tag:blogger.com,1999:blog-55617180639681736562024-11-08T06:54:44.653-08:00Esquecimento GlobalDeletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.comBlogger92125tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-66405662884477195622012-06-26T07:33:00.001-07:002012-06-26T07:33:56.665-07:00Resumo da declaração final da Rio+20<div>
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<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHQNAJyA3F4ty_tlI98kgLuQC2jOSijcXApFBzCZcNjA30UZ5GfdCYDL_NyC_Q36R-oUd3tm42N-3QKGKw0SEe5bs4uF_pvR2mBdv3TAifcC8mbGvnM5wWbjgnIVrHxjvgqdrMYXyeLU9q/s1600/AUC0708.0004D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHQNAJyA3F4ty_tlI98kgLuQC2jOSijcXApFBzCZcNjA30UZ5GfdCYDL_NyC_Q36R-oUd3tm42N-3QKGKw0SEe5bs4uF_pvR2mBdv3TAifcC8mbGvnM5wWbjgnIVrHxjvgqdrMYXyeLU9q/s400/AUC0708.0004D.jpg" width="400" /></a></div>
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A declaração final da Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), submetida na última sexta-feira, dia 22 de junho, à ratificação de chefes de Estado e de governo das Nações Unidas, é um texto de 53 páginas, com boas intenções e o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. <br />
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O texto reafirma os princípios processados durante conferências e cúpulas anteriores e insiste na necessidade "de acelerar os esforços" para empregar os compromissos anteriores, homenageando as comunidades locais, que "fizeram esforços e progressos". <br />
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- "Políticas de economia verde" (3 páginas e meia do texto): "Uma das ferramentas importantes" para avançar rumo ao desenvolvimento sustentável. Elas não devem "impor regras rígidas", mas "respeitar a soberania nacional de cada país", sem constituir "um meio de discriminação", nem "uma restrição disfarçada ao comércio internacional". Eles devem, também, "contribuir para diminuir as diferenças tecnológicas entre países desenvolvidos e em desenvolvimento". "Cada país pode escolher uma abordagem apropriada". <br />
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- Governança mundial do desenvolvimento sustentável: o texto decide "reforçar o quadro institucional". A comissão de desenvolvimento sustentável, totalmente ineficaz, é substituída por um "fórum intergovernamental de alto nível". O Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) terá seu papel reforçado e valorizado como "autoridade global e na liderança da questão ambiental", com os recursos "assegurados" (os depósitos atualmente são voluntários) e uma representação de todos os membros das Nações Unidas (apenas 58 participam atualmente). <br />
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- "Quadro de ação": em 25 páginas, correspondentes à metade do documento, o texto propõe setores onde haja "novas oportunidades" e onde a ação seja "urgente", notavelmente devido ao fato de as conferências anteriores terem registrado resultados insuficientes. <br />
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Os 25 temas particularmente abordados incluem erradicação da pobreza, segurança alimentar, água, energia, saúde, emprego, oceanos, mudanças climáticas, consumo e produção sustentáveis. <br />
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- Objetivos de desenvolvimento sustentável: nos moldes dos Objetivos do Milênio para o desenvolvimento, cujo prazo para cumprimento se encerra em 2015, a cúpula insiste na importância de se estabelecer os ODS (Objetivos do desenvolvimento sustentável) "em número limitado, conciso e voltado à ação", aplicáveis a todos os países, mas levando em conta as "circunstâncias nacionais particulares". Um grupo de trabalho de 30 pessoas será criado até a próxima Assembleia Geral da ONU, em setembro, e deverá apresentar suas propostas em 2013 para cumprimento a partir de 2015. <br />
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- Os meios de realização do desenvolvimento sustentável: "é extremamente importante reforçar o apoio financeiro de todas as origens, em particular para os países em desenvolvimento". "Os novos parceiros e fontes novas de financiamento podem desempenhar um papel". A declaração insiste na "conjugação de assistência ao desenvolvimento com o investimento privado". <br />
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O texto insiste, também, na necessidade de transferência de tecnologia para os países em desenvolvimento e sobre o "reforço de capacidades" (formação, cooperação, etc). <br />
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<b>Fonte</b> <a href="http://www.band.com.br/noticias/rio+20/noticia/?id=100000512186">Band.com</a>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-73403078162809024252012-03-07T12:43:00.004-08:002012-03-07T18:15:20.682-08:00Os benefícios econômicos da conservação florestal<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJOyNWtde-ssJT8zDcAxa6BWEJQow4Z52Xb9cB-81D260GR2CLziOc0X3tuclIzdxvhC-ZfKUnxjKqk34k3AX4_wrvpoF85WflqPwpobItxDiDf1hL-UMWHOyrAciKln_FeM9ioCxzZl-6/s1600/LKC2511.0164D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="266" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJOyNWtde-ssJT8zDcAxa6BWEJQow4Z52Xb9cB-81D260GR2CLziOc0X3tuclIzdxvhC-ZfKUnxjKqk34k3AX4_wrvpoF85WflqPwpobItxDiDf1hL-UMWHOyrAciKln_FeM9ioCxzZl-6/s400/LKC2511.0164D.jpg" width="400" /></a></div>
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<i>IPAM integra grupo de pesquisadores que estuda a rentabilidade de cadeias produtivas associadas a REDD+</i><br />
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Estudos científicos têm buscado conhecer melhor as formas de uso e extração sustentável dos recursos naturais e abundantes da floresta amazônica, tendo como foco a manutenção da floresta em pé, o desenvolvimento econômico e a valorização do conhecimento sociocultural.<br />
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Neste sentindo, um grupo de pesquisadores ligado ao Centro de Sensoriamento Remoto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) coordenado pelo pesquisador PhD Britaldo Soares Filho, vem realizando estudos para avaliar a rentabilidade de diversas cadeias produtivas na Amazônia, como forma de subsidiar políticas públicas e ampliar o conhecimento científico da região. Um desses estudos, recentemente publicado na revista Environmental Conservation, enfoca o potencial de concessões de castanha-do-Brasil, em Madre de Dios, no Peru.<br />
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Intitulado por “<b>Economic benefits of forest conservation: assessing the potential rents from Brazil nut concessions in Madre de Dios, Peru, to channel REDD+ investments</b>” (Benefícios econômicos da conservação de floresta: avaliação da renda potencial de concessões de castanha do Brasil em Madre de Dios, Peru, para fins de canalizar investimentos de REDD+), o artigo publicado aborda o modelo de produção da castanha-do-Brasil, fonte de renda de diversas comunidades da Amazônia, avaliando a produtividade e lucros potenciais das concessões de castanha em Madre de Dios, sob três cenários de processamento e gestão (castanha com casca, descascada e descascada e certificada).<br />
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De acordo com o artigo, a castanha-do-Brasil possui mercado internacional consolidado, provendo uma relevante renda às populações rurais e não rurais que a coletam. No Departamento de Madre de Dios, em torno 67% da renda familiar vem de concessões castanheiras que ocupam 12 % da sua área total, com mais de 800 concessões.<br />
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A comercialização deste fruto sem qualquer beneficiamento ou certificação reduz o potencial de sua rentabilidade, em torno de 0,40 dólares por kg. Com o processo de certificação ou beneficiamento simples com a retirada da casca da amêndoa, a rentabilidade por quilograma de produto passa para 2,60 dólares.<br />
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O artigo elaborado por pesquisadores da UFMG/CSR (Felipe Nunes, Britaldo Soares Filho, Renzo Giudice, Hermann Rodrigues e Rafaella Silvestrini), University of California (Maria Bowman) e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Elsa Mendoza), é similar ao estudo realizado, pelos mesmos, no Estado do Acre, Brasil, especificamente nas reservas Chico Mendez e Cazumbá Iracema, no região Leste do Estado, qual foi publicado no IX Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica, com analise do potencial da castanha no Estado do Acre, Brasil.<br />
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Segundo o coordenador da pesquisa, Britaldo Soares, o trabalho representa um exemplo prático para implementação de REDD +. “Foram avaliadas as rendas potenciais de concessões de castanheiras em diferentes cenários de manejo e estimados os investimentos necessários para melhoria da cadeia produtiva da castanha de com casca, para sem casca e certificada. O estudo também indica que esses recursos poderiam ser canalizados através de programa REDD+, haja vista o papel central dessas concessões na redução do desmatamento em Madre de Dios”, destaca o coordenador.<br />
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<b>Referência completa do artigo</b>: FELIPE NUNES, BRITALDO SOARES-FILHO, RENZO GIUDICE, HERMANN RODRIGUES, MARIA BOWMAN, RAFAELLA SILVESTRINI and ELSA MENDOZA. Economic benefits of forest conservation: assessing the potential rents from Brazil nut concessions in Madre de Dios, Peru, to channel REDD+ investments. Environmental Conservation, Available on CJO 2012 doi:10.1017/S0376892911000671.<br />
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<b>Para comprar o artigo</b>: <a href="http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract?fromPage=online&aid=8487372&fulltextType=RA&fileId=S0376892911000671">http://journals.cambridge.org/action/displayAbstract</a><br />
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<i>Fonte: <a href="http://www.ipam.org.br/noticias/Estudo-aponta-que-o-fortalecimento-de-economias-verdes-pode-contribuir-com-a-manutencao-da-floresta-em-pe/1740/destaque">Ipam</a> (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia).</i></div>
