos Aros, editor-executivo da MIT Technology Review Brasil. INTERESSE COLETIVO A iniciativa nasce para consolidar a gestão de riscos cibernéticos como um tema estratégico para o desenvolvimento econômico e tecnológico do país. “Em um cenário particular e de demandas complexas, como o mercado brasileiro, é fundamental compartilhar boas práticas que possam alavancar o setor”, afirma Denis Nesi, CISO da Claro e um dos idealizadores da iniciativa, em conjunto com o diretor de Segurança da Informação da Claro empresas, Paulo Martins. Um dos princípios centrais é a ideia de que a proteção deve ser tratada como um tema de interesse coletivo. Afinal, no atual ambiente digital interconectado, vulnerabilidades em uma organização podem impactar cadeias inteiras de valor. Nesse contexto, o CISO Next reforça uma mensagem direta ao mercado: quando se trata de cibercrime, todas as empresas se beneficiam de um ambiente mais seguro e, portanto, a cooperação é parte da solução. “Grande parte da produtividade das empresas está baseada em automação e conectividade. Recentemente, o uso de inteligência artificial (IA) generativa veio se juntar, sendo ao mesmo tempo oportunidade e desafio. O CISO Next tem o objetivo de fornecer informações, diretrizes e boas práticas considerando a realidade brasileira e ajudando a elevar todos para o patamar adequado de proteção”, diz Paulo Martins. Além dos encontros, o programa vai contar com uma frente estruturada de conteúdo, a partir dos insights das discussões, com produção de artigos, análises e entrevistas. Tudo isso ficará hospedado em uma seção especial dentro do hub de conteúdo da Claro empresas, o Próximo Nível, com curadoria da MIT Technology Review Brasil. Saiba mais sobre o CISO Next AGENDA PRODUTIVA O primeiro encontro entre lideranças participantes do CISO Next foi realizado em São Paulo (SP). Contou com a participação de Dan Harif, da Vale, Vitor Sena, da Gerdau, Tiago Iahn, do Serpro; e Leandro Granja, do Santander, entre outros representantes de setores como financeiro, varejo, saúde, indústria e governo, e partiu de uma constatação relevante: a cibersegurança já não cabe na moldura de barreira, custo ou área de contenção. Passa a operar como variável de viabilidade do negócio. Isso altera o papel do CISO, amplia a pressão sobre lideranças técnicas e exige tradução contínua para a linguagem corporativa. O diálogo partiu de um pressuposto, identificado pelo MIT Internet Policy Research Initiative e pelo Federal Reserve, em um encontro que resultou no relatório Measuring Cyber Risk in the Financial Services Sector, de 2024. Esse documento indicou que o risco cibernético segue difícil de ser quantificado por falta de dados padronizados, o que limita decisões de gestão, definição do apetite ao risco e comparação entre pares. Em caráter complementar, o paper Mind the Gap, também do MIT, propõe justamente comparar postura de segurança com a de grupos equivalentes para tornar o risco mensurável e acionável. Dessa base metodológica emergiram quatro eixos centrais. O primeiro deles consiste na mensuração do risco, que depende de métricas confiáveis. O segundo propõe uma mudança na abordagem: o foco deixa de ser evitar incidentes a qualquer custo e passa a ser garantir resposta rápida, continuidade do negócio e gestão compartilhada de riscos. O terceiro ponto diz respeito à regulação. O desafio não é a existência de regras, mas a fragmentação e a complexidade regulatória, que dificulta equilibrar conformidade com efetiva segurança. Por fim, há a questão da IA, que gera um desafio: a entrada acelerada de modelos, automações e promessas de produtividade sem lastro proporcional em governança, dados, responsabilidade e validação. Como avalia o MIT, a automação pode gerar eficiência, mas, sem governança, também amplia a superfície de incerteza. Este primeiro encontro deixa uma mensagem objetiva: transformar cibersegurança em negócio exige menos discurso — e mais métricas, clareza, governança e cooperação. Getty Images e Arte/GLab
Getty Images e Arte/GLabvalorMon, 29 Jun 2026 22:43:27 -0000
Aquileo | Morre Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, empresário da indústria e ex-presidente da FiespVelório será realizado nesta terça-feira no Cemitério Parqur Morumbihttps://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/morre-lus-eullio-de-bueno-vidigal-filho-empresrio-da-indstria-e-ex-presidente-da-fiesp.ghtml https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/morre-lus-eullio-de-bueno-vidigal-filho-empresrio-da-indstria-e-ex-presidente-da-fiesp.ghtml
]]> Morreu, nesta segunda-feira (29), aos 87 anos, Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, uma das lideranças históricas do setor industrial brasileiro e presidente emérito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ele tratava uma doença renal, mas a causa do falecimento não foi informada oficialmente. O velório será realizado nesta terça-feira no Cemitério Parqur Morumbi. O nome de Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho batiza o edifício da Fiesp na Avenida Paulista. “Essa denominação imortaliza o homem que liderou a entidade entre 1980 e 1986, consolidando a força do setor produtivo em um período histórico para o país”, declarou a Fiesp, em nota de pesar divulgada à imprensa. Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho nasceu em São Paulo em 1939, onde mais tarde graduou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), em 1963. Também se formou em uma pós-graduação em Administração na Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, em 1965. No setor privado, ele construiu trajetória no setor metalúrgico e de autopeças. Representou o setor automotivo no grupo GEIA, do Ministério da Indústria e Comércio, entre 1969 e 1972. Na década de 1980, à frente da Fiesp e do Ciesp, atuou representando a indústria em um período complexo da economia brasileira. Conforme a homenagem divulgada pela Fiesp, “o dinamismo de Luís Eulálio foi peça-chave na diplomacia empresarial, atuando como vice-coordenador da Seção Brasileira do Conselho Industrial do Mercosul e presidindo as seções brasileiras dos conselhos empresariais Brasil-EUA, Argentina-Brasil e Nipo-Brasileiro”. No âmbito público, atuou como membro do Conselho Monetário Nacional, da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais e do Conselho Estadual do Meio Ambiente de São Paulo. “A Fiesp, em nome de toda a diretoria e colaboradores, expressa suas mais sinceras e afetuosas condolências à família, aos amigos e aos companheiros de jornada de Luís Eulálio. O seu exemplo de liderança continuará a guiar e a inspirar as futuras gerações de empreendedores do nosso país”, declarou em nota o atual presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
Posse da diretoria do CIESP Regional Santa Bárbara d’Oeste; sentado, o presidente emérito da Fiesp, Luís Eulálio de Bueno Vidigal FilhoReprodução LinkedinvalorMon, 29 Jun 2026 22:35:52 -0000
Aquileo | Holanda é a seleção que mais desvalorizou na Copa 2026; veja o ranking completoAlemanha e Espanha também enfrentam queda significativa no valor de mercado durante o torneiohttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/holanda-e-a-selecao-que-mais-desvalorizou-na-copa-2026-veja-o-ranking-completo.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/holanda-e-a-selecao-que-mais-desvalorizou-na-copa-2026-veja-o-ranking-completo.ghtml
]]> Após a primeira fase da Copa do Mundo 2026, em que as 48 seleções foram divididas em 12 grupos, a Holanda foi o time que mais se desvalorizou, perdendo 79,8 milhões de euros (R$ 470,3 milhões, na cotação desta segunda, 29) em valor de mercado, segundo dados da Transfermarkt, especializada no assunto. Na fase 16 avos, a Holanda joga hoje contra o Marrocos. Antes do início do torneio, a seleção holandesa era avaliada em 834 milhões de euros (R$ 4,9 bilhões) e agora recuou para 754,2 milhões de euros (R$ 4,4 bilhões). A equipe ganhou duas partidas (5 a 1 contra a Suécia e 3 a 1 contra a Tunísia) e empatou em 2 a 2 com o Japão, que perdeu nesta segunda para o Brasil. Além da Holanda, também desvalorizaram a Alemanha, que perdeu 63 milhões de euros (R$ 371,3 milhões), e a Espanha, que diminuiu 50 milhões de euros (R$ 294,7 milhões). Uruguai e Escócia perderam 46,7 milhões de euros (R$ 275,2 milhões) e 37,75 milhões de euros (R$ 222,5 milhões) em valor de mercado, respectivamente. Valorização Por outro lado, a seleção da Inglaterra foi a que mais valorizou desde o início do mundial, com um aumento de 70 milhões de euros (R$ 412,5 milhões). O time enfrenta enfrenta a República Democrática do Congo na próxima quarta-feira (1°). No início do campeonato, o elenco inglês era avaliado em 1,29 bilhão de euros (R$ 7,6 bilhões) e agora passou a valer 1,36 bilhão de euros (R$ 8,01 bilhões). Na primeira fase, os ingleses ganharam dois jogos (4 a 2 contra a Croácia e 2 a 0 contra o Panamá) e empataram em 0 a 0 contra a Gana. Apesar de ter ganhado mais valor de mercado, a Inglaterra permanece em segundo entre as seleções mais valiosas. A França continua em primeiro lugar com 1,52 bilhão (R$ 8,9 bilhões), após um aumento de 50 milhões de euros (R$ 294,7 milhões) nos primeiros três confrontos da Copa do Mundo, ainda de acordo com a Transfermarkt. Portugal, Croácia e Brasil também registraram aumento no valor de mercado, com uma valorização de 41 milhões de euros (R$ 241,6 milhões), 30,3 milhões de euros (R$ 178,5 milhões) e 19,2 milhões de euros (R$ 113,1 milhões), respectivamente. Confira o valor de cada seleção antes e depois da fase de grupos: Valor das 48 seleções da Copa do Mundo 2026 *Estagiária sob supervisão de Diogo Max
Summerville e Memphis Depay, da HolandaAshley Landis/APvalorMon, 29 Jun 2026 22:21:51 -0000
Aquileo | Volkswagen nega plano de demissões no BrasilSegundo reportagens na Europa, companhia alemã teria um plano de corte de 100 mil empregos em todo o mundohttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/volkswagen-nega-plano-de-demisses-no-brasil.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/volkswagen-nega-plano-de-demisses-no-brasil.ghtml
]]> Por meio de nota, a direção da Volkswagen no Brasil informou nesta segunda-feira, 29, que não tem previsão de demissões. Na semana passada, a imprensa alemã e o jornal Financial Times publicaram matérias dando conta de que a companhia alemã teria um plano de corte de 100 mil empregos em todo o mundo. Na nota, a Volks do Brasil informou que sua estratégia segue sentido contrário, já que em 2025 fez contratações para a produção nas suas quatro fábricas no país, sendo cerca de 50% mulheres. Além disso, a empresa destacou que o Brasil é o terceiro maior mercado em volume de vendas para a marca Volkswagen no mundo, atrás apenas da China e Alemanha. “No Brasil, a Volkswagen segue com seu plano de investimento de R$ 16 bilhões até 2028 e uma ofensiva de 17 novos carros para o mercado nacional, sendo nove já lançados”, destaca a nota. Em contraponto à recente decisão do governo brasileiro que, atendendo a pedido da chinesa BYD, estendeu a importação de veículos semimontados livres de impostos, a Volks disse: “Impulsionamos o desenvolvimento e a produção de veículos 100% brasileiros e com alto índice de peças nacionais, valorizando a indústria do Brasil e a geração de empregos no país.” A Volks emprega 13,2 mil pessoas no Brasil. Fábrica da Volkswagen na Via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP) Tuane Fernandes/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 22:14:00 -0000
Aquileo | Flávio acena ao eleitorado feminino, enquanto Michelle deixa de seguir enteados Ex-primeira-dama deixa de seguir enteados nas redes sociais; ela deve se reunir hoje com Valdemar Costa Neto para tratar da crisehttps://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/flavio-acena-ao-eleitorado-feminino-enquanto-michelle-deixa-de-seguir-enteados.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/flavio-acena-ao-eleitorado-feminino-enquanto-michelle-deixa-de-seguir-enteados.ghtml
]]> A crise na família Bolsonaro  ganhou novos desdobramentos no início desta semana, após o acirramento das tensões entre a  ex-primeira-dama Michelle  e o pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio. O filho mais velho de Jair Bolsonaro reforçou, na segunda-feira (29), acenos ao eleitorado feminino em transmissão publicada antes do jogo do Brasil e realizada a partir de Buenos Aires, na Argentina, onde participou de reunião com o presidente do país vizinho,  Javier Milei. O gesto ocorre depois de Michelle ter deixado de seguir os enteados Eduardo, Carlos e Renan nas redes sociais — ela continua seguindo Flávio. A decisão foi interpretada como uma enfatização do afastamento. Paralelamente, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, deve conversar com Michelle nesta terça-feira (30) para tentar apaziguar os ânimos. Na transmissão, Flávio buscou afastar os efeitos negativos da crise na pré-campanha e passar uma imagem de atenção com a pauta feminina. “A minha preocupação é com as mulheres. As mulheres que sustentam mais de 70% dos lares brasileiros”, disse. Segundo ele, a pauta feminina “não é uma pauta de ideologia, é uma pauta de economia”. “As mulheres só querem ter autonomia financeira, querem sustentar os seus lares, querem garantir que não vai faltar nada para os seus filhos”, apontou o senador. As rusgas entre Michelle e Flávio não são uma novidade, mas ganharam novos contornos após a divulgação, na semana passada, de um vídeo nas redes sociais da ex-primeira-dama, em que ela afirma ter sido desrespeitada pelo enteado durante uma conversa por telefone. Como resposta, Flávio divulgou um vídeo em que pediu desculpas e afirmou que em nenhum momento teve a intenção de ofender a madrasta. O vídeo ajudou a escalar a crise e marcou mais um capítulo da guerra aberta entre os dois nas redes sociais. O pano de fundo da confusão é a construção das alianças e palanques estaduais do partido. Michelle tem reclamado de não ser ouvida nas definições das vagas nas composições majoritárias. Em meio à teia de imbróglios na família Bolsonaro, Costa Neto deve buscar colocar panos quentes na situação e encontrar uma forma de integrar a ex-primeira-dama à campanha. Aliados de Flávio, no entanto, enxergam pouca margem de manobra para que os desejos de Michelle sejam contemplados. Já aliados da ex-primeira-dama mantêm esperanças de que o encontro seja resolutivo. “Estou aguardando que na reunião tudo seja resolvido”, disse ao Valor a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), uma das principais aliadas de Michelle. A motivação do último episódio da disputa entre Flávio e Michelle foi o cenário estadual no Ceará. Michelle é crítica à aliança do PL com Ciro Gomes no Estado e defende lançar Priscilla Costa ao Senado, atual vice-presidente do PL Mulher. Enquanto isso, o diretório estadual da sigla quer lançar Alcides Fernandes à vaga de senador na chapa de Ciro. Em meio às especulações sobre o espaço de Michelle na disputa presidencial, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, reforça que a palavra final continuará sendo de Costa Neto, especialmente em relação às composições estaduais. Ao Valor, Marinho afirmou que Michelle “é importante para o partido”, mas as articulações dos palanques têm sido costuradas “com muita conversa” e “ouvindo a todos”. “Não posso dizer o que Valdemar falará a Michelle, mas tenho certeza de que ele irá conduzir da melhor forma possível”, afirmou. Segundo Marinho, além da conversa prevista entre Valdemar e Michelle nesta terça já havia uma reunião da campanha de Flávio com quadros do PL Mulher convocada para quarta-feira (31). Segundo ele, a ex-primeira-dama será “muito bem-vinda” caso decida participar do encontro. “O presidente Valdemar mantém uma excelente relação com a ex-primeira-dama e conduzirá sua integração à campanha da melhor forma possível”, declarou Marinho. Enquanto isso, a construção dos palanques estaduais avança, com apenas cinco ou seis Estados ainda indefinidos, segundo o senador. Quadros de expressão do partido também negam impactos negativos no eleitorado do vídeo divulgado por Michelle e afirmam que os trackings internos indicam empate entre Flávio e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Tanto nomes bolsonaristas ligados à Michelle quanto os mais alinhados a Flávio concordam que a disputa interna precisa ser vencida em prol de um projeto maior de derrotar Lula nas eleições de outubro e apelam para o apaziguamento da situação. O pré-candidato também adotou como campanha a mesma estratégia utilizada pelo seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para se comunicar com seus apoiadores e afirmou que, a partir de agora, as “lives” ficarão mais frequentes. Ele deve, inclusive, definir um dia fixo para realizar as transmissões, como fazia Bolsonaro. O objetivo é ter um canal direto de respostas a novos abalos na campanha e estabelecer frequência na comunicação com os eleitores bolsonaristas. Flávio Bolsonaro esteve, na segunda-feira (29), com o presidente da Argentina, Javier Milei, por cerca de uma hora. Segundo ele, os dois tiveram “um papo maravilhoso”. O senador se referiu a Milei como alguém que “nos trata com muito carinho muito respeito”. De acordo com Flávio, o presidente argentino disse “ter certeza de que a onda azul vai chegar ao Brasil neste ano”, em referência ao crescimento de governos de direita nas últimas eleições nos países vizinhos. Flávio afirmou a Milei que a eleição brasileira representa “a última peça que falta no mapa da direita na América do Sul”.
Tensões entre Michelle e Flávio Bolsonaro continuam a preocupar campanha do PLBrenno Carvalho/Agência O Globo - 7/10/2025valorMon, 29 Jun 2026 22:11:00 -0000
Aquileo | Luis Eulalio de Bueno Vidigal Filho morre em São Paulo, aos 87 anoshttps://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/luis-eulalio-de-bueno-vidigal-filho-morre-em-sao-paulo-aos-87-anos.ghtml https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/luis-eulalio-de-bueno-vidigal-filho-morre-em-sao-paulo-aos-87-anos.ghtml
]]> Morreu nesta segunda-feira, 29, em São Paulo, o presidente emérito da Federação das Indústris do Estado de São Paulo (Fiesp), Luis Eulalio de Bueno Vidigal Filho, aos 87 anos. Ele estava internado no Hospital Sírio Libanês para tratamento de doença real crônica. A Fiesp emitiu nota de pesar assinada pelo presidente da entidade, Paulo Skaf. A nota diz que Vidigal filho foi “uma das lideranças mais determinadas e visionárias da história da indústria brasileira”. Vidigal Filho era estudante de direito na Universidade de São Paulo, em 1959, quando começou a trabalhar no departamento jurídico da Companhia Brasileira de Material Ferroviário (Cobrasma), fundada por seu avô, Gastão Vidigal, em 1944. Pós-graduou-se em administração de empresas na Universidade de Illinois, Estados Unidos. Tornou-se, com o passar dos anos, o principal dirigente do grupo Cobrasma, um dos mais importantes da indústria brasileira, que teve seu auge na época dos grandes investimentos estatais e da substituição de importações. Projetou-se entre as principais lideranças empresariais do país e ocupou espaços crescentes de representação em diversas entidades industriais. Foi vice-presidente do Sindicato da Indústria de Forjaria do Estado de São Paulo; vice-presidente e presidente do Sindicato da Indústria de Peças para Automóveis e Similares; representante do setor de autopeças no Grupo Executivo da Indústria Automotiva do Ministério da Indústria e Comércio; diretor adjunto da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo/Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp), onde foi também vice-presidente e, depois, presidente, de 1980 a 1986. Sua posse, em 3 de outubro de 1980, resultava de uma campanha vencedora contra a candidatura de Theobaldo de Nigris, que disputava a quinta reeleição. Aos 41 anos, Vidigal foi eleito com uma mensagem de renovação do papel da Fiesp e das relações do empresariado com o governo, num contexto de defesa da plena democratização (pesquisa do Instituto Gallup, publicada no dia seguinte à posse de Vidigal, revelava que 63% dos brasileiros maiores de 18 anos queriam eleger seus governantes por meio de voto direto). Não era uma atitude de consenso, mas assinalava uma divisão crescente entre duas gerações de empresários, a dele pretendendo ter sua voz institucionalizada nos processos de discussão e decisão de políticas públicas, em contraposição a influências apenas tênues ou pontuais, se não de acomodação passiva a um modelo estatista e fechado que perdia fôlego. A crise econômica irresolvida — retração somada a inflação renitente – acrescentava estímulos à revisão de posições do empresariado. No discurso de posse, Vidigal afirmou que, “se apoiarmos a abertura política e não nos preocuparmos em defender a economia de mercado, mantendo um esforço conjunto, planificado, sistemático e permanente em favor da livre empresa, teremos muito provavelmente, amanhã, em nosso país, uma luta de classes de consequências imprevisíveis”. Referiu-se à sua eleição como reflexo de uma realidade maior: “Transformamos uma luta, que sempre se processou intramuros, num processo político aberto, certos de que de alguma forma o país como um todo tinha muito a ver com o que se estava passando, pois o resultado da disputa poderia representar a consolidação do direito e do poder dos empresários influirem nos destinos da nação”. Falou da importância de se formular “um novo projeto de nação que chegou a ser delineado no governo de Juscelino Kubitschek”. Advertiu que “dessa crise que vivemos ou sairemos como uma nação fortalecida ou legaremos aos nossos filhos uma carga explosiva de problemas agravados e irresolvidos”. O empresariado, em papel que, deixou subentendido, supostamente caberia à Fiesp desempenhar, queria ter voz ativa na formulação daquele “projeto político, econômico e social” [que] “não deverá ser atribuição exclusiva do governo ou da classe política”. [Jornal do Brasil, 4 de outubro de 1980, pág. 15] Vidigal vinha de experiências próprias de interlocução com o governo. Um ano antes de assumir a presidência da Fiesp, foi indicado por Mario Henrique Simonsen, então ministro do Planejamento do governo de João Batista Figueiredo, para integrar o Conselho Monetário Nacional (CMN), e lá permaneceu até 1986, quando terminou seu segundo mandato na Fiesp. Recorda sua conversa com Simonsen: “Eu disse: ‘Mario, não sei se sou ilibado ou não. Mas notório saber econômico, definitivamente não tenho’. Ele respondeu: ‘E daí? Você acha que os outros têm?’” [Depoimento para o livro “Mario Henrique Simonsen – Um Homem e Seu Tempo”, 2002] Seu relacionamento com o ministro vinha da época em que era representante da indústria de autopeças na CNI, no princípio dos anos 1970, quando defendia medidas de proteção para as empresas brasileiras, em contraposição ao que pensava e propunha Simonsen, então assessor da diretoria da entidade. Foi um debate difícil: “Cheguei para o nosso pessoal [do Sindicato da Indústria de Autopeças, do qual era vice-presidente] e disse: ‘Gente, não dá! Ou vocês arranjam alguém melhor do que eu, ou não dá. Esse camarada sabe tudo! Tudo que eu digo ele prova o contrário!’ (...) No fundo, eu não estava só lutando contra uma pessoa extremamente inteligente, como estava lutando contra o óbvio. Mas na época eu achava que o óbvio era ter proteção”. [No mesmo depoimento] Disse também: “Acompanhei de perto a saida do Mario Henrique do governo. (…) São Paulo festejou a saida dele. Não o Delfim, mas Severo Gomes, Dilson Funaro, aquela Fiesp que eu derrotei no ano seguinte. Esses é que festejaram. Faziam campanha contra o Mario Henrique. Era o nacionalismo, o protecionismo. Enxergavam nele um risco para a economia nacional, quando ele não representava risco algum, definitivamente.” Em meados dos anos 80, que constituiriam a chamada “década perdida”, Vidigal lançou ações da Cobrasma na Bolsa, buscando aumentar o capital, a maior operação do gênero até então conhecida no Brasil. Mas projeções de lucro, divulgadas para informação de possíveis investidores, não se confirmaram. A Comissão de Valores Mobiliários abriu inquérito. A Delegacia de Crimes Fazendários da Polícia Federal concluiu que o lançamento lesara milhares de investidores e indiciou os diretores da Cobrasma. O episódio terminou com o arquivamento judicial do processo. Em março de 1991, Vidigal encaminhou à Justiça pedido de concordata preventiva do grupo Cobrasma, com suas fábricas de caldeiras, equipamento ferroviário e tubos galvanizados. Na petição, responsabilizou o governo federal pela situação de insolvência, que teria se tornado inevitável como decorrência da recessão econômica, da mudança de regras no pagamento de empresas públicas, dos vários planos de estabilização e da suspensão dos contratos com algumas empresas estatais. Em mais de uma ocasião, porém, admitiu que, como outros tantos empresários, também errou, ao orientar sua estratégia de negócios por estímulos dos tempos do “Brasil Grande”, sobretudo em termos de facilidades de crédito.
Posse da diretoria do CIESP Regional Santa Bárbara d’Oeste; sentado, o presidente emérito da Fiesp, Luís Eulálio de Bueno Vidigal FilhoReprodução LinkedinvalorMon, 29 Jun 2026 22:06:17 -0000
Aquileo | Federação entre PP e União Brasil tem disputa por escolha de pré-candidato ao Senado em PECiro Nogueira e Antonio Rueda divergem sobre indicação de Eduardo da Fonte; Miguel Coelho diz que mantém pré-candidaturahttps://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/federao-entre-pp-e-unio-brasil-tem-disputa-por-escolha-de-pr-candidato-ao-senado-em-pe.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/federao-entre-pp-e-unio-brasil-tem-disputa-por-escolha-de-pr-candidato-ao-senado-em-pe.ghtml
]]> A indicação de pré-candidato ao Senado em Pernambuco expôs um ambiente de disputa entre Progressistas (PP) e União Brasil (UB), partidos que formam uma federação desde março e precisam atuar de maneira coordenada. O anúncio do PP dando aval ao nome do deputado federal Eduardo da Fonte para concorrer à vaga provocou reação do UB, que negou haver uma decisão e condicionou a definição a uma escolha unânime. Os dois partidos vêm enfrentando impasses por causa de interesses regionais. O preferido do UB para concorrer a senador é o ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho, que descartou nesta segunda-feira (29) recuar da pré-candidatura. Ele foi às redes endossar nota do presidente nacional da federação União Progressista, Antonio Rueda, afirmando que a palavra final será da comissão executiva nacional. O conflito opõe Rueda e o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI). Na condição de copresidente nacional da federação, Nogueira divulgou mais cedo uma nota para dizer que "referendou integralmente as deliberações aprovadas pela executiva estadual da federação União Progressista em Pernambuco" e que, "com a decisão, fica ratificada a indicação do deputado federal Eduardo da Fonte como pré-candidato da federação ao Senado Federal nas eleições de 2026, conforme aprovação da executiva estadual". "O referendo da copresidência nacional reforça a legitimidade das decisões adotadas pela direção estadual da federação, em consonância com seu estatuto e com as normas que regem a organização partidária", acrescentou o senador. Eduardo da Fonte, que é o presidente da federação em Pernambuco, deu entrevista, após a reunião da executiva estadual, na qual declarou oficializada sua pré-candidatura ao Senado. Rueda, no entanto, emitiu comunicado em que desautorizou o encaminhamento local. "A direção nacional da federação União Progressista informa que não há nenhuma decisão sobre escolha de candidaturas majoritárias em Pernambuco. O processo segue em discussão, com pré-candidaturas ao Senado Federal colocadas e o apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra", afirmou, em nota. "Qualquer encaminhamento adotado em âmbito local, que não seja unânime entre as duas legendas (PP e União), não produzirá nenhum efeito perante a executiva nacional da federação União Progressista, a quem cabe decidir", completou o dirigente. Procurados pela reportagem, Nogueira e Rueda não se manifestaram sobre o impasse em Pernambuco. Há relatos de divergências entre os partidos em outros Estados. Coelho, que teve a pré-candidatura ao Senado lançada pelo UB em março, anunciou que sua intenção está mantida. Ele argumentou que as duas legendas da federação são independentes e "caminham juntas, sem nenhum tipo de imposição" entre elas. "O nosso estatuto é muito claro: quando não houver unanimidade nos Estados, quem decide candidaturas majoritárias é a executiva nacional. O resto é papo furado", disse. Os pré-candidatos ao Senado na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD) ainda não foram divulgados. A expectativa de aliados é que os partidos cheguem às convenções partidárias, que devem ser realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto, com acordos encaminhados para a formalização dos nomes. Lyra deve tentar a reeleição tendo como principal adversário o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB).
Senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP e copresidente nacional da federação União ProgressistaLula Marques/Agência BrasilvalorMon, 29 Jun 2026 22:06:12 -0000
Aquileo | Data center da Elea no Rio bate recorde de tráfego durante jogo entre Brasil e JapãoPIX Elea no Rio de Janeiro atingiu nova marca expressiva: 1.01 terabite por segundo (Tbps) de tráfegohttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/data-center-da-elea-no-rio-bate-recorde-de-trafego-durante-jogo-entre-brasil-e-japao.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/data-center-da-elea-no-rio-bate-recorde-de-trafego-durante-jogo-entre-brasil-e-japao.ghtml
]]> Depois de alcançar o pico de 951,80 gigabites por segundo (GPS) durante o jogo entre Brasil e Escócia, na última quarta-feira (25), o PIX Elea no Rio de Janeiro atingiu nova marca expressiva: 1.01 terabite por segundo (Tbps) de tráfego na partida desta segunda-feira (29) contra o Japão. O número foi registrado no RJO1, data center da companhia na cidade. O volume representa cerca de cinco vezes a média diária registrada na instalação e equivale, em ordem de grandeza, à transmissão simultânea de mais de 120 mil vídeos em alta definição, segundo informações da Elea. “O resultado reflete o aumento do consumo de transmissões ao vivo, redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção”, diz a Elea em nota.