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<i>Fotografia de Leopoldo Kaswiner.</i></div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-40762405692536381362012-02-08T08:39:00.000-08:002012-02-15T06:46:48.959-08:00Fórum Mundial da Bicicleta e o exemplo de Porto AlegreDaniel Santini<br />
02 de Fevereiro de 2012<br />
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<b>Porto Alegre</b> - Em 25 de fevereiro de 2011, em Porto Alegre (RS), o motorista Ricardo Neis apontou seu carro, acelerou e disparou intencionalmente contra mais de uma centena de pessoas que pedalavam na rua José do Patrocínio, em Porto Alegre. A violência, que deixou mais de 20 ciclistas feridos, foi assim descrita no<a href="http://outrasvias.wordpress.com/2011/02/28/nao-foi-acidente/"> artigo "Não foi acidente"</a>, que <a href="https://twitter.com/#!/benicchio_">Thiago Benicchio</a> escreveu para o Outras Vias - um dos mais lidos da história do blog. Agora, quase um ano após o atropelamento brutal, ciclistas que participam da Massa Crítica da cidade dão exemplo para todo o Brasil de como responder a este e tantos outros ataques que quem pedala e sonha com cidades menos poluídas e congestionadas sofre rotineiramente.</div>
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Para marcar o aniversário do episódio, além de cobrar Justiça e punição ao criminoso em questão (o que é importantíssimo), os ciclistas da cidade também organizaram um grande encontro para discussão sobre o uso de bicicletas nas cidades. Trata-se do <a href="http://forummundialdabici.com/">1º Fórum Mundial da Bicicleta</a>, espaço aberto para cicloativistas, urbanistas, autoridades e pesquisadores das principais capitais do país e do exterior debaterem mudanças e perspectivas para melhorias nos sistemas cicloviários. Trata-se de chamar a atenção para a necessidade de políticas públicas específicas para incentivar a prática e beneficiar quem pedala nas cidades. Trata-se de responder à violência com propostas concretas, ideias e, principalmente, entusiasmo.</div>
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Ciclistas de todas as idades ocuparam as ruas da capital no final da tarde da última sexta-feiraQue é o que não faltou na última Massa Crítica de Porto Alegre, realizada na sexta-feira, 27 de janeiro, um ensaio para o que deve acontecer no próximo encontro agora no final de fevereiro. No entardecer, a cidade foi invadida por um batalhão de ciclistas coloridos, alguns com filhos, a maioria armada com sorrisos e acenos simpáticos para os motoristas e pedestres. Velhos e jovens juntos, brincadeiras, namorados de mãos dadas, cantorias animadas e gritos de apoio do pessoal que participava do Fórum Social Temático, tudo junto em uma ocupação diferente as principais ruas e avenidas da capital. Em vez de trocarem fumaça, fechadas e aceleradas agressivas, centenas de pessoas percorreram a região central compartilhando alegria. Um ano após a barbárie, a Massa Crítica se desloca com uma leveza que às vezes falta em outras Bicicletadas, como a de São Paulo.</div>
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Talvez tenha sido impressão de visitante, encantado com a gentileza da <a href="https://twitter.com/#!/bikedrops">Lívia Araújo</a>, autora do <a href="http://bikedrops.wordpress.com/">blog Bike Drops</a> e uma das articuladoras do Fórum Mundial. Mesmo sem conhecer pessoalmente o autor do blog, ela nem hesitou em emprestar sua bicicleta reserva durante a Bicicletada e mais alguns dias. E olha que é uma bela dobrável, a bike que deve ser pedalada durante o encontro por ninguém menos que o Chris Carlsson, autor do <a href="http://www.processedworld.com/carlsson/nowtopian/">Nowtopia </a>e um dos criadores da Critical Mass (aliás, tem um projeto aberto no Catarse de financiamento coletivo para pagar a passagem dele para Porto Alegre - se puder, <a href="http://catarse.me/pt/projects/510-i-forum-mundial-da-bicicleta-em-porto-alegre">colabore</a>).</div>
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<iframe frameborder="0" height="388px" src="http://catarse.me/pt/projects/510-i-forum-mundial-da-bicicleta-em-porto-alegre/video_embed" style="-khtml-border-radius: 8px; -moz-border-radius: 8px; -moz-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0; -ms-border-radius: 8px; -o-border-radius: 8px; -o-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0; -webkit-border-radius: 8px; -webkit-box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0; border-radius: 8px; box-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.5) 5px 5px 10px 0;" width="364px"></iframe></div>
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<b>Reações</b></div>
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Não deu para ver, mas alguns dos que participaram relatam que, em determinado momento, próximo a lanchonete de uma rede que vende comida industrial, um motorista trocou palavrões e chegou a descer com um bastão para ameaçar quem passava. De qualquer forma, se ele queria briga, deve ter ficado frustrado. Felizmente. Mais do que armas de ataque, a Bicicletada de Porto Alegre improvisa bagageiros de bambu e incríveis bicicletas surreais - no fim da pedalada, a Praça Zumbi dos Palmares é invadida por bicicletas de formatos malucos, pouco prováveis até.</div>
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<span style="text-align: justify;">O movimento empolga. Em diversas cidades do Brasil grupos se mobilizam para seguir pedalando até o encontro. No exterior, ciclistas de países vizinhos organizam passeios locais para lembrar, de forma solidária, a violência de um ano atrás - veja </span><a href="https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=10150530500003215&id=603123214" style="text-align: justify;">no Facebook</a><span style="text-align: justify;">.</span></div>
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Deste ciclista, a única crítica ao movimento fica pelo esquisito grito "Bicicletaaaa, um carro a menos!" (em São Paulo, a Massa Crítica costuma cantar "Menos carros, mais bicicletas", o que faz mais sentido já que são várias bicicletas no lugar de um montão de motores, e não de apenas de um carro). Hehehehe. No mais, a Bicicletada de Porto Alegre é hoje a mais gostosa de participar e a que melhor ensina a responder à truculência de quem briga e congestiona, e não transita pelas ruas. </div>
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<i>Esse texto tem inspiração direta no "<a href="http://www.ciclocidade.org.br/component/content/article/48-dia-sem-carro/121-relato-sai-da-rua">sai da rua, viado!</a>", texto que o Denis Russo Burgierman escreveu para a Associação de Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade) no Dia Mundial Sem Carro em 2010. </i></div>
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<b>Fonte</b>: <a href="http://www.oeco.com.br/outrasvias/25681-forum-mundial-da-bicicleta-e-o-exemplo-de-porto-alegre">O Eco</a> (todos os direitos reservados)</div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-37945805559178543702012-01-31T10:55:00.000-08:002012-02-02T10:49:08.767-08:00Cultura e Sustentabilidade<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/01/culturaesustentabilidade_tarde_mat03.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img src="http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2012/01/culturaesustentabilidade_tarde_mat03.jpg" /></a></div>
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Na tarde do último domingo, 29/01, o seminário “Cultura e Sustentabilidade – Rumo à Rio+20″, realizado na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, teve foco na economia criativa, com a mesa “A dimensão econômica do desenvolvimento cultural”, que contou com a participação da secretária da Economia Criativa* do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão, da especialista em economia criativa e desenvolvimento sustentável, Lala Deheinzelin, e do economista Leandro Valiati.</div>
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“A economia brasileira precisa de um novo eixo que deve ser a nossa diversidade. É necessário religar os conhecimentos. Entender os limites entre o que é institucional e o que está em movimento, como a cultura”, declarou Cláudia Leitão. Para a secretária do MinC, é preciso introduzir um novo olhar para o desenvolvimento sustentável e mapear os indicadores da economia criativa, que gera cerca de 6% do PIB do país. Cláudia lembrou que nesta segunda-feira, 30, o MinC promove junto ao IBGE uma oficina para construção da conta-satélite da Cultura, que irá aferir os números do setor.</div>
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Lala Deheinzelin destacou que “os bens intangíveis não se esgotam com o uso, mas se renovam, o que mostra o papel estratégico da economia criativa”. A sustentabilidade deve considerar o tempo, pensar o passado, o presente e o futuro e este século é um canal de enormes mudanças, onde a cultura da sustentabilidade passa pelo intangível e não se reduz as questões ligadas ao meio ambiente. “Nós da cultura criamos mentalidades e hábitos. Somos o bolo e não só a cereja”.</div>
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“É necessário transformar o crescimento brasileiro em desenvolvimento”, afirmou, Leandro Valiati. O economista explicou que o bem estar econômico tem relação direta com o consumo cultural e não somente com emprego e renda. Para ele, a economia da cultura e criativa estão cheias de canais de inovação. Valiati pontuou que é necessário garantir que as gerações futuras tenham um nível de bem estar com a cultura do país.</div>
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Para encerrar o seminário, a mesa “Diversidade e Sustentabilidade” recebeu o secretário de Políticas Culturais do MinC, Sergio Mamberti e Justo Werlang, membro do Conselho da Fundação Gaia, de Porto Alegre. A secretária de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Jussara Cony, convidada a compor a mesa, não pôde comparecer ao seminário.</div>
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Justo iniciou sua fala apresentando o trabalho da Fundação e levou a discussão para as questões de recepção da arte e de sua produção: “o pensamento presente na gênese do trabalho artístico é que entrelaça a arte e a sustentabilidade”. Ao fazer uma análise de obras apresentadas de artistas plásticos, ele pensou o ato de criação inserido na lógica do pensamento sustentável.</div>
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O secretário Sergio Mamberti ressaltou a importância do Fórum Social Temático, pelo aprofundamento das discussões em relação à cultura, tendo em pauta tema como a própria informação como dimensão importante da cultura, sempre ameaçada, segundo Mamberti, pelos processos hegemônicos. “somente a dimensão da cultura pode propriciar o pensamento de uma nova sociedade”, disse.</div>
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Mamberti optou por um discurso otimista quanto às transformações que eventos como a Rio+20 suscitam na sociedade, apontando para o futuro: “estou convencido de que a cultura é o elemento crucial da sustentabilidade, concretizador do processo de mudança. Juntos poderemos mudar as coisas. O caminho é longo, mas temos de acreditar que podemos construir um mundo diferente, onde o Homem possa ser feliz”, continuou.</div>
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No encerramento do seminário, o secretário-executivo do MInC, Vitor Ortiz, fez um balanço das mesas e agradeceu ao grande público que prestigiou o evento. Segundo Ortiz, será ampliada a posição de todos os países do continente na contribuição do debate da Rio+20: “lá nós poderemos dar uma excelente contribuição para reforçar o papel da cultura. Que o debate ultrapasse as fronteiras do Brasil. A opinião dos países do Mercosul e outros países da América Latina será considerada na discussão sobre o tema”.</div>
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<i><span style="font-size: x-small;">* em estruturação</span></i></div>
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<span style="font-size: x-small;"><i><br /></i></span>Fonte: <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2012/01/30/cultura-e-sustentabilidade-5/">Ministério da Cultura</a><br />
(Texto: Sheila Rezende, com colaboração de Leonardo Menezes – Ascom/MinC)<br />
(Fotos: Luiz Tadeu – Ascom/MinC)</div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-60640984980488952152012-01-27T13:27:00.000-08:002012-01-30T10:01:02.889-08:00O que jogamos no esgoto?<div style="text-align: justify;">
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<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8opsEB8jXO2WrQRrGxYMxhwfozDjTESi0j2goCpaKWW64_F-7DDvbwegVqLPhM1OWoZseMk1xBw-6b3nVlxFyc1l_tuIo-9pQSPgczzOf7-R7GdniTxPVBJMqZTjkPipHLI-_KVyOqm1B/s1600/GBG1001.0081D.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="326" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh8opsEB8jXO2WrQRrGxYMxhwfozDjTESi0j2goCpaKWW64_F-7DDvbwegVqLPhM1OWoZseMk1xBw-6b3nVlxFyc1l_tuIo-9pQSPgczzOf7-R7GdniTxPVBJMqZTjkPipHLI-_KVyOqm1B/s400/GBG1001.0081D.jpg" width="400" /></a></div>
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Em setembro do ano passado, a revista <a href="http://super.abril.com.br/cotidiano/quais-sao-objetos-mais-jogados-esgoto-644681.shtml">Super Interessante</a> divulgou os objetos mais esdrúxulos que desceram pelo ralo das pias e banheiros das residências de São Paulo em 2011. O levantamento, realizado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (a Sabesp), pode ser ouvido no <a href="http://site.sabesp.com.br/site/imprensa/radioSabesp-Detalhes.aspx?secaoId=69&id=1552">site da companhia</a>. Tanto lixo foi jogado pelo esgoto que, entre janeiro de 2007 e janeiro de 2011, o sistema sofreu em média 3 paralisações por mês.</div>
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Entre os objetos encontrados, os mais comuns foram resíduos de poeira, fibras e fiapos e pedaços de tecido e plástico. Não só isso: restos de cozinha como vegetais e carne entupiram os filtros de tratamento diversas vezes, além de camisinhas e cápsulas de drogas. Entre as maiores bizarrices, estavam uma boneca de plástico, chinelos de borracha, embalagens de pasta de dente, cuecas, meias e afins. Para os trabalhadores da estação de tratamento, é um mistério como alguns dos itens conseguiram descer pelos canos de descarga.</div>
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A primeira constatação que podemos fazer desse levantamento é a de que pias e lixeiras andam sendo muito confundidas no Brasil. A segunda é que as estranhezas despejadas descarga abaixo escondem dois poluentes muito comuns que qualquer de nós pode acabar jogando na rede de esgotos.</div>
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O primeiro deles são as embalagens plásticas. Els estão em todo lugar, envolvendo biscoitos, barrinha de cereal, feijão, café e uma infinidade de outros produtos. Por isso são encontradas com facilidade poluindo rios, matas e bueiros. Como são impermeáveis, elas impedem que a água passe pelos canos e escoadouros. O volume desse tipo de resíduo jogado na rua contribui significativamente para a obstrução das saídas de água, causando enchentes e inundações em grandes centros urbanos.<br />
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Outro resíduo que muitas vezes despejamos na pia sem pensar duas vezes é o óleo de cozinha. Quando entra nos canos, o óleo inicia um processo de ressecamento comum à sua degradação. Mas isso faz com que ele se transforme em pedrinhas, que entopem os filtros de tratamento. Mesmo quando não ocorre essa desidratação, o óleo não se mistura com a água e pode vir a desaguar em rios e mares com o esgoto, prejudicando a vida marinha.<br />
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Atitudes simples como jogar lixo nas ruas e derramar óleo de cozinha na pia podem causar uma cadeia de eventos que contribuem para o desequilíbrio natural dentro de grandes cidades. </div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-70915631182547442012-01-20T10:34:00.000-08:002012-01-20T10:35:07.842-08:002012: Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos<div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp-FpDQxrAG7g-PH7nUvrxFmjRQc4REYSnCCMhH60KMsrqJ9lvGt72wXcDfB9jKvKhRIjqa5XbWhXt6oR1q2KPc1zu7hRwsC0mCXj-GPjydc3Hx8HlH1BQTLfq_fn14awsxq8exP0Ijd2g/s1600/215472_8314.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" height="81" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp-FpDQxrAG7g-PH7nUvrxFmjRQc4REYSnCCMhH60KMsrqJ9lvGt72wXcDfB9jKvKhRIjqa5XbWhXt6oR1q2KPc1zu7hRwsC0mCXj-GPjydc3Hx8HlH1BQTLfq_fn14awsxq8exP0Ijd2g/s400/215472_8314.jpg" width="400" /></a></div>
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Sem acesso à energia sustentável, não pode haver um desenvolvimento sustentável. Um em cada cinco habitantes do planeta ainda não possui acesso à eletricidade. O dobro desse número, 3 bilhões de pessoas, dependem da queima de madeira, carvão ou restos de animais para cozinhar e se aquecer. Enquanto isso, países industrializados encaram o problema do desperdício. Ao invés de carência, existe o uso ineficiente da energia. Além disso, a dependência excessiva de combustíveis fósseis contribui significativamente para o aquecimento do planeta.</div>
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A chave para os dois desafios é prover energia sustentável para todos- energia acessível, limpa e mais eficiente. Para chamar a atenção da população mundial para este problema e, assim, fomentar ações que possam ajudar a mudar essa realidade, a ONU – Organização das Nações Unidas proclamou que 2012 será o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos. </div>
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A iniciativa faz parte do programa Sustainable Energy for All (Energia Sustentável Para Todos), comandada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O programa busca, através de parcerias com governos mundiais, ONGs e iniciativa privada, cumprir três objetivos principais:</div>
<ul>
<li>Assegurar que todos tenham acesso aos serviços de energia modernos.</li>
<li>Reduzir em 40% a intensidade energética global. </li>
<li>Aumentar em 30% o uso de energias renováveis em todo o mundo.</li>
</ul>
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Qualquer um pode acessar o <a href="http://www.sustainableenergyforall.org/about">site da iniciativa</a> e propor ações locais e globais que promovam a universalização da energia sustentável. Você também pode acessar o calendário de eventos da ONU para o Ano Internacional da Energia Sustentável.</div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-82233881484597656182012-01-06T12:42:00.000-08:002012-01-09T09:56:12.454-08:002011<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqHbfekAzrNhMP5XY78INpZMN04_Mwr4Y9fC-D2OL8zhqF_peWcsmN8nhpjMkrwGc0XZTp9R6IlfcmcG9uFuYn72elVRkWKCK08XE75aoKUG906chs2H0Cy4aVWOICsoxMCqj0CnbW0Xbj/s1600/ALT.0002D%255B1%255D.jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqHbfekAzrNhMP5XY78INpZMN04_Mwr4Y9fC-D2OL8zhqF_peWcsmN8nhpjMkrwGc0XZTp9R6IlfcmcG9uFuYn72elVRkWKCK08XE75aoKUG906chs2H0Cy4aVWOICsoxMCqj0CnbW0Xbj/s400/ALT.0002D%255B1%255D.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694622550117979234" /></a><span><div style="text-align: justify;"><br /></div><span><div style="text-align: justify;">2011 foi um ano inquieto para o Planeta Terra. Um ano que nos fez lembrar que a natureza existe, ao redor das grandes cidades, e pode se levantar a qualquer momento. Mas também foi um ano de resistência, luta e união pelo meio ambiente. De um lado, fomos assolados por diversas catástrofes naturais: terremotos na Nova Zelândia e na Índia, a massiva tsunami no Japão, inundações em várias cidades da Austrália, Estados Unidos, Tailândia e Brasil. Do outro lado, tivemos ações conscientes de governos e pessoas para recuperar o planeta e conscientizar populações sobre pequenas ações que podem salvar o mundo.