Gabriel Martinelli celebra o segundo gol do Brasil com os companheiros de timeREUTERS/Annegret HilsevalorMon, 29 Jun 2026 21:50:00 -0000
Aquileo | Global 384: IA exige governança e complianceAvanço da inteligência artificial e novas exigências regulatórias devem impulsionar mudanças estruturais no mercado financeiro nos próximos anoshttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/global-384-ia-exige-governanca-e-compliance-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/global-384-ia-exige-governanca-e-compliance-1.ghtml
]]> O mercado brasileiro de embedded finance deve movimentar cerca de US$ 18 bilhões até 2030, segundo projeção da GlobalData. O crescimento reflete a expansão de modelos que permitem a integração de serviços financeiros a plataformas digitais de diferentes segmentos, impulsionando a demanda por infraestrutura financeira, tecnologia e mecanismos de governança capazes de sustentar essa evolução do mercado. Nesse cenário, o Banking as a Service (BaaS) vem ganhando relevância ao permitir que empresas incorporem soluções financeiras às suas operações sem a necessidade de desenvolver internamente toda a estrutura regulatória e operacional exigida pelo setor. Segundo Paulo S. Consulin, CEO da Global 384, a combinação entre inovação tecnológica e amadurecimento regulatório representa uma mudança estrutural para o setor. "Estamos entrando em uma fase na qual crescimento, eficiência e competitividade dependem diretamente da capacidade das empresas de integrar tecnologia, governança e gestão de dados. O compliance deixa de ser apenas uma obrigação regulatória e passa a ser um diferencial competitivo para organizações que desejam escalar suas operações de forma sustentável", afirma. De acordo com o executivo, as novas regras para operações de BaaS tendem a elevar o nível de profissionalização do mercado, reduzindo riscos operacionais e aumentando a transparência das relações entre instituições financeiras, empresas de tecnologia e clientes finais. "A regulamentação cria um ambiente mais seguro para todo o ecossistema financeiro. As empresas que conseguirem transformar essas exigências em processos estruturados terão maior capacidade de crescimento, além de oferecer experiências mais eficientes e seguras para seus clientes", destaca. Outro tema que ganha relevância é a necessidade de fortalecer mecanismos de prevenção a fraudes, aprimorar a gestão de dados e ampliar a automação dos processos financeiros. A evolução do ecossistema do Pix e o avanço das iniciativas de digitalização financeira exigem operações cada vez mais robustas, capazes de responder rapidamente a demandas regulatórias e mudanças de comportamento dos consumidores. Na visão da Consulin, o setor está diante de uma transformação inevitável, impulsionada tanto pelas novas exigências regulatórias quanto pelo avanço da inteligência artificial. "Escala e segurança precisam andar juntas. As empresas que entenderem isso agora terão uma vantagem real", avalia o executivo. Sobre a Global 384 A Global 384 é uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central do Brasil, com operações iniciadas em 2009. Com foco na evolução do sistema financeiro, a companhia se posiciona atualmente como uma plataforma de Banking as a Service (BaaS), conectando sua infraestrutura regulatória a empresas de tecnologia e software houses que integram serviços financeiros às suas soluções. Sob a liderança de Paulo Consulin, presidente da Associação Brasileira das Sociedades de Crédito (ABSCM), a instituição financeira já realizou mais de R$ 1 bilhão em operações de crédito e movimenta cerca de R$ 300 milhões por mês em sua infraestrutura financeira, atendendo indiretamente mais de 60 mil clientes em todo o país.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 21:45:36 -0000
Aquileo | Movida compra contratos de locação de veículos e da frota associada à Copel por R$ 100 milhõesNegócio envolve a aquisição de 724 veículos e a cessão dos contratos de aluguel firmados com a Copel e suas controladashttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/movida-compra-contratos-de-locacao-de-veiculos-e-da-frota-associada-a-copel-por-r-100-milhoes.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/movida-compra-contratos-de-locacao-de-veiculos-e-da-frota-associada-a-copel-por-r-100-milhoes.ghtml
]]> A Movida anunciou a aquisição de contratos de locação de veículos e da frota associada à Companhia Paranaense de Energia (Copel) por R$ 100 milhões, em operação realizada com a CS Brasil Holding, empresa que pertence ao grupo Simpar, controlador da Movida. Confira os resultados e indicadores da Copel e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 O negócio envolve a compra de 724 veículos e a cessão dos contratos de aluguel firmados com a Copel e suas controladas. Esses contratos geram faturamento mensal de R$ 3,3 milhões, o que equivale a um rendimento de 3,3% ao mês. O valor será pago em três parcelas mensais consecutivas sem correção monetária. Os ativos alugados à Copel representam cerca de 0,8% do imobilizado bruto operacional alocado pela Movida para sua área de gestão e terceirização de frotas (GTF) no primeiro trimestre de 2026 e é realizado através de contratos estruturados no modelo de gestão de frotas sem mão de obra, enquanto a CS Holding permanece concentrada em contratos com mão de obra embarcada. O contrato tem por objeto a aquisição, pela Movida, da totalidade dos veículos da CS Holding alugados através de contratos entre a CS Holding, a Copel e determinadas sociedades controladas pela Copel. Além disso, a operação prevê a cessão, pela CS Holding à Movida, da posição contratual da CS Holding nos contratos com a Copel, de modo que a Movida assumiu os direitos e obrigações decorrentes dos contratos. Os efeitos econômicos da cessão são apurados a partir do segundo trimestre de 2026.
Contratos geram faturamento mensal de R$ 3,3 milhões, o que equivale a um rendimento de 3,3% ao mêsMovida/DivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 21:45:28 -0000
Aquileo | Futebol, marcas e shows atraem 15 mil pessoas ao Ibirapuera A Arena Brasileira vendeu 30 cotas de patrocínio neste ano, o dobro registrado na Copa de 2022https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/futebol-marcas-e-shows-atraem-15-mil-pessoas-ao-ibirapuera.ghtml https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/futebol-marcas-e-shows-atraem-15-mil-pessoas-ao-ibirapuera.ghtml
]]> A vitória da seleção brasileira por 2 a 1 sobre o Japão, nesta segunda-feira (29), foi vista por cerca de 15 mil pessoas na Arena Brasileira, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Após a transmissão da partida em sete telões, o público permaneceu no local para acompanhar os shows de Jeito Moleque e Léo Santana. A programação faz parte da estratégia dos organizadores de combinar futebol, música e ativações de marcas em um mesmo evento. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 21:29:37 -0000
Aquileo | A nova busca dos brasileiros é envelhecer melhorCom avanço da medicina regenerativa, crescimento da economia do bem-estar e envelhecimento acelerado da população, brasileiros passam a investir mais em prevenção, autonomia e qualidade de vida do que em transformações estéticas radicais.https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/a-nova-busca-dos-brasileiros-e-envelhecer-melhor-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/a-nova-busca-dos-brasileiros-e-envelhecer-melhor-1.ghtml
]]> Durante anos, o mercado de saúde e estética vendeu a juventude como principal objetivo. Rugas, flacidez e dores eram tratadas como inimigos inevitáveis do tempo. Agora, clínicas, consultórios e farmácias observam uma mudança importante: mais do que parecer jovens, os brasileiros querem envelhecer melhor. A mudança acompanha um fenômeno global. Segundo o Global Wellness Institute, a "economia do bem-estar" movimentou US$ 6,3 trilhões em 2023, impulsionada por medicina preventiva, saúde mental, suplementação, longevidade e atividade física. O mercado deve ultrapassar US$ 9 trilhões até 2028. No Brasil, o movimento cresce junto ao envelhecimento da população. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o número de brasileiros acima dos 60 anos deve dobrar até 2050. Hoje, o país já possui mais de 33 milhões de idosos. Mas, diferentemente das gerações anteriores, esse público quer continuar ativo, produtivo, independente e com qualidade de vida. "Há alguns anos, a procura nas farmácias de manipulação se concentrava em emagrecimento e estética. Hoje vemos um crescimento muito forte por fórmulas para sono, disposição, foco, controle do estresse, performance cognitiva e envelhecimento saudável", afirma Fabíola Faleiros, farmacêutica e sócia das farmácias de manipulação La Pharma e Unna Pharma. O consumidor passou a enxergar a saúde de forma integrada e preventiva. "As pessoas entendem mais sobre ativos e querem soluções individualizadas para sua rotina, idade e objetivos", explica. A preocupação com longevidade também mudou o perfil dos pacientes da cirurgia plástica. O Brasil segue como o segundo país que mais realiza procedimentos estéticos no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo levantamento da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery). Mas o desejo de transformação radical começa a perder espaço para resultados mais naturais. "Hoje o paciente não quer mais parecer outra pessoa. Existe uma busca muito maior por naturalidade, aparência saudável e envelhecimento equilibrado", acentua Pamela Massuia, cirurgiã plástica. É o caso de uma empresária de 52 anos que buscou atendimento após notar que o cansaço, a flacidez facial e a baixa autoestima afetavam sua vida profissional e social. Após abordagem integrada envolvendo cirurgia, melhora do sono, atividade física e acompanhamento multidisciplinar, ela relatou melhora estética, emocional e na disposição (detalhes foram alterados para preservar a identidade). A mudança atingiu a harmonização facial. Após anos de procedimentos exagerados e rostos padronizados, especialistas observam o recuo dos excessos. "A harmonização exagerada perdeu espaço. O paciente entende que rejuvenescimento não significa excesso de volume. Há preocupação com o equilíbrio facial, qualidade da pele e naturalidade", explica Ana Carolina Martin, biomédica especialista em harmonização orofacial. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) mostram que os procedimentos minimamente invasivos crescem no país, especialmente entre pacientes acima dos 40 anos que buscam prevenção sem mudanças radicais. A longevidade moderna vai além da estética; foca na qualidade de vida e no controle da dor. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% da população mundial convive com dor crônica, condição que impacta o sono, a produtividade e a mobilidade. Para Ricardo Graciano, neurocirurgião especialista em dor e medicina regenerativa, o envelhecimento trouxe o desafio de preservar a autonomia. "As pessoas vivem mais e não querem limitações. O paciente de hoje quer continuar trabalhando, viajando e praticando esporte aos 60 ou 70 anos", assinala. Houve aumento na procura por tratamentos minimamente invasivos e abordagens regenerativas voltadas à melhora funcional. "Conseguimos trabalhar prevenção, controle inflamatório e recuperação funcional de forma estratégica", explica. A mesma percepção aparece na fisioterapia. Para Fabi Pinelli, fisioterapeuta especializada em dor, o paciente busca funcionalidade: "Muitos chegam após anos convivendo com dores que afetam o sono, o humor e o bem-estar. Existe uma preocupação maior em recuperar o movimento e a autonomia". Na ortopedia, o avanço da longevidade mudou o perfil dos atendimentos. O crescimento da prática esportiva entre adultos acima dos 40 anos aumentou a busca por preservação da mobilidade. Dados da plataforma Strava mostram crescimento consistente de corrida, beach tennis e esportes de resistência entre brasileiros acima dos 45 anos. "O desafio atual não é apenas tratar lesões. É permitir que o paciente continue ativo por mais tempo e com segurança", frisa Thales Rama, ortopedista. Dores articulares e desgaste precoce aparecem agora em adultos ativos que querem manter alta performance física ao longo do envelhecimento. A busca por longevidade chegou também à fonoaudiologia. Segundo Andréa Paz, fonoaudióloga, há uma preocupação crescente com cognição, audição e comunicação. "As pessoas perceberam que envelhecer bem é conseguir se comunicar bem, ouvir todos os sons, manter a independência, a cognição preservada e a participação social", pontua. Esse movimento resgata práticas ancestrais de equilíbrio físico e emocional. Para Ronaldo Caggisi, terapeuta e especialista em Cura Taquiônica®, o interesse por bem-estar integral mostra que o conceito de saúde se ampliou. "Muitas práticas que voltam a ganhar espaço já eram observadas em civilizações antigas, como o Egito, que valorizava a energia, o descanso e a conexão corpo e mente", observa. O wellness contemporâneo une tecnologia e ciência, mas reflete uma reconexão: "Busca-se vitalidade, equilíbrio emocional, qualidade do sono e redução do estresse", acrescenta. Especialistas observam que a estética deixou de ser o objetivo final e passou a integrar um conceito amplo de saúde e funcionalidade. "O paciente quer viver mais e melhor. Isso envolve sono, mobilidade, saúde mental, disposição, autoestima, cognição e prevenção. A saúde deixou de ser fragmentada", resume Fabíola Faleiros. Em um país que envelhece rapidamente, a nova obsessão dos brasileiros não é parecer dez anos mais jovem, mas chegar aos próximos dez anos com total autonomia, disposição e qualidade de vida.
Imagem de DC Studio no MagnificImagem de DC Studio no MagnificvalorMon, 29 Jun 2026 21:29:19 -0000
Aquileo | Dólar fecha em leve alta e Ibovespa fica estável em sessão de liquidez reduzida por jogo do Brasil na CopaJuros futuros recuam; Bolsas de NY e preços do petróleo avançamhttps://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml https://valor.globo.com/financas/ao-vivo/2023/06/16/dolar-avanca-e-ibovespa-recua-em-dia-de-correcao-siga-os-mercados.ghtml
]]> Dólar fecha em leve alta e Ibovespa fica estável em sessão de liquidez reduzida por jogo do Brasil na Copa Juros futuros recuam; Bolsas de NY e preços do petróleo avançam Juros futuros recuam e estendem dinâmica positiva em dia de baixa liquidez. Dólar fecha de lado, em dia de baixa liquidez no mercado local. Ibovespa fecha estável em dia de menor liquidez com jogo do Brasil; volume do índice cai 54%. Em NY, Dow Jones renova recorde e Nasdaq dispara com impulso de tecnologia. Juros futuros recuam em dia de liquidez reduzida com jogo do Brasil
valorMon, 29 Jun 2026 21:26:11 -0000
Aquileo | Juros futuros recuam em dia de liquidez reduzida com jogo do BrasilA taxa do DI com vencimento para janeiro de 2027 teve leve queda de 14,06%, do ajuste anterior, para 14,035% e a do DI de janeiro de 2031 anotou baixa de 14,34% a 14,265%https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/juros-futuros-recuam-em-dia-de-liquidez-reduzida-com-jogo-do-brasil.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/juros-futuros-recuam-em-dia-de-liquidez-reduzida-com-jogo-do-brasil.ghtml
]]> Os juros futuros fecharam em queda nesta segunda-feira (29), mantendo o mesmo movimento desde o período da manhã em meio a um volume baixo de negócios por conta do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo. Sem liquidez, as taxas apresentaram certa volatilidade na primeira hora de negociações, mas logo firmaram baixa e, assim, estenderam pela sexta sessão consecutiva o movimento de alívio que tem beneficiado a renda fixa desde o começo da semana passada. Ao fim do pregão, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2027 teve leve queda de 14,06%, do ajuste anterior, para 14,035%; a do DI de janeiro de 2028 recuou de 14,16% a 14,10%; a do DI de janeiro de 2029 cedia de 14,235% para 14,19% e a do DI de janeiro de 2031 anotava baixa de 14,34% a 14,265%. Ao se observar a quantidade de contratos negociados nos trechos mais movimentados da curva a termo nos últimos meses, os vencimentos de curto a médio prazo, nota-se que a renda fixa local não exibia um pregão de liquidez tão baixa desde 25 de maio, dia de feriado nos Estados Unidos que deixou o principal mercado do mundo fechado. “Hoje foi um clássico ‘não evento’ no Brasil, marcado principalmente pela baixa liquidez. Sempre que a seleção nacional joga uma partida da Copa do Mundo, o setor de varejo praticamente para, como se fosse um feriado, e boa parte dos participantes do mercado segue o exemplo. Com menos operadores diante das telas, o pregão foi tranquilo, após a volatilidade da semana passada”, descreve um integrante da tesouraria de um importante banco local, em condição de anonimato. No começo da sessão, as taxas até apresentaram alguma volatilidade, com os juros futuros abrindo o dia em alta e, após a primeira hora de negócios, firmando-se em queda. Participantes do mercado creditaram o movimento à pouca liquidez, mas também citaram novos resultados de pesquisas eleitorais que mostraram uma vantagem menor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao principal candidato da oposição, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em simulações de segundo turno das eleições presidenciais deste ano. “A pesquisa saiu mais cedo, mas o mercado ficou estressado [no início do pregão] talvez por uma realização [de lucros] de algum ‘player’. Mas quando caiu a ficha da pesquisa, o mercado melhorou”, diz um operador de renda fixa, referindo-se ao levantamento BTG/Nexus que mostrou uma diminuição da vantagem de Lula sobre Flávio, de 6 para 3 pontos percentuais. De qualquer forma, o mercado ignorou qualquer possível pressão vinda da alta dos preços do petróleo, hoje, e os juros futuros já acumulam o sexto pregão seguido de queda — com exceção da ponta longa da curva, que terminou em alta em um dos cinco pregões da semana passada. Mas, mesmo após o alívio recente, os títulos da renda fixa local seguem baratos em todos os vencimentos da curva a termo, segundo a equipe de estrategistas para América Latina do Deutsche Bank. Para eles, a precificação do mercado por uma Selic mais alta no próximo ano não deve ser confirmada pelo Banco Central, o que sugere que ainda há valor a ser capturado nas taxas. “Continuamos otimistas em relação aos títulos de renda fixa brasileiros, prevemos que sigam performando melhor que mercados pares e privilegiamos o segmento intermediário da curva, ante a expectativa de mais flexibilização (da Selic)”, dizem os estrategistas em relatório. O cenário-base do Deutsche Bank é que a Selic seja cortada a 14% este ano, com o ciclo sendo retomado em 2027 para um juro básico de 11,75%. Embora vejam valor nos juros prefixados, os profissionais do banco alemão ponderam que uma descompressão relevante de prêmios pode vir apenas se o mercado “enxergar uma melhora na dinâmica da inflação doméstica, dos riscos de política monetária ou do cenário global”.
Gerd Altmann/PixabayvalorMon, 29 Jun 2026 21:24:40 -0000
Aquileo | Como a Shopee conecta ONGs e doadores no BrasilA iniciativa Shopee Doações transforma a plataforma de e-commerce em um espaço de solidariedade, ampliando a visibilidade de instituições parceiras e facilitando o acesso dos brasileiros a doações simples, digitais e segurashttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/como-a-shopee-conecta-ongs-e-doadores-no-brasil-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/como-a-shopee-conecta-ongs-e-doadores-no-brasil-1.ghtml
]]> Em um cenário em que a solidariedade também passa pela transformação digital, a Shopee vem consolidando sua atuação como facilitadora da conexão entre organizações sociais e doadores em todo o Brasil. Lançada no país em 2021, a Shopee Doações nasceu com o objetivo de gerar impacto positivo por meio da tecnologia e do alcance da plataforma, funcionando como uma ferramenta de arrecadação de recursos para ONGs brasileiras e de apoio a diferentes causas sociais. Além de oferecer a estrutura tecnológica para viabilizar as doações, a Shopee também realiza ações de visibilidade para ampliar o alcance das iniciativas apoiadas, incluindo campanhas com incentivos como cupons de desconto e cashback, conteúdo nas redes sociais e também em Shopee Lives, impulsionando a arrecadação e ampliando o impacto social. Novas formas de doar Os resultados mostram o avanço desse engajamento; desde que foi lançada em 2022, a iniciativa já arrecadou mais de R$2,8 milhões e impactou mais de 60 mil pessoas em mais de 50 campanhas. Recentemente, a plataforma realizou uma ação especial de Abril Laranja, realizada em parceria com a Ampara Animal, instituição parceira da Shopee no projeto Cuidado Animal e que também conta com uma loja digital na plataforma, o que amplia as possibilidades de apoio à causa. A ação teve como foco incentivar doações à causa animal, e o marketplace subsidiou 30% do valor da doação via cupom. Além disso, a Shopee promoveu o "Cartinhas de Natal", que chegou à sua quarta edição em 2025 e resultou na entrega de mais de 7 mil presentes para mais de 2 mil crianças em situação de vulnerabilidade social, em parceria com a Arco, associação beneficente que apoia famílias do Jardim Ângela, em São Paulo. Outro marco importante foi a campanha com o McDia Feliz, que ajudou a posicionar a plataforma como uma ponte para a solidariedade em diferentes causas. A ação arrecadou mais de R$ 100 mil em 2025 e retornou em 2026, reforçando a continuidade da parceria e o potencial de mobilização da iniciativa. Na edição atual, a pré-venda da campanha do Instituto Ronald McDonald está disponível na plataforma com tíquetes digitais diretamente no aplicativo da Shopee, além de um atrativo de 50% de cashback, limitado a R$ 50, para os consumidores. Shopee Doações Um dos diferenciais da iniciativa é que 100% do valor doado é destinado diretamente aos parceiros, sem cobrança de comissão. Os valores são repassados à carteira digital de cada organização e ficam imediatamente disponíveis para saque, fortalecendo a autonomia das instituições e permitindo que os recursos cheguem com mais agilidade a quem precisa. Atualmente, a empresa conta com 14 ONGs parceiras, ampliando a visibilidade das instituições e aproximando-as de milhões de usuários. O processo de doação é simples: basta estar logado na conta Shopee, acessar a página de Shopee Doações e escolher a instituição que deseja apoiar.
Divulgação: ShopeeDivulgação: ShopeevalorMon, 29 Jun 2026 21:17:42 -0000
Aquileo | Governo publica MP do Desenrola Adimplentes e envio do projeto de lei do MEIhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/governo-publica-mp-do-desenrola-adimplentes-e-envio-do-projeto-de-lei-do-mei.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/governo-publica-mp-do-desenrola-adimplentes-e-envio-do-projeto-de-lei-do-mei.ghtml
]]> O governo publicou em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (29) a medida provisória (MP) que viabiliza uma nova rodada do Desenrola, o programa de renegociação de dívidas, dessa vez para trabalhadores informais adimplentes, ou seja, que estejam com pagamento em dia. O programa foi anunciado mais cedo em um evento no Palácio do Planalto. Também consta no DOU extra o envio do projeto de lei complementar que aumenta para R$ 140 mil, até 2028, o teto para enquadramento no regime de Microempreendedor Individual (MEI). O projeto era aguardado desde a semana passada e o envio foi feito hoje, após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros da sua equipe de governo Ricardo Stuckert/PR
valorMon, 29 Jun 2026 21:12:29 -0000
Aquileo | Hablla leva debate sobre IA e WhatsApp à América LatinaSérie de nove eventos em sete estados e Montevidéu reuniu líderes de marketing, vendas e tecnologia em torno da operação conversacional com inteligência artificialhttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/hablla-leva-debate-sobre-ia-e-whatsapp-a-america-latina-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/hablla-leva-debate-sobre-ia-e-whatsapp-a-america-latina-1.ghtml
]]> A Hablla concluiu em junho de 2026 o Conversational Growth Experience, série de eventos realizada com apoio oficial da Meta, que percorreu dez cidades brasileiras e Montevidéu, no Uruguai, entre maio e junho. A iniciativa reuniu gestores de marketing, vendas, customer success e founders de empresas que operam comercialmente via WhatsApp e marcou a primeira vez que uma empresa brasileira do setor de tecnologia conversacional realizou uma tournée estruturada de eventos presenciais com presença internacional na América Latina. Ao longo das edições, realizadas em São Paulo, São José do Rio Preto, Campinas, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Montevidéu, o evento reuniu mais de 2 mil participantes. A Hablla é certificada pela Meta como Business Solution Provider (BSP) tier Select, categoria restrita a empresas com excelência operacional e acesso prioritário a recursos da plataforma WhatsApp Business, e processa mais de 30 milhões de conversas mensais. Para Marcus Barboza, cofundador e CRO da Hablla e criador da metodologia MCI (Marketing Conversacional Integrado), o ciclo de eventos revelou um padrão comum entre empresas de diferentes portes e segmentos: "O que vimos nas cidades por onde passamos foi o mesmo diagnóstico: as empresas já têm o WhatsApp como principal canal comercial, mas ainda operam nele sem estrutura, sem governança e sem métricas. O Conversational Growth Experience foi criado para mostrar que existe uma arquitetura que resolve isso, e que funciona". O diagnóstico do mercado O WhatsApp consolidou-se como o principal canal de comunicação entre empresas e consumidores no Brasil. Segundo dados da Meta, 1 bilhão de pessoas conversam com empresas toda semana pelo aplicativo. No entanto, a adoção massiva do canal não foi acompanhada de profissionalização operacional equivalente. De acordo com levantamento da McKinsey & Company, profissionais gastam quase 20% do tempo de trabalho buscando informações internas ou pessoas que possam fornecer o conhecimento necessário, uma ineficiência que tende a aumentar em operações com grande volume de mensagens e sistemas não integrados. Rodrigo Xavier, Head de Estratégia e CEO da Hablla, resume o problema identificado ao longo da turnê: "WhatsApp virou o principal canal comercial do Brasil. Mas a maioria das empresas opera nele de forma amadora, sem estrutura, sem governança, sem previsibilidade. O resultado é oportunidade perdida disfarçada de atendimento humanizado". A arquitetura apresentada Cada edição do Conversational Growth Experience apresentou a arquitetura operacional desenvolvida pela Hablla dentro do conceito de Marketing Conversacional Integrado (MCI), metodologia que propõe eliminar os silos entre marketing, vendas e atendimento, criando uma jornada contínua orientada por dados e performance. Na prática, o modelo integra ferramentas como Click to WhatsApp Ads (CTWA) para aquisição previsível, Conversions API (CAPI) para rastreamento e otimização de campanhas, e agentes autônomos de IA para escalar o atendimento sem crescimento proporcional de equipe. A programação também cobriu as atualizações mais recentes da Meta, incluindo Username, Direct Send API, ligações via WhatsApp e o modelo de Coexistência, e seus impactos diretos na arquitetura de crescimento das empresas. Para Álvaro Magri, cofundador e CTO da Hablla, o momento é de inflexão tecnológica: "O WhatsApp deixou de ser apenas um canal de atendimento para se tornar infraestrutura central de crescimento das empresas. Com as novas atualizações da Meta, estamos entrando em uma nova fase: mais controle, mais dados e mais capacidade de escalar receita por meio de conversas". A expansão para a América Latina A escolha do Uruguai como destino internacional não é casual. O país figura entre os mais avançados em infraestrutura digital da América Latina: segundo dados da Uruguay XXI, agência governamental de promoção de investimentos, 85% dos lares têm acesso fixo de banda larga, dos quais 75% contam com fibra óptica até a residência. Levantamento da Ookla referente ao segundo trimestre de 2025 aponta que Uruguai e Chile lideram a adoção do Wi-Fi 6 na América Latina, com 26% de penetração no país, índice mais que o dobro do registrado pelo Brasil no mesmo período. Esse perfil tecnológico, aliado à estabilidade institucional e à abertura a empresas estrangeiras de tecnologia, posiciona o Uruguai como porta de entrada natural para operações B2B que buscam internacionalização na região. Sobre a Hablla A Hablla é uma startup de IA especializada em Marketing Conversacional Integrado, que unifica marketing, vendas e atendimento. Certificada pela Meta como BSP Select (tier mais alto do programa de parceiros WhatsApp), processa mais de 30 milhões de conversas mensais e atende clientes dos mais diversos segmentos. A empresa está lançando uma nova tecnologia para construção de fluxo de automação com IA baseado em Vibe Code e o lançamento do playbook conversacional. "Iniciamos com uma plataforma 100% Code, em que atendemos o Consórcio Magalu para atendimento pelo WhatsApp. Depois evoluímos para Low Code e, atualmente, usamos o No Code para construção de fluxos conversacionais, automação e CRM integrado. Nossa nova versão terá o Vibe Code, que possibilita aos profissionais sem conhecimento em programação criar fluxos complexos, usando toda a tecnologia de compliance, segurança e escalabilidade da Hablla", explica Marcus.
Divulgação HabllaDivulgação HabllavalorMon, 29 Jun 2026 21:07:56 -0000
Aquileo | Volume do Ibovespa tomba com jogo do Brasil e se aproxima de pregões com feriados nos EUAGiro no Ibovespa foi de apenas R$ 10,2 bilhões, 54% menor do que os R$ 22,3 bilhões diários registrados, em média, desde o começo do anohttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/volume-do-ibovespa-tomba-com-jogo-do-brasil-e-se-aproxima-de-pregoes-com-feriados-nos-eua.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/volume-do-ibovespa-tomba-com-jogo-do-brasil-e-se-aproxima-de-pregoes-com-feriados-nos-eua.ghtml
]]> Em virtude do jogo da Seleção Brasileira nesta segunda-feira pela Copa do Mundo, o volume financeiro negociado pelo Ibovespa foi de apenas R$ 10,2 bilhões, 54% menor do que os R$ 22,3 bilhões diários registrados, em média, desde o começo do ano. Na B3, o giro também foi reduzido e alcançou somente 13,9 bilhões. Com isso, os montantes negociados hoje ficaram próximos de patamares vistos em pregões marcados por feriados nos Estados Unidos, que tendem a reduzir bastante a negociação na bolsa local. Dados históricos levantados pela Comdinheiro/Nelogica mostram que a situação não é nova. Segundo o levantamento, em dias de jogos do Brasil, o volume de negociações caiu, em média, 51% na Copa de 2014, realizada no Brasil; 22% na Rússia, em 2018; e 27% no Qatar, em 2022. O desempenho misto de blue chips de bancos e de commodities também impediu que o índice conseguisse suporte para adotar uma tendência única ao longo do pregão. Após ocilar bastante, o Ibovespa fechou estável (-0,05%), aos 173.205 pontos. Hoje, investidores observaram o cenário eleitoral doméstico e acompanharam a trégua entre Estados Unidos e Irã após o aumento das hostilidades entre ambos no fim de semana. Entre as blue chips de commodities, as PN da Petrobras encerraram com leve alta de 0,21%, em linha com o avanço dos preços de petróleo no mercado futuro, ao passo que as ON da Vale terminaram estáveis (-0,03%). Bancos também fecharam mistos: as units do Santander lideraram os ganhos, no valor de 1,78%; na ponta contrária, as ON do Banco do Brasil ficaram entre as maiores quedas, com -0,39%. O movimento local foi diferente do visto nas bolsas americanas, que saltaram nesta segunda-feira. No fim, o Nasdaq terminou com alta de 2,07%; o S&P 500 avançou 1,18%; e o Dow Jones ganhou 0,59%. Painel com gráfico do Ibovespa na B3 Tuane Fernandes/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 20:51:18 -0000
Aquileo | Nada indica que eventuais demissões na Volkswagen terão impacto no Brasil, diz sindicatoEntidade sindical do ABC lembra que os trabalhadores da Volks no Brasil têm um acordo com a montadora que garante estabilidade até 2028https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/nada-indica-que-eventuais-demissoes-na-volkswagen-terao-impacto-no-brasil-diz-sindicato.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/nada-indica-que-eventuais-demissoes-na-volkswagen-terao-impacto-no-brasil-diz-sindicato.ghtml
]]> O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou, nesta segunda-feira (29), que “até o momento não há qualquer comunicação da Volkswagen indicando que as informações divulgadas no exterior tenham impacto sobre a operação brasileira”. Notícia publicada no jornal inglês Financial Times indica o plano da direção da Volks de cortar até 100 mil empregos no mundo e encerrar produção em quatro fábricas da Alemanha, como forma de ganhar fôlego para enfrentar a concorrência chinesa. Leia mais: FT: Corte brutal de 100 mil empregos na Volkswagen acende possibilidade de venda de ‘joias da coroa’ Por meio de nota, o sindicato do ABC lembrou que os trabalhadores da Volks no Brasil têm um acordo com a montadora que garante estabilidade até 2028. O entendimento foi firmado em uma única negociação para as quatro fábricas — São Bernardo, Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR), onde há indústrias de carros, e São Carlos (SP), onde são produzidos motores. Segundo a entidade, além da garantia de emprego, o acordo prevê investimentos para a modernização da fábrica de São Bernardo e também para a produção de novos veículos híbridos. “O entendimento também estabelece mecanismos negociados, como banco de horas e layoff, para enfrentar eventuais oscilações do mercado ou períodos de transição de plataformas”, completa o sindicato. Ao contrário da Europa, na América do Sul, a Volks tem sido uma das montadoras tradicionais que menos sofre com a concorrência das chinesas. E, no mercado brasileiro, tem mantido ritmo de crescimento nos quatro últimos anos. Segundo dados de emplacamentos, divulgados pela Fenabrave, que representa os concessionários, no acumulado de janeiro a maio, a Volks ficou no segundo lugar no ranking das marcas que vendem automóveis e comerciais leves, com participação de 16,28%. No segmento só de automóveis, em maio, a alemã alcançou liderança, com fatia de 18,43%.