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Parte dessas ações aconteceram na Conferência Climática da ONU, realizada em Durban, na África do Sul. Representantes das mais de 190 nações presentes concordaram em participar do Fundo Verde, sendo a Coreia do Sul o primeiro país a aceitar investir capital para proporcionar o desenvolvimento sustentável dos países emergentes. A Conferência também debateu o Protocolo de Kyoto, que deveria, em tese, terminar em 2012. Foi decidido o adiamento do prazo e a aceitação da proposta de que nos próximos anos todos os países sejam obrigados a cumprir metas de redução nas emissões, para evitar que a temperatura global suba além do esperado.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">O sucesso diplomático da Conferência é um bom sinal para o Rio+20, o grande encontro de Sustentabilidade que terá lugar no Brasil este ano. </div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Ainda no campo das leis, pequenas e grandes medidas foram tomadas para controlar abusos ambientais. A Chevro, por exemplo, foi multada em 9,5 bilhões de dólares pelo Governo do Equador, como punição para um vazamento de óleo na Amazônia. A medida serve como exemplo para outras empresas que cometam crimes ambientais. Da mesma maneira, as empresas japonesas responsáveis pelas usinas nucleares que falharam após o terremoto em março do ano passado, estão sob cuidadosa investigação. Além da possibilidade de falhas técnicas, estuda-se uma regulamentação mais severa para o uso de energia nuclear no país. E no Brasil, a prefeitura de São Paulo aprovou a lei que proíbe o uso de sacolas plásticas descartáveis no comércio, a partir deste ano. A lei estimula o uso de sacolas reutilizáveis e prevê uma diminuição de 600 milhões de sacolas por mês.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">Por outro lado, pesquisas científicas das mais diversas se desenvolvem visando a diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Desde o biocombustível, vastamente regulado em 2011, até uma curiosa pesquisa na Holanda, que pretende utilizar ciclovias para a geração de energia elétrica. O projeto da Organização Holandesa de Pesquisa Científica Aplicada (TNO) e a empresa de tecnologia Imtech está sendo implantada na cidade Krommenie, localizada a 20 km de Amsterdã, e deve produzir 50kWh de energia por metro quadrado a cada ano. Enquanto os debates sobre Belo Monte se desenrolam no Brasil, diversos países tem buscado soluções alternativas para a crise energética.</div><div style="text-align: justify;"><br /></div><div style="text-align: justify;">E por tudo isso, podemos olhar 2012 com mais esperança. A ação humana ainda não encontrou soluções concretas para o problema ambiental, mas, pouco a pouco, através da conscientização e da mudança de conceitos, estamos pavimentando um futuro mais sustentável. Não à toa, 2012 foi declarado pela ONU o Ano Internacional de Energia Sustentável para Todos. E que venha o Rio+20!</div></span></span><div><div style="text-align: center;"><span><u></u></span></div></div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-74370694434315290182011-07-01T14:32:00.000-07:002011-07-01T14:50:04.208-07:00Como saber se um alimento é orgânico?<div><span class="Apple-style-span" style="font-size: small; ">*via <a href="http://www.autossustentavel.com/">Autossustentável</a></span></div><div><br /></div><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP2-iSK2wd1a0NzCEKDwti1bPDScYia8xYVnj76LVtRxqfvPWmyTyi4VCKUc9sATO5x_go9rIVguBW4Xb6nvSvlIfYs0w7hI2jzxs7Q2Yode_zAsALcYdFlxWw1WqK08U-KiKaUW3TkTe2/s1600/JAG0105.0027D.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 299px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgP2-iSK2wd1a0NzCEKDwti1bPDScYia8xYVnj76LVtRxqfvPWmyTyi4VCKUc9sATO5x_go9rIVguBW4Xb6nvSvlIfYs0w7hI2jzxs7Q2Yode_zAsALcYdFlxWw1WqK08U-KiKaUW3TkTe2/s400/JAG0105.0027D.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624504271746402066" /></a><div style="text-align: right;"><span class="Apple-style-span" style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 11px; font-style: italic; line-height: 15px; ">foto: José Albano</span></div><div><br /></div><div>De formal geral, a agricultura orgânica é baseada em três ideias. São elas: </div><div><br /></div><div>- Cultivo natural: é proibido o uso de agrotóxicos, adubos químicos e artificiais e conservantes no processo de produção.</div><div>- Equilíbrio ecológico: A produção respeita o equilíbrio microbiológico do solo e as diferentes épocas de safra. O processo fica mais sustentável, não degradando a biodiversidade.</div><div>- Respeito ao homem: o trabalhador tem que ser respeitado (leis trabalhistas, ganho por produtividade, treinamento profissional e qualidade de vida).</div><div><br /></div><div>Para se obter um alimento verdadeiramente orgânico, é necessário administrar conhecimentos de diversas ciências (agronomia, ecologia, sociologia, economia, entre outras). Assim, o agricultor, através de um trabalho harmonizado com a natureza, tem condições de oferecer ao consumidor alimentos que promovam não apenas a saúde deste último, mas também do planeta em que vivemos. </div><div><br /></div><div><br /></div><div><br /></div><div>Se você pretende consumir alimentos orgânicos fique atento para não ser enganado. Procure sempre pelo selo de qualidade emitido por certificadoras reconhecidas pelo Ministério da Agricultura. São entidades como a Associação de Agricultura Orgânica (AAO), o Instituto Biodinâmico (IBD), entre outros. Essas entidades, ao todo cerca de 30 em todo Brasil, avaliam se a produção do alimento segue os critérios estabelecidos pela agricultura orgânica. Para ganhar o selo, os produtores seguem várias precauções e têm suas lavouras fiscalizadas a cada semestre. A presença do selo garante, portanto, a procedência e a qualidade dos produtos. </div><div><br /></div><div><br /></div><div><br /></div><div>10 MOTIVOS PARA CONSUMIR PRODUTOS ORGÂNICOS </div><div><br /></div><div>SÃO ALIMENTOS NUTRITIVOS E SABOROSOS</div><div><br /></div><div>Com solos balanceados e fertilizados com adubos naturais, se obtém alimentos mais nutritivos. A comida fica mais saborosa, conservam-se suas propriedades naturais como vitaminas, sais minerais, carboidratos e proteínas. Um alimento orgânico não contém substâncias tóxicas e nocivas à saúde. Em solos equilibrados as plantas crescem mais saudáveis, preservam-se suas características originais como aroma, cor e sabor. Consumindo produtos orgânicos é possível apreciar o sabor natural dos alimentos.</div><div><br /></div><div>SAÚDE GARANTIDA</div><div><br /></div><div>Vários pesticidas utilizados hoje em dia no Brasil estão proibidos em muitos países, em razão de consequências provocadas à saúde, tais como o câncer, as alergias e a asma. Um relatório da Academia Americana de Ciências, de 1982, calculou em 1.400.000 o número de novos casos de câncer provocados por agrotóxicos. Além disso, os alimentos de origem animal estão contaminados pela ação dos perigosos coquetéis de antibióticos, hormônios e outros medicamentos que são aplicados na pecuária convencional, quer o animal esteja doente ou não. Consumindo orgânicos protegemos nossa saúde e a saúde de nossos familiares com a garantia adicional de não estarmos consumindo alimentos geneticamente modificados.</div><div><br /></div><div>PROTEÇÃO ÀS FUTURAS GERAÇÕES</div><div><br /></div><div>As crianças são os alvos mais vulneráveis da agricultura com agrotóxicos. “Quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira, de agrotóxicos que provocam câncer”, diz um relatório recente do Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental). A agricultura orgânica, além disso mais, tem a grande tarefa de legar às futuras gerações um planeta reconstruído.</div><div><br /></div><div>AMPARO AO PEQUENO PRODUTOR</div><div><br /></div><div>O trabalhador rural precisa ser preservado, tanto quanto a qualidade ecológica dos alimentos. Adquirindo produtos ecológicos, contribuímos com a redução da migração de famílias para as cidades, evitando o êxodo rural e ajudando a acabar com o envenenamento por agrotóxicos sofrido por cerca de 1 milhão de agricultores no mundo inteiro.</div><div><br /></div><div>SOLOS FÉRTEIS</div><div><br /></div><div>Uma das principais preocupações da Agricultura Orgânica é o solo. O mundo presencia a maior perda de solo fértil pela erosão em função do uso inadequado de práticas agrícolas convencionais. Com a Agricultura Orgânica é possível reverter essa situação.</div><div><br /></div><div><br /></div><div>ÁGUA PURA</div><div><br /></div><div>Quando são utilizados agrotóxicos e grande quantidade de nitrogênio, ocorre a contaminação nas fontes de água potável. Cuidando desse recurso natural, garante-se o consumo de água pura para o futuro.</div><div><br /></div><div>BIODIVERSIDADE</div><div><br /></div><div>A perda das espécies é um dos principais problemas ambientais. A Agricultura Orgânica preserva sementes por muitos anos e impede o desaparecimento de numerosas espécies, incentivando as culturas mistas e fortalecendo o ecossistema. A Fauna permanece em equilíbrio e todos os seres convivem em harmonia, graças à não utilização de agrotóxicos. A Agricultura Orgânica respeita o equilíbrio da natureza e cria ecossistemas saudáveis.</div><div><br /></div><div>REDUÇÃO DO AQUECIMENTO GLOBAL E ECONOMIA DE ENERGIA</div><div><br /></div><div>O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras.</div><div><br /></div><div>CUSTO SOCIAL E AMBIENTAL</div><div><br /></div><div>O alimento orgânico não é, na realidade, mais caro que o alimento convencional se consideramos que, indiretamente, estaremos reduzindo nossas despesas com médicos e medicamentos e os custos com a recuperação ambiental.</div><div><br /></div><div>CIDADANIA E RESPONSABILIDADE SOCIAL</div><div><br /></div><div>Consumindo orgânicos, estamos exercitando nosso papel social, contribuindo com a conservação e preservação do meio ambiente e apoiando causas sociais relacionadas com a proteção do trabalhador e com a eliminação da mão-de-obra infantil.</div><div><br /></div><div>Maiores Informações: <a href="http://www.prefiraorganicos.com.br/">http://www.prefiraorganicos.com.br</a>.