Fábrica da Volkswagen na Via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), uma das mais antigas do paísTuane Fernandes/BloombergvalorMon, 29 Jun 2026 20:49:51 -0000
Aquileo | Empresas ampliam investimentos em treinamento de vendasA Pesquisa CDPV de Capacitação Comercial 2026 ouviu 224 empresas brasileiras para mapear as principais tendências em treinamento de vendas, desenvolvimento de equipes comerciais e inteligência artificial aplicada às vendas. O levantamento revelou que 45,1% das empresas aumentaram os investimentos em capacitação no último ano, enquanto 79% afirmam ter percebido aumento nas vendas após investir em treinamento.https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/empresas-ampliam-investimentos-em-treinamento-de-vendas-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/empresas-ampliam-investimentos-em-treinamento-de-vendas-1.ghtml
]]> O investimento em treinamento de vendas vem ganhando espaço nas estratégias das empresas brasileiras. A Pesquisa CDPV de Capacitação Comercial 2026, realizada com 224 empresas de pequeno e médio porte entre 1º de abril e 1º de junho de 2026, aponta crescimento do número de organizações que ampliaram ou pretendem ampliar investimentos na capacitação de equipes comerciais para enfrentar um ambiente de negócios marcado pela inteligência artificial, pela digitalização da jornada de compra e pela necessidade de elevar a performance comercial. O levantamento também identificou maior interesse por conteúdos relacionados à inteligência artificial aplicada às vendas, negociação, prospecção comercial, atendimento ao cliente, liderança de equipes e produtividade — temas que passaram a integrar programas internos de desenvolvimento, convenções de vendas e treinamentos corporativos. Diego Maia é palestrante de vendas, autor de oito livros, fundador da CDPV Companhia de Palestras, agência de palestrantes fundada em 2003, e coordenador da Pesquisa CDPV de Capacitação Comercial 2026. Para ele, o estudo confirma uma mudança estrutural na forma como as empresas desenvolvem seus profissionais de vendas. "Para os gestores, a inteligência artificial não está substituindo vendedores. Ela está aumentando o nível de exigência sobre quem vende. As empresas perceberam que investir em treinamento de vendas passou a ser uma decisão estratégica para acompanhar a velocidade das mudanças no comportamento dos clientes", afirma Maia. Segundo ele, empresas que investem continuamente no desenvolvimento de vendedores, gestores e líderes comerciais adaptam-se mais rapidamente às mudanças tecnológicas e melhoram indicadores de produtividade, conversão e performance comercial. Há mais de duas décadas dedicado ao desenvolvimento de equipes comerciais, Diego Maia já realizou mais de 1.800 palestras e treinamentos de vendas para empresas no Brasil e no exterior. Para ele, o conhecimento comercial passou a exigir atualização permanente. "O diferencial competitivo deixou de ser apenas conhecer um produto ou serviço. Hoje, vender exige interpretação de dados, uso inteligente da tecnologia, comunicação consultiva e capacidade de construir confiança ao longo da jornada de compra", acrescenta o especialista. A pesquisa também aponta crescimento da procura por conteúdos especializados em vendas. Podcasts, vídeos, newsletters e plataformas digitais passaram a integrar a rotina de atualização de vendedores, executivos comerciais e líderes de vendas. Entre essas iniciativas está o Podcast de Vendas do Diego Maia, publicado diariamente desde 2009, com episódios sobre treinamento de vendas, negociação, liderança comercial, atendimento ao cliente, inteligência artificial aplicada às vendas e desenvolvimento de equipes comerciais. O levantamento aponta ainda maior interesse por formatos como treinamentos corporativos, convenções de vendas e palestras voltadas à preparação das equipes para os impactos da inteligência artificial e das novas tecnologias. "Treinamento de vendas deixou de ser apenas desenvolvimento profissional: virou investimento em competitividade e produtividade. Empresas que aprendem de forma contínua adaptam suas equipes com mais velocidade", conclui o palestrante de vendas Diego Maia. A Pesquisa CDPV de Capacitação Comercial 2026 foi realizada entre 1º de abril e 1º de junho de 2026, por meio de questionário online autoaplicado, com 224 empresas brasileiras de pequeno e médio porte de diferentes segmentos econômicos. Amostra não probabilística, por conveniência. Mais informações: Pesquisa CDPV de Capacitação Comercial 2026
Divulgação CDPV Companhia de PalestrasDivulgação CDPV Companhia de PalestrasvalorMon, 29 Jun 2026 20:45:27 -0000
Aquileo | Cresce frustração na Venezuela com reação do governo aos terremotosLa Guaira continua sendo o principal foco, enquanto operações de busca ininterruptas entram no quinto dia, mas outras áreas carecem de apoiohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/cresce-frustrao-na-venezuela-com-reao-do-governo-aos-terremotos.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/cresce-frustrao-na-venezuela-com-reao-do-governo-aos-terremotos.ghtml
]]> A frustração está aumentando em toda a Venezuela devido à falta de ajuda e à ausência de uma resposta governamental coordenada nas áreas atingidas pelos dois terremotos mortais da última quarta-feira, relataram moradores de algumas das cidades mais afetadas nesta segunda-feira (29). Em El Junquito, uma pequena região montanhosa situada a cerca de 33 km a oeste de Caracas, onde muitos venezuelanos costumam passar os fins de semana, os moradores afirmam ter visto poucos representantes do poder público. Agricultores e outros residentes têm fornecido suprimentos básicos à comunidade. “Estamos esperando respostas, a remoção dos escombros, inspeções e ajuda para as pessoas que realmente foram afetadas”, disse Keily Ibarra, manicure de 33 anos que lidera as reclamações dos moradores junto às autoridades. Ela pediu que o governo faça “o que precisa ser feito”. O centro comercial de El Junquito foi amplamente destruído pelos terremotos, com vários prédios desabados visíveis durante uma visita da Reuters. Diversos moradores, sem ter para onde ir, montaram barracas em um campo aberto, apesar do risco representado por edifícios danificados e desmoronados nas proximidades. “Não sabemos onde vamos ficar nem por quanto tempo permaneceremos aqui”, afirmou Tony Abreu, proprietário de uma loja de doces local, que vive em uma barraca desde os terremotos porque sua casa e seu comércio não são seguros. Número de mortos aumenta Desabou um hotel próximo ao Aeroporto de Maiquetía, onde estavam hospedadas mais de 140 pessoas deportadas dos Estados Unidos — incluindo sete crianças — enquanto eram processadas pelas autoridades venezuelanas, segundo duas famílias de deportados. Acredita-se que a maioria tenha morrido. A Grande Missão Retorno à Pátria, programa governamental responsável pelo processamento dos deportados, havia divulgado vídeos na internet mostrando a chegada dessas pessoas, incluindo imagens das crianças recebendo brinquedos, na quarta-feira. Embora diversos grupos internacionais de ajuda e resgate tenham se mobilizado para atuar na Venezuela, a maior parte da assistência tem se concentrado em La Guaira, o estado mais atingido em um país que há anos enfrenta uma profunda crise política e econômica. A comunidade internacional se mobilizou para ajudar a Venezuela a enfrentar o desastre. As autoridades informaram que o país sul-americano rico em petróleo recebeu apoio de 30 nações, incluindo 1.000 toneladas métricas de suprimentos, mais de 3.600 profissionais de resgate e apoio, além de 118 cães especializados em busca e salvamento. O número de vítimas continuou aumentando. Jorge Rodríguez, irmão da presidente interina e presidente da Assembleia Nacional, informou nesta segunda-feira que o total confirmado de mortos chegou a 1.719, com 5.034 feridos e 15.866 pessoas desabrigadas. Apagões ocorridos nesta segunda-feira impediram a retomada das operações de uma refinaria, de um complexo petroquímico e de outras instalações industriais na região central do país, segundo fontes do setor. Apesar desses problemas, a estatal petrolífera PDVSA não espera escassez de combustíveis no mercado interno, já que a produção das refinarias localizadas nas regiões leste e oeste do país é suficiente para atender à demanda, mesmo após o aumento do consumo pelas equipes de resgate, afirmaram as fontes. A produção e as exportações de petróleo permanecem normais, acrescentaram as fontes. Busca por sobreviventes Moradores de Caracas tiveram suas casas sacudidas por uma réplica na madrugada desta segunda-feira, enquanto as equipes de resgate seguem trabalhando ininterruptamente pelo quinto dia consecutivo. A réplica, de magnitude 4,6, ocorreu ao norte de Caracas nas primeiras horas da manhã, a uma profundidade de 10 km, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Rodríguez afirmou que não houve relatos imediatos de danos. Foi a mais recente entre centenas de réplicas registradas desde a última quarta-feira, que vêm abalando as equipes nacionais e internacionais envolvidas nas operações de resgate. Cada salvamento reacende a esperança, à medida que diminui a janela de tempo para encontrar sobreviventes. Entre os casos considerados milagrosos está o resgate de Aaron Levi, de 21 anos, retirado com vida de um prédio desabado no estado de La Guaira após permanecer 106 horas preso sob os escombros. Segundo a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, a operação de resgate durou 43 horas. Após anunciar a atualização do número de mortos, o presidente da Assembleia, Rodríguez informou que 15 abrigos foram instalados em La Guaira, além de 50 acampamentos provisórios destinados a acolher os afetados pelos terremotos. Ele elogiou a calma e a força demonstradas pelos venezuelanos, atribuindo qualquer indignação contra o governo à desinformação. “Não deem atenção aos rumores, não se deixem conduzir por estratégias de manipulação nas redes sociais ou pela manipulação da mídia, cujo único objetivo é aumentar a inquietação e a ansiedade”, declarou Rodríguez. “As informações oficiais são as únicas que realmente possuem a verdade para compartilhar com vocês.” Um alto funcionário do governo dos EUA afirmou que há confirmação da morte de três cidadãos americanos e que outros 12 estão desaparecidos desde os terremotos. Além disso, uma força-tarefa do Departamento de Estado recebeu mais de 300 solicitações de cidadãos americanos em busca de orientação. Um segundo funcionário estimou que existam aproximadamente 5.000 cidadãos dos EUA vivendo na Venezuela.
Prédios abalados pelo terremoto no povoado de El Junquito, na divisa entre o Distrito Federal e o Estado de La GuairaREUTERS/Fausto TorrealbavalorMon, 29 Jun 2026 20:36:01 -0000
Aquileo | Ibovespa fecha estável em dia de menor liquidez com jogo do Brasil; volume do índice cai 54%Baixa liquidez provocou uma forte oscilação nos preços do Ibovespa, que variou entre os 172.393 pontos e os 173.892 pontoshttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/ibovespa-fecha-estavel-em-dia-de-menor-liquidez-com-jogo-do-brasil-volume-do-indice-cai-54percent.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/ibovespa-fecha-estavel-em-dia-de-menor-liquidez-com-jogo-do-brasil-volume-do-indice-cai-54percent.ghtml
]]> Em virtude do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, a liquidez na bolsa local foi bastante reduzida nesta segunda-feira, o que provocou uma forte oscilação nos preços do Ibovespa. Antes de terminar estável (-0,05%), aos 173.205 pontos, o índice variou entre perdas e ganhos durante a maior parte do pregão, tocando os 172.393 pontos, na mínima intradiária, e os 173.892 pontos, no melhor momento do pregão. Hoje, o volume financeiro negociado pelo Ibovespa chegou a R$ 10,2 bilhões, o que seria 54% menor do que os R$ 22,3 bilhões diários registrados, em média, desde o começo do ano. Na B3, o giro também foi reduzido e alcançou 13,9 bilhões. Com isso, os montantes negociados hoje ficaram próximos de patamares vistos em pregões marcados por feriados nos Estados Unidos, que tendem a reduzir bastante a negociação na bolsa local. Dados históricos levantados pela Comdinheiro/Nelogica mostram que a liquidez também caiu drasticamente em edições anteriores da Copa do Mundo em pregões em que havia partidas da Seleção Brasileira. Segundo o levantamento, em dias de jogos do Brasil, o volume de negociações caiu, em média, 51% na Copa de 2014, realizada no Brasil; 22% na Rússia, em 2018; e 27% no Qatar, em 2022. Além da menor liquidez, o desempenho misto de blue chips de bancos e de commodities impediu que o Ibovespa conseguisse suporte para adotar uma tendência única ao longo do pregão. Em linha com o avanço dos preços de petróleo no mercado futuro, as PN da Petrobras encerraram em leve alta de 0,21%. Já as ON da Vale terminaram estáveis (-0,03%). Bancos também fecharam mistos: as units do Santander lideraram os ganhos, no valor de 1,78%; na ponta contrária, as ON do Banco do Brasil ficaram no topo das maiores quedas, no valor de 0,39%. Hoje, investidores observaram o cenário eleitoral doméstico, com a divulgação de novas pesquisas eleitorais, e acompanharam a trégua entre Estados Unidos e Irã após o aumento das hostilidades entre ambos no fim de semana. Embora o pregão tenha sido misto para papéis de empresas de matérias-primas, analistas do Goldman Sachs afirmam que commodities continuam a ser uma importante ferramenta de diversificação para carteiras de ações e renda fixa, especialmente em cenários de choques de oferta, restrições estruturais à produção e aumento dos riscos fiscais. "Acreditamos que o conflito envolvendo o Irã reforça tendências estruturais que sustentam a demanda por eletricidade e metais, mais do que por petróleo e gás", escreveram os analistas. Segundo eles, a expansão de veículos elétricos, dos investimentos em energia renovável, dos gastos com defesa e da inteligência artificial deve impulsionar a demanda por eletricidade, cobre, lítio e alumínio. Nesse contexto, a Genial Investimentos destaca que o fluxo estrangeiro foi a principal decepção da última semana. "Mesmo com o Ibovespa em alta e os bancos liderando os ganhos, o investidor estrangeiro permaneceu vendedor, ampliando a saída de recursos no mês e mantendo o forte fluxo negativo observado desde meados de abril", escreveu o estrategista de ações da casa, Filipe Villegas. "A compra [de ações brasileiras] ficou concentrada entre investidores institucionais e pessoas físicas, que passaram de posição vendida para comprada. O Brasil segue entre as bolsas mais baratas do mundo, mas o desconto, por si só, ainda não foi suficiente para reverter o fluxo, que aguarda a confirmação da rotação global", acrescentou Villegas, em relatório. Assim, os investidores estrangeiros acumulam saldo negativo de R$ 8,7 bilhões neste mês até a última quinta-feira (25), segundo dados da B3. No ano, porém, a categoria mantém saldo positivo de R$ 32,8 bilhões. O movimento visto na bolsa local hoje foi diferente do registrado nas bolsas americanas, que saltaram nesta segunda-feira. No fim, o Nasdaq terminou com alta de 2,07%; o S&P 500 avançou 1,18%; e o Dow Jones ganhou 0,59%.
Julio Bittencourt/ValorvalorMon, 29 Jun 2026 20:26:56 -0000
Aquileo | A água alcalina realmente faz bem? DescubraA água alcalina possui pH elevado e pode conter minerais como magnésio e potássio. Estudos investigam seus benefícios para hidratação e bem-estar. Os purificadores Top Life unem tecnologia de filtragem e alcalinização, oferecendo água de qualidade para o consumo diário.https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/a-agua-alcalina-realmente-faz-bem-descubra-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/a-agua-alcalina-realmente-faz-bem-descubra-1.ghtml
]]> Nos últimos anos, a água alcalina ganhou espaço entre consumidores que buscam mais qualidade de vida e bem-estar. Mas, afinal, o que é água alcalina e por que ela desperta tanto interesse? A água alcalina é aquela que apresenta pH superior ao da água convencional. Enquanto a maioria das águas potáveis possui pH próximo de 7 (neutro), a água alcalina geralmente apresenta pH acima de 8,5, podendo conter minerais como magnésio e potássio. Estudos científicos têm investigado seus possíveis efeitos sobre hidratação, metabolismo e qualidade de vida. Um estudo publicado na biblioteca científica internacional PubMed observou que mulheres pós-menopausa que consumiam água alcalina apresentaram melhores indicadores metabólicos, incluindo glicemia, pressão arterial diastólica e qualidade do sono. Os pesquisadores destacaram que mais estudos são necessários, mas os resultados chamaram a atenção da comunidade científica. Consumidores relatam benefícios Embora a ciência ainda esteja em evolução sobre alguns aspectos da água alcalina, muitos consumidores relatam sensação de hidratação prolongada, mais disposição física e melhor bem-estar geral após incluí-la na rotina diária. Alguns estudos também investigam possíveis benefícios relacionados à viscosidade sanguínea, desempenho físico e saúde digestiva. Especialistas ressaltam que a água alcalina não deve ser vista como tratamento médico ou cura para doenças. Seu papel está relacionado à qualidade da hidratação e aos minerais presentes na água. O que é ORP? Outro conceito frequentemente associado à água alcalina é o ORP, sigla para Oxidation Reduction Potential (Potencial de Oxidação e Redução). O ORP mede a tendência de uma substância ganhar ou perder elétrons. Em termos simples, é uma forma de avaliar as características oxidantes ou redutoras de uma água. A medição é realizada em milivolts (mV). Águas com ORP negativo costumam ser associadas a propriedades redutoras, enquanto ORP positivo indica características oxidantes. Diversos estudos e publicações científicas analisam essa relação em águas alcalinas e hidrogenadas. A tecnologia Top Life Dentro desse cenário, os purificadores Top Life foram desenvolvidos para ir além da simples filtração da água. Além das múltiplas etapas de tratamento, determinadas linhas da marca utilizam tecnologias capazes de elevar o pH da água, produzindo água alcalina diretamente na residência do consumidor. Alguns modelos também enriquecem a água com minerais como magnésio e potássio, oferecendo uma experiência diferenciada de hidratação. O objetivo da Top Life é unir tecnologia, praticidade e qualidade da água em um único equipamento, entregando água livre de impurezas, com eficiência bacteriológica e características que atendem consumidores que buscam mais saúde e bem-estar no dia a dia. Importante: os estudos sobre água alcalina continuam em desenvolvimento. Os resultados observados até o momento são promissores em algumas áreas, mas a comunidade científica ainda recomenda novas pesquisas para conclusões definitivas.
ChatGPTChatGPTvalorMon, 29 Jun 2026 20:26:37 -0000
Aquileo | Dólar fecha em leve alta em dia de baixa liquidez no mercado localJogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo diminui a oscilação dos ativos locaishttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/dolar-fecha-em-leve-alta-em-dia-de-baixa-liquidez-no-mercado-local.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/dolar-fecha-em-leve-alta-em-dia-de-baixa-liquidez-no-mercado-local.ghtml
]]> O dólar exibiu leve avanço contra o real no pregão desta segunda-feira. O dia foide liquidez contida de negócios no mercado doméstico devido ao jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o que diminuiu a oscilação dos ativos locais. O dólar comercial fechou o dia em alta de 0,15%, aos R$ 5,1748 no segmento à vista. O dólar futuro para julho, perto do horário de fechamento, caía 0,06%, a R$ 5,1760. Já o euro comercial avançou 0,48%, negociado a R$ 5,9123. No mesmo horário, o índice DXY, que mede a força do dólar contra uma cesta de seis divisas principais, recuava 0,11%, a 101,24 pontos. No mesmo horário a moeda americana caía 0,20% ante o peso mexicano e recuava 0,40% ante o rand sul-africano. Apesar das agressões no fim de semana entre Estados Unidos e Irã, os países não parecem dispostos, na avaliação dos agentes, a aumentar de maneira dramática o nível das tensões no Golfo Pérsico. Há alguma cautela com o frágil equilíbrio do cessar-fogo, mas os preços do petróleo se mantiveram comportados, próximos à faixa dos US$ 72 o barril. Nas últimas semanas, o real exibiu alguma fragilidade diante dos ruídos na comunicação do Banco Central, de um ambiente global de dólar mais forte, com o endurecimento da postura do Federal Reserve (Fed) e da consolidação das expectativas dos participantes do mercado acerca das eleições presidenciais no Brasil. Segundo Alejandro Cuadrado, estrategista-chefe do BBVA, os focos de tensão continuam no Oriente Médio, mas tanto os Estados Unidos quanto o Irã parecem pouco dispostos a retomar um conflito de maior escala. “À medida que esse fator perde força como impulsionador dos mercados globais de risco e o petróleo se estabiliza bem abaixo de suas máximas recentes, as histórias locais devem ganhar mais destaque", nota. Segundo ele, no Brasil, a eleição presidencial de outubro deve se tornar mais relevante, especialmente após a Copa do Mundo, quando a campanha eleitoral começar de fato. “Esperamos que o real enfrente pressão no período que antecede a eleição. Por enquanto, o nível de R$ 5,20 tem oferecido alguma resistência e pode continuar sendo um patamar importante no curto prazo, mas, em nossa avaliação, acabará sendo rompido", projeta o estrategista. O Bradesco, por sua vez, fez uma revisão em seu cenário nesta segunda-feira, elevando sua projeção de Selic de 12,75% para 13,75% no fim do ano. A projeção de câmbio da instituição para 2026, contudo, se manteve nos R$ 5. “O real se mostrou resiliente diante de múltiplos choques, levando-nos a manter a projeção de R$ 5 ao final de 2026, com o déficit em transações correntes convergindo para 2% do PIB. Para 2027, revisamos o câmbio para R$ 5,20 (de R$ 5), refletindo o ambiente externo mais ambíguo para os emergentes", notam.
Kerem Uzel/BloombergvalorMon, 29 Jun 2026 20:21:33 -0000
Aquileo | Em NY, Dow Jones renova recorde e Nasdaq dispara com impulso de tecnologiaEmpresas do grupo das "Sete Magníficas" registraram algumas das maiores valorizações, após os fortes ajustes de posições da semana anteriorhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/em-ny-dow-jones-renova-recorde-e-nasdaq-dispara-com-impulso-de-tecnologia.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/em-ny-dow-jones-renova-recorde-e-nasdaq-dispara-com-impulso-de-tecnologia.ghtml
]]> O forte desempenho de ações de tecnologia levou as bolsas americanas a registrarem forte alta nesta segunda-feira (29), com o índice Dow Jones renovando seu recorde de fechamento e o Nasdaq disparando mais de 2%. As empresas do grupo das "Sete Magníficas" registraram algumas das maiores valorizações, após os fortes ajustes de posições da semana anterior. O índice Dow Jones encerrou em alta de 0,59%, aos 52.182,08 pontos. O S&P 500 ganhou 1,17%, aos 7.440,37 pontos, e o Nasdaq disparou 2,07%, aos 25.820,14 pontos. O setor de tecnologia valorizou 1,69% e o de comunicação saltou 3,11%. A Alphabet (+4,79%) teve um dos maiores ganhos no dia, na estreia da companhia no índice Dow Jones, que passa a apresentar uma maior composição de ações de tecnologia. Já a Comcast avançou 4,42%, depois de a empresa anunciar a separação de suas operações, no prazo de um ano. O cenário geopolítico permaneceu em segundo plano. Os preços do petróleo encerraram a sessão em alta, mas permanecem próximos das mínimas desde o início da guerra, com o mercado ainda mostrando algum grau de otimismo quanto ao futuro das negociações entre os Estados Unidos e o Irã. Ambos os países concordaram em cessar as hostilidades do fim de semana para que as tratativas pudessem ser retomadas nesta semana. Fachada da Nasdaq, em Nova York Michael Nagle/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 20:18:02 -0000
Aquileo | Michelle deixa de seguir filhos de Bolsonaro nas redes sociaisA ex-primeira-dama parou de acompanhar os perfis de Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro no Instagram, mas continua seguindo Fláviohttps://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/michelle-deixa-de-seguir-filhos-de-bolsonaro-nas-redes-sociais.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/michelle-deixa-de-seguir-filhos-de-bolsonaro-nas-redes-sociais.ghtml
]]> A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) deixou de seguir os perfis oficiais dos enteados Eduardo, Carlos e Jair Renan Bolsonaro no Instagram. Michelle continua seguindo o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência. Durante o jogo da Seleção Brasileira contra o Japão na Copa do Mundo, hoje, a ex-primeira-dama postou em seu perfil um versículo bíblico com os dizeres: “Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar Santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a benção do Senhor e a justiça do Deus e da sua Salvação. Salmos 24:4-5”. Desde a semana passada, Michelle protagoniza um desentendimento no clã do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em vídeo nas redes sociais, ela disse ter sido “maltratada” e “desrespeitada” por Flávio, o que motivou um pedido de desculpas por parte do senador. O presidente do PL, Waldemar da Costa Neto, se reunirá com a ex-primeira-dama e Flávio nesta terça- feira (30) para tentar apaziguar os ânimos.