</div><div><br /></div><div><br /></div><div>Veja matéria completa no <a href="http://www.autossustentavel.com/2010/08/por-que-consumir-alimentos-organicos.html">Autossustentável</a>.</div>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-59894182596489445782011-04-20T15:14:00.000-07:002011-04-20T15:40:34.851-07:00O dilema da sacola plástica<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLrpe0bGoPtO0LhUOeUxCtb3sNdB_HCgQKdIMhDn-5lqlySr6d0nUr_9JvwMgrhcdpGWSR64GxFri2_ed53SUxUSPmom_anVX0AP4cTP9ZK2Q0_lkaUehMJZ_8H90DhMnosAtR6S7QB5Zk/s1600/CEF03.0002D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhLrpe0bGoPtO0LhUOeUxCtb3sNdB_HCgQKdIMhDn-5lqlySr6d0nUr_9JvwMgrhcdpGWSR64GxFri2_ed53SUxUSPmom_anVX0AP4cTP9ZK2Q0_lkaUehMJZ_8H90DhMnosAtR6S7QB5Zk/s400/CEF03.0002D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597799280685752210" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:85%;" >foto: Carlos Eduíno</span><br /></div><br />Nas cidades de Jundiaí e Monte Mor, em São Paulo, e São Miguel do Oeste, Campo Erê, Xanxerê e Itapiranga, em Santa Catarina, os supermercados aboliram a distribuição e uso de sacolas plásticas. Há campanhas que incentivam o ato de recusar o uso das sacolas, como a <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/especiais/sacolas-descartaveis/">deste contador</a>.<br /><br />Afinal, se a "sacolinha" é reaproveitada para encaminhar o lixo doméstico, qual o problema em utilizá-la? O pessoal do blog <a href="http://autossustentavel.blogspot.com/">Autossustentável</a> traz algumas respostas.<br /><br /><br /><span style="font-weight: bold;">Lixões, aterros sanitários e incineradores </span><br /><br />A concentração demográfica nas grandes cidades e o grande aumento do consumo de bens geram uma enorme quantidade de resíduos de todo o tipo. Toneladas de matérias-prima, procedentes tanto das residências como das atividades públicas e dos processos industriais, são industrializadas e consumidas gerando rejeitos e resíduos, que são comumente chamados lixo. Seria isto lixo mesmo? Lixo é basicamente todo e qualquer material descartado, proveniente das atividades humanas.<br /><br />E afinal, qual o destino para aquele saco de lixo?<br /><br /><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Depósitos clandestinos </span><br />São aqueles locais onde um determinado cidadão ou empresa começa a jogar seu lixo. Em poucos dias o monturo vai-se avolumando e muitos começam a jogar seus dejetos lá. Esses depósitos representam uma grave ameaça à saúde pública, devem ser combatidos e denunciados. Se você tem conhecimento de algum depósito clandestino de lixo, denuncie-o ao órgão responsável pelo controle ambiental em seu estado ou município.<br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Lixões</span><br />Os lixões também são depósitos de lixo, sem nenhuma preparação preliminar do solo, com a diferença de que são institucionalizados, isto é, autorizados pelas Prefeituras. No Brasil esse problema é gravíssimo, em 64% dos municípios brasileiros, todo o lixo produzido é despejado indevida e irregularmente em lixões.<br /><br />Esses depósitos não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido de cor negra característico de matéria orgânica em decomposição). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para os lençóis freáticos, causando a poluição do solo, da água que bebemos e do ar, pois as queimas espontâneas são constantes. Além de problemas de saúde causados pela poluição e doenças.<br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Incineradores</span><br />Incineradores são grandes fornos onde o lixo sofre uma queima controlada, com filtros, com a finalidade de evitar que os gases formados na combustão dos materiais atinjam e poluam a atmosfera. Eles tem a grande vantagem de reduzirem o volume do lixo em até 85%, mas mesmo assim existe uma sobra de cinzas e dejetos (os outros 15%), que precisam necessariamente ser levados para um aterro sanitário.<br /><br />Os incineradores têm alto custo de implantação, manutenção e operação e existe muita polêmica sobre a segurança dos sistemas de filtragem, pois há evidências de que mesmo pequenas falhas podem liberar gases altamente tóxicos, causadores de câncer. Os incineradores são entretanto a forma mais indicada de tratamento para alguns tipos de lixo, como os resíduos hospitalares e resíduos tóxicos industriais.<br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Aterros Controlados </span><br />Os aterros chamados de controlados, geralmente são antigos lixões que passaram por um processo de remediação da área do aterro, ou seja, isolamento do entorno para minimizar os efeitos do chorume gerado, canalização deste chorume para tratamento adequado, remoção dos gases produzidos em diferentes profundidades do aterro, recobrimento das células expostas na superfície, compactação adequada, e gerenciamento do recebimento de novos resíduos.<br /><br />O gerenciamento de todas essas características permite que o aterro passe a ser controlado.<br /><br /><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Aterros Sanitários</span><br />São ainda a melhor solução para o lixo que não pode ser reaproveitado ou reciclado. Trata-se de áreas de terreno preparados para receber o lixo, com tratamento para os gases e líquidos resultantes da decomposição dos materiais, baseado em critérios de engenharia e normas operacionais específicas.<br /><br />Estas normas e critérios permitem a confinação segura do lixo, em termos de controle da poluição ambiental e proteção do solo, do lençol freático, das águas superficiais e da atmosfera.<br /><br />A eliminação e possível reaproveitamento do lixo são um desafio ainda a ser vencido pelas sociedades modernas. A coleta seletiva de lixo é de extrema importância para a sociedade. Além de gerar renda para milhões de pessoas e economia para as empresa, também significa uma grande vantagem para o meio ambiente uma vez que diminui a poluição dos solos e rios. Ela também contribui significativamente para a vida útil do aterro.<br /><br />Leia a <a href="http://autossustentavel.blogspot.com/2010/05/lixoes-aterros-sanitarios-e_30.html">matéria completa</a> no blog Autossustentável.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-3899917408064870492011-02-17T13:07:00.000-08:002011-02-23T11:29:17.378-08:00Rápido balanço de 2011 ( e ainda estamos na metade do mês de Fevereiro)<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfuPdCjmP-pUcVoprq3a9ISIDmUVPnaideGjdJH2XWkwNZAUtmGwf1lskwDABhcvayXTveeRAPjorZBHn4Hgi1uHQuHof94XCuECC7v-Giqfq2gKF1CP2I_P9pG0jy10lOGU-taIvdGtVC/s1600/photo.JPG"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfuPdCjmP-pUcVoprq3a9ISIDmUVPnaideGjdJH2XWkwNZAUtmGwf1lskwDABhcvayXTveeRAPjorZBHn4Hgi1uHQuHof94XCuECC7v-Giqfq2gKF1CP2I_P9pG0jy10lOGU-taIvdGtVC/s400/photo.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576969133917000658" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:85%;" >foto: Roberto Marques</span><br /></div><div style="text-align: right;"><br /></div><br />"Desastres naturais deixaram o recorde de 295.000 mortos em 2010" (Agência AFP)<br /><br />"Recifes naturais de ostra pelo mundo estão quase extintos, diz estudo" (Globo Natureza)<br /><br />"Chicago registra a maior nevasca dos últimos 40 anos" (Globo News)<br /><br />"Temporais levam tragédia a quatro países: Enchentes e deslizamentos já deixaram mais de 600 mortos e centenas de milhares de desabrigados em Brasil, Austrália, Sri Lanka e Filipinas." (BBC)<br /><br />"Passa de 870 o número de mortos na Região Serrana do Rio de Janeiro" (Globo Rio)<br /><br />"Terremoto de 6,4 graus sacode fronteira entre Índia e Mianmar" (Agência EFE)<br /><br />"Vulcão entra em erupção no Japão e provoca atrasos em aeroportos" (Valor Online)<br /><br />"Devastação após ciclone Yasi causa prejuízos à Austrália" (Agência AFP)<br /><br />O planeta já foi afetado por todas essas tragédias. O que temos a ver com isso?Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-49804203922813423912011-01-06T06:16:00.000-08:002011-01-06T06:20:43.958-08:00Começar 2011 no verde<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPxMD_YiA9EhKK2hicYTprDfkPDiDtXA5ofxR4aJQHbQX_03iPCg0-bKJoX13nWCoaiI9PFNxZJYHvYzQ96JdhQCXtgbjAtZ3VvHK76muFC5xd4saB6tO0zrJsmW-2kbaVO46vR8L40lju/s1600/AUC1702.0022D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiPxMD_YiA9EhKK2hicYTprDfkPDiDtXA5ofxR4aJQHbQX_03iPCg0-bKJoX13nWCoaiI9PFNxZJYHvYzQ96JdhQCXtgbjAtZ3VvHK76muFC5xd4saB6tO0zrJsmW-2kbaVO46vR8L40lju/s400/AUC1702.0022D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559077320582969570" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:85%;" >foto: Alex Uchôa<br /></span></div><br /><br />O período que compreende o final de um ano e o início de outro é marcado por retrospectivas, ponderações e listas de metas a serem cumpridas no novo ciclo. Você já pensou nesses objetivos para 2011? Incluiu ações comprometidas com o meio ambiente?<br /><br />Com a finalidade de sugerir algumas ideias, a Revista Veja, em edição especial voltada à sustentabilidade (Dezembro de 2010), publicou resultados da pesquisa "Sustentabilidade Aqui e Agora", realizada pelo Ministério do Meio Ambiente, que ouviu 1100 pessoas de onze capitais no final de 2010.