Michelle Bolsonaro, ex-primeira-damaCristiano Mariz/Agência O GlobovalorMon, 29 Jun 2026 20:14:44 -0000
Aquileo | Postura nas redes sociais influencia reputação profissionalA postura nas redes sociais influencia reputação profissional e oportunidades de carreira. Especialista comenta a importância do equilíbrio entre autenticidade e responsabilidade no ambiente digital.https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/postura-nas-redes-sociais-influencia-reputacao-profissional-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/postura-nas-redes-sociais-influencia-reputacao-profissional-1.ghtml
]]> As redes sociais deixaram de ser apenas espaços de interação pessoal e passaram a ocupar um papel relevante também na vida profissional. LinkedIn, Instagram, X (antigo Twitter) e TikTok se tornaram canais nos quais a forma de se comunicar e interagir pode impactar diretamente como as pessoas são percebidas nas empresas e no mercado. "A presença e a exposição no mundo digital já fazem parte das nossas vidas. Hoje, o comportamento nas redes sociais também influencia a forma como colegas, lideranças e recrutadores percebem um profissional", comenta Milve Inouye, gerente de People & Culture no ManpowerGroup Brasil. Para ela, o aumento de conteúdos sobre carreira e bastidores do trabalho ampliou a necessidade de equilíbrio entre autenticidade e responsabilidade. "Não significa deixar de se expressar, mas entender que o ambiente digital também faz parte da vida profissional", diz. Nos últimos anos, a construção da chamada marca pessoal se tornou mais frequente em diferentes setores. Ao mesmo tempo, empresas passaram a observar com mais atenção situações de impacto reputacional relacionadas ao comportamento online de seus colaboradores. "As fronteiras ficaram menores. Muitas vezes, uma publicação feita em contexto pessoal pode gerar reflexos profissionais, principalmente quando há exposição excessiva ou comentários impulsivos", explica Milve. Ela ressalta que o cuidado não envolve apenas evitar publicações polêmicas, mas também compreender o alcance e a permanência do conteúdo. "Tudo acontece muito rápido nas redes sociais. Uma postagem pode ser compartilhada, reinterpretada e alcançar públicos diferentes em poucos minutos", afirma. Esse movimento tem levado empresas a ampliarem discussões sobre comunicação digital e comportamento online, incluindo respeito nas interações, confidencialidade e alinhamento com valores organizacionais. Para a gerente, o tema acompanha mudanças mais amplas nas relações de trabalho, especialmente em um cenário de comunicação constante e trabalho híbrido. "Não é uma questão de controle, mas de consciência sobre os impactos das interações online", pontua. Milve reforça que manter postura profissional não significa transformar o perfil pessoal em extensão do ambiente corporativo. "Nem todo mundo precisa produzir conteúdo sobre carreira ou publicar diariamente. O mais importante é manter coerência na forma de se comunicar e interagir nas plataformas", completa. Ela acrescenta que autenticidade e responsabilidade não precisam ser conceitos opostos: "É possível construir uma presença digital natural e profissional ao mesmo tempo. O importante é entender que cada interação pública também contribui para a imagem construída ao longo da carreira". Com as redes sociais cada vez mais integradas ao cotidiano corporativo, o debate sobre comportamento digital deve continuar avançando nas empresas, acompanhando transformações nas formas de trabalho, comunicação e relacionamento profissional.
sofiiashunkinasofiiashunkinavalorMon, 29 Jun 2026 20:14:32 -0000
Aquileo | Rental Commerce avança no B2B e redefine acesso a produtos no mundo digitalModelo baseado em locação cresce com digitalização e reforça tendência de uso em vez de posse nas empresashttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/rental-commerce-avanca-no-b2b-e-redefine-acesso-a-produtos-no-mundo-digital-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/rental-commerce-avanca-no-b2b-e-redefine-acesso-a-produtos-no-mundo-digital-1.ghtml
]]> O avanço da economia digital tem impulsionado um novo modelo de negócios no ambiente B2B: o Rental Commerce. Baseado na locação de produtos por meio de plataformas digitais, o formato vem ganhando espaço ao permitir que empresas utilizem equipamentos, máquinas e soluções sem a necessidade de compra. Na prática, o funcionamento da prática é semelhante ao e-commerce tradicional, mas com foco em locação. Em vez de adquirir um produto, o cliente acessa um catálogo online, escolhe o item, define o período de uso e realiza toda a contratação de forma digital, com gestão de contratos, pagamentos e entregas integradas. Esse movimento acompanha uma mudança mais ampla no mundo moderno, em que o acesso passa a ser mais relevante do que a posse. Empresas buscam reduzir custos, evitar imobilização de capital e ganhar flexibilidade operacional, adotando modelos mais dinâmicos e adaptáveis às suas demandas. Dados de 2026 mostram a força desse mercado. O segmento global de plataformas de locação segue em crescimento, impulsionado pela digitalização e pela busca por eficiência, segundo a Business Research Insights, que aponta expansão consistente do setor nos próximos anos. Ao mesmo tempo, o avanço da tecnologia tem permitido estruturar melhor esse modelo, que historicamente era marcado por processos manuais e baixa digitalização. É nesse contexto que a Eloca atua, posicionando-se como a primeira rentaltech responsável por consolidar este formato de commerce no Brasil. A empresa oferece uma plataforma que leva a lógica do e-commerce para a locação, permitindo que negócios organizem seus catálogos, automatizem contratos e gerenciem toda a operação de forma integrada. "Todo mundo do universo B2B conhece plataformas de e-commerce para vendas, mas o rental commerce ainda está em consolidação", afirma Rafael Rosa, cofundador da Eloca. "A nossa proposta é trazer essa mesma lógica para a locação, tornando o processo mais simples, escalável e eficiente." Na prática, isso permite que empresas de locação tenham mais controle sobre pedidos, disponibilidade de ativos e gestão financeira, além de melhorar a experiência do cliente no ambiente digital. Casos como Goper e Mov Locadora mostram como o modelo pode ser aplicado. Ao digitalizar suas operações com a Eloca, essas empresas conseguiram estruturar processos, ganhar escala e ampliar sua atuação no mercado. "O rental commerce resolve um problema histórico do setor, que sempre foi muito operacional", completa Rafael Rosa. "Quando você digitaliza a operação, você ganha eficiência, reduz erros e abre espaço para crescer." Com a evolução da economia digital e a busca por modelos mais flexíveis, a tendência é que o rental commerce ganhe ainda mais relevância no ambiente B2B. O movimento indica uma transformação no comportamento das empresas, que passam a priorizar acesso, tecnologia e eficiência como pilares do crescimento.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:06:45 -0000
Aquileo | O fim do clique? IA acelera nova era de compras por conversa no varejo digitalCom consumidores cada vez mais abertos ao uso de inteligência artificial para decidir compras, especialistas apontam avanço do “shopping conversacional” como próximo passo da transformação do e-commercehttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/o-fim-do-clique-ia-acelera-nova-era-de-compras-por-conversa-no-varejo-digital-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/o-fim-do-clique-ia-acelera-nova-era-de-compras-por-conversa-no-varejo-digital-1.ghtml
]]> A inteligência artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de apoio para se consolidar como parte ativa da jornada de compra. Um estudo recente da Visa, divulgado pela Veja, mostra que 76% dos brasileiros pretendem usar IA para fazer compras, sinalizando uma mudança significativa no comportamento de consumo e na forma como clientes se relacionam com marcas. O movimento acompanha uma tendência que já vem sendo percebida pelo mercado. Segundo o Relatório do Varejo 2025 da Adyen, 52% dos brasileiros já utilizaram ferramentas de inteligência artificial, como ChatGPT, para apoiar decisões de compra nos últimos 12 meses. Além disso, 70% afirmam que estariam dispostos a concluir compras mediadas por IA no futuro. Na avaliação de Rodrigo Soares, CTO da TEC4U, empresa especializada em transformação digital, integração de dados e soluções inteligentes para o varejo, esse é apenas o início de uma mudança estrutural no comércio eletrônico. "Hoje, as IAs já funcionam como um canal de aquisição de tráfego para o varejo. O consumidor pesquisa, compara e busca recomendações em plataformas como ChatGPT, Gemini e Perplexity. O próximo passo é transformar esse tráfego em compra dentro da própria conversa", afirma. Esse movimento impulsiona um conceito que ganha força globalmente: o shopping conversacional. Na prática, trata-se de substituir etapas tradicionais do e-commerce, como navegação, busca, carrinho e checkout, por uma experiência conduzida por inteligência artificial em formato de diálogo. "É uma mudança importante porque simplifica toda a jornada. Em vez de acessar um site, procurar produtos e preencher dados para concluir a compra, o consumidor apenas conversa com a tecnologia, explica o que precisa e recebe recomendações contextualizadas, personalizadas e prontas para conversão", explica. A experiência se aproxima da atuação de um vendedor especializado, mas com escala e inteligência ampliadas. Segundo levantamento da FGV, 73% dos varejistas brasileiros pretendem ampliar investimentos em inteligência artificial ainda em 2025, enquanto 82% consideram a tecnologia essencial para manter competitividade no curto prazo. Para Rodrigo, o avanço da IA no varejo não está apenas ligado à conveniência, mas à capacidade de gerar eficiência operacional e melhorar resultados. "A inteligência artificial tem a capacidade de analisar dados e identificar padrões em uma velocidade impossível para humanos. Isso gera mais assertividade, melhora a experiência do cliente e cria um potencial exponencial de ganho em conversão para os e-commerces", destaca. Dados ainda são principal desafio Apesar do avanço da tecnologia, a implementação de experiências realmente inteligentes ainda enfrenta barreiras importantes no Brasil. A principal delas está na organização de dados. De acordo com Rodrigo, a hiperpersonalização, um dos pilares da nova lógica de consumo digital, depende diretamente da qualidade e integração das informações. "Antes de ligar uma IA, é preciso estruturar os dados. Hoje, muitos varejistas ainda operam com informações espalhadas em sistemas diferentes, sem conexão ou capacidade de análise integrada. Sem isso, não existe personalização eficiente", afirma. Segundo ele, esse é justamente um dos principais focos da TEC4U, que atua no apoio a empresas para organizar ecossistemas de dados, integrar plataformas e preparar operações para o uso mais sofisticado da inteligência artificial. "Não adianta implementar tecnologia sem base sólida. O varejo precisa primeiro entender seus dados, centralizar informações e criar inteligência operacional. Só assim a IA consegue entregar valor real ao consumidor e ao negócio", reforça. Orbit by TEC4U aposta na compra conversacional Dentro desse cenário, a TEC4U desenvolveu o Orbit by TEC4U, solução baseada em inteligência artificial criada para atuar como assistente de vendas conversacional em e-commerces. A ferramenta recomenda produtos com base nos inputs do consumidor e nos sinais de navegação, tornando a experiência de compra mais fluida e personalizada. "Se o cliente busca um vestido para um casamento no Nordeste ou a chuteira usada pelo Messi, por exemplo, o Orbit entende essa intenção e recomenda o produto mais adequado naquele contexto. A lógica deixa de ser baseada em palavras-chave e passa a ser orientada por intenção de compra", explica Rodrigo. Além de funcionar como chat on-site, o Orbit também pode operar como mecanismo de busca inteligente ou até substituir interfaces tradicionais de e-commerce por um único campo de interação conversacional. Para Rodrigo Soares, esse modelo deve se consolidar nos próximos anos, independentemente do canal utilizado pelo consumidor. "As compras online serão cada vez mais conversacionais. Não importa se pelo site, WhatsApp, Telegram ou qualquer outro ponto de contato. O consumidor vai querer menos cliques e mais diálogo. E o varejo que entender esse movimento antes terá vantagem competitiva", conclui.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:05:53 -0000
Aquileo | Reunião com o Irã nesta semana ‘talvez’ seja importante, diz TrumpO encontro está previsto para ocorrer em Doha, no Catar, na terça-feira (30)https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/reuniao-com-o-ira-nesta-semana-talvez-seja-importante-diz-trump.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/reuniao-com-o-ira-nesta-semana-talvez-seja-importante-diz-trump.ghtml
]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (29), no Salão Oval, que a reunião entre Estados Unidos e Irã, prevista para ocorrer nesta semana no Catar, "talvez seja importante, talvez não". "A reunião em Doha pode ser importante — ou talvez não. Vamos descobrir”, afirmou Trump. “Mas estamos vencendo militarmente. Eu diria que a guerra está praticamente ganha do ponto de vista militar." Mais cedo, os EUA e o Irã anunciaram separadamente que enviarão delegações ao Catar nesta semana, embora Teerã tenha insistido que não concordou em se reunir com os EUA "em nenhum nível", após os ataques ocorridos no fim de semana, de ambos os lados, no Golfo Pérsico colocarem em xeque as negociações para encerrar a guerra. Segundo Trump, o encontro ocorrerá na terça-feira (30), em Doha, e foi solicitado pela república islâmica. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou ao programa Fox & Friends, da Fox News, que o enviado especial Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do presidente, estavam a caminho do Catar. O que diz o Irã sobre o encontro No entanto, Kazem Gharibabadi, um dos principais negociadores iranianos, afirmou, em declarações publicadas pela mídia estatal do Irã, que nenhuma reunião havia sido confirmada. Já Esmail Baghaei, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, disse que a delegação iraniana viajará ao Catar nesta semana para discutir a liberação planejada de ativos iranianos congelados e outros temas relacionados ao acordo. "Não há nenhuma reunião de negociação com o lado americano, em nenhum nível, programada para os próximos dias", afirmou Baghaei. "O fato de representantes dos Estados Unidos estarem viajando para o Catar não tem qualquer relação com a visita da delegação iraniana." O presidente dos EUA, Donald Trump Evelyn Hockstein/Reuters
valorMon, 29 Jun 2026 20:05:30 -0000
Aquileo | Hi Platform reúne líderes de mercado em videocast e debate o futuro da inteligência conversacional nos negóciosEvento marcou o lançamento do novo posicionamento da empresa e reuniu executivos da Meta, Senff e Leiturinha para discutir inteligência artificial, WhatsApp e crescimento orientado por dadoshttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/hi-platform-reune-lideres-de-mercado-em-videocast-e-debate-o-futuro-da-inteligencia-conversacional-nos-negocios-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/hi-platform-reune-lideres-de-mercado-em-videocast-e-debate-o-futuro-da-inteligencia-conversacional-nos-negocios-1.ghtml
]]> A Hi Platform realizou o videocast "A Inteligência por Trás do Crescimento", evento que marcou publicamente o lançamento de seu novo posicionamento institucional. O encontro reuniu líderes de diferentes setores para debater como as empresas brasileiras podem transformar conversas em resultados de negócio mensuráveis. Participaram do videocast Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform; Felipe Cucick, Head de CX da Hi Platform; Felipe Cavalcante, Partner Manager da Meta; Everton Dzikovicz, Diretor de TI da Senff; e William Teixeira, Head de CX da Leiturinha. A mediação ficou a cargo de Paulo Gorab, Chief Partnership Officer da Hi Platform. O debate partiu de uma constatação compartilhada pelos participantes: o Brasil está entre os mercados mais conversacionais do mundo e o WhatsApp já faz parte da jornada da maioria dos consumidores brasileiros. Ainda assim, poucas empresas conseguem transformar o volume de interações acumuladas diariamente em inteligência estratégica e crescimento real. "As empresas já conversam com seus clientes todos os dias. O desafio agora é transformar essas conversas em crescimento mensurável. O mercado não precisa de mais tecnologia isolada. Precisa de inteligência para conectar relacionamento, eficiência operacional e impacto na receita", afirmou Pugliesi. Um dos temas centrais foi a distinção entre automação e inteligência aplicada aos negócios. Para os participantes, a corrida pela adoção da inteligência artificial produziu um efeito colateral relevante: empresas implementam tecnologia antes de compreender seus próprios processos e acumulam dados sem transformá-los em decisão. Felipe Cavalcante, Partner Manager da Meta, reforçou o papel estrutural do WhatsApp nesse cenário e destacou a evolução acelerada da plataforma nos próximos anos. "O WhatsApp está caminhando para um cenário de cada vez mais integração nativa com Inteligência Artificial, cada vez mais recursos de voz, sempre com uma preocupação crescente em preservar a privacidade do usuário e ampliar as aplicações para negócios, especialmente no comércio eletrônico", afirmou o executivo. Everton Dzikovicz, Diretor de TI da Senff, banco de varejo sediado em Curitiba, compartilhou sua visão sobre os próximos passos da inteligência conversacional dentro das organizações. Para o executivo, o relacionamento entre empresas e consumidores passará por uma transformação importante nos próximos anos, impulsionada pela popularização dos assistentes de Inteligência Artificial. "O que eu vejo no futuro próximo é que os nossos atendimentos vão ter que começar a conversar com os assistentes virtuais dessas pessoas. Teremos que cativar os clientes, mas também cativar os assistentes de IA dos nossos clientes", afirmou Dzikovicz. William Teixeira, Head de CX da Leiturinha, clube de assinatura de livros infantis com mais de 300 mil famílias assinantes e presença em mais de 5 mil cidades brasileiras, apresentou um exemplo concreto de como os dados conversacionais orientam decisões estratégicas. Ao analisar mais de 170 mil interações registradas entre janeiro e maio deste ano com o apoio da Hi Platform, a empresa identificou que mais de 14 mil contatos relatavam dificuldade para redefinir senha, um problema que os agentes humanos não haviam conseguido mapear por meio das tabulações tradicionais. O time de tecnologia solucionou a questão em apenas duas horas. A leitura dos dados conversacionais também levou a Leiturinha a redirecionar uma squad inteira para iniciativas voltadas à redução do churn. "A partir do momento que você recebe essas informações e sabe como levá-las adiante, não tem como dar errado", afirmou William Teixeira. Ao longo do encontro, os participantes reforçaram que o crescimento sustentável das empresas dependerá cada vez mais da capacidade de transformar conversas em inteligência, relacionamento e geração de valor para o negócio. "Quanto mais madura e mais profunda é a conversa com o cliente, maior é o retorno financeiro. Essa é a inteligência por trás do crescimento", concluiu Pugliesi.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:04:28 -0000
Aquileo | ESEG fortalece atuação em pesquisa e inovação com parcerias estratégicas em saúde e inteligência artificialAcordos firmados com o A.C.Camargo Cancer Center e o CIAAM-USP ampliam oportunidades de colaboração acadêmica e aproximam estudantes de ambientes de excelência científica e tecnológicahttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/eseg-fortalece-atuacao-em-pesquisa-e-inovacao-com-parcerias-estrategicas-em-saude-e-inteligencia-artificial-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/eseg-fortalece-atuacao-em-pesquisa-e-inovacao-com-parcerias-estrategicas-em-saude-e-inteligencia-artificial-1.ghtml
]]> Em um cenário marcado pelo avanço acelerado da tecnologia e pela crescente necessidade de soluções inovadoras para desafios complexos da sociedade, a aproximação entre instituições de ensino, centros de pesquisa e organizações de referência tem se tornado cada vez mais importante para a formação de profissionais preparados para o futuro. Alinhada a esse movimento, a Faculdade ESEG, instituição de ensino superior do Grupo Etapa, firmou recentemente duas parcerias estratégicas voltadas ao fortalecimento do ensino, da pesquisa e da inovação. Os acordos celebrados com o A.C.Camargo Cancer Center e com o Centro de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina da Universidade de São Paulo (CIAAM-USP) ampliam as possibilidades de colaboração acadêmica e aproximam os estudantes de ambientes reconhecidos pela excelência científica e tecnológica. "As transformações que vivemos atualmente exigem profissionais cada vez mais preparados para atuar em contextos multidisciplinares e em constante evolução. As parcerias reforçam nosso compromisso com uma formação conectada à inovação, à produção de conhecimento e às demandas da sociedade", afirma Vitor Passoni, vice-presidente da ESEG. Na área da saúde, a parceria com o A.C.Camargo Cancer Center tem como proposta promover a integração entre ensino, pesquisa e inovação. Reconhecida nacional e internacionalmente por sua atuação em assistência, pesquisa e educação em oncologia, a instituição passa a atuar em conjunto com a ESEG no desenvolvimento de iniciativas acadêmicas e científicas voltadas à geração e disseminação de conhecimento. A colaboração cria oportunidades para a realização de projetos conjuntos, intercâmbio de experiências e desenvolvimento de atividades que contribuam para a formação de profissionais mais preparados para lidar com os desafios contemporâneos da área da saúde. Já a parceria firmada com o CIAAM-USP fortalece a presença da ESEG em um dos campos mais relevantes da atualidade: a inteligência artificial. O centro reúne pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento para impulsionar estudos e aplicações práticas envolvendo inteligência artificial e aprendizado de máquina, tecnologias que vêm transformando setores como educação, saúde, indústria, finanças e serviços. Por meio da cooperação acadêmica, as instituições poderão desenvolver iniciativas voltadas à pesquisa, inovação e produção de conhecimento, ampliando as oportunidades de interação entre estudantes, docentes e pesquisadores. Embora atuem em áreas distintas, as duas parcerias refletem uma mesma visão: a de que a formação profissional do futuro passa pela conexão entre conhecimento acadêmico, pesquisa aplicada e inovação. Ao ampliar sua rede de colaboração com instituições de referência nacional, a Faculdade ESEG reforça seu posicionamento como uma instituição comprometida com a construção de experiências educacionais alinhadas às transformações que impactam a sociedade e o mercado de trabalho.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:02:34 -0000
Aquileo | Do Google ao ChatGPT: a batalha das marcas migra para as respostas das IAsCom a popularização das inteligências artificiais, marcas buscam espaço nas recomendações feitas por plataformas como ChatGPT e Geminihttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/do-google-ao-chatgpt-a-batalha-das-marcas-migra-para-as-respostas-das-ias-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/do-google-ao-chatgpt-a-batalha-das-marcas-migra-para-as-respostas-das-ias-1.ghtml
]]> A forma como as pessoas procuram informações na internet está mudando rapidamente. Se antes a jornada de pesquisa começava quase sempre no Google, hoje milhões de usuários recorrem diretamente a plataformas de inteligência artificial como ChatGPT, Gemini, Claude e Perplexity para tirar dúvidas, buscar recomendações e tomar decisões de compra. O resultado é uma nova disputa entre empresas: aparecer nas respostas geradas pelas IAs. A mudança representa uma transformação importante no ambiente digital. Em vez de navegar por páginas de resultados e comparar diferentes sites, muitos usuários estão optando por receber respostas prontas e personalizadas. Isso reduz o número de opções analisadas e aumenta a importância de construir uma presença digital forte e facilmente identificável pelas novas ferramentas de inteligência artificial. Os números mostram a força desse movimento. Dados da Comscore divulgados em 2026 apontam que as ferramentas de inteligência artificial já alcançam 36% dos usuários de desktop e 23% dos usuários mobile. O estudo também destaca o crescimento do uso dessas plataformas para descoberta de produtos, serviços e empresas, indicando uma mudança significativa nos hábitos de busca dos consumidores. Para setores como arquitetura, construção civil e mercado imobiliário, o cenário traz um desafio adicional. Em um ambiente cada vez mais digital, não basta apenas ser encontrado. É preciso apresentar projetos e soluções de forma clara, atrativa e capaz de gerar confiança em poucos segundos. É nesse contexto que o Redraw, empresa especializada em renderização arquitetônica e visualização de projetos, ajuda incorporadoras, construtoras, escritórios de arquitetura e profissionais do setor a se destacarem em um ambiente cada vez mais digital. Por meio de imagens fotorrealistas, animações e experiências visuais imersivas, o Redraw transforma projetos em apresentações capazes de gerar interesse, facilitar a tomada de decisão e aproximar clientes de empreendimentos que ainda estão no papel. Com consumidores e investidores cada vez mais acostumados a tomar decisões a partir de informações digitais, a apresentação visual passou a ter um papel decisivo. Projetos bem apresentados aumentam o engajamento, fortalecem a credibilidade da marca e ajudam empresas a se diferenciarem em um mercado cada vez mais competitivo. "Estamos entrando em uma fase em que as pessoas tomam decisões cada vez mais baseadas em informações digitais. As inteligências artificiais ajudam a encontrar respostas mais rapidamente, mas a qualidade da apresentação continua sendo fundamental para gerar interesse e confiança. Em setores como arquitetura, construção e mercado imobiliário, imagens realistas e experiências visuais bem desenvolvidas ajudam o cliente a compreender um projeto antes mesmo de ele existir fisicamente", afirma Alexandre Kuhn, cofundador do Redraw. Segundo o executivo, à medida que as inteligências artificiais se tornam parte da rotina dos consumidores, cresce também a necessidade de oferecer conteúdos visuais capazes de transmitir valor de forma rápida e eficiente. "A tecnologia está mudando a forma como as pessoas descobrem empresas e produtos. Nesse cenário, quem consegue comunicar suas ideias de maneira clara e impactante ganha vantagem. A visualização arquitetônica se torna uma ferramenta importante para transformar projetos em experiências que geram conexão e confiança", destaca. Ao combinar tecnologia, realismo e comunicação visual, o Redraw ajuda empresas a tornar seus projetos mais atrativos e compreensíveis em um ambiente digital cada vez mais influenciado pela inteligência artificial. Em um mercado onde a atenção do público é disputada a cada clique — ou a cada pergunta feita para uma IA — apresentar bem uma ideia pode ser tão importante quanto ser encontrado. Em um cenário em que as inteligências artificiais ganham espaço como fonte de informação e recomendação, empresas que investem em comunicação visual de qualidade tendem a sair na frente. Para o Redraw, transformar ideias em experiências visuais realistas é uma forma de ajudar marcas e empreendimentos a conquistar atenção em um mercado cada vez mais competitivo e digital.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:01:42 -0000
Aquileo | Vale a pena pagar mais caro por um escritório em prédio AAA?Empresas avaliam cada vez mais fatores como localização, infraestrutura e experiência dos colaboradores na hora de escolher um novo escritório, impulsionando a demanda por edifícios corporativos de alto padrãohttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/vale-a-pena-pagar-mais-caro-por-um-escritorio-em-predio-aaa-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/vale-a-pena-pagar-mais-caro-por-um-escritorio-em-predio-aaa-1.ghtml
]]> Durante muito tempo, a escolha de um escritório esteve diretamente ligada ao custo por metro quadrado. Hoje, porém, a análise vai muito além do aluguel. Em um cenário de retorno gradual ao presencial e de maior preocupação com a experiência dos colaboradores, empresas têm demonstrado interesse crescente por edifícios corporativos de alto padrão, conhecidos como prédios AAA. Segundo levantamento da consultoria imobiliária CBRE, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão em São Paulo vem registrando queda nos últimos anos, especialmente nas regiões mais valorizadas da cidade. Ao mesmo tempo, a demanda por espaços premium tem contribuído para a valorização dos aluguéis nesses empreendimentos. Mas, afinal, vale a pena pagar mais caro por um escritório em um prédio AAA? A resposta depende dos objetivos de cada empresa, mas especialistas apontam que o valor investido pode trazer retornos que vão além da ocupação física. Localização estratégica, infraestrutura moderna, segurança, certificações ambientais, áreas de convivência e proximidade com serviços e transporte público estão entre os diferenciais mais buscados atualmente. Além disso, muitos desses empreendimentos estão inseridos em complexos de uso misto, que reúnem comércio, restaurantes, academias, hotéis, moradias e estações de transporte. Essa estrutura tem se tornado um fator relevante para empresas que buscam facilitar a rotina dos colaboradores e tornar o deslocamento mais conveniente. Para a Be In, empresa especializada em escritórios sob medida e gestão de operações corporativas, a busca por imóveis de alto padrão reflete uma mudança na forma como as organizações enxergam o ambiente de trabalho. "Hoje, muitas empresas entendem que o escritório não é apenas um local de trabalho. Ele faz parte da estratégia de atração e retenção de talentos. Quando o colaborador encontra facilidade de acesso, serviços próximos e uma estrutura que simplifica sua rotina, a experiência no presencial se torna mais positiva. Por isso, vemos uma procura crescente por empreendimentos que ofereçam esse conjunto de benefícios", afirma Nikolas Matarangas, CEO da Be In. Outro aspecto considerado pelas empresas é a imagem corporativa. Dependendo do segmento, estar em um edifício de alto padrão pode contribuir para a percepção de credibilidade e solidez junto a clientes, parceiros e investidores. No entanto, especialistas alertam que a decisão não deve ser baseada apenas no prestígio do endereço. É fundamental avaliar se o imóvel atende às necessidades operacionais da empresa, ao perfil dos colaboradores e ao planejamento de crescimento do negócio. "Nem toda empresa precisa estar em um prédio AAA. O mais importante é entender qual localização e qual estrutura fazem sentido para a operação. Mas é inegável que os edifícios de alto padrão vêm ganhando espaço porque conseguem reunir fatores que hoje pesam muito na decisão das empresas: mobilidade, conveniência, qualidade da infraestrutura e experiência dos usuários", complementa Matarangas. Na prática, pagar mais caro por um escritório em um prédio AAA pode fazer sentido quando a estrutura agrega valor ao negócio, melhora a experiência dos colaboradores e apoia objetivos estratégicos da empresa. Mais do que uma questão de status, a escolha tem se tornado uma decisão relacionada à eficiência, cultura organizacional e competitividade.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 20:00:27 -0000
Aquileo | Alphabet estreia no Dow Jones Industrial Average ampliando o peso do setor de tecnologia no índiceA empresa substituiu a Verizon no índicehttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/alphabet-estreia-no-dow-jones-industrial-average-ampliando-o-peso-do-setor-de-tecnologia-no-ndice.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/alphabet-estreia-no-dow-jones-industrial-average-ampliando-o-peso-do-setor-de-tecnologia-no-ndice.ghtml
]]> As ações da Alphabet sobem nesta segunda-feira (20), com a estreia da controladora do Google no índice Dow Jones Industrial Average, em substituição à Verizon Communications, e a empresa imediatamente figurou entre seus membros mais influentes. As ações subiam 3,7% há pouco, para US$ 350,24, representando um dos maiores impulsos para o índice Dow, composto por 30 empresas. A empresa substituiu a Verizon no índice, informou a S&P Dow Jones Indices em um comunicado em 23 de junho. Por ser uma ação de preço mais elevado, a Alphabet tem um peso maior no índice ponderado por preço do que a Verizon, que era uma de suas integrantes menos influentes, e amplia a exposição do Dow à publicidade digital, computação em nuvem e inteligência artificial. Com essa adição, o número de membros das Sete Magníficas no Dow sobe para cinco, ao lado de Nvidia, Amazon, Apple e Microsoft. A reestruturação anterior, em novembro de 2024, trouxe Nvidia e Sherwin-Williams no lugar de Intel e Dow Inc. Os fundos de índice que acompanham o Dow precisam comprarações da Alphabet para refletir a mudança, mas a demanda provavelmente será modesta: o Dow tinha cerca de US$ 115 bilhões em ativos indexados e referenciados a ele em 31 de dezembro de 2024, contra aproximadamente US$ 20 trilhões para o S&P 500, do qual a Alphabet já é membro, de acordo com a S&P Dow Jones Indices. As ações da Alphabet subiram cerca de 11% este ano, até o último fechamento, figurando entre as de melhor desempenho no grupo das Sete Magníficas das megacapitalizações de tecnologia. O Dow, com seus 130 anos de história, continua sendo um dos indicadores mais citados para medir o sentimento do mercado norte-americano. As ações da Verizon caíam 7,8%, para US$ 42,03, em uma ampla retração das ações de telecomunicações após a Comcast afirmar que se dividirá em duas companhias de capital aberto por meio da cisão da NBC Universal e da Sky. Sede da Alphabet, a controladora do Google, em Mountain View, Califórnia David Paul Morris/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 19:59:46 -0000
Aquileo | Olá Doutor lança Clínica Digital e passa a oferecer acompanhamento contínuo entre médicos e pacientesNova funcionalidade permite agendar consultas diretamente com profissionais escolhidos pelo paciente, ampliando a continuidade do cuidadohttps://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/ola-doutor-lanca-clinica-digital-e-passa-a-oferecer-acompanhamento-continuo-entre-medicos-e-pacientes-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/pressworks/noticia/2026/06/29/ola-doutor-lanca-clinica-digital-e-passa-a-oferecer-acompanhamento-continuo-entre-medicos-e-pacientes-1.ghtml
]]> O cuidado com a saúde está deixando de ser uma experiência pontual para se tornar uma jornada contínua. Acompanhando essa transformação, o Olá Doutor anuncia o lançamento da Clínica Digital, nova funcionalidade que amplia as possibilidades de atendimento dentro da plataforma e permite que pacientes mantenham acompanhamento recorrente com médicos de sua escolha. Até então reconhecido por oferecer consultas rápidas e acessíveis, o aplicativo passa a disponibilizar também consultas agendadas por vídeo ou chat, fortalecendo a continuidade do cuidado e o vínculo entre médico e paciente. A novidade surge em um momento em que a saúde digital ganha cada vez mais espaço na rotina dos brasileiros. Inclusive, segundo pesquisas do próprio aplicativo Olá Doutor, 7 em cada 10 brasileiros já utilizam a inteligência artificial (IA) para esclarecer dúvidas sobre saúde, sintomas e possíveis doenças. Além da busca por conveniência, cresce a demanda por acompanhamento de longo prazo para condições que exigem monitoramento contínuo, como saúde mental, doenças crônicas e cuidados preventivos. "O paciente não quer apenas resolver um problema imediato. Ele quer encontrar um profissional de confiança e manter esse relacionamento ao longo do tempo. A Clínica Digital foi criada para tornar essa experiência possível dentro do ambiente digital", afirma Anderson Zilli, CEO do Olá Doutor. Com a nova funcionalidade, os usuários passam a ter duas formas de atendimento dentro da mesma plataforma: consultas imediatas para orientações rápidas e consultas agendadas para acompanhamento contínuo. A proposta é tornar a jornada mais simples e integrada, permitindo que o paciente encontre, escolha e acompanhe seus profissionais de saúde em um único ambiente. Além de ampliar as possibilidades para os pacientes, a novidade também fortalece a presença dos médicos na plataforma, permitindo que profissionais desenvolvam sua própria carteira de pacientes e ofereçam acompanhamento recorrente de forma digital. Segundo o Olá Doutor, a expectativa é ultrapassar 800 mil consultas realizadas em 2026, impulsionadas justamente pelo aumento da recorrência e pela expansão das modalidades de atendimento. "O digital não substitui a relação médico-paciente. Pelo contrário. Quando bem utilizado, ele aproxima as pessoas e facilita a continuidade do cuidado", conclui Zilli.
DivulgaçãoDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 19:59:32 -0000
Aquileo | Voo da JetBlue atinge drone durante aproximação do aeroporto JFK, em Nova YorkPloto do Airbus A321 informou a colisão quando a aeronave estava a aproximadamente 3 mil pés (cerca de 914 metros) de altitudehttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/voo-da-jetblue-atinge-drone-durante-aproximacao-do-aeroporto-jfk.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/voo-da-jetblue-atinge-drone-durante-aproximacao-do-aeroporto-jfk.ghtml A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) informou que abriu uma investigação depois que um voo da JetBlue relatou ter atingido um drone durante a aproximação do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, nesta segunda-feira (29). O piloto do Airbus A321, que havia partido de Las Vegas, informou a colisão quando a aeronave estava a aproximadamente 3 mil pés (cerca de 914 metros) de altitude, durante a aproximação final, informou a FAA. Segundo a agência, o incidente ocorreu por volta das 8h15 (horário de Brasília). “O voo pousou sem incidentes, os passageiros desembarcaram normalmente e a aeronave foi retirada de serviço para uma inspeção após o voo, que não encontrou danos nem evidências de colisão”, informou a companhia aérea. valorMon, 29 Jun 2026 19:56:51 -0000Aquileo | Brasil vence o Japão por 2 a 1 e passa às oitavas de final da Copa do MundoCom gols de Casemiro e Martinelli, país segue na competiçãohttps://valor.globo.com/mundo/ao-vivo/2026/06/12/copa-do-mundo-futebol-fifa.ghtml https://valor.globo.com/mundo/ao-vivo/2026/06/12/copa-do-mundo-futebol-fifa.ghtml
]]> Brasil vence o Japão por 2 a 1 e passa às oitavas de final da Copa do Mundo Com gols de Casemiro e Martinelli, país segue na competição Geopolítica da Bola: Videocast do Valor traz debate sobre a Copa mais tensa da história. Geopolítica da Bola: O jogo político por trás das camisas
valorMon, 29 Jun 2026 19:54:08 -0000
Aquileo | Cenário recente não altera avaliação que levou à alta dos juros, diz LagardeSegundo a presidente do BCE, os choques desta era tendem a afetar mais o lado da oferta do que o da demandahttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/cenario-recente-nao-altera-avaliacao-que-levou-a-alta-dos-juros-diz-lagarde.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/cenario-recente-nao-altera-avaliacao-que-levou-a-alta-dos-juros-diz-lagarde.ghtml
]]> No discurso de abertura do Fórum Econômico de Sintra, em Portugal, a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, reiterou que a alta nos juros decidida pela autoridade monetária há pouco mais de duas semanas era justificada em todos os cenários considerados e nenhum desdobramento desde então trouxe dúvidas sobre essa avaliação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 19:42:17 -0000
Aquileo | Brasil sofre, mas bate o Japão por 2 a 1 com gol de Martinelli aos 50 minutosSeleção começou mal, levou um gol após um erro de passe na primeira etapa, penou com o nervosismo, mas voltou com postura totalmente diferente no segundo tempohttps://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/brasil-sofre-mas-bate-o-japao-por-2-a-1-com-gol-de-martinelli-aos-50-minutos.ghtml https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/brasil-sofre-mas-bate-o-japao-por-2-a-1-com-gol-de-martinelli-aos-50-minutos.ghtml
]]> O Brasil sofreu. Mas venceu no fim de forma dramática o aplicado e disciplinado time do Japão graças a um gol de Martinelli aos 50 minutos do segundo tempo. A Seleção Brasileira começou mal, levou um gol após um erro de passe na primeira etapa, penou com o nervosismo, mas voltou com postura totalmente diferente no segundo tempo. O empate veio com Casemiro aos 10 minutos e a virada aconteceu quando a muitos já esperavam a prorrogação. O Brasil volta a campo no domingo, às 17h, contra o vencedor de Costa do Marfim e Noruega, que jogam amanhã. Os primeiros 20 minutos de partida nesta segunda-feira (29) foram de um Japão cauteloso e ampla vantagem na posse de bola para o Brasil. O Japão então subiu as linhas de marcação e começou a incomodar os brasileiros. Ao 29, um erro de passe de Danilo no meio terminou em um contra-ataque rápido de Sano, que bateu da entrada da área, rasteiro no canto direito de Allison para abrir o placar. O restante do primeiro tempo teve um Brasil nervoso, sem se encontrar. Ao fim da etapa, Paquetá saiu mancando e não voltou para o segundo tempo. Endrick voltou no lugar do meia e o que se viu foi uma segunda etapa completamente diferente. O Brasil sufocou o Japão. Aos 8, Casemiro teve de cabeça a chance do empate em uma cabeçada, mas a zaga japonesa salvou em cima da linha. Aos 10, não teve jeito. Gabriel Magalhães cruzou da esquerda na segunda trave para Casemiro subir sozinho e vencer Suzuki de cabeça. Aos 12 foi a vez de Vinícius Jr. entrar driblando, tocar de bico e ver a bola caprichosamente beijar a trave. O Brasil seguiu com um amplo domínio e as alterações do treinador Carlo Ancelotti começaram a definir o confronto. Fabinho entrou no lugar de Casemiro e Martinelli foi a campo para a saída de Matheus Cunha, em uma substituição ousada, de um centroavante por um jogador de lado de campo. E quando todos já imaginavam que a partida se encaminharia para a prorrogação, Bruno Guimarães recebeu a bola na entrada da área e achou um ótimo passe para Martinelli entre a zaga. O atacante apenas tocou na saída de Suzuki, que ainda tocou na bola, que bateu na trave e morreu no fundo do gol. O juiz ainda deixou o jogo correr até os 54 minutos, mas o Brasil segurou o resultado e triunfou para esperar Costa do Marfim ou Noruega.
Gabriel Martinelli marca segundo gol do Brasil contra o JapãoAP Photo/Ashley LandisvalorMon, 29 Jun 2026 19:30:31 -0000
Aquileo | Decolar aproveita transmissões da Copa do Mundo para lançar ofertas de viagemA estratégia de marketing inclui conteúdos em redes sociais, canais de streaming e veiculação em circuitos de mobiliário urbano (out of home, no termo em inglês)https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/decolar-aproveita-transmissoes-da-copa-do-mundo-para-lancar-ofertas-de-viagem.ghtml https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/decolar-aproveita-transmissoes-da-copa-do-mundo-para-lancar-ofertas-de-viagem.ghtml
]]> A Decolar tem aproveitado as transmissões dos jogos da Copa do Mundo para anunciar ofertas de viagem aos consumidores. Válidas somente durante as partidas, as promoções fazem parte da campanha “90 Minutos de Ofertas”, que reúne condições especiais para os destinos das seleções em campo, além de benefícios para qualquer destino escolhido pelo cliente. A iniciativa foi desenvolvida pela YouDare, agência do Grupo Dreamers. O valor do investimento não foi divulgado. A estratégia de marketing inclui distribuição de conteúdos em redes sociais, canais de streaming e veiculação em circuitos de mobiliário urbano (out of home, no termo em inglês). “A iniciativa reforça nosso compromisso de facilitar o acesso a produtos e serviços de viagem e apoiar os consumidores no planejamento de suas próximas experiências”, afirma a gerente de vendas da Decolar, Renata Dias, em nota. As ofertas contemplam todo o portfólio da companhia, incluindo passagens aéreas, hospedagens, pacotes, aluguel de carros, atividades e seguros. Entre os destaques da campanha estão cupons de até R$ 1.100, hotéis com desconto e opções com noite grátis e voos com até 16% de desconto, além de facilidades de pagamento. Nesta segunda-feira (29), com a seleção canarinho em campo, o aplicativo da Decolar enviou uma mensagem que convidava os usuários a planejar a próxima viagem com descontos de até 60% em hotéis em todo o Brasil. Com o mote “Na dúvida, torce pelo desconto”, a campanha traz o ex-jogador de futebol Vampeta como garoto-propaganda, em diferentes cenários inspirados no universo do futebol, elaborados com o uso de inteligência artificial. "A inteligência artificial permitiu explorar novas possibilidades narrativas ao lado do Vampeta, fortalecendo a conexão da campanha com o público e ampliando o potencial de alcance da marca", afirma a executiva da YouDare, Daniela Glicenstajn, em nota. A Decolar informa que as ofertas estarão disponíveis até o fim do torneio em todos os canais de venda da marca, incluindo site, aplicativo e lojas físicas. Campanha da Decolar traz anúncios de descontos em transmissões dos jogos da Copa de 2026 Divulgação
valorMon, 29 Jun 2026 19:27:11 -0000
Aquileo | Petróleo sobe apesar de trégua entre Estados Unidos e Irã Notícia traz alívio, mas investidores estão atentos ao tráfego das embarcações no Estreito de Ormuz, que desacelerou de maneira significativa nos últimos diashttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/petroleo-sobe-apesar-de-tregua-entre-estados-unidos-e-ira.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/petroleo-sobe-apesar-de-tregua-entre-estados-unidos-e-ira.ghtml
]]> Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira, apesar de os Estados Unidos e do Irã terem concordado em interromper as hostilidades no Estreito de Ormuz vistas durante o fim de semana. Embora a notícia tenha levado certo alívio aos investidores, o ritmo das embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz desacelerou de maneira significativa nos últimos dias por conta dos ataques. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 19:17:14 -0000
Aquileo | Fornecedores da Apple, componentes e fotos do iPhone 18 Pro são expostos em vazamento de dados da TataRegistros revelam ainda em quais casos a Apple compra um componente de vários fornecedores e em quais depende de apenas alguns poucos, expondo o poder de negociação e vulnerabilidades em sua cadeia de suprimentoshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/fornecedores-da-apple-componentes-e-fotos-do-iphone-18-pro-sao-expostos-em-vazamento-de-dados-da-tata.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/fornecedores-da-apple-componentes-e-fotos-do-iphone-18-pro-sao-expostos-em-vazamento-de-dados-da-tata.ghtml
]]> Listas confidenciais de componentes e fornecedores, além de fotografias dos futuros modelos do Apple iPhone 18 Pro, fazem parte dos arquivos publicados na dark web pelo grupo de ransomware responsável pelo roubo de dados da fornecedora indiana Tata Electronics, segundo documentos e uma fonte. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 18:52:57 -0000
Aquileo | Arena Brasileira reúne 15 mil torcedores e 30 marcas durante jogo da seleção desta segundaLocal reúne transmissões dos jogos da Copa, shows e ativações de marcas om ingressos a partir de R$ 150https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/arena-brasileira-reune-15-mil-torcedores-e-30-marcas-durante-jogo-da-selecao-desta-segunda.ghtml https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/arena-brasileira-reune-15-mil-torcedores-e-30-marcas-durante-jogo-da-selecao-desta-segunda.ghtml
]]> O gol de empate do Brasil levou cerca de 15 mil pessoas a comemorarem na Arena Brasileira, montada no Parque Ibirapuera, em São Paulo, onde torcedores acompanham a partida da seleção contra o Japão pela Copa do Mundo de 2026, nesta segunda-feira (29). O público chegou de forma gradual e ocupou o espaço ao longo do primeiro tempo. Assim como no NRG Stadium, em Houston (EUA), onde a seleção entra em campo, o clima foi de torcida na Arena. A cada lance de perigo do Brasil, os torcedores comemoravam e aplaudiam as jogadas de Vinícius Júnior. Após o gol do Japão, aos 29 minutos do primeiro tempo, houve um momento de desânimo nas arquibancadas, mas a animação voltou com a entrada de Endrick e, depois, com o gol brasileiro, que reacendeu os gritos pelo hexa. Sete telões transmitiram a partida para o público. Arena Brasileira reúne 15 mil torcedores e 30 marcas durante jogo da seleção desta segunda No intervalo da partida, o Movimento Verde e Amarelo comandou um show de samba para o público. O grupo é patrocinado por Betnacional, iFood, Rexona, Volkswagen e Guaraná Antarctica, além de contar com apoio de Casas Bahia, Centauro e Azul. As ativações das marcas seguiram funcionando durante toda a partida, incluindo a tirolesa da Superbet, que permaneceu aberta mesmo com a bola rolando. Espaços de patrocinadores como Lenovo, Volkswagen e Guaraná Antarctica continuaram recebendo visitantes. Segundo as empresas, a Lenovo registrou cerca de 70 visitantes na hora anterior ao jogo e espera ampliar o movimento após a partida. Já a Volkswagen informou média de 30 participantes durante o período do jogo, com expectativa de cerca de 400 pessoas ao longo do dia. No estande do Guaraná Antarctica, aproximadamente 100 pessoas passaram pela ativação, que distribuiu brindes e cupons de desconto. Marcas embalam torcedores no Ibirapuera: a comemoração do segundo gol Organizada pela Fishfire, Super Sounds e Enter Eventos, a Arena Brasileira reúne transmissões dos jogos da Copa, shows e ativações de marcas. Os ingressos custam a partir de R$ 150. Na praça de alimentação, os alimentos variam de R$ 16 a R$ 70, enquanto as bebidas custam entre R$ 13 e R$ 65. Com 30 marcas patrocinadoras, o dobro da edição realizada durante a Copa do Mundo de 2022, a expectativa da organização é receber entre 150 mil e 200 mil pessoas até o encerramento do evento, em julho.
Torcedores na Arena Brasileira, em São PauloValorvalorMon, 29 Jun 2026 18:45:48 -0000
Aquileo | Com predomínio de FIDCs, FIIs e FIPs, fundos administrados pela Sefer, liquidada pelo BC, reproduzem teia do MasterEstrutura é formada por uma série de fundos como únicos cotistas de outros fundos, com participações em empresas ligadas ao grupo e investimento em títulos precatórios e também como cotistas de fundos que faziam parte do esquema do banco de Daniel Vorcarohttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/com-predomnio-de-fidcs-fiis-e-fips-fundos-administrados-pela-sefer-liquidada-pelo-bc-reproduzem-teia-do-master.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/com-predomnio-de-fidcs-fiis-e-fips-fundos-administrados-pela-sefer-liquidada-pelo-bc-reproduzem-teia-do-master.ghtml
]]> A Sefer Investimentos, liquidada extrajudicialmente pelo BC na última sexta-feira (26), aparece como administradora de 73 fundos no sistema da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Levantamento feito pelo Valor identificou que a maioria é de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), em participações (FIPs) e imobiliário (FIIs). O perfil das estruturas e das carteiras reproduz o esquema montado pelo Master: uma teia de fundos como únicos cotistas de outros fundos também de um cotista, com participações em empresas ligadas ao grupo e investimentos em precatórios. Também aparecem nas carteiras fundos que faziam parte de relacionamento do banco de Daniel Vorcaro. O fundo OAK-IPCA, de investimento em cotas de fundos de renda fixa de longo prazo, por exemplo, tem em carteira cotas do FII Aquilla, que participou da rede usada na aquisição do Banco Máxima (que se tornaria o Banco Master) em 2017. Também tem em carteira cotas do Osasco Properties FII, identificado pela Polícia Federal (PF) como da estrutura do Master e que recebeu aportes de regimes públicos de previdência de dezenas de municípios, junto com o Texas I, o Aquilla, o São Domingos e o Brazilian Graveyard. Outro exemplo é o CB, multimercado de crédito privado, cotista do Aquilla e, em 2024, do FIP Conquest, investigado no Tribunal de Contas do Estado de Minas (TCE-MG) por perdas no Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Município de Uberlândia, segundo relatório de 2023. Já o Bia, de crédito privado no exterior, com somente um cotista, é 100% formado por cotas do Nazaré Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia, que investiu R$ 14 milhões na Super Empreendimentos, empresa apontada pela PF como dona de bens de luxo de Vorcaro. Muitos dos fundos apresentados no sistema da CVM também não têm qualquer informação fornecida pela Sefer ao órgão fiscalizador. E ao menos quatro tiveram abstenção da opinião da empresa auditora do balanço. É o caso do Greenland, multimercado de crédito privado, no qual a auditoria afirma que encontrou um ativo superavaliado, “impactando a mensuração do patrimônio líquido e do resultado do exercício, que se encontram superavaliados nesse mesmo montante”. Já no caso do GS Heritage, multimercado de crédito privado que também aparece na cadeia do Master, a auditoria afirma que não teve acesso a documentos do FIP 5M Capital, uma de suas investidas, que por sua vez tem em carteira ações de companhias fechadas avaliadas em R$ 5,315 milhões, na fatia de 50,60% de seu patrimônio líquido. “Identificamos que as companhias investidas não tiveram demonstrações financeiras auditadas em seu último exercício social, sendo essas informações essenciais para a asseguração do valor justo dos investimentos apresentados nos laudos de avaliação econômico-financeira. Diante deste contexto, ficamos impossibilitados de obter evidência suficiente e apropriada de auditoria.” Com sede em São Paulo, a Sefer foi alvo da segunda fase da operação Compliance Zero e administra fundos ligados aos possíveis esquemas de fraude no Master. Segundo o Ministério Público, ela é controlada por Benjamin Botelho, ex-funcionário do Banco Garantia, apontado pela Polícia Federal como sócio oculto de Vorcaro e figura central do esquema de fraudes. De acordo com a PF, boa parte das operações suspeitas passa por empresas ligadas a Botelho e a Sefer. Procurados, Sefer e Botelho não quiseram comentar o assunto.
Sede do Banco Master, em São PauloVictor Moriyama/BloombergvalorMon, 29 Jun 2026 18:43:17 -0000
Aquileo | FT: Corte brutal de 100 mil empregos na Volkswagen acende possibilidade de venda de ‘joias da coroa’Plano de cortes divulgado na sexta-feira (26) seria um dos maiores programas de demissão já feitos no mundo empresarial — superando os cortes brutais da GM e da IBM nos anos 1990https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ft-corte-brutal-de-100-mil-empregos-na-volkswagen-acende-possibilidade-de-venda-de-joias-da-coroa.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ft-corte-brutal-de-100-mil-empregos-na-volkswagen-acende-possibilidade-de-venda-de-joias-da-coroa.ghtml
]]> O executivo-chefe (CEO) da Volkswagen, Oliver Blume, teve menos de 48 horas para comemorar a lucrativa venda da divisão de motores marítimos da montadora por 10 bilhões de euros, uma vez que o negócio foi ofuscado por seus planos de cortar 100 mil empregos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Oliver Blume, CEO do Volkswagen Group Dirk Michael Deckbar/© BundesratvalorMon, 29 Jun 2026 18:27:29 -0000
Aquileo | Irã diz que desminagem de Ormuz será realizada exclusivamente pelo paísMais cedo, Macron afirmou que França e Omã estão trabalhando juntos para reduzir as tensões no Oriente Médio e que cooperarão com seus parceiros na remoção de minas do estreitohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/ir-diz-que-desminagem-de-ormuz-ser-realizada-exclusivamente-pelo-pas.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/ir-diz-que-desminagem-de-ormuz-ser-realizada-exclusivamente-pelo-pas.ghtml
]]> A remoção de minas do Estreito de Ormuz será realizada exclusivamente pelo Irã, conforme estabelece o memorando de entendimento firmado em Islamabad entre Teerã e Washington, afirmou nesta segunda-feira o vice-ministro das Relações Exteriores do Irã, Kazem Gharibabadi, em publicação na rede social X, em resposta a comentários do presidente francês, Emmanuel Macron. "A situação é sensível e complexa. Aconselhamos enfaticamente a França a não complicá-la ainda mais com suas provocações", acrescentou Gharibabadi. Macron afirmou nesta segunda-feira que França e Omã estão trabalhando juntos para reduzir as tensões no Oriente Médio e que cooperarão com seus parceiros na remoção de minas do estreito. "Decidimos colaborar, em conjunto com nossos parceiros, na remoção de minas do estreito para garantir a segurança das rotas marítimas e assegurar a passagem livre e incondicional pelo Estreito de Ormuz", escreveu Macron na rede social X após se reunir com o sultão de Omã, Haitham bin Tariq Al Said, no Palácio do Eliseu. Em 17 de junho, os Estados Unidos e o Irã assinaram um memorando de entendimento de 14 pontos destinado a encerrar quatro meses de conflito e reabrir Ormuz, por onde normalmente transita um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo todo. O fechamento da hidrovia no início do conflito, em fevereiro, fez os preços do petróleo dispararem para acima de US$ 100 por barril, provocando uma nova aceleração da inflação global e criando um problema político para diversos líderes globais. Embora a navegação esteja retornando de forma paulatina pela via marítima, a passagem de navios pela região encontra-se bem abaixo dos níveis anteriores ao início dos bombardeios no Oriente Médio em meio ao sentimento de insegurança gerado pelas sucessivas tréguas e trocas de hostilidades na região.
Embarcações no Estreito de Ormuz , vistas de Musandam, Omã, 29 de junho de 2026REUTERS/StringervalorMon, 29 Jun 2026 18:18:39 -0000
Aquileo | Fitch rebaixa rating da Braskem para ‘C’ após tutela cautelar contra credoresAgência afirmou que a obtenção da tutela cautelar pela empresa é "semelhante a um default", e que a nova nota reflete o elevado risco de refinanciamento e a forte pressão sobre a liquidez da Braskemhttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/fitch-rebaixa-rating-da-braskem-para-c-aps-tutela-cautelar-contra-credores.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/fitch-rebaixa-rating-da-braskem-para-c-aps-tutela-cautelar-contra-credores.ghtml
]]> A Fitch rebaixou, na sexta-feira (26) o rating da Braskem de “CC” para “C”, após a obtenção pela petroquímica de uma tutela cautelar para se proteger contra credores financeiros. “O pedido de tutela cautelar permite que a Braskem não pague sua dívida conforme exigido por credores que foram convidados a participar do procedimento de mediação iniciado pelo companhia e por algumas de suas subsidiárias, o que a Fitch considera semelhante a um default”, afirma a agência de classificação de risco. A nota atribuída pela Fitch também reflete o elevado risco de refinanciamento e a forte pressão sobre a liquidez da Braskem, em meio a um cenário de desaceleração no ciclo petroquímico e de “acesso restrito a linhas de crédito”. “Quando a Braskem não cumprir qualquer obrigação financeira ou anunciar formalmente um plano de reestruturação, os ratings serão rebaixados para ‘RD’, a fim de refletir uma inadimplência restrita, ou ‘D’, caso a companhia entre com pedido de recuperação judicial”, acrescenta a Fitch. Edilson Dantas/O Globo
valorMon, 29 Jun 2026 18:14:43 -0000
Aquileo | Bem Brasil transforma cidade dos EUA chamada Brazil em "Brasil"A coincidência do nome do município americano com o nosso país foi o pontapé para a iniciativa idealizada pela agência pernambucana Brendahttps://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/bem-brasil-transforma-cidade-dos-eua-chamada-brazil-em-brasil.ghtml https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/bem-brasil-transforma-cidade-dos-eua-chamada-brazil-em-brasil.ghtml
]]> Em clima de Copa do Mundo, a indústria de batatas pré-fritas congeladas Bem Brasil decidiu fazer uma ativação em uma cidade do interior de Indiana, nos Estados Unidos, chamada Brazil. A coincidência do nome do município americano com o nosso país foi o pontapé para a iniciativa idealizada pela agência pernambucana Brenda. O valor da campanha não foi revelado. No jogo da seleção canarinho contra a Escócia, no dia 24 de junho, parte dos 8 mil habitantes compareceu ao evento da fabricante e torceu pelo Brasil. Realizado em um ginásio, o espaço foi adaptado com telões para acompanhar a partida e contou com produtos da marca brasileira. A ação deu tão certo que as autoridades da cidade declararam que aquele dia passaria a ser chamado de “Bem Brasil Day”, em reconhecimento à conexão entre os dois países por meio da paixão pelo esporte e pelas batatas fritas. "Encontramos uma forma criativa de transformar uma coincidência curiosa em uma experiência capaz de conectar culturas e levar a nossa brasilidade para além das fronteiras", diz o executivo de marketing da Bem Brasil, Gustavo Amaral, sobre a campanha "Brazil Vira Brasil", em nota. Como cotista oficial da cobertura da Copa do Mundo no SBT e na N Sports, a Bem Brasil também transformou a experiência vivida em Indiana em conteúdo para o público brasileiro. O evento contou com cobertura nos dois canais e nas redes sociais. Fundada há 19 anos, a empresa possui duas fábricas no Triângulo Mineiro (Araxá e Perdizes), gerando mais de 1,3 mil empregos diretos e 4 mil indiretos, com um portfólio de mais de 20 produtos para food service e varejo. Investiu em 2025 aproximadamente R$ 3,4 milhões em projetos esportivos, culturais, ações de voluntariado e fundos de assistência, impactando cerca de 1 milhão de pessoas. No ano passado teve faturamento de R$ 4,2 bilhões, com receita líquida de R$ 3,6 bilhões no exercício, de acordo com informações do relatório de sustentabilidade da companhia. Iniciativa Bem Brasil Divulgação
valorMon, 29 Jun 2026 18:07:58 -0000
Aquileo | Atlas Lithium obtém licença para ampliar projeto de lítio em MGSegundo a mineradora, a autorização acelerará a implementação do projeto, cuja previsão de entrada em operação é o último trimestre de 2027https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/atlas-lithium-obtm-licena-para-ampliar-projeto-de-ltio-em-mg.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/atlas-lithium-obtm-licena-para-ampliar-projeto-de-ltio-em-mg.ghtml
]]> A Atlas Lithium anunciou nesta segunda-feira (29) que recebeu a licença ambiental para ampliar o projeto de lítio que a mineradora detém no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Ele é tido como o principal projeto de lítio da empresa no Brasil. Segundo a mineradora, a autorização acelerará a implementação do projeto, cuja previsão de entrada em operação é o último trimestre de 2027. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 17:59:02 -0000
Aquileo | Febraban diz que adesão ao Desenrola Adimplentes deve ser limitadaSegundo a entidade, a participação será uma decisão de cada banco associado, "observadas as condições da nova linha, as políticas de crédito da instituição, suas estratégias de negócio e critérios próprios de avaliação de risco"https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/febraban-diz-que-adeso-ao-desenrola-adimplentes-deve-ser-limitada.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/febraban-diz-que-adeso-ao-desenrola-adimplentes-deve-ser-limitada.ghtml
]]> A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse que a adesão ao Desenrola Adimplentes, programa de renegociação de dívidas lançado hoje pelo governo para trabalhadores informais que ainda não estão em inadimplência, deve ser limitada. "A Febraban enxerga que o potencial de adesão das instituições financeiras tende a ser mais limitado. Nesse contexto, a participação será uma decisão de cada banco associado, observadas as condições da nova linha, as políticas de crédito da instituição, suas estratégias de negócio e critérios próprios de avaliação de risco", diz a entidade. Desde que o programa estava sendo elaborado pelo governo, os bancos já vinham expressando sua preocupação. A avaliação é que um programa de renegociação de dívidas para esse público vai alterar a estrutura do mercado de crédito, com aumento do prêmio de risco e do spread bancário, o que, ao final, resultaria em taxas de juros mais elevadas para os empréstimos com recursos livres. Depois das conversas, o governo terminou restringindo o escopo do programa, que então passou a mirar apenas trabalhadores informais. "A Febraban tem atuado de forma colaborativa com os programas de renegociação de clientes endividados. Nesse sentido, contribuiu com o levantamento de dados para estimar o potencial do público elegível do Desenrola para devedores adimplentes", diz a representante do setor.
Marcello Casal Jr/Agência BrasilvalorMon, 29 Jun 2026 17:57:49 -0000
Aquileo | Irã diz que não há negociações com os EUA previstas para os próximos diasMais cedo nesta segunda-feira, Donald Trump afirmou nas redes sociais que uma reunião com o país persa seria realizada na terça-feira em Doha, no Catar, sem dar mais detalheshttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/ir-diz-que-no-h-negociaes-com-os-eua-previstas-para-os-prximos-dias.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/ir-diz-que-no-h-negociaes-com-os-eua-previstas-para-os-prximos-dias.ghtml
]]> Não há conversas entre Irã e Estados Unidos previstas para os próximos dias, afirmou nesta segunda-feira o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, em comunicado. Segundo ele, uma delegação técnica iraniana viajará ao Catar nesta semana, mas a visita não tem relação com a presença de autoridades americanas no país. Baghaei acrescentou que Teerã ainda não iniciou negociações para um acordo definitivo, já que isso depende da implementação de determinados pontos do memorando de entendimento, o que atualmente é a prioridade do Irã. Mais cedo nesta segunda-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que uma reunião com o Irã seria realizada na terça-feira em Doha, no Catar, sem dar mais detalhes. "O Irã solicitou uma reunião. Ela acontecerá amanhã, em Doha", escreveu Trump em uma publicação em letras maiúsculas na plataforma Truth Social. Logo em seguida, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse à Fox News que os principais enviados do presidente americano, Steve Witkoff e Jared Kushner, participariam das conversas e alertou que a violência por parte de Teerã “será respondida com violência” por Washington. Na última semana, as tensões voltaram a crescer entre EUA e Irã, com ataques de ambos os lados no fim de semana ameaçando comprometer o frágil acordo preliminar de 14 pontos assinado por Trump e por seu homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, em 17 de junho. A nova onda de bombardeios teve início após um projétil iraniano ter atingido um navio de carga no Estreito de Ormuz na quinta-feira, ação que teve retaliação das forças americanas contra o país persa. Como resposta, a República Islâmica ainda lançou mísseis e drones contra instalações militares dos EUA no Kuwait e no Bahrein na madrugada de domingo, logo após o presidente americano ter ameaçado que o país persa deixaria de existir caso não honrasse o acordo para pôr fim à guerra. Também na manhã desta segunda-feira, uma autoridade americana informou que os países concordaram em interromper as trocas de hostilidades mais recentes no Golfo Pérsico e retomar as negociações.