<br /><br /><br /><span style="font-style: italic;">O que os demais brasileiros fazem para diminuir o próprio impacto ambiental? </span><br /><br /><br /><span style="font-style: italic;">70% concordam que os recursos naturais são finitos e precisam ter o uso controlado;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">77% preferem lâmpadas que gastem menos energia;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">27% compram produtos feitos de material reciclado;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">53% preferem produtos com embalagem reciclável;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">62% compram água engarrafada;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">17% deixaram de comprar algum produto prejudicial ao ambiente;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">70% jogam pilhas e baterias no lixo doméstico;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">66% descartam remédios no lixo doméstico;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">33% jogam tintas e solventes no lixo doméstico;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">59% acreditam que a preservação dos recursos naturais deve ter prioridade sobre o crescimento econômico;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">77% descartam o óleo usado na pia;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">17% possuem lixo eletrônico guardado em casa;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">66% estão dispostos a separar o lixo para reciclagem;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">63% pretendem eliminar o desperdício de água;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">46% reduziriam o consumo de energia elétrica para ajudar o planeta;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">60% deixariam de usar sacolas plásticas;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">18% fariam boicote a produtos de empresas poluidoras;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">12% pagariam impostos para despoluir rios;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">66% acham que o desperdício de água terá consequências sérias no futuro;</span><br /><br /><span style="font-style: italic;">59% julgam necessárias mudanças nos hábitos de consumo, transporte e alimentação para evitar problemas ambientais.</span><br /><br /><br />Veja o resultado integral da pesquisa em: <a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/sustentabilidade_aqui_agora_182.pdf">http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/sustentabilidade_aqui_agora_182.pdf</a>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-1894898248505494222010-11-22T12:28:00.000-08:002010-11-22T12:36:51.074-08:00Cotidiano Sustentável<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6L9OlDUXEWsC1fOCFEi8yD9-wUyrCbhFpZJketaHCI0IVl7Q0pIhaJSHiT6jb1Q5UewBOdaUuoZxcImCI9JNY2ExEJyHh7J_D8T8RnhUHKksFFhu63Ke-o7nsi4eZGwN-WvmuE4aCvPS3/s1600/ALL01.0034D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 290px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh6L9OlDUXEWsC1fOCFEi8yD9-wUyrCbhFpZJketaHCI0IVl7Q0pIhaJSHiT6jb1Q5UewBOdaUuoZxcImCI9JNY2ExEJyHh7J_D8T8RnhUHKksFFhu63Ke-o7nsi4eZGwN-WvmuE4aCvPS3/s400/ALL01.0034D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542474241673772818" border="0" /></a><span style="font-style: italic;font-size:85%;" >foto: Alexandre Lonngren</span> </div><br /><br />Mais dicas para praticar um estilo de vida alinhado à consciência ambiental.<br /><br /><span style="font-weight: bold;"><br />Ventilador x Ar condicionado</span><br /><br />Use mais ventilador ao invés de ar-condicionado: um ventilador de teto, por exemplo, gasta 90% menos energia se comparado a um ar-condicionado. Portanto, sempre que possível, use mais o ventilador. Uma outra alternativa é combinar o uso dos dois. Regule seu ar-condicionado no mínimo e ligue o ventilador de teto.<br /><br />Melhor mesmo é otimizar a utilização da ventilação natural.<br /><br />Limpe ou troque os filtros: um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.<br /><br />Desligue o ar condicionado uma hora antes do final do expediente: em um período de 8 horas, isso equivale a 12,5% de economia diária, o que significa quase um mês de economia no final do ano. Além disso, a temperatura começa a ser mais amena no final do expediente.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Numa fria</span><br /><br />Descongele geladeiras e freezers antigos a cada 15 ou 20 dias: o excesso de gelo reduz a circulação de ar frio no aparelho, fazendo com que gaste mais energia para compensar. Se for o caso, troque de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos, o que subsidia o valor do eletrodoméstico a médio/longo prazo.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">À mesa</span><br /><br />Cozinhe mais em panela de pressão: você pode cozinhar tudo (feijão, arroz, carne, peixe, macarrão etc.), de forma rápida economizando 70% do gás.<br /><br />Cozinhe em fogo mínimo: a comida não cozinha mais rapidamente com fogo alto, pois a água não ultrapassa 100°C em uma panela comum.<br /><br />Frequente restaurantes naturais/orgânicos: ainda que você não seja vegetariano, experimente os novos sabores que essa onda verde está trazendo e, assim, estará incentivando o mercado de produtos orgânicos, livres de agrotóxicos e menos agressivos ao meio-ambiente.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Números legais</span><br /><br />Considere o impacto de seus investimentos: o dinheiro que você investe não rende juros sozinho. Isso só acontece quando é investido em empresas ou países que dão lucro. Na onda da sustentabilidade, vários bancos estão considerando o impacto ambiental das empresas em que investem o dinheiro de seus clientes. Informe-se com o seu gerente antes de escolher o melhor investimento para você e o meio ambiente.<br /><br />Informe-se sobre a política ambiental das empresas que você contrata : seja o banco onde você investe ou o fabricante do shampoo que utiliza, todas as empresas deveriam ter políticas ambientais claras para seus consumidores. Ainda que a prática esteja se popularizando, muitas empresas ainda pensam mais nos lucros e na imagem institucional do que em ações concretas. Por isso, não olhe apenas para as ações que a empresa promove, mas, também, para a margem de lucro alardeada todos os anos.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-43588982415915073652010-09-22T05:33:00.000-07:002010-10-04T12:49:49.196-07:00Dia mundial sem carro<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyfcgHG36FZOQ8ptfRr2I496RyCPMxB12s8f5jw_0Z1xxdzKnxRNmmkxCbCaUERkVv0erOh23OH4vAO8unQMGCErOTDBjMMhp4tWGcFc82O38SbfIcE6T5U-2cusRc3IE7bX0qPKfWUrsG/s1600/ZML02.0002D%5B1%5D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 268px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhyfcgHG36FZOQ8ptfRr2I496RyCPMxB12s8f5jw_0Z1xxdzKnxRNmmkxCbCaUERkVv0erOh23OH4vAO8unQMGCErOTDBjMMhp4tWGcFc82O38SbfIcE6T5U-2cusRc3IE7bX0qPKfWUrsG/s400/ZML02.0002D%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519715658257713874" border="0" /></a><br /><span style="font-style: italic;font-size:85%;" >foto: Zé Martinusso</span><br /></div><br />Mobilidade Humana & o Dia mundial sem sarro<br /><br />Fazemos parte de uma rede de pessoas. Sim, pessoas que compartilham os desejos mais íntimos de viver num mundo melhor hoje.<br /><br /><b>No dia 22 de setembro</b>, desejamos abertamente poder viver em cidades contentes, onde os barulhos dos automóveis e motos sejam substituídos por risadas de crianças bricando nos parques da cidade, pela alegria de alguém que encontra os amigos na padaria pela manhã, pelas conversas acaloradas dos jovens indo para a escola, o estalo do beijo na boca do casal que se encontra para um sorvete, os cochichos das rodas de conversa nas calçadas...<br /><br />No<b> Dia Mundial Sem Carro</b>, confabulamos que a mobilidade seja mais humana. Participe! Comece deixando o seu carro em casa e partilhando caronas, caminhadas, pedaladas de bicicleta e trajetos de ônibus. As cidades agradecem!!!<br /><br />Visite Mobilidade Humana em: <a href="http://mobilidadehumana.ning.com/?xg_source=msg_mes_network">http://mobilidadehumana.ning.com/?xg_source=msg_mes_network</a>.<span style="text-decoration: underline;"></span>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-49456304454419226482010-09-14T11:22:00.000-07:002010-09-14T11:28:31.081-07:00Um grau a menos<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYhjcJE6NAQAIwdEHXMGIVXvFNb2Kjg3f9l4Pak9cK0aNylT340APK-NNcbe9opoaSw7tZkfmbMIZJAyeQeEJt6KMfvhR_354MphZa6V5n0r1Bgr0uOp_ZEiDrKqNm3Nqqh6FfR8Gizap7/s1600/DVJ0505_0008D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 265px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYhjcJE6NAQAIwdEHXMGIVXvFNb2Kjg3f9l4Pak9cK0aNylT340APK-NNcbe9opoaSw7tZkfmbMIZJAyeQeEJt6KMfvhR_354MphZa6V5n0r1Bgr0uOp_ZEiDrKqNm3Nqqh6FfR8Gizap7/s400/DVJ0505_0008D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5516837115041915618" border="0" /></a><br /><div style="text-align: right;"><span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:85%;" >Foto: Daniel Vergara </span><span style="font-size:85%;"><br /></span></div><br />Há uma iniciativa simples que podemos empreender para diminuir a temperatura do planeta. Ao pintar o nosso telhado de branco (a tinta deve ser adequada para ambientes externos) aumentamos a capacidade de reflexão da luz, deixamos nossa casa mais fresca e, consequentemente, economizamos energia - geladeira, freezer e ar condicionado utilizam sua capacidade num nível menor.<br /><br />Essa iniciativa é motivada pela campanha mundial One Degree Less, da ONG Green Building Council Brasil (GBC), e visa ajudar a minimizar os impactos ambientais baixando a temperatura global em 1ºC. De acordo com a GBC para cada 100m² pintados de branco são compensadas 10 toneladas de emissão de CO2 por ano.<br /><br />Participe da campanha: pinte o telhado da sua casa, da sua empresa e atue definitivamente para recuperar o ecossistema do planeta.<br /><br />Saiba mais sobre o <a href="http://www.onedegreeless.org/pt/index.php?pagina=home-o">One Degree Less</a> no Brasil.<br /><br /><object width="320" height="193"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KLDxpbBb6c4&color1=0xb1b1b1&color2=0xd0d0d0&hl=pt_BR&feature=player_embedded&fs=1"><param name="allowFullScreen" value="true"><param name="allowScriptAccess" value="always"><embed src="http://www.youtube.com/v/KLDxpbBb6c4&color1=0xb1b1b1&color2=0xd0d0d0&hl=pt_BR&feature=player_embedded&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="320" height="193"></embed></object>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-65337214861429254142010-07-28T06:22:00.001-07:002010-07-28T06:26:50.751-07:00Espalhe o verde<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ2NzXXGNtxYgm-x5i8IAMn39H3SVjDcnPzekH2HtiHlE7OZLVJhsLL7OkIJvYRenfjc9g2xqBREouZEzWma3kCsmed-l4LGbMzlqnspwcOMuOENwUrnn8oePDwBN31BztoQkogryYqHF9/s1600/GBL06.0038D.jpg"><img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQ2NzXXGNtxYgm-x5i8IAMn39H3SVjDcnPzekH2HtiHlE7OZLVJhsLL7OkIJvYRenfjc9g2xqBREouZEzWma3kCsmed-l4LGbMzlqnspwcOMuOENwUrnn8oePDwBN31BztoQkogryYqHF9/s400/GBL06.0038D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498947173104192258" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span>