Mulheres conversam em frente a uma faixa com uma imagem do falecido Líder Supremo do Irã, o Aiatolá Ali Khamenei, beijando a cabeça do falecido comandante da Força Quds da Guarda Revolucionária do Irã, o General Qassem Soleimani, morto em um ataque de drone americano em 2020 no Iraque, enquanto aguardam o sinal verde para atravessar um cruzamento no centro de Teerã, Irã, na segunda-feira, 29 de junho de 2026AP/Vahid SalemivalorMon, 29 Jun 2026 17:54:35 -0000
Aquileo | Ouro recua e segue pressionado por apostas de Fed mais restritivoContratos futuros com entrega para agosto encerraram em queda de 1,40%, cotado a US$ 4.038,9 por onça-troyhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/ouro-recua-e-segue-pressionado-por-apostas-de-fed-mais-restritivo.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/ouro-recua-e-segue-pressionado-por-apostas-de-fed-mais-restritivo.ghtml
]]> Os contratos futuros de ouro encerraram esta segunda-feira (29) em queda, enquanto os investidores mostram-se cautelosos quanto ao cenário geopolítico, após os ataques entre os Estados Unidos e o Irã no fim de semana. As apostas de que o Federal Reserve (Fed) seja mais restritivo em sua política monetária e a retomada do apetite ao risco em Wall Street pesam sobre o desempenho do ativo. Na Comex, a divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos futuros de ouro com entrega para agosto encerraram em queda de 1,40%, cotado a US$ 4.038,9 por onça-troy. “O principal obstáculo continua sendo a expectativa de que o Fed manterá uma postura de política monetária restritiva, o que tem sustentado o dólar”, diz Fawad Razaqzada, analista e mercados do Forex.com. Ao mesmo tempo, o maior apetite ao risco em Wall Street e a possibilidade de um conflito mais persistente no Oriente Médio diminuem a demanda por refúgios seguros. O petróleo operava em alta por volta das 14h50 desta segunda-feira, em reação às novas hostilidades entre o Irã e os Estados Unidos no fim de semana. A resposta no mercado de energia, até o momento, foi relativamente contida, em grande parte por conta da cessação dos ataques para que as negociações pudessem ser retomadas, embora elas tragam a fragilidade da relação dos países de volta à tona. Chris Ratcliffe/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 17:53:30 -0000
Aquileo | Lisa Cook afirma que a decisão da Suprema Corte protege independência do Fed“Estou grata por essa decisão, não por mim mesma, mas pelo povo americano, cujo bem-estar econômico depende de um banco central que cumpra sua missão, e não se curve à intimidação política”, disse a diretorahttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/lisa-cook-afirma-que-a-deciso-da-suprema-corte-protege-independncia-do-fed.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/lisa-cook-afirma-que-a-deciso-da-suprema-corte-protege-independncia-do-fed.ghtml
]]> A diretora do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Lisa Cook afirmou que a decisão da Suprema Corte dos Estados nesta segunda-feira de impedir a tentativa do presidente Donald Trump de demiti-la protegeu a independência do banco central. A decisão por 5 votos a 4 da mais alta instância judicial do país “reconhece que a independência do Federal Reserve é essencial para cumprir o mandato do Congresso de estabilidade de preços e pleno emprego”, disse Cook em comunicado. A ação de Trump “foi uma tentativa de me destituir sob um pretexto inventado porque me recusei a ceder à pressão política e continuei a definir a taxa de juros com base apenas no que melhor serviria ao povo americano”, disse ela. “Estou grata por essa decisão, não por mim mesma, mas pelo povo americano, cujo bem-estar econômico depende de um banco central que cumpra sua missão, e não se curve à intimidação política”, disse Cook. A Suprema Corte afirmou em sua decisão que as autoridades do Fed não exercem seus cargos segundo a vontade do presidente e que a tentativa de Trump de destituir Cook do banco central não lhe garantiu o devido processo legal. Os diretores do Fed, que são selecionados pelo presidente e confirmados em seus cargos pelo Senado, cumprem mandatos fixos destinados a isolá-los do processo político para que possam definir melhor a política monetária. É amplamente aceito que bancos centrais que operam de forma independente alcançam melhores resultados econômicos. Trump tentou demitir Cook, a primeira mulher negra a ocupar o cargo de diretora do Fed, com base em alegações de fraude hipotecária que muitos observadores consideraram infundadas. A decisão da Suprema Corte impede que Trump demita Cook enquanto ela contesta a medida do presidente contra ela na Justiça. Desde que reassumiu o cargo, Trump tem exercido pressão considerável sobre o Fed para que reduza a taxa de juros, apesar de tal medida entrar em conflito com a missão do banco central de levar os níveis elevados de inflação de volta à meta de 2%. O Departamento de Justiça de Trump também iniciou uma investigação sem precedentes contra o banco central e seu então presidente, Jerome Powell, por estouro de custos na sede do Fed em Washington. Powell, que continua como diretor do Fed, argumentou que o ataque foi uma retaliação por não ter seguido as ordens do presidente sobre a taxa de juros. Essa investigação contra o banco central está efetivamente encerrada. A equipe jurídica de Cook afirmou em um comunicado que “fazer alegações não comprovadas de fraude hipotecária para justificar uma tomada de poder tornou-se um padrão do governo Trump, mas hoje a Suprema Corte disse não”. Trump disse em uma postagem em sua plataforma Truth Social que ainda não encerrou o assunto com Cook. “Tomaremos as medidas cabíveis imediatamente para garantir que alguém que cometeu irregularidades não tome decisões vitais relativas ao bem-estar dos Estados Unidos da América!”, escreveu ele. Lisa Cook, diretora do Fed Al Drago/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 17:40:11 -0000
Aquileo | Favorito a premiê do Reino Unido se compromete a respeitar regras fiscais vigentesRegras fiscais são acompanhadas de perto pelos mercados financeiros no paíshttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/favorito-a-premi-do-reino-unido-se-compromete-a-respeitar-regras-fiscais-vigentes.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/favorito-a-premi-do-reino-unido-se-compromete-a-respeitar-regras-fiscais-vigentes.ghtml
]]> Andy Burnham, o deputado trabalhista que deve substituir Keir Starmer como primeiro-ministro do Reino Unido, afirmou que seus planos para o país estão em consonância com o manifesto do partido para 2024, reiterando seu compromisso com uma série de regras fiscais. As regras fiscais, que incluem equilibrar os gastos correntes com as receitas tributárias e reduzir a dívida como porcentagem do PIB, são acompanhadas de perto pelos mercados financeiros. Ao proferir seu primeiro discurso desde seu retorno a Westminster no início de junho, o que consolidou sua posição como provável sucessor de Starmer, Burnham afirmou nesta segunda-feira que seu plano de mudança “sem correr riscos com as finanças públicas, buscará dar ao Reino Unido algum fôlego”. As mudanças que ele planeja para a forma de governar o país são “consistentes com o manifesto de 2024”, acrescentou. O Partido Trabalhista de Keir Starmer prometeu em seu manifesto, antes de obter uma vitória esmagadora nas eleições de julho de 2024, que não aumentaria os impostos sobre os trabalhadores, incluindo o imposto de renda, as contribuições para a previdência social ou o imposto sobre o valor agregado. Burnham afirmou que seus planos serão “apoiados pela estabilidade que advém de finanças públicas sólidas... e pela disciplina de nossas regras fiscais atuais”. No ano passado, houve preocupação entre os investidores quanto à abordagem de Burnham em relação às regras fiscais, depois que ele afirmou que o Reino Unido precisava “superar essa situação de estar nas mãos dos mercados de títulos”. Andy Burnham, favorito a assumir como premiê do Reino Unido Temilade Adelaja/Reuters
valorMon, 29 Jun 2026 17:33:14 -0000
Aquileo | iFood pede monitoramento de Keeta e 99Food e atribui expansão das concorrentes a capital da ChinaiFood afirma que DiDi, controladora da 99Food, e Meituan, dona da Keeta, têm acesso facilitado a capital de baixo custo em razão de políticas industriais chinesashttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ifood-pede-monitoramento-de-keeta-e-99food-e-atribui-expansao-das-concorrentes-a-capital-da-china.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/ifood-pede-monitoramento-de-keeta-e-99food-e-atribui-expansao-das-concorrentes-a-capital-da-china.ghtml
]]> O iFood pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que acompanhe preventivamente a atuação da Keeta e da 99Food no mercado brasileiro de delivery, sob o argumento de que as duas plataformas contam com capacidade financeira que lhes permite sustentar subsídios e operar com prejuízo para ganhar mercado. Para embasar o pedido, a empresa cita uma nota técnica do Departamento de Estudos Econômicos (DEE) do Cade sobre experiências internacionais com preços predatórios e guerras de subsídios. Na petição, o iFood afirma que DiDi, controladora da 99Food, e Meituan, dona da Keeta, têm acesso facilitado a capital de baixo custo em razão de políticas industriais chinesas. Entre elas, cita a Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative), programa de investimentos internacionais lançado por Pequim, e a Rota da Seda Digital (Digital Silk Road Initiative), voltada à expansão de empresas e tecnologias digitais no exterior. Segundo o iFood, essas iniciativas oferecem apoio financeiro e respaldo governamental a projetos de expansão internacional. O documento afirma que DiDi e Meituan adotam uma estratégia de expansão baseada em subsídios e na absorção de prejuízos para ampliar participação de mercado. Como exemplo, cita relatório do banco australiano Macquarie segundo o qual os investimentos da DiDi no Brasil foram o principal fator para um prejuízo de US$ 470 milhões no último trimestre de 2025. A petição também menciona que a Meituan registrou prejuízo líquido de US$ 3,4 bilhões em 2025 e cita a saída da Deliveroo de Hong Kong e do Catar e da plataforma Cari do Kuwait como exemplos de mercados em que concorrentes deixaram de operar após a entrada da Keeta. Com base na nota técnica do DEE e em exemplos de medidas adotadas por autoridades concorrenciais de países como China, Índia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Catar, o iFood pede que o Cade solicite informações sobre a estrutura de custos e a política de preços das plataformas que atuam no mercado brasileiro para avaliar eventuais indícios de condutas predatórias.
Petição cita mercados em que concorrentes deixaram de operar após a entrada da KeetaDivulgaçãovalorMon, 29 Jun 2026 17:28:08 -0000
Aquileo | Com foco em data centers, Martin Marietta acerta compra de fornecedora de minerais por US$ 13,5 biFornecedora de materiais de construção pretende comprar a Lhoist North America, que atua com calcário, dolomita e mineraishttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/com-foco-em-data-centers-martin-marietta-acerta-compra-de-fornecedora-de-minerais-por-us-135-bi.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/com-foco-em-data-centers-martin-marietta-acerta-compra-de-fornecedora-de-minerais-por-us-135-bi.ghtml
]]> De olho em centros de dados e outros megaprojetos, a fornecedora de materiais de construção Martin Marietta Materials informou nesta segunda-feira (29) que pretende adquirir a Lhoist North America, fornecedora de calcário, dolomita e minerais, por US$ 13,5 bilhões. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 17:24:07 -0000
Aquileo | Governo envia projeto que aumenta teto anual para enquadramento no MEIProposta prevê elevação progressiva; teto seria de R$ 110 mil em 2027 e de R$ 140 mil em 2028https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/hugo-motta-diz-que-recebeu-projeto-que-aumenta-limite-anual-do-mei-do-presidente-lula.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/hugo-motta-diz-que-recebeu-projeto-que-aumenta-limite-anual-do-mei-do-presidente-lula.ghtml
]]> Após acordo com a cúpula da Câmara dos Deputados, o governo federal encaminhou ao Congresso um projeto que aumenta, de forma progressiva, o teto anual para enquadramento no regime de Microempreendedor Individual (MEI) para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, além de permitir a contratação de até dois empregados. Atualmente, o teto do faturamento é de R$ 81 mil por ano. O Valor apurou que a medida terá um impacto fiscal, em média, de R$ 2 bilhões por ano em 2027 e 2028. A legislação determina que esse impacto precisa estar previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA) dos próximos anos e ser compatível com a meta fiscal estabelecida. Dessa forma, não será preciso apresentar medida de compensação. Para Felipe Salto, economista-chefe da Warren Rena e ex-secretário da Fazenda de São Paulo, embora a proposta do governo “seja melhor” do que a que tramita no Congresso, o impacto fiscal ainda é “relevante” e “preocupa”, sobretudo em um contexto de déficit primário efetivo (sem considerar os abatimentos legais). “Os efeitos permanentes são consideráveis e dificilmente serão compensados. Além disso, vale discutir a fundamentação econômica para a ampliação do teto de receita”, afirmou Salto. O especialista em Previdência Social Rogério Nagamine destaca que a elevação do teto do MEI vai piorar as contas do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), pois os microempreendedores recolhem apenas 5% do salário mínimo para a Previdência, muito abaixo da contribuição patronal e dos trabalhadores da iniciativa privada. “O MEI precisa de reestruturação e não ampliação do limite de faturamento, que vai agravar os problemas de focalização, desequilíbrios financeiros e atuariais [no RGPS] e as distorções no mercado de trabalho”, diz Nagamine. O governo não cogitava enviar um projeto de lei para reajuste do MEI, mas mudou de ideia a pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que pediu a aprovação da proposta para compensar o impacto que os pequenos negócios terão com o fim da escala de trabalho 6x1, aprovada em maio pela Casa por meio de uma proposta de emenda à Constituição (PEC). Horas antes do anúncio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com Motta para oficializar o envio do projeto do governo sobre o MEI. “Esta matéria faz parte de uma negociação direta que liderei junto à aprovação da PEC da jornada de trabalho”, escreveu Motta no X. Também na rede social, Lula afirmou acreditar que o Congresso fará “um esforço muito grande” para aprovar o projeto do MEI. “Se Deus quiser, [o Congresso] vota isso o mais rápido possível para que a gente possa favorecer aquelas pessoas que mais precisam de crédito”, disse o presidente em vídeo ao lado de ministros e do próprio Motta. O presidente também afirmou que a proposta “corrige uma defasagem histórica”, fortalece os pequenos negócios e incentiva a geração de empregos no país. A principal mudança prevista no projeto é a elevação gradual do limite de faturamento anual do MEI, de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil até 2028. O texto também amplia de um para até dois o número máximo de empregados que podem ser contratados por MEIs. Além disso, autoriza a contratação temporária de empregado substituto em caso de afastamento legal de trabalhador já vinculado ao microempreendedor. Há outro texto em tramitação em uma comissão especial da Câmara propondo reajuste do MEI, mas em condições mais amplas. Além de elevar o teto anual de faturamento para R$ 144,9 mil, prevê um reajuste do teto do Simples Nacional, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,7 milhões. A renúncia dessa proposta seria de ao menos R$ 50 bilhões, valor não compatível com a trajetória de meta fiscal estabelecida pelo governo. Por isso, o governo enviou a sua própria proposta, restringindo o reajuste ao MEI. Foi uma maneira de marcar posição sobre o tema. Um integrante do governo afirma que Motta se comprometeu a votar apenas o reajuste do MEI, mas parlamentares pressionam para que seja aprovado também o reajuste ao Simples, o regime tributário das micro e pequenas empresas. O governo pretende demonstrar aos deputados que a renúncia de receita que seria gerada com o reajuste do Simples não é compatível com as metas fiscais, a não ser que haja uma medida de compensação de mesmo valor. Como não há disposição dos deputados para subir tributo em ano eleitoral, um interlocutor acredita que será possível barrar o avanço da medida. Ainda não há previsão de quando o projeto do MEI será votado, apesar do desejo de Motta de acelerar a matéria. Uma reunião de líderes partidários nesta terça-feira (30) vai discutir o assunto.
Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)Marina Ramos/Câmara dos DeputadosvalorMon, 29 Jun 2026 17:13:19 -0000
Aquileo | E se nenhuma morte no trânsito fosse aceitável?Detran-SP apresenta Plano de Segurança Viária com o objetivo de reduzir em 50% os óbitos nas vias paulistas até 2030https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/detran-sp/noticia/2026/06/29/e-se-nenhuma-morte-no-transito-fosse-aceitavel.ghtml https://valor.globo.com/conteudo-de-marca/detran-sp/noticia/2026/06/29/e-se-nenhuma-morte-no-transito-fosse-aceitavel.ghtml
]]> Durante décadas, mortes durante deslocamentos foram tratadas como “acidentes" e, portanto, consequência inevitável da circulação de veículos e das dinâmicas próprias do tráfego. O Plano de Segurança Viária do Estado de São Paulo, contudo, parte da premissa oposta ao considerar que nenhuma perda de vida é aceitável. Conhecido como Visão Zero, esse princípio, criado na Suécia na década de 1990, rejeita a ideia de que esses óbitos sejam fatalidades imprevisíveis e sustenta que podem ser evitados. Apesar do crescimento da frota, o número de vítimas fatais nas estradas caiu de forma contínua desde a adoção da política, tornando o país escandinavo referência mundial em segurança viária. No Brasil, essa abordagem vem se refletindo também na linguagem, com uma alteração de nomenclatura incorporada ao Código de Trânsito, que o plano paulista adota. Ao substituir "acidente" pelo termo "sinistro de trânsito", evidencia-se que esses eventos podem ser prevenidos não apenas por meio de comportamentos mais responsáveis dos cidadãos, mas também com melhores escolhas de desenho, gestão e fiscalização da mobilidade. A mudança de paradigma parte do reconhecimento de que falhas humanas acontecem, seja por distração, fadiga, excesso de confiança ou erro de julgamento. Portanto, em vez de esperar um comportamento perfeito das pessoas, a infraestrutura viária deve ser planejada para minimizar riscos. Essa metodologia é conhecida como Sistema Seguro e exige que o ambiente urbano e rodoviário seja projetado para que esses erros não custem vidas. Na prática, isso significa ruas e rodovias desenhadas para reduzir conflitos entre os diferentes usuários, velocidades compatíveis com a capacidade de sobrevivência do corpo humano, veículos mais seguros, fiscalização orientada por tecnologia e atendimento rápido às vítimas. As ações previstas envolvem uma estrutura integrada que articula diferentes órgãos estaduais e especialistas. A combinação do Visão Zero e do Sistema Seguro no Plano de Segurança Viária do Estado de São Paulo promove a ideia de que a responsabilidade pela segurança no trânsito deve ser compartilhada entre todos os atores, a fim de reduzir a gravidade dos sinistros. Logo, o sistema deve ser concebido para que falhas humanas não se convertam em mortes ou lesões graves. O plano, assim, busca redefinir a divisão de responsabilidades para construir um ambiente viário mais seguro. Por um lado, reconhece a importância do comportamento individual, como respeitar os limites de velocidade, evitar o uso do celular ao volante, não dirigir após consumir álcool e utilizar equipamentos de segurança. Por outro, estabelece que o dever de garantir a segurança do sistema cabe ao poder público e aos agentes encarregados do planejamento, da operação e da fiscalização da mobilidade. A partir dessas diretrizes, o plano busca reduzir em 50% as mortes no trânsito até 2030 e consolidar, até 2035, uma política permanente de segurança viária no estado. A estratégia combina investimentos em infraestrutura, tecnologia, fiscalização, educação e atendimento às vítimas, alinhando-se às metas da Segunda Década de Ação pela Segurança no Trânsito da ONU e ao Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito, o Pnatrans. Gestão de dados A tecnologia ocupa papel central na estratégia. De forma estrutural, o Plano se baseia em uma análise criteriosa de dados, o que permite identificar áreas críticas, direcionar investimentos e monitorar continuamente os resultados das políticas públicas. Para compreender a dinâmica dos sinistros de trânsito no estado, por exemplo, foram utilizados os registros do Infosiga, sistema que reúne informações estatísticas de diversos órgãos públicos e integra o processo de transformação digital do Detran-SP. Segundo as projeções, caso a tendência atual seja mantida, a taxa de mortalidade poderá voltar a crescer nos próximos anos. Com a implementação das medidas previstas no documento, entretanto, a expectativa é reduzir o indicador de 13,41 para 5,68 óbitos por 100 mil habitantes até 2030, preservando aproximadamente 19 mil vidas ao longo do período. Além do impacto humano, a redução dos sinistros tende a aliviar a pressão sobre o sistema de saúde, diminuir custos previdenciários, reduzir perdas de produtividade e melhorar a qualidade de vida nas cidades. Mudança de cultura no trânsito O plano prevê uma série de iniciativas que busca transformar a relação da população com o trânsito e com o ecossistema viário como um todo. Organizado em 8 eixos estratégicos, destacam-se o de vias seguras, que prevê uma infraestrutura capaz de antecipar e mitigar erros humanos; o de educação, para a formação de uma nova cultura de trânsito; e o de atendimento às vítimas, com maior agilidade pós-sinistro para reduzir sequelas. A implementação foi dividida em três etapas. Até 2027, o foco será consolidar a governança, estruturar projetos-piloto e executar ações prioritárias. Em seguida, entre 2028 e 2030, pretende-se ampliar as iniciativas em larga escala para atingir a meta de redução de 50% das mortes. A fase de longo prazo, até 2035, busca tornar São Paulo referência nacional e internacional em segurança viária. A proposta do Plano de Segurança Viária é substituir o caráter reativo da cultura de trânsito tradicional por uma política permanente de prevenção dos sinistros, colocando a preservação da vida como prioridade das políticas públicas de mobilidade. A meta é transformar ruas e rodovias em espaços seguros, inclusivos e sustentáveis.
O documento busca redefinir a divisão de responsabilidades para construir um ambiente viário mais seguroGetty ImagesvalorMon, 29 Jun 2026 17:08:11 -0000
Aquileo | TJSP condena homem por estelionato afetivo contra ex-companheiraEle nunca pagou empréstimos que chegam a cerca de R$ 50 milhttps://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/06/29/tjsp-condena-homem-por-estelionato-afetivo-contra-ex-companheira.ghtml https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2026/06/29/tjsp-condena-homem-por-estelionato-afetivo-contra-ex-companheira.ghtml
]]> O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) manteve, em parte, decisão que condenou um homem por estelionato afetivo contra ex-companheira. Ele fazia empréstimos com ela e não pagava. A decisão da 16ª Câmara de Direito Criminal foi unânime. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 17:00:16 -0000
Aquileo | Agências reguladoras precisam de autonomia para atrair investimento, dizem autoridadesAssociação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base calcula que o fortalecimento dessas agências pode viabilizar mais de 550 projetos, que somam R$ 1 trilhão em investimentos, para a próxima décadahttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/agncias-reguladoras-precisam-de-autonomia-para-atrair-investimento-dizem-autoridades.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/agncias-reguladoras-precisam-de-autonomia-para-atrair-investimento-dizem-autoridades.ghtml
]]> As agências reguladoras do país precisam de autonomia para gerir contratos e atrair mais investimentos para o setor de infraestrutura, disseram representantes da indústria de base e de agências reguladoras nesta segunda-feira (29) na primeira edição do Fórum de Infraestrutura Sustentável, promovido pela Editora Globo em parceria com o Valor. André Isper, diretor-presidente da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), que fiscaliza e regula concessões de rodovias, terminais e serviços de transporte do Estado, disse que a autonomia orçamentária é “chavão” em leis, mas raramente garantida na prática. Citou que, em São Paulo, o governo passou a recolher o superávit das agências a partir de 2021, o que gera dificuldades de planejamento. “No passado, já ocorreu o estrangulamento das agências via orçamento. Administrar é gerir recursos e gerir contratos, e não garantir a autonomia das agências seria limitar esse investimento”, completou. Ele defendeu que previsibilidade financeira pode destravar projetos. “Se tiver uma tarefa para o setor, acho que é buscar essa autonomia financeira que, sem dúvida, vai dar bons resultados para o Brasil”, acrescentou. De acordo com Ana Carolina Argolo Lucarini, diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a situação orçamentária é crítica, já que a agência sofreu cortes da ordem de 40% no orçamento discricionário (não obrigatório) apenas neste segundo semestre. Ela explicou que isso compromete atividades de fiscalização e monitoramento, e que o desafio aumentou desde que a ANA assumiu a regulação do saneamento em 2020. “Recebemos uma incumbência a mais de fazer a regulação do setor de saneamento e eu sei que isto é um reflexo também em outras agências”, disse. Para a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), apenas o fortalecimento de agências como essas, em nível federal, estadual e municipal, pode viabilizar mais de 550 projetos que somam quase R$ 1 trilhão em investimentos privados previstos para a próxima década pela entidade. “As agências reguladoras são absolutamente fundamentais para que a gente venha a levar adiante todo o programa que temos em desenvolvimento”, disse Venilton Tadini, presidente da entidade. O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), que também participou do evento, disse que o avanço da infraestrutura no Brasil — embora o país possua segurança jurídica que já atrai capital estrangeiro — também depende de um cenário macroeconômico melhor. “Tem órgãos reguladores que precisam ser fortalecidos, sim, mas também precisamos ter uma condição macroeconômica mais favorável porque não há BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] e não há empresa que resista com esse nível de juros que nós temos no país”, completou. André Isper, diretor-presidente da Agência de Transporte do Estado de São Paulo Ana Paula Paiva/Valor
valorMon, 29 Jun 2026 16:58:32 -0000
Aquileo | Hotéis transformam Copa do Mundo em vitrine para bares e restaurantesBares e restauranetes representam até 27% do faturamento do setor hoteleirohttps://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/hoteis-transformam-copa-do-mundo-em-vitrine-para-bares-e-restaurantes.ghtml https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/hoteis-transformam-copa-do-mundo-em-vitrine-para-bares-e-restaurantes.ghtml
]]> De olho no avanço da área de alimentos e bebidas, hotéis aproveitam a Copa do Mundo para ampliar receitas com bares e restaurantes, segmento que já representa até 27% do faturamento do setor. Redes como a Accor afirmam que as vendas de alguns bares chegam até a triplicar durante os jogos e reforçaram a programação com experiências temáticas e parcerias comerciais para atrair hóspedes e público externo. Levantamento feito pela consultoria JLL, com apoio do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e da Resorts Brasil, mostra que o segmento de alimentos e bebidas é um grande parceiro na geração de receitas. Nos hotéis com diária média abaixo de R$ 740, a categoria representou 19,1% das receitas em 2024. Já nas propriedades com diária média acima deste patamar, a representatividade da divisão de alimentos e bebidas (chamada de A&B) nas receitas foi de 26,9%. Olivier Hick, diretor de operações da Accor Brasil, disse que alguns bares dos hotéis da rede no Brasil chegam a ter um faturamento até três vezes maior durante os jogos. “Imagina que neste ano teremos uma Copa do Mundo com mais de um mês”, disse. A Copa deste ano é a maior da história em número de jogos. Apenas no Brasil, a Accor tem mais de 300 hotéis, figurando como a líder de mercado. Bruno Latini, gerente de A&B da Accor Brasil, disse que o grupo aumentou a aposta neste ano. No Ibis Morumbi, o grupo montou uma arquibancada para que o público possa ver os jogos. Na Copa anterior, o jogo foi apenas transmitido no lobby do hotel. “Como vimos que deu certo, aumentamos a estrutura e estamos lotados”, disse. O público, acrescentou, passou a frequentar os espaços não apenas nos jogos do Brasil. No ano passado, a área de A&B representou mais de 21% da receita total da Accor no Brasil, alcançando mais de R$ 1,2 bilhão em faturamento – em 2024, foi de cerca de R$ 1 bi. Segundo Hick, a aposta é de que em cinco anos a categoria deverá representar entre 30% e 35% do faturamento, com a implementação e expansão dos conceitos gastronômicos nas unidades. Outra empresa atenta ao setor é a tailandesa Minor. Uma das ativações é o Tivoli Fire Up, em São Paulo. Marco Amaral, vice-presidente de operações e desenvolvimento na Europa e na América do Sul da Minor, contou que a Copa é uma oportunidade para que os hotéis maximizem o retorno dos investimentos já feitos. “Em vez de grandes aportes em infraestrutura, priorizamos o aproveitamento de estruturas já existentes. Em São Paulo, o modelo foi sustentado principalmente por parcerias comerciais, nas quais patrocinadores contribuíram com investimentos e ativações. Em Belém, direcionamos recursos para reforço operacional, estrutura de transmissão, comunicação e entretenimento. Já na Praia do Forte, o foco esteve na ambientação e na integração dos espaços de convivência do resort”, disse. Entre as parcerias fechadas estão empresas como Coca-Cola Femsa, Bacardi, Interfood, Odontoprev, Infinox e Ventisol, R1, Solar/Coca-Cola, Diageo e Chandon. Ainda conforme Amaral, a projeção do grupo é de que a Copa colabore para um crescimento entre 12% e 30% no faturamento de A&B, dependendo do perfil e da localização de cada unidade. “A Copa reforça uma tendência que já observamos há alguns anos: os hotéis deixaram de ser apenas locais de hospedagem e passaram a disputar espaço como destinos de lazer, gastronomia e entretenimento”, disse. No Tivoli Mofarrej São Paulo, o segmento de A&B passou de aproximadamente 30% para 45% do faturamento total do hotel ao longo dos últimos anos. “Esse avanço demonstra que a gastronomia deixou de ser apenas um complemento da hospedagem para se tornar uma unidade de negócio estratégica”, disse. No Tivoli Ecoresort Praia do Forte, A&B representa atualmente cerca de 46% da receita total do empreendimento. Já a Atlantica Hospitality International preparou uma série de ações para as propriedades, com a criação de cardápios de boteco, porções especiais e menus de drinks temáticos. “Uma das estratégias centrais foi a formatação de combos promocionais (como petiscos ou pizza combinados com balde de cerveja) para otimizar o consumo, disse Mark Campbell, VP de Produtos e Serviços Técnicos do grupo. Segundo Campbell, a Atlantica espera um incremento no ticket médio por cliente nos dias de jogos da Seleção Brasileira de cerca de 20%, a depender da localização do hotel. No comparativo de junho de 2026 com o mesmo período do ano anterior, os hotéis com perfil voltado para lazer e eventos estimam um crescimento de receita em até 50%. Já os hotéis de perfil estritamente corporativo preveem estabilidade ou um impacto menor, reflexo da desaceleração natural de viagens de negócios em dias de jogos. Globalmente, a patrocinadora da Fifa em hotelaria nesta Copa é a Marriott Bonvoy. No Brasil, uma das principais ativações da marca é no Renaissance São Paulo Hotel. A propriedade fez uma ativação em seu lobby chamada de [A]rena. O espaço conta com um bar dedicado à experiência, que oferece uma carta exclusiva de coquetéis, além de opções gastronômicas. O espaço é aberto ao público durante todos os jogos. Olivier Hick, diretor de operações da Accor Brasi, diz que alguns bares dos hotéis da rede no Brasil chegam a ter um faturamento até três vezes maior durante os jogos. Ana Paula Paiva/Valor
valorMon, 29 Jun 2026 16:50:23 -0000
Aquileo | Jogos de futebol vão valer mais em tempos de IA, diz Itaú BBAhttps://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/jogos-de-futebol-vao-valer-mais-em-tempos-de-ia-diz-itau-bba.ghtml https://valor.globo.com/mundo/copa-do-mundo-2026/noticia/2026/06/29/jogos-de-futebol-vao-valer-mais-em-tempos-de-ia-diz-itau-bba.ghtml
]]> Eventos esportivos devem se valorizar como ativos nos próximos anos, à medida que a inteligência artificial passa a permear cada vez mais a produção de outros tipos de conteúdo, como filmes e séries. É o que propõe um relatório do Itaú BBA sobre a evolução do mercado de direitos de transmissão assinado pelos analistas de tecnologia Maria Clara Infantozzi, Stephano Gabriel e Leonardo Cintra. Um jogo de futebol é capaz de engajar a audiência de uma maneira que um produto feito com inteligência artificial dificilmente consegue replicar. “O brasileiro quer assistir ao vivo, ele não quer assistir esse conteúdo depois. Vender mídia, vender publicidade, nesse momento pode destravar ainda mais valor, na nossa visão”, diz Infantozzi. No ano passado, o valor total dos direitos de transmissão de eventos esportivos no mundo chegou a US$ 57,8 bilhões, segundo a empresa de análise de dados SportBusiness, o que significa um crescimento de 3,3% em relação a 2023. A comparação entre anos ímpares permite ver além dos efeitos de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos. “O mercado global de mídia esportiva continua a desafiar os ventos contrários macroeconômicos mais amplos, como as flutuações das taxas de juros e a volatilidade dos mercados de capitais, que têm freado outros segmentos da indústria do entretenimento”, aponta o relatório. Com a Copa do Mundo, a SportBusiness calcula que os direitos de transmissão de eventos esportivos devem alcançar US$ 66,42 bilhões em 2026. Até 2030, devem superar US$ 78 bilhões, segundo a firma de dados Ampere Analytics. O principal vetor de crescimento deve seguir sendo a entrada de serviços de streaming na disputa pelos esportes - atualmente elas já respondem por 20% dos gastos globais com direitos de transmissão. “Cada vez mais as plataformas digitais têm buscado aumentar o nível de retenção do cliente”, explica a analista. As competições esportivas oferecem um público fiel, que se mantém interessado por períodos mais longos, ao invés de, por exemplo, cancelar a assinatura após chegar ao fim de uma série. “Como consequência, a precificação dos direitos de mídia esportiva tem se tornado cada vez menos dependente da monetização direta da televisão linear, passando a ser impulsionada principalmente pelo valor estratégico de reter consumidores dentro de amplos ecossistemas digitais” , diz o relatório. A equipe de análise do Itaú BBA aponta que a alocação de capital em direitos de transmissão não é uniforme, mas se concentra em ligas esportivas consolidadas, com consumidores em rápido processo de digitalização. Em 2021, a NFL, principal liga de futebol americano dos Estados Unidos, vendeu os direitos de transmissão para o período de 2023 a 2033 por aproximadamente US$ 110 bilhões. Apesar disso, o futebol jogado com os pés ainda responde pela maior fatia do valor dos direitos de transmissão: cerca de US$ 20,8 bilhões, considerando todas as competições. Os torneios de futebol do Brasil, entretanto, contribuem com uma parcela ainda pequena desse total, de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, sendo que o Brasileirão sozinho vale cerca de R$ 2,8 bilhões, segundo cálculos do Itaú BBA. “Quando a gente compara os direitos do Brasileirão com os de outras ligas no mundo, a gente percebe que existe um gap muito relevante de monetização” , afirma Maria Clara. O relatório aponta que mudanças regulatórias recentes, como a chamada Lei do Mandante, de 2021, que atribuiu ao time da casa o direito de negociar exclusivamente a venda da transmissão, contribuíram para ampliar o valor das competições. “A Lei da SAF, de alguma forma, ajudou também a aumentar a governança e profissionalização dos clubes e os direitos de transmissão“, diz a especialista. Na avaliação do Itaú BBA, a aceleração desse crescimento no Brasil depende da adoção de melhores práticas de governança pelos clubes, do aprimoramento da gestão das vendas de direitos, do aumento de investimentos no ecossistema do futebol e de uma maior coordenação entre os times.