<br /></div><div style="text-align: left;">
<br /></div><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"><link rel="File-List" href="file:///C:%5CUsers%5CEditora%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><link rel="themeData" href="file:///C:%5CUsers%5CEditora%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"><link rel="colorSchemeMapping" href="file:///C:%5CUsers%5CEditora%5CAppData%5CLocal%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:trackmoves/> <w:trackformatting/> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> 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Você já faz coleta seletiva do lixo, desconecta os eletrodomésticos da tomada quando não os está usando, vai para o trabalho de transporte coletivo ou bicicleta duas vezes por semana, revisou os encanamentos e deu fim aos vazamentos e infiltrações, evita desperdiçar água no banho e ao escovar os dentes, já trocou todas as lâmpadas de casa por fluorescentes econômicas. Muito bem.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">Algo mais? Você acumula roupas até a quantidade máxima da máquina de lavar e as estende ao ar livre para secar, aproveitando para passá-las todas de uma só vez, manda seu carro para lava jatos a seco, usa ecobags e evita receber sacolas plásticas, procura usar papel reciclado, imprime algo apenas quando é inevitável e ainda usa as duas faces da folha. Podemos dizer que sua conduta é invejável. Mas, você leva esses hábitos para seu local de trabalho? Se sua resposta é sim, parabéns. <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">Saiba: sua empresa pode fazer mais pelo planeta. Participar de um negócio que leva em consideração o cuidado com a biodiversidade inclui ações além do nível individual. No entanto, sabemos que sem a colaboração de cada um, uma postura sustentável dificilmente vigora de fato.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">Além de ações de combate ao desperdício de bens naturais não renováveis uma atitude consciente pode estender-se à natureza dos insumos utilizados para confeccionar os produtos comercializados, ou ainda para dar suporte aos serviços oferecidos pela empresa. Um exemplo seria utilizar madeira certificada, papel reciclado, materiais biodegradáveis etc. <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">Incentivar hábitos de consciência ecológica nos clientes e colaboradores, usar energia limpa (solar, eólica etc.), implantar o reuso de água, instalar filtros nos escapamentos dos veículos e diminuir as emissões de CO2 são atitudes que podem ser empreendidas. Outra possibilidade é aproveitar e valorizar a luz natural e a circulação de ar ao ter um prédio com janelas, o que diminui o uso do ar condicionado e torna o ambiente mais agradável; assim como ter um jardim de inverno ou um espaço de convivência ao ar livre. Não há espaço? Crie uma horta vertical. Quer mais verde? Cubra seu teto de plantas e tenha um ambiente mais fresco (procure um arquiteto para saber qual tipo de vegetal pode utilizar).<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">A postura comercial sustentável ainda pode ser ampliada. É necessário pensar estratégias que beneficiem o meio ambiente inclusive além dos limites físicos da empresa: negociar créditos de carbono, criar e participar de programas de conservação da biodiversidade junto à comunidade vizinha, escolher parceiros e fornecedores que também estejam alinhados com a pauta dos cuidados com o meio ambiente e além de tudo isso, desenvolver o planejamento estratégico focado com todas essas ações.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 9pt; line-height: 115%; font-family: "Verdana","sans-serif";">Criar uma empresa verde é uma tarefa de todas as pessoas que colaboram no negócio. Como no futebol, paixão nacional onde o time precisa dar as mãos para alcançar o gol, a equipe precisa unir suas idéias e forças para atingir o objetivo: uma conduta empresarial comprometida com o meio ambiente de fato.<o:p></o:p></span></p> Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-35014956438104344502010-06-24T10:24:00.000-07:002010-06-24T10:41:34.194-07:00Você está pronto para compartilhar a sustentabilidade?<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiriucd77yJxoFizg_0u8sK1rsKVkIAnNxAP31B6z9Uy0wH5TPTmV5zI8InHFh6azNZOSdFTJt60LBhNsq_ZN9iO5dnwG-dxnL702bKLxNacA4ZUd3F5zVBBk4gJSfIEqIeLzdI1o0BfqM1/s1600/GBF03.0001D.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiriucd77yJxoFizg_0u8sK1rsKVkIAnNxAP31B6z9Uy0wH5TPTmV5zI8InHFh6azNZOSdFTJt60LBhNsq_ZN9iO5dnwG-dxnL702bKLxNacA4ZUd3F5zVBBk4gJSfIEqIeLzdI1o0BfqM1/s400/GBF03.0001D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486392928612811746" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span><br /></div><div style="text-align: left;"><br /></div>Se você fosse convidado para trocar ideias sobre sua conduta sustentável, o que teria para dizer? Talvez você ainda não tenha pensado nisso, mas tem gente pensando. Nesse próximo dia 27 de junho (domingo), em São Paulo, a FIBoPS – Feira Internacional para o Intercâmbio de Boas Práticas Socioambientais – mobilizará pessoas, empresas e gestores em torno das oportunidades e desafios da nova configuração global impactada pela escassez dos recursos naturais e pelos fenômenos decorrentes das mudanças climáticas.<br /><br />A Feira subsidiará o I Congresso Internacional de Boas Práticas Socioambientais, que se propõe a discutir assuntos tais como soluções pró-sustentabilidade em inovações tecnológicas; práticas e produtos relacionados a emissões de CO2, energia limpa e economia; possibilidades sustentáveis em moda, beleza e consumo; evolução e responsabilidade em agronegócio e logística e intercâmbio de<span style="font-style: italic;"> cases</span> em <span style="font-style: italic;">benchmarking</span> internacional. O congresso contará com a presença de palestrantes do Brasil, dos Estados Unidos, da Inglaterra, da França e do Uruguai.<br /><br />Além do Congresso a FIBoPS proporcionará discussões técnicas e rodadas de negócios, incluindo a apresentação de produtos inovadores e palestras sobre: mudanças climáticas, ética individual ecologicamente correta e novas tecnologias sustentáveis.<br /><br />Ficou curioso? Veja em <a href="http://www.blogger.com/www.fibops.com.br">www.fibops.com.br</a> a programação detalhada do evento.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-84321149093522208512010-06-02T07:30:00.000-07:002010-06-24T05:25:55.437-07:00Produtos Verdes<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7znCb0l752-Fsow1tuIRAD25f6anm4vK5JEwdxjg-AaZIuVxHN00iUyB8by6cAKcd08fcHei-Tm0EyEOzGBIBFaTEkI-Pw_VE0tkgzGIZ14XTOeyNOUtUIMiBx2EwyeIJINk7C7zMQKPf/s1600/_35E1751.JPG"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7znCb0l752-Fsow1tuIRAD25f6anm4vK5JEwdxjg-AaZIuVxHN00iUyB8by6cAKcd08fcHei-Tm0EyEOzGBIBFaTEkI-Pw_VE0tkgzGIZ14XTOeyNOUtUIMiBx2EwyeIJINk7C7zMQKPf/s400/_35E1751.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478184507418040098" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span><br /></div><br /><div style="text-align: justify;"><div style="text-align: left;">A proximidade do Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) traz uma reflexão acerca do que estamos praticando como atitudes para assumirmos um estilo de vida sustentável. O uso consciente das fontes de energia não renováveis, a coleta seletiva de lixo e sua posterior reciclagem, a doação de artigos eletrônicos em desuso ou o encaminhamento aos postos de descarte adequados, a utilização da água e demais recursos naturais evitando o desperdício, são maneiras de participar ativamente dessa data ao longo do ano.<br /><br />Alguns materiais produzidos pela indústria de bens de consumo não são facilmente descartados. Rios poluídos nas grandes cidades tornam-se cemitérios do que não usamos mais: um cortejo de sacolas plásticas, garrafas pet, restos de mobílias, até colchões! Tecnologias limpas têm sido desenvolvidas nas últimas décadas e, ao contrário do que possa parecer, muitas delas já fazem parte do nosso cotidiano.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Reciclagem de garrafas pet</span><br />Tecidos criados a partir da reciclagem de garrafas pet já são largamente utilizados em tecidos crus e ecológicos, com aplicação lonas, ecobags e sinalização. Cada metro quadrado de tecido equivale a seis garrafas reaproveitadas.<br /><br />As embalagens pet também podem ser transformadas em objetos de decoração, aquecedor solar, coletores de água e até matéria prima na construção civil. A reciclagem de plástico origina outros produtos como o Vitopaper, papel reciclado de plástico que tem aparência de couchê e economiza até 20% de tinta durante a impressão.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Reuso de pneus</span><br />A reutilização de pneus para a fabricação de cadeiras, mesas, divãs pufes, lixeiras, brinquedos como amarelinha, jogo de argolas e camas elásticas, até espreguiçadeiras é hoje uma realidade na reutilização de materiais que levariam séculos para serem reintegrados ao meio ambiente.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Reaproveitamento de papelão</span><br />O papelão tem reciclagem garantida no processo industrial e também é utilizado em peças de mobiliário montadas manualmente, além de azulejos reciclados tridimensionais, que podem ser pintados e reutilizados.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Iniciativas incomuns</span><br />Até esse momento temos falado de materiais dos quais temos certo conhecimento, no entanto há iniciativas incomuns como a reutilização de fitas cassete e fibra ótica para o desenvolvimento de tecidos – no segundo caso, imagine-se com roupas que brilham no escuro.