Um jogo de futebol é capaz de engajar a audiência de uma maneira que um produto feito com inteligência artificial dificilmente consegue replicarDivulgação FootbaovalorMon, 29 Jun 2026 16:49:34 -0000
Aquileo | Bukele busca indicação partidária para terceiro mandato em El SalvadorEleições gerais de El Salvador estão marcadas para fevereiro do próximo anohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/bukele-busca-indicao-partidria-para-terceiro-mandato-em-el-salvador.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/bukele-busca-indicao-partidria-para-terceiro-mandato-em-el-salvador.ghtml
]]> O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, registrou sua candidatura para concorrer à indicação de seu partido para a eleição presidencial de 2027, buscando um terceiro mandato depois que aliados no Congresso alteraram a Constituição para permitir a reeleição por tempo indeterminado. Bukele, que assumiu o cargo pela primeira vez em 2019, está cumprindo seu segundo mandato após mudanças legislativas terem aberto caminho para sua reeleição. Em dezembro, ele afirmou estar aberto a permanecer no cargo por mais uma década. “Estamos prontos”, escreveu Xavi Zablah, líder do Nuevas Ideas e primo do presidente, no X no final do domingo. O vice-presidente do país, Félix Ulloa, também se inscreveu para concorrer a outro mandato ao lado de Bukele. Ambos devem participar das primárias do partido em 12 de julho, embora não se espere que enfrentem adversários. As eleições gerais de El Salvador estão marcadas para fevereiro do próximo ano. Em julho passado, os aliados do partido governista no Congresso aprovaram uma emenda constitucional que encurtou o mandato atual de Bukele, que começou em 2024, e permitiu que ele concorresse novamente a um novo mandato de seis anos. Na mesma votação, os parlamentares aprovaram a reeleição presidencial por tempo indeterminado, removendo as restrições constitucionais que antes a impediam. Se eleito, Bukele permaneceria no cargo até 2033. Bukele, que completará 45 anos em julho, continua muito popular e mantém bons índices nas pesquisas, em grande parte devido ao estado de emergência em vigor desde 2022, que levou a uma queda acentuada no número de homicídios.
O presidente de El Salvador, Nayib BukeleJeenah Moon/BloombergvalorMon, 29 Jun 2026 16:49:04 -0000
Aquileo | Como é a chuteira personalizada de Neymar para a Copa o Mundo Nesta segunda-feira (29), a seleção brasileira enfrenta o Japão pela fase eliminatória da competição e o jogador é uma das opções do técnico Carlo Ancelottihttps://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/como-e-a-chuteira-personalizada-de-neymar-para-a-copa-o-mundoo.ghtml https://valor.globo.com/empresas/marketing/noticia/2026/06/29/como-e-a-chuteira-personalizada-de-neymar-para-a-copa-o-mundoo.ghtml
]]> A Puma lançou uma chuteira personalizada para Neymar Jr. durante a Copa do Mundo de 2026, a Future. O modelo foi apresentado no retorno do atacante à seleção brasileira após ficar fora dos gramados desde maio deste ano. Neymar voltou a atuar no Mundial na vitória do Brasil sobre a Escócia, quando entrou no segundo tempo, aos 76 minutos. Nesta segunda-feira (29), a seleção enfrenta o Japão pela fase eliminatória da competição e o jogador é uma das opções do técnico Carlo Ancelotti. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 16:48:23 -0000
Aquileo | Bolsas de NY sobem com ações tecnologia e trégua entre EUA e IrãApesar da reabertura do Estreito de Ormuz, os fluxos permanecem abaixo dos níveis pré-guerra, e os preços do petróleo avançamhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/bolsas-de-ny-sobem-com-acoes-tecnologia-e-tregua-entre-eua-e-ira.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/bolsas-de-ny-sobem-com-acoes-tecnologia-e-tregua-entre-eua-e-ira.ghtml
]]> As bolsas de Nova York avançam com suporte das ações de tecnologia e com certo alívio geopolítico no radar, após a trégua acordada entre Estados Unidos e Irã para encerrar os ataques do fim de semana. Apesar da reabertura do Estreito de Ormuz, os fluxos permanecem abaixo dos níveis pré-guerra, e os preços do petróleo avançam. Por volta das 13h30, o índice Dow Jones subia 0,42%, aos 52.092,49 pontos; o S&P 500 ganhava 0,81%, aos 7.413,24 pontos; e o Nasdaq Composto tinha alta de 1,38%, aos 25.648,44 pontos, com a recuperação das ações de tecnologia. A Alphabet subia 4% e se destacava, após sua estreia no índice Dow Jones. As ações de tecnologia caíram na semana passada devido a renovadas preocupações sobre a sustentabilidade do crescimento dos investimentos de capital (capex) em IA e se eles continuarão a impulsionar o setor de semicondutores, que teve forte alta este ano, diz o UBS, em nota. O banco afirma que prioriza ações de infraestrutura de IA em seu posicionamento tático, já que a visibilidade da demanda, o poder de precificação e o ritmo dos lucros continuam robustos. “No entanto, a recente volatilidade do mercado também apontou para certos riscos que merecem monitoramento”, como o avanço de modelos de IA de menor custo, diz o UBS. O rendimento da T-note de 10 anos subia a 4,375%, de 4,371% no fechamento anterior. Nos mercados de câmbio, o índice DXY – que mede a relação entre o dólar e uma cesta de moedas de países desenvolvidos – recuava 0,24% a 101,12 pontos, nas mínimas do dia. “A alta do dólar mostrou sinais de cansaço no final da semana passada, e acreditamos que ela pode exigir alguns dados ‘hawkish’, propensos ao aperto monetário, esta semana para evitar novas quedas”, diz no ING, em nota. “Naturalmente, qualquer reprecificação do risco no Golfo forneceria um claro catalisador de alta para o dólar, dada a flexibilidade adicional na reprecificação ‘hawkish’ do Federal Reserve”, diz o ING. Ao longo da semana, os dados dos EUA estarão em foco, com a divulgação do relatório de emprego conhecido como payroll. A expectativa é de criação de vagas novamente acima de 100 mil. Além disso, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou os apelos do presidente Donald Trump pela remoção da diretora do Fed Lisa Cook. Na Europa, o fórum de Sintra não deve trazer um tom mais “dovish”, propenso ao afrouxamento monetário, por parte do BCE (Banco Central Europeu) antes do importante teste do CPI (inflação) na quinta-feira, diz o ING. Por fim, o petróleo Brent para entrega em agosto subia 1,72% a US$ 73,23 por barril, e o WTI para o mesmo mês ganhava 2,22% a US$ 70,77. Os ataques entre Estados Unidos e Irã no fim de semana elevaram os temores sobre os fluxos globais de petróleo, mas a trégua entre os dois países ajudou a aliviar as tensões, embora o tráfego pelo Estreito de Ormuz permaneça abaixo dos níveis normais.
Michael Nagle/BloombergvalorMon, 29 Jun 2026 16:44:41 -0000
Aquileo | Roche desafia domínio da Illumina com nova máquina de sequenciamento genéticoEmpresa afirma que seu equipamento converte o DNA ou o RNA em moléculas mais longas, mais fáceis de ler, e depois as faz passar por um chip para gerar dados que podem ser analisados quase em tempo realhttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/roche-desafia-domnio-da-illumina-com-nova-mquina-de-sequenciamento-gentico.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/roche-desafia-domnio-da-illumina-com-nova-mquina-de-sequenciamento-gentico.ghtml
]]> A Roche lançou nesta segunda-feira (29) seu equipamento de sequenciamento genético de última geração, marcando uma tentativa da farmacêutica e grupo de diagnósticos suíço de enfraquecer o domínio da Illumina, sediada nos Estados Unidos, sobre a tecnologia de testes genéticos e pesquisa. A Roche informou que está lançando a máquina de sequenciamento genético Axelios inicialmente em instalações voltadas para pesquisa específica, pois deseja que os pesquisadores adotem e desenvolvam aplicações para a nova tecnologia antes de passar para as versões clínicas. A empresa tentou, sem sucesso, adquirir a Illumina em uma oferta hostil de US$ 6,8 bilhões há mais de uma década. Desde então, a Roche vem expandindo sua presença no mercado de sequenciamento genético, avaliado em US$ 7,3 bilhões, por meio de parcerias e investimentos em equipamentos de última geração que decodificam o DNA e o ácido ribonucleico (RNA) para aplicações que incluem pesquisa médica, detecção de doenças e desenvolvimento de medicamentos. Diferentemente dos sistemas tradicionais de sequenciamento de leitura curta, a Roche afirma que seu equipamento Axelios converte o DNA ou o RNA em moléculas mais longas, que são mais fáceis de ler, e depois as faz passar por minúsculos poros em um chip reutilizável para gerar dados genéticos que podem ser analisados quase em tempo real. Dúvidas A Roche espera vender cerca de cem máquinas Axelios no primeiro ano e espera que isso estabeleça as bases para uma linha de produtos de grande sucesso, gerando mais de 1 bilhão de francos suíços (US$ 1,1 bilhão) em vendas anuais no longo prazo — o que, segundo analistas, é amplamente viável. As máquinas NovaSeq X da Illumina custam entre aproximadamente US$ 985 mil e US$ 1,25 milhão, enquanto o Axelios da Roche custa US$ 750 mil nos Estados Unidos. Analistas afirmaram que a Roche enfrentaria uma longa batalha para desafiar a Illumina, que, segundo suas estimativas, domina 70% do mercado. Eles questionaram se a nova tecnologia seria amplamente adotada após testes em ambientes de pesquisa. O Centro de Genômica Funcional de Zurique, que trabalha em parceria com o Hospital Universitário de Zurique, possui seis sequenciadores da Illumina e um da Element Biosciences. Catharine Aquino, chefe das unidades de genômica do centro, disse que laboratórios maiores, como o deles, provavelmente testariam o equipamento da Roche em paralelo aos dispositivos existentes antes de decidir se transfeririam os projetos para ele. Grande parte do mercado vai aguardar o feedback dos primeiros usuários antes de fazer a mudança, disse ela. Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 16:41:02 -0000
Aquileo | Empresa aeroespacial Rocket Lab compra Iridium Communications em acordo de US$ 8 bilhõesCombinação unirá duas empresas americanas inovadoras em um momento de rápida expansão da economia espacial dos EUAhttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/empresa-aeroespacial-rocket-lab-compra-iridium-communications-em-acordo-de-us-8-bilhoes.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/empresa-aeroespacial-rocket-lab-compra-iridium-communications-em-acordo-de-us-8-bilhoes.ghtml
]]> A Rocket Lab está comprando a Iridium Communications em um acordo avaliado em cerca de US$ 8 bilhões, unindo a especialista em sistemas espaciais e lançamentos com um negócio global de satélites móveis. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Rocket Lab lança foguetes de pequeno porte, em sua maioria para a órbita terrestre baixaPIxabayvalorMon, 29 Jun 2026 16:34:58 -0000
Aquileo | Primeiro programa de recompra de cotas de FII atinge objetivo antes do previstoForam canceladas 5% das cotas e houve aumento de liquidez em 20%, ganho patrimonial de 0,9% e melhoria no resultado recorrente, segundo gestora pioneira na iniciativahttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/primeiro-programa-de-recompra-de-cotas-de-fii-atinge-objetivo-antes-do-previsto.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/primeiro-programa-de-recompra-de-cotas-de-fii-atinge-objetivo-antes-do-previsto.ghtml
]]> A recompra de cotas do HFOF11, da Hedge Investments, o primeiro programa do gênero de um fundo imobiliário do país, atingiu seu objetivo antes do prazo previsto de 12 meses. Foram canceladas 5% das cotas, segundo a gestora, em dez meses. De acordo com a gestora, houve aumento de liquidez do fundo em 20%, ganho patrimonial de 0,9% e melhoria no resultado recorrente. Após recompradas, as cotas foram canceladas e, com isso, a diferença entre o valor patrimonial e de mercado das cotas foi incorporada ao patrimônio do fundo. A recompra é um recurso amplamente usado no mercado de ações, quando o valor está, na visão da empresa, baixo demais, como forma de demonstrar confiança na companhia, mas no mercado de FIIs e Fiagros a estratégia foi regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em maio do ano passado. A Hedge foi a primeira a anunciar um programa do gênero, em agosto do ano passado, quando foi autorizada em assembleia de cotistas a recomprar até 11.523.000 cotas (que correspondem aos 5% de cotas da classe única em circulação). A taxa de retorno patrimonial do fundo durante o período recompra foi de 13,4% e a taxa de retorno de mercado foi de 22,2%, superior ao IFIX, que correspondeu a 9,3%, e à média dos fundos de perfil semelhante (9,6%). A reserva de lucros acumulados aumentou de R$ 0,0699 por cota para R$ 0,0867, ou seja, quase 1,5 rendimento guardado. O fluxo de caixa operacional real do HFOF11  aumentou 1,5%, para R$ 0,0586 por cota (+1,5%). O HFOF11 é um fundo que investe em cotas de outros fundos de tijolo com patrimônio de R$ 1,6 bilhão e tem em carteira shoppings, escritórios e galpões logísticos, entre outros. Unsplash
valorMon, 29 Jun 2026 16:23:33 -0000
Aquileo | Copa do Mundo pode ser estratégia de engajamento corporativoEmpresas estão percebendo cada vez mais o valor de criar experiências que conectem emoção e estratégia em períodos como o da Copa do Mundo, avalia Gil Vasconcelos, diretora de marketing da Econhttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/copa-do-mundo-pode-ser-estrategia-de-engajamento-corporativo-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/copa-do-mundo-pode-ser-estrategia-de-engajamento-corporativo-1.ghtml
]]> Desde 11 de junho, a atenção de boa parte da sociedade está voltada para a Copa do Mundo. A edição deste ano é a maior já realizada, com 48 seleções e um total de 104 jogos. Números de pesquisas dão uma dimensão de como o Mundial desperta interesse entre a população. Em um levantamento do Instituto Locomotiva em parceria com a QuestionPro, 86% dos entrevistados disseram que pretendem assistir aos jogos, conforme reportado pela Band. O clima de futebol chega até mesmo às empresas, que buscam diferentes formas de utilizar o torneio para engajar os profissionais. Um exemplo foi o meeting da Econ Construtora, realizado no Teatro Gamaro, em São Paulo (SP). Produzido pela Pink Eventos, o encontro reuniu cerca de 700 pessoas e teve temática e decoração inspiradas na Copa do Mundo. A escolha não foi por acaso, explica Gil Vasconcelos, diretora de marketing da Econ. "A Copa tem uma força simbólica capaz de inspirar pessoas, despertar emoções e reforçar o valor do trabalho em equipe. Nosso objetivo foi transformar o meeting em uma experiência imersiva, que pudesse conectar os colaboradores e parceiros a uma visão comum de futuro", pontua a executiva. O objetivo, segundo Vasconcelos, era mostrar que cada lançamento, venda e entrega fazem parte de uma jornada coletiva. A proposta também buscou fortalecer o senso de pertencimento, celebrar conquistas e preparar o time para os próximos desafios com uma energia renovada, afirma. "Percebemos um aumento significativo no engajamento das equipes, além de um sentimento muito forte de pertencimento e orgulho de fazer parte da empresa. Um evento dessa dimensão permite que as pessoas se conectem não apenas com a estratégia do negócio, mas também com os valores e a cultura organizacional", avalia. Outro ponto importante do evento foi o alinhamento, acrescenta a executiva. Ela diz que o meeting inspirado na Copa permitiu que a empresa reforçasse objetivos, direcionamentos e prioridades, garantindo que os colaboradores saíssem do encontro com clareza sobre o papel de cada um na construção dos resultados da companhia. Na visão de Vasconcelos, quando todos entendem os objetivos, sabem qual é o seu papel e enxergam o impacto da própria contribuição, o engajamento cresce naturalmente. Além disso, a combinação entre espírito competitivo saudável, colaboração e busca por resultados cria um ambiente de alta performance. "No mercado imobiliário, especialmente, onde trabalhamos com metas desafiadoras e grandes projetos, essa conexão entre esforço coletivo e conquista é extremamente poderosa", descreve a diretora de marketing. Vasconcelos acredita que, no geral, as empresas estão percebendo cada vez mais o valor de criar experiências que conectem emoção e estratégia. No entanto, alerta a executiva, o sucesso não está apenas em utilizar um tema popular, mas em construir uma narrativa coerente com a cultura da organização e seus objetivos de negócio. Em outras palavras, a autenticidade é fundamental. A executiva diz que, quando o conceito escolhido reforça valores reais da empresa e está alinhado às metas que se deseja alcançar, ele deixa de ser apenas uma ação temática e passa a ser uma ferramenta de transformação cultural e de geração de resultados. Um exemplo de evento temático, sugerido pela Pink Eventos, seria, no caso hipotético de uma empresa do setor de tecnologia, promover internamente uma "Copa da Inovação". Divididos em "seleções", os colaboradores participariam de desafios ligados a problemas reais do negócio, como melhoria de processos, criação de novos produtos e otimização da experiência do cliente. Nesse caso hipotético, cada etapa simularia fases da Copa do Mundo, com metas claras e prazos definidos. Mais do que engajamento pontual, a iniciativa teria como objetivo estimular a colaboração entre áreas, desenvolver habilidades estratégicas e gerar soluções aplicáveis à empresa. Ao final, as melhores ideias poderiam ser implementadas, reforçando a conexão entre o clima esportivo e resultados concretos para o negócio. "Grandes eventos esportivos possuem uma narrativa muito clara: preparação, estratégia, superação e vitória. Quando traduzimos esses elementos para o ambiente corporativo, conseguimos criar campanhas mais envolventes e motivadoras. As equipes passam a enxergar as metas como desafios a serem conquistados em conjunto, e não apenas números a serem alcançados", reforça Vasconcelos. Para saber mais, basta acessar: https://pinkeventos.com.br/
Divulgação Top TV ON Brasil/Pink EventosDivulgação Top TV ON Brasil/Pink EventosvalorMon, 29 Jun 2026 16:20:18 -0000
Aquileo | Moraes irá se reunir com defesa de Bolsonaro antes de decidir sobre domiciliarBenefício por 90 dias se encerrou na semana passadahttps://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/moraes-ir-se-reunir-com-defesa-de-bolsonaro-antes-de-decidir-sobre-domiciliar.ghtml https://valor.globo.com/politica/noticia/2026/06/29/moraes-ir-se-reunir-com-defesa-de-bolsonaro-antes-de-decidir-sobre-domiciliar.ghtml
]]> O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), irá se reunir nesta terça-feira (30) com a defesa de Jair Bolsonaro antes de decidir se renova a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente. O encontro será na própria Corte, às 13h30. Em março, Moraes concedeu o benefício por 90 dias, prazo que encerrou na semana passada. A defesa pediu que a domiciliar seja renovada pelo tempo que o ministro entender adequado. O argumento é que o estado de saúde do ex-presidente segue delicado. Na reunião, a defesa deve reforçar esse ponto. Também deve minimizar a apreensão de uma arma em nome do ex-presidente durante uma blitz realizada pela Polícia Militar (PM). Moraes analisa se a arma, que estava com um segurança de Bolsonaro, configura “falta grave” apta a comprometer a domiciliar. Antes de ser mandado para casa por causa de um quadro de broncopneumonia, Bolsonaro estava preso no 19 Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, local que fica dentro do Complexo Penitenciário da Papuda e é conhecido como “Papudinha”. Na semana passada, Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestasse sobre o episódio da arma. Em parecer, o chefe do órgão, Paulo Gonet, propôs aguardar a conclusão da apuração antes de se manifestar sobre se houve falta grave. No fim de semana, a defesa de Bolsonaro voltou a solicitar a prorrogação da domiciliar afirmando que ele não cometeu desvio grave e que a arma deixou a residência do ex-presidente para reparos. O objeto foi apreendido em 15 de junho e estava com o sargento do Exército Estácio Leite da Silva Filha, que atua na segurança do ex-chefe do Executivo. O equipamento foi encontrado no assoalho do carro do militar. Os advogados sustentam que a arma era regularmente registrada e permanecia armazenada na residência de Bolsonaro desde antes de sua condenação. Também argumentam que o cumprimento da domiciliar não implicou qualquer alteração em relação ao objeto e que Bolsonaro nunca foi informado sobre eventual cassação do registro ou de processo administrativo. “Não houve ocultação do armamento, adulteração de registro, emprego de expediente destinado a frustrar a fiscalização estatal ou qualquer conduta voltada a impedir a identificação de sua origem ou titularidade. Ao contrário, a propriedade da arma foi imediatamente reconhecida e jamais constituiu circunstância desconhecida ou clandestina”, afirmam no documento. De acordo com os advogados, é natural que a arma permanecesse armazenada na residência do proprietário, uma vez que o ordenamento jurídico preservou a validade do registro e não determinou a perda ou apreensão definitiva do bem. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Ele começou a cumprir pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Depois, foi transferido para a Papudinha. Em março, recebeu o benefício de ficar temporariamente em casa enquanto se recuperava de um quadro de broncopneumonia.
Ministro do STF Alexandre de MoraesLuiz Silveira/STF - 6/5/2026valorMon, 29 Jun 2026 16:13:21 -0000
Aquileo | Infraestrutura sustentável exige ação de empresas, Estados e municípios, avaliam especialistasLuciana Costa, diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do BNDES, afirmou que a atuação conjunta é a principal saída para superar o déficit de investimento em infraestrutura no paíshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/infraestrutura-sustentavel-exige-acao-de-empresas-estados-e-municipios-avaliam-especialistas.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/infraestrutura-sustentavel-exige-acao-de-empresas-estados-e-municipios-avaliam-especialistas.ghtml
]]> O avanço da agenda de infraestrutura sustentável no país requer a atuação conjunta de empresas, Estados e municípios. A matriz energética brasileira, majoritariamente renovável, associada à melhoria de anos recentes em regulações que tratam de concessões e parcerias público privadas (PPPs) ajuda na atração de investimentos para o país, mas consolidar o movimento depende da construção de condições capazes de capturar a oportunidade. Foi o que disseram executivos da multinacional espanhola Acciona e da corretora de seguros Marsh, além de lideranças do BNDES e da Secretaria de Estado de Meio ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo (Semil), que participaram nesta segunda-feira (29) da primeira edição do Fórum de Infraestrutura Sustentável, promovido pela Editora Globo em parceria com o Valor. Segundo André De Angelo, diretor da Acciona no Brasil, a segurança jurídica e a evolução em leis de PPPs e concessões mostram que o país deixou de ser receptor para se tornar desenvolvedor de modelos, e isso atrai capital privado internacional. “O Brasil hoje não tem nada a invejar de outros países desenvolvidos e, inclusive, exporta tecnologia e formas inovadoras de estruturar projetos, como ocorreu no primeiro financiamento sustentável da Linha 6-Laranja”, disse, afirmando que o projeto serviu de modelo internacional para a empresa. Leia mais: Brasil é destino prioritário dos negócios, diz presidente global da espanhola Acciona Setor segurador mudou após eventos climáticos extremos, mas país ainda precisa avançar, diz Marsh A multinacional espanhola é executora da obra da Linha 6-Laranja, cuja primeira etapa, com seis estações, deve ser inaugurada no próximo mês, após dez anos de obras. O projeto integrou objetivos ambientais e sociais no consórcio, financiado por 11 bancos, entre eles o BNDES, com R$ 12 bilhões. “Na Linha 6 [laranja], impactamos mais de 60 mil pessoas com programas de empoderamento feminino e capacitação profissional”, disse De Angelo. O país, destino prioritário de negócios para a companhia, como disse o presidente global da multinacional, José Manuel Entrecanales, recentemente tem sido palco da expansão de atuação da multinacional no setor de saneamento através de PPPs no Paraná, no Espírito Santo, em Pernambuco e na Paraíba. Para a secretária da Semil, Natália Resende, a captura de investimentos no segmento também demanda que projetos sejam tratados como compromissos de longo prazo, independente de ciclos políticos. No modelo de PPPs, disse, o Estado já soma cerca de R$ 390 bilhões de investimentos contratados em todas as áreas. “Infraestrutura é uma política de Estado que deve perpassar governos”, afirmou. O diferencial competitivo da matriz energética do país, disse, também é explorado pelos projetos do Estado de São Paulo, na busca por empresas interessadas em resiliência climática. “Nossa matriz renovável chega a 59% [em São Paulo], muito acima da média da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico ]”, acrescentou. Para Luciana Costa, diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do BNDES, a atuação conjunta é a principal saída para superar o déficit de investimento em infraestrutura no país. Atualmente, o Brasil investe cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segmento, enquanto estudos indicam que a faixa deveria ser de 4%. Segundo ela, o cenário é influenciado pelo alto custo logístico. “Ele chega a ser o dobro de alguns países desenvolvidos”, afirmou. “Governo federal, estados e municípios têm que estar unidos nessa agenda. E, sem o setor privado, não conseguimos reduzir esse gap [espaço]”, acrescentou. Principal financiador público de projetos de infraestrutura no país, o BNDES tem mudado o modo de atuar, substituindo subsídios por inovações financeiras para atrair novos investidores, disse Costa. “[Ele] atua como um ancorador que dá selo de qualidade aos projetos, garantindo que sejam economicamente viáveis para atrair o mercado de capitais e bancos privados”, afirmou. A meta, disse, é somar de 2023 até 2026 R$ 1,1 trilhão de investimento em projetos de infraestrutura, com o BNDES ancorando R$ 300 bilhões. “Ampliamos o uso de Project Finance Non-Recourse [modalidade no qual empréstimos para grandes obras são pagos pelo fluxo de caixa gerado pelo próprio projeto], que hoje representa mais de 50% da nossa carteira. Sem essa modalidade, as empresas não teriam fôlego de balanço para os investimentos necessários no país.” Mas, sozinha, a segurança jurídica não é suficiente para aproveitar todas as oportunidades de captura de investimento, sobretudo no campo da infraestrutura sustentável. Segundo André Dabus, diretor de infraestrutura e construção da corretora de seguros Marsh Brasil, é preciso gestão de risco para dar maior segurança para financiadores, nacionais e internacionais. “A matriz de risco é a espinha dorsal de qualquer contrato e o segurador atua na retenção dos riscos gerenciáveis, permitindo que os programas de infraestrutura tenham continuidade e permanência”, afirmou. Ele também disse que a infraestrutura só será sustentável se for resiliente a novos cenários climáticos e defendeu a adoção de novos conceitos após eventos climáticos extremos como os que atingiram o Rio Grande do Sul em anos recentes. “Precisamos implementar o princípio de reconstruir melhor, que estimula a reconstrução de ativos de forma melhor e mais sustentável, evitando que a infraestrutura permaneça vulnerável a novos desastres naturais.” Também defendeu a inclusão de mitigadores extracontratuais e cláusulas que facilitem o desenvolvimento de infraestrutura sustentável ao longo do tempo. Luciana Costa, diretora de infraestrutura, transição energética e mudança climática do BNDES Leo Orestes/Glab
valorMon, 29 Jun 2026 16:12:45 -0000
Aquileo | Vini Jr é o responsável pelo sonho do hexa brasileiro, diz Financial Times O técnico Carlo Ancelotti desenhou a estratégia da seleção para valorizar o jogadorhttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/vini-jr-e-o-responsavel-pelo-sonho-do-hexa-brasileiro-diz-financial-times.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/vini-jr-e-o-responsavel-pelo-sonho-do-hexa-brasileiro-diz-financial-times.ghtml
]]> Assistir a um jogo do Brasil durante a Copa do Mundo é como “estar em uma cerimônia de culto aos ancestrais” diante da celebração dos torcedores aos antigos craques, como Pelé e Ronaldo, mas essa sensação de nostalgia acaba quando Vinícius Júnior entra em campo, avalia o Financial Times em texto publicado nesta segunda-feira (29). Para o jornal, a Seleção brasileira foi montada em torno do jogador acostumado ao futebol europeu desde os 18 anos e que carrega as expectativas de conquistar o hexacampeonato brasileiro. “Moldado na Europa, Vini não é um jogador da linhagem do ‘futebol-arte’ brasileiro, como Neymar, mas sim um atleta de jogo mais direto: um ponta que corta da esquerda para o meio e finaliza com a perna direita”, escreve a revista. O Financial Times afirma que o Vini era uma “figura secundária” na seleção brasileira antes da Copa do Mundo atual. “Por quase uma década, a Seleção foi estruturada em torno de Neymar, um armador que gostava de receber a bola no pé, deixava o trabalho defensivo para os outros e construía ataques lentos e elaborados, o que reduzia os espaços para a velocidade de Vini.” Mas a chegada do técnico Carlo Ancelotti, que já trabalhou com Vini no Real Madrid, mudou a estratégia do time para valorizar o craque, que atualmente possui a melhor forma física entre os atacantes escalados, considerando que Neymar está ainda se recuperando de uma lesão e que Raphinha se machucou durante a Copa. “A velocidade de Vini é mais perigosa quando ele tem espaço para disparar em velocidade. Por isso, a equipe de Ancelotti — de forma incomum para o Brasil — aposta no contra-ataque", descreve o Financial Times. "O esquema tático atual não funcionaria com Neymar. Ele provavelmente só entrará em campo como opção de emergência caso o Brasil precise buscar um gol contra uma defesa muito fechada”. Casos de racismo O Financial Times também escreve como Vini enfrenta “possivelmente mais racismo do que qualquer outro jogador de futebol” e como ele é “frequentemente culpado pelos ataques que sofre das torcidas na Espanha e em outros lugares”. Ainda assim, ele conta com o apoio de Ancelotti e da torcida brasileira. Diante dos casos de racismo enfrentados pelo jogador, o Congresso Nacional discute o Projeto de Lei 3089/2023, conhecida como “lei Vinícius”, para ajudar no combate a esse tipo de preconceito nos estádios brasileiros. A Fifa também aprovou uma versão similar de regra para que jogadores que cubram a boca para insultar o adversário sejam expulsos de campo. O paraguaio Miguel Almirón foi expulso com base nessa regra durante um jogo contra a Turquia na Copa este mês.
Vini Jr., camisa 7 da Seleção BrasileiraFoto: ReutersvalorMon, 29 Jun 2026 16:10:59 -0000
Aquileo | Confiança de serviços em junho teve maior alta em 3 anos, puxada por consumo das famílias, diz FGVContinuidade de performance favorável na confiança do empresário de serviços para segundo semestre ainda é incógnita, disse economista da entidade responsável pelo indicadorhttps://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/confianca-de-servicos-em-junho-teve-maior-alta-em-3-anos-puxada-por-consumo-das-familias-diz-fgv.ghtml https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/06/29/confianca-de-servicos-em-junho-teve-maior-alta-em-3-anos-puxada-por-consumo-das-familias-diz-fgv.ghtml
]]> O Índice de Confiança do setor de Serviços (ICS) subiu 2,1 pontos, para 90,8 pontos, maior alta desde junho de 2023 (2,2 pontos), informou nesta segunda-feira (29) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Um maior ímpeto de consumo das famílias em serviços impulsionou o resultado, informou Stefano Pacini, economista da FGV responsável pelo indicador. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 16:09:44 -0000
Aquileo | Bolsas da Europa têm leve recuo com avanço do petróleo A queda nos setores de mineração e de automóveis também pressionou os índices, enquanto os ganhos no segmento de tecnologia deram algum grau de suporte; a exceção do dia foi o Stoxx 600, que subiuhttps://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/bolsas-da-europa-tem-leve-recuo-com-avanco-do-petroleo.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/bolsas-da-europa-tem-leve-recuo-com-avanco-do-petroleo.ghtml
]]> As bolsas europeias encerraram esta segunda-feira (29) com leve recuo, pressionadas pelo avanço do petróleo e pela cautela dos investidores quanto aos desdobramentos da relação entre os Estados Unidos e o Irã. A queda nos setores de mineração e de automóveis também pressionou os índices, enquanto os ganhos no segmento de tecnologia, em linha com os pares americanos, deram algum grau de suporte às bolsas. O índice pan-europeu Stoxx 600 destoou e encerrou em leve alta de 0,09%, aos 636,44 pontos. O DAX, de Frankfurt, perdeu 0,18%, aos 24.626,09 pontos; o FTSE 100, de Londres, cedeu 0,23%, aos 10.484,22 pontos; e o CAC 40, de Paris, caiu 0,21%, aos 8.367,33 pontos. O setor de tecnologia do Stoxx 600 avançou 1,22%, em linha com a recuperação dos pares americanos, após o forte ajuste de posições visto no segmento em escala global na última semana. As ações de automóveis (-1,11%) continuam a desvalorizar no continente europeu, juntamente com as de mineração (-0,66%). O avanço dos juros nos títulos soberanos das principais economias europeias, sobretudo nos de curto prazo, também pressionaram o desempenho das bolsas. O mercado mostra algum grau de cautela antes do início do Fórum de Sintra, em Portugal, que contará com um discurso de abertura da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, ainda hoje. O foco do evento está na quarta-feira (1), quando Lagarde, Kevin Warsh, presidente do Federal Reserve (Fed), e Andrew Bailey, do Banco da Inglaterra (BoE), discursam. O avanço dos preços do petróleo, que ganhou tração durante a tarde de hoje, também pressionou as taxas e as bolsas no continente europeu. A reação do mercado de energia às novas hostilidades entre o Irã e os Estados Unidos no fim de semana foi relativamente contida, em grande parte por conta da suspensão dos ataques para que as negociações pudessem ser retomadas, apesar de escancararem a fragilidade da relação dos países. “Embora os preços do petróleo próximos aos níveis pré-guerra reduzam os riscos extremos para o crescimento econômico, a inflação e a volatilidade das taxas, é provável que a inflação não esteja recuando rápido o suficiente para dissipar a postura mais rígida do BCE”, diz Rainer Guntermann, estrategista de juros do Commerzbank. Cyril Marcilhacy/Bloomberg
valorMon, 29 Jun 2026 16:07:02 -0000
Aquileo | ‘Toy Story 5’ segue liderando bilheterias e ‘Supergirl’ fatura R$ 5,29 milhões na estreiaNos EUA, “Toy Story 5” também se manteve na liderança, faturando US$ 70 milhõeshttps://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/toy-story-5-segue-liderando-bilheterias-e-supergirl-fatura-r-529-milhes-na-estreia.ghtml https://valor.globo.com/empresas/noticia/2026/06/29/toy-story-5-segue-liderando-bilheterias-e-supergirl-fatura-r-529-milhes-na-estreia.ghtml
]]> Os cinemas brasileiras faturaram R$ 36,3 milhões no fim de semana, montante 18,9% inferior ao registrado na semana anterior. “Toy Story 5” seguiu liderando as bilheterias, com uma receita de R$ 22,6 milhões entre os dias 25 e 28 de junho. Os dados foram coletados pela Rentrak. Com isso, a continuação da saga da Disney alcançou R$ 64,8 milhões de faturamento desde a estreia. Neste fim de semana, 932,8 mil pessoas assistiram ao filme, elevando o público total para 2,79 milhões de telespectadores. A estreia de “Supergirl”, da Warner Bros., levou 218,3 mil pessoas às salas de cinema, que contribuíram para um faturamento de R$ 5,29 milhões — o 15º lançamento mais rentável do ano. “Dia D”, “Todo Mundo em Pânico” e “Mestres do Universo” foram assistidos por um total de 281,2 mil pessoas, completando os cinco maiores públicos do fim de semana. Nos Estados Unidos, “Toy Story 5” também se manteve na liderança, faturando US$ 70 milhões, seguido por “Supergirl”, que teve uma receita de US$ 38 milhões. Os dados são do site Box Office Mojo. Jessie, em 'Toy Story 5' Pixar-Disney via AP
valorMon, 29 Jun 2026 16:06:01 -0000
Aquileo | IA redefine como consumidores encontram empresas locaisPlataformas inteligentes transformam a lógica do marketing digital e passam a exigir novas estratégias de posicionamento para pequenas e médias empresashttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/ia-redefine-como-consumidores-encontram-empresas-locais-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/ia-redefine-como-consumidores-encontram-empresas-locais-1.ghtml
]]> Com a popularização das ferramentas de inteligência artificial nos mecanismos de busca, a forma como consumidores encontram empresas locais está passando por uma transformação significativa. O processo, antes baseado em listas de links e palavras-chave, agora se torna mais conversacional e orientado à intenção do usuário. Essa mudança altera a lógica do marketing digital, reduzindo a dependência de pesquisas tradicionais e exigindo novas estratégias de posicionamento online. De acordo com pesquisa realizada pela Central do Varejo, 47% dos varejistas brasileiros já utilizam sistemas inteligentes em áreas ligadas a marketing e vendas. Em escala global, um estudo da Accenture, divulgado pelo UOL, mostra que mais de 90% dos líderes de mídia acreditam que a IA generativa vai remodelar a indústria em breve, embora 97% admitam não ter uma visão clara sobre o impacto da tecnologia em suas estratégias. Para Daniel Parra, fundador da agência de marketing digital PlanAds, a inteligência artificial está mudando a forma como os consumidores se relacionam com a busca. "Antes, a pessoa digitava algo como 'clínica odontológica em São Paulo' e analisava uma lista de links. Agora, ela pode perguntar: 'Qual clínica odontológica perto de mim tem boa avaliação, atende crianças e abre aos sábados?'. A IA interpreta o contexto, cruza informações e tende a entregar uma recomendação mais direta", explica. Essa mudança, segundo Daniel Parra, exige que empresas locais tenham informações consistentes, avaliações reais, conteúdo claro, presença em canais relevantes e autoridade digital. "A IA vai buscar sinais de confiança em várias fontes para decidir quais negócios merecem aparecer como resposta. Não basta apenas estar presente no Google ou ter um site", avalia. "Na busca tradicional, o usuário recebe uma lista de resultados e precisa comparar os sites, abrir páginas, ler avaliações e tirar suas próprias conclusões. Na busca baseada em IA, a ferramenta já tenta fazer parte dessa análise pelo usuário, organizando as informações e, muitas vezes, entregando uma resposta resumida ou uma recomendação", complementa. Para pequenas e médias empresas, o desafio é se preparar para esse novo cenário. O primeiro passo, segundo o executivo, é organizar a presença digital por meio de um site bem estruturado, perfil atualizado no Google, dados corretos de endereço e horário, boas avaliações e conteúdo claro sobre produtos e serviços. "Depois, é importante produzir conteúdo útil. A pequena empresa precisa responder na internet às dúvidas que o cliente já faz no dia a dia. Perguntas frequentes, comparativos, orientações e conteúdos locais ajudam a IA a entender melhor quem é aquela empresa e por que ela pode ser uma boa indicação", reforça. Outro ponto essencial apontado por ele é a reputação, em que avaliações, depoimentos, presença em portais, redes sociais atualizadas e consistência nas informações passam a ter um peso maior. "A empresa que comunica bem, gera confiança e mantém seus dados organizados tende a ser mais favorecida nesse novo ambiente", ressalta. Na avaliação de Daniel Parra, o SEO tradicional continuará sendo importante, mas precisa evoluir. "A base técnica ainda vale: site rápido, bem construído, responsivo, com boa arquitetura de informação e conteúdo indexável. Porém, o SEO não pode mais ser visto apenas como repetição de palavras-chave ou tentativa de ranquear uma página específica", salienta. "O novo modelo precisa considerar autoridade, contexto, intenção de busca e presença em diferentes fontes. Eu costumo dizer que o SEO deixa de ser apenas 'aparecer no Google' e passa a 'ser entendido e recomendado pelos mecanismos inteligentes'", completa. Presença: ter uma estrutura digital profissional, com páginas bem feitas, informações claras, integração com ferramentas de análise e perfil local atualizado; Reputação: estimular avaliações verdadeiras, responder a clientes, cuidar da imagem da marca e manter consistência nos canais digitais; Conteúdo: produzir materiais que respondam a dúvidas reais do público, expliquem serviços e fortaleçam a autoridade da empresa. Ele acrescenta que mídia paga continua sendo relevante, especialmente Google Ads e Meta Ads, mas precisa estar conectada a uma estratégia mais ampla. "Não adianta investir em anúncio se, ao pesquisar a empresa, o consumidor encontra informações confusas, poucas avaliações ou um site ruim. A IA tende a valorizar marcas que apresentam sinais consistentes de confiança", observa. Evolução é a chave para o mercado nacional Sobre o mercado brasileiro, Daniel Parra afirma que muitas empresas ainda não estão preparadas para essa nova dinâmica e tratam a presença digital como algo secundário. Algumas têm redes sociais, mas não têm site estruturado. Outras têm site, mas não atualizam informações básicas. Muitas não acompanham avaliações, não produzem conteúdo e não sabem medir de onde vêm seus contatos e vendas. Apesar disso, ele vê oportunidade para quem se adaptar. "Quem se organizar agora pode sair na frente. O mercado brasileiro é muito competitivo, mas ainda existe uma grande diferença entre empresas que apenas estão na internet e empresas que realmente constroem presença digital. A inteligência artificial vai acelerar essa separação. Negócios com dados organizados, boa reputação, conteúdo relevante e estratégia digital terão mais chance de serem encontrados, recomendados e lembrados", conclui. Para saber mais, basta acessar: https://planads.us/
Imagem do Magnific/DC StudioImagem do Magnific/DC StudiovalorMon, 29 Jun 2026 16:01:39 -0000
Aquileo | Suprema Corte amplia poder de Trump para demitir chefes de agênciasAo reverter a histórica decisão de 1935, os juízes, por 6 votos a 3, invalidaram as garantias de mandato para integrantes da FTC estabelecidas pelo Congresso há mais de um séculohttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/suprema-corte-amplia-poder-de-trump-para-demitir-reguladores.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/suprema-corte-amplia-poder-de-trump-para-demitir-reguladores.ghtml
]]> Uma Suprema Corte dos Estados Unidos notoriamente dividida ampliou ontem o poder do presidente para demitir altos funcionários do governo em uma decisão histórica que coloca a Casa Branca no controle de potencialmente dezenas de agências que, por muito tempo, atuaram de forma independente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
valorMon, 29 Jun 2026 15:55:46 -0000
Aquileo | Trump diz que tomará medidas após Suprema Corte impedir demissão de Lisa Cook do FedPor 5 votos a 4, a Corte bloqueou a tentativa de Trump de se tornar o primeiro presidente a destituir um dirigente do Fed desde a criação do banco central pelo Congresso, em 1913https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/trump-diz-que-tomar-medidas-aps-suprema-corte-impedir-demisso-de-lisa-cook-do-fed.ghtml https://valor.globo.com/financas/noticia/2026/06/29/trump-diz-que-tomar-medidas-aps-suprema-corte-impedir-demisso-de-lisa-cook-do-fed.ghtml
]]> O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira que seu governo tomará medidas imediatamente para garantir que a diretora do Federal Reserve (Fed) Lisa Cook não participe de decisões relacionadas ao bem-estar do país. As declarações de Trump foram feitas na Truth Social após a Suprema Corte dos EUA se recusar a permitir que o presidente demitisse Lisa Cook, preservando a independência do banco central diante de uma contestação sem precedentes promovida pelo presidente republicano. Por 5 votos a 4, a Corte bloqueou a tentativa de Trump de se tornar o primeiro presidente a destituir um dirigente do Fed desde a criação do banco central pelo Congresso, em 1913. Em agosto de 2025, Trump tentou afastar Cook com base em acusações não comprovadas de fraude hipotecária. Ela, que é a primeira mulher negra a fazer parte do conselho do Fed, afirmou que essas alegações eram apenas um pretexto para removê-la por divergências em relação à política monetária. O mandato de Cook se estende até 2038. Ela foi nomeada pelo então presidente Joe Biden, em 2022. A diretora do Federal Reserve (Fed) Lisa Cook Nathan Howard/Reuters
valorMon, 29 Jun 2026 15:54:03 -0000
Aquileo | Uso de drywall avança e requalifica o mercado de gessoDia 30 de junho marca o Dia do Gesseiro. A marca Âncora Tools destaca como a expansão da Construção a Seco no Brasil elevou as exigências técnicas da profissão e impulsionou um mercado cada vez mais especializadohttps://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/uso-de-drywall-avanca-e-requalifica-o-mercado-de-gesso-1.ghtml https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2026/06/29/uso-de-drywall-avanca-e-requalifica-o-mercado-de-gesso-1.ghtml
]]> A Construção a Seco vem ganhando espaço no mercado brasileiro como uma alternativa mais industrializada e eficiente aos métodos construtivos convencionais. Baseado em sistemas leves e modulares, o modelo engloba soluções como o drywall para divisórias internas e o Light Steel Frame para edificações completas, combinando estruturas metálicas, placas e componentes desenvolvidos para reduzir etapas de obra, otimizar recursos e aumentar a produtividade nos canteiros. Além de contribuir para uma execução mais ágil, esses sistemas se destacam pela menor geração de resíduos e pela precisão construtiva, acompanhando uma tendência global de modernização do setor. Com essa mudança no comportamento das obras, ampliou-se também o espaço de atuação do gesseiro, profissional responsável por acabamentos, divisórias, forros e revestimentos. No dia 30 de junho é comemorado o Dia do Gesseiro, data reservada para evidenciar a atuação desses profissionais no Brasil. "A Construção a Seco tem evoluído rapidamente no Brasil, e isso exige profissionais cada vez mais qualificados. Hoje, além do domínio das técnicas de instalação e acabamento, é indispensável que os profissionais conheçam os sistemas construtivos de forma integrada, além de planejamento e gestão da qualidade", afirma Rafael Bernardi, gerente de marketing da Âncora Tools, empresa com mais de 34 anos de atuação em sistemas de fixação para a construção civil. Na Construção a Seco, a qualidade da execução depende da integração de cada componente do sistema, e a utilização correta de cada um deles determina o resultado final. "Quando a especificação correta é seguida, o sistema construtivo consegue alcançar os níveis de desempenho para os quais foi projetado, seja em aspectos estruturais, acústicos, térmicos ou de resistência ao fogo. Já a utilização de componentes inadequados pode comprometer a qualidade da instalação, gerar retrabalho, reduzir a vida útil da solução e até impactar a segurança da obra", completa. Para atender a esse mercado, empresas especializadas passaram a desenvolver fixadores, acessórios e ferramentas voltados exclusivamente para essa modalidade. Quanto mais técnico o instrumental, mais qualificado precisa ser quem o opera, e o gesseiro tornou-se um profissional cuja formação pesa tanto quanto os materiais que utiliza. "Novos produtos, tecnologias e soluções são lançados constantemente, e os profissionais que investem em atualização conseguem entregar resultados superiores, agregando mais valor aos projetos e ampliando suas oportunidades no mercado", sustenta Bernardi. Inovações para atender as necessidades da categoriaO avanço da Construção a Seco no Brasil tem impulsionado a demanda por soluções específicas para sistemas como Steel Frame e Wood Frame. Nesse cenário, a Âncora Tools direciona investimentos para o desenvolvimento de fixadores voltados a essas tecnologias construtivas, além de ferramentas como parafusadeiras para drywall, alimentadores automáticos e sistemas de fixação projetados para aumentar a eficiência das atividades em obra.A empresa também mantém uma equipe de atendimento técnico especializada nesse segmento, oferecendo suporte aos profissionais que atuam com esses métodos construtivos.O desenvolvimento dos produtos é baseado no acompanhamento constante das necessidades encontradas nos canteiros de obras. Por meio de visitas técnicas e de um relacionamento próximo com os clientes, a empresa reúne informações sobre os desafios enfrentados pelos instaladores e equipes de construção, utilizando esse conhecimento para aperfeiçoar soluções que contribuam para ganhos de produtividade, segurança e desempenho durante a execução dos projetos.Antes de chegarem ao mercado, os produtos passam por avaliações em laboratório próprio, onde são submetidos a testes técnicos voltados à verificação de resistência, eficiência e segurança. O processo busca assegurar que as soluções atendam às exigências dos sistemas construtivos modernos e apresentem o desempenho esperado em campo. Além disso, a empresa conta com profissionais especializados na especificação técnica dos produtos mais adequados para cada tipo de aplicação.No segmento de ferramentas, a atenção também está voltada para aspectos relacionados à ergonomia e ao conforto operacional. Entre as soluções desenvolvidas estão equipamentos a bateria, que oferecem maior mobilidade em trabalhos contínuos ou realizados em altura, reduzindo a necessidade de cabos e ampliando a praticidade das operações. "Neste Dia do Gesseiro, gostaríamos de ressaltar a importância dos profissionais que transformam projetos em realidade e impulsionam a modernização da construção civil no Brasil. O Âncora Group agradece a dedicação e a confiança, reafirmando seu propósito de ser muito mais que fixação: ser um parceiro presente em cada etapa dessa construção", celebra Rafael Bernardi.Para saber mais sobre as ferramentas específicas para construção a seco, basta acessar o site da Âncora Tools. O avanço da Construção a Seco no Brasil tem impulsionado a demanda por soluções específicas para sistemas como Steel Frame e Wood Frame. Nesse cenário, a Âncora Tools direciona investimentos para o desenvolvimento de fixadores voltados a essas tecnologias construtivas, além de ferramentas como parafusadeiras para drywall, alimentadores automáticos e sistemas de fixação projetados para aumentar a eficiência das atividades em obra. A empresa também mantém uma equipe de atendimento técnico especializada nesse segmento, oferecendo suporte aos profissionais que atuam com esses métodos construtivos. O desenvolvimento dos produtos é baseado no acompanhamento constante das necessidades encontradas nos canteiros de obras. Por meio de visitas técnicas e de um relacionamento próximo com os clientes, a empresa reúne informações sobre os desafios enfrentados pelos instaladores e equipes de construção, utilizando esse conhecimento para aperfeiçoar soluções que contribuam para ganhos de produtividade, segurança e desempenho durante a execução dos projetos. Antes de chegarem ao mercado, os produtos passam por avaliações em laboratório próprio, onde são submetidos a testes técnicos voltados à verificação de resistência, eficiência e segurança. O processo busca assegurar que as soluções atendam às exigências dos sistemas construtivos modernos e apresentem o desempenho esperado em campo. Além disso, a empresa conta com profissionais especializados na especificação técnica dos produtos mais adequados para cada tipo de aplicação. No segmento de ferramentas, a atenção também está voltada para aspectos relacionados à ergonomia e ao conforto operacional. Entre as soluções desenvolvidas estão equipamentos a bateria, que oferecem maior mobilidade em trabalhos contínuos ou realizados em altura, reduzindo a necessidade de cabos e ampliando a praticidade das operações. "Neste Dia do Gesseiro, gostaríamos de ressaltar a importância dos profissionais que transformam projetos em realidade e impulsionam a modernização da construção civil no Brasil. O Âncora Group agradece a dedicação e a confiança, reafirmando seu propósito de ser muito mais que fixação: ser um parceiro presente em cada etapa dessa construção", celebra Rafael Bernardi. Para saber mais sobre as ferramentas específicas para construção a seco, basta acessar o site da Âncora Tools.
Divulgação Âncora ToolsDivulgação Âncora ToolsvalorMon, 29 Jun 2026 15:52:39 -0000
Aquileo | Suprema Corte dos EUA rejeita recurso de Trump em caso de abuso sexual e difamaçãoPresidente tentou anular uma condenação de US$ 5 milhões em favor de E. Jean Carroll, em um processo no qual um júri concluiu que ele era responsável por abusá-la sexualmente e por difamá-lahttps://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/suprema-corte-dos-eua-rejeita-recurso-de-trump-em-caso-de-abuso-sexual-e-difamao.ghtml https://valor.globo.com/mundo/noticia/2026/06/29/suprema-corte-dos-eua-rejeita-recurso-de-trump-em-caso-de-abuso-sexual-e-difamao.ghtml
]]> A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou-se nesta segunda-feira a analisar o recurso do presidente americano Donald Trump para anular uma condenação de US$ 5 milhões em favor de E. Jean Carroll, em um processo no qual um júri concluiu que ele era responsável por abusá-la sexualmente e, posteriormente, difamá-la. Os ministros rejeitaram o recurso de Trump depois que uma instância inferior manteve o veredicto do júri, de 2023, e recusou os argumentos de que o julgamento teria sido injusto porque o juiz permitiu indevidamente que os jurados ouvissem provas sobre supostos episódios anteriores de má conduta sexual atribuídos a Trump. Trump trava uma disputa judicial com Carroll, ex-colunista de aconselhamento da revista Elle, desde que ela publicou, em 2019, um trecho de seu livro de memórias no qual afirmou que Trump a estuprou por volta de 1996 em um provador da loja de departamentos Bergdorf Goodman, em Manhattan. Trump negou as acusações de Carroll e afirmou que ela mentiu tanto em 2019, quando ele ainda exercia seu primeiro mandato presidencial, quanto novamente em 2022, quando já estava fora da Casa Branca. Trump manifestou decepção com a decisão da Suprema Corte de não analisar seu recurso e classificou a ação movida por Carroll como "um caso falso". "Continuarei lutando contra esse caso de instrumentalização da Justiça e perseguição judicial ('lawfare') movido contra mim, incluindo a absurda acusação de difamação, com toda a minha força e determinação. Esse processo é, na verdade, contra os Estados Unidos da América e tudo o que o país representa, e jamais deveria acontecer com outro presidente ou candidato", escreveu Trump nas redes sociais. O Departamento de Justiça do governo Trump abriu uma investigação criminal contra Carroll, assim como fez contra vários outros adversários do presidente republicano. Revelada em maio, a investigação busca apurar se Carroll cometeu perjúrio em depoimentos relacionados às duas ações civis que venceu contra Trump. O processo que resultou na condenação de US$ 5 milhões dizia respeito às declarações feitas por Trump em 2022, quando ele classificou as acusações de Carroll como uma "farsa" e um "golpe", em uma publicação nas redes sociais. "Essa mulher não faz o meu tipo!", acrescentou Trump na mesma postagem. Carroll processou Trump em um tribunal federal de Manhattan. Em 2023, os jurados concluíram que Trump abusou sexualmente de Carroll e a difamou, fixando indenização de US$ 5 milhões. O júri, porém, não concluiu que Trump a havia estuprado, como ela alegava. Em 2024, a Corte de Apelações do 2º Circuito dos Estados Unidos, sediada em Manhattan, manteve a decisão, entendendo que as provas — entre elas um vídeo do programa Access Hollywood, divulgado durante a campanha presidencial de 2016, no qual Trump se vangloriava de seu comportamento sexual — demonstravam um "padrão reiterado e idiossincrático de conduta" compatível com as alegações de Carroll. Os advogados de Trump disseram à Suprema Corte que o juiz do julgamento "permitiu erroneamente que depoimentos sobre diversas acusações antigas, não verificadas e sem relação com o caso fossem apresentados ao júri", em desacordo com as regras federais que disciplinam a admissão de provas. "Carroll esperou mais de 20 anos para acusar falsamente Donald Trump, a quem se opõe politicamente, e só fez isso depois que ele se tornou o 45º presidente dos Estados Unidos, quando poderia maximizar o dano político contra ele e obter lucro para si própria", escreveram os advogados na petição. No outro processo vencido por Carroll, a Corte de Apelações do 2º Circuito recusou-se, em 2025, a anular a condenação de US$ 83,3 milhões fixada por um júri em 2024 por difamação, relacionada às declarações feitas por Trump em 2019, quando ele negou pela primeira vez as acusações e afirmou que Carroll havia inventado a história para vender seu livro. O presidente Donald Trump discursa ao lado de um boné vermelho com a inscrição "A América está de volta!" no Salão Oval da Casa Branca, na sexta-feira, 26 de junho de 2026, em Washington. AP/Julia Demaree Nikhinson
E. Jean Carroll chega ao tribunal federal de Manhattan, em 17 de janeiro de 2024, em Nova YorkAP/Eduardo Munoz AlvarezvalorMon, 29 Jun 2026 15:46:59 -0000