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Produtos inteligentes</span><br />Tecidos inteligentes mantém a temperatura do corpo, se expandem com a transpiração ou enrijecem ao detectar impacto. Relógios alimentados por energia solar, canetas biodegradáveis (utilizam plástico biodegradável feito de batata e tinta atóxica) que se decompõem completamente em 180 dias quando descartadas e carros movidos a eletricidade já podem ser adquiridos no mercado.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Azulejos verdes</span><br />E o que dizer de um jardim vertical? Existe tecnologia que permite revestir paredes externas com azulejos cobertos de plantas que coletam o CO2 do ar e o convertem em adubo. Os azulejos possuem sistema de irrigação por gotejamento, o que ajuda a economizar água. Poderíamos ter jardins verticais recobrindo prédios nas grandes metrópoles ao invés de grandiosos blocos de concreto, por que não?<br /></div><br /></div><br /><span style="font-style: italic;">Conheça alguns dos projetos citados nessa matéria:</span><br /><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.tecidoreciclado.com/oqueetecidoreciclado.php">Tecidos reciclados de garrafas pet</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.sacolaretornavel.com.br/">Ecobags</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.vitopel.com/vitopel/Vitopaper/tabid/339/Default.aspx">Papel reciclado de plástico</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.arteempneus.org.br/Capa/WebHome">Reutilização de pneus</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.100t.com.br/">Mobiliário em papelão</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.re-modern.com/store/pc/Sculptural-Wall-Tiles-V2-39p39.htm">Azulejos de papelão reciclável</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.sonicfabric.com/index.html">Tecidos de fita cassete</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.dba-co.com/">Canetas biodegradáveis</a><br /><a style="font-style: italic;" href="http://www.ceracasa.com/51164_en/CEVISAMA-2010:-ECOEFICIENTS-SOLUTIONS-SOLUTIONS-OF-FUTURE/">Azulejos recobertos de plantas</a>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com3tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-15191863301079349042010-05-25T08:04:00.000-07:002010-05-25T08:06:14.408-07:00Jovens ecológicosCom atitudes simples e ecologicamente corretas, um grupo de amigos vem fazendo a diferença em casa. Eles assumiram a responsabilidade pelo meio ambiente e acreditam que, cada um fazendo sua parte, é possível transformar o planeta num lugar melhor.<br /><br />RODRIGO CARVALHO<br /><br /><span style="font-style: italic;">Eles saíram do discurso do ecologicamente correto e foram para a prática. No dia a dia, adotaram soluções simples que fazem grande diferença. O planeta agradece! </span><br /><br />Dizer que é ecologicamente correto está na moda. Mas do discurso até a pratica vai uma grande diferença. Contudo, um grupo de 12 amigos cansaram de assistir, impassíveis, à forma como o planeta está sendo tratado e arregaçaram as mangas. São todos jovens, gente que trabalha com tatuagem, música eletrônica, propaganda, dança, artes plásticas, biologia, jornalismo, arte-educação e arte-terapia, mas que encontraram tempo para investir no sonho que une a todos: fazer do mundo um lugar melhor, através de ações de conscientização ética, socioeconômica e ambiental.<br /><br />É o caso do artesão e bioconstrutor Paulo Campos e da educadora ambiental Luciana Campos. O casal está envolvido, há 10 anos em questões ambientais, participando de fóruns e movimentos. Mas, foi há cerca de seis anos que eles adotaram a permacultura no seu dia a dia. “Nós fazemos em casa, desde coisas básicas, como separação do lixo e cultivo de plantas, até reutilização da água do lavatório para dar descarga e uso da iluminação natural”, enumera Paulo.<br /><br />As filhas Clarissa, 3 anos e meio, e Jasmin, 11 meses, aprendem em casa como cuidar do planeta. “Elas seguem à risca. E a gente faz questão de incentivá-las a cuidar dos animais e plantas. Além de terem uma alimentação saudável com frutas e verduras orgânicas e sem carne”, diz Luciana. “No banho não tem brincadeira. Elas sabem que a água é valiosa”, completa o pai.<br /><br />Paulo explica que, a partir de sugestões dos amigos, passou a incorporar outras ações, como utilizar produtos de limpeza ecológicos. “Além disso, a gente faz um preparado e divide para o grupo”.<br /><br />Assim, todo mundo aprende a fazer o pó dental (usado no lugar da pasta de dente), detergente (feito a partir do reúso do óleo) e desinfetante. Uma contribuição da arte-educadora Helena Golabek Gandra, que pesquisando, aprendeu a fazer vários produtos.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Reaproveitar</span><br /><br />Além dos produtos de limpeza, ela também criou absorventes ecológicos (que lembram os antigos "paninhos" de nossas bisavós) e incentiva o reaproveitamento e reciclagem. Como uma artista, ela percebe o potencial de muita coisa que iria para o lixo.<br /><br />"Eu iria jogar fora essa garrafa de vidro fora. Aí pensei: Preciso de uma garrafa para o chá. Então, eu pintei e reciclei o que iria para o lixo. E assim faço com outras coisas", explica Helena. No dia da sessão de fotos, ela usava uma calça que tinha sido manchada, mas que recuperou pintando belíssimas flores.<br /><br />"É preciso entender que hoje temos um dever moral de sair do discurso e ir para a prática. O discurso só não adianta. É preciso modificar nossas atitudes urgente", conclama Helena, que também faz questão de alertar sobre o consumo desregrado. "É preciso aproveitar ao máximo as coisas. Tudo que compramos desnecessariamente representa um peso ao meio ambiente", completa.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Santo de casa faz milagre</span><br /><br />E, assim, aproveitando de tudo, eles criam, com suas próprias mãos, banquinhos, fornos, lenha e adubo para as plantas. É no quintal do estúdio de tatuagem Kaleidoscope que eles criaram a sede do Maloca Sustentável - nome que o próprio grupo de amigos deu para suas reuniões. E tudo é feito com base na permacultura. Lá eles fizeram o bioforno para cozinhar, evitando ao máximo a poluição, criaram a composteira (uma espécie de caixa para reciclagem das matérias orgânicas residuais do nosso cotidiano como restos de alimentos, cascas das frutas, folhas secas e papel, o espiral de ervas e o círculo de bananeiras, que serve como barragem.<br /><br />Além disso, lá a água usada em pias é despejada diretamente nas plantas. E no quintal, eles colocaram uma coberta viva (teto verde) que protege do sol e diminui a sensação de calor. Além de ficar um charme!<br /><br />"A gente foi se juntando e dividindo saberes. Fomos aprofundando e vendo que podíamos fazer um lugar o mais sustentável possível", conta a jornalista Juliana Lacerda. Ela, que já fazia coleta seletiva em casa e trabalhava com educação ambiental com crianças na ONG Aquasis, argumenta que passou a vivenciar ainda mais ações ecologicamente responsáveis a partir das reuniões com o grupo.<br /><br />" Tinha muito cuidado com o lixo, não usava sacolas de plásticos e frequentava feiras ecológicas. Mas, hoje, passei a usar o pó dental e a fazer o espiral de ervas. É uma troca de experiência muito grande".<br /><br />A arte-educadora Drica Oliveira, também adepta da permacultura há três anos, levou para a sala de aula os conceitos de reciclagem e reaproveitamento. "Levo para as crianças a mensagem da sustentabilidade e emprego na minha arte esse conceito. Como trabalho com crianças, tenho uma esperança muito grande numa mudança", defende.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Mudança fora de casa</span><br /><br />Depois de modificarem os hábitos em casa e influenciarem os amigos, o grupo agora quer ampliar seus horizontes e atingir um público ainda maior. Preparando-se para virar uma associação que trabalha com arte e educação ambiental, os "maloqueiros", como são chamados, acreditam na mudança coletiva. "Nosso objetivo é atingir os outros. É preciso despertar, urgente, as pessoas para uma nova consciência ambiental", alerta Paulo. "Como grupo somos mais fortes". É aquela máxima do eterno maluco beleza: "Sonho que se sonha junto é realidade".<br /><br /><span style="font-weight: bold;">DICAS </span><br /><span style="font-weight: bold;">Pequenas mudanças que fazem diferença</span><br /><br />Aposente o carro e outros meios de transporte sempre que possível. Um dos gases responsáveis pelo efeito estufa é o dióxido de carbono (CO2), e a maior parte dele vem da queima de combustíveis.<br /><br />Substitua as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, que duram até dez vezes mais e economizam até um terço de energia elétrica. Abra as janelas e aproveite o sol.<br /><br />Separe o lixo na sua casa em seco e molhado. No lixo seco vão papéis, vidros e plásticos. No molhado ficam os restos de comida. Já existe em Fortaleza quem faça a coleta seletiva.<br /><br />O consumo excessivo é um dos grandes vilões da degradação ambiental. Compre o necessário e prefira produtos de quem respeita o meio ambiente e os que têm o Selo Verde. Reaproveite!<br /><br />Cada família brasileira usa 66 sacolas plásticas de supermercado por mês. E o pior: elas não podem ser recicladas junto com outros plásticos. O ideal é trocá-las por ecobags.<br /><br />Plante uma árvore. Essa atitude tem um efeito muito grande para o ambiente. Uma árvore pode absorver até uma tonelada de CO2. Reaproveite a água da chuva, captando-a em um galão e depois regue o jardim ou lave a varanda.<br /><br /><br />Conheça melhor O MALOCA (<a href="http://www.malocasustentavel.blogspot.com">www.malocasustentavel.blogspot.com</a>)<br /><br />Matéria publicada no jornal Diário do Nordeste: <a href="http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=787461">http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=787461</a>.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-49625470279563039572010-05-17T14:50:00.000-07:002010-05-18T06:04:56.201-07:00O que fazer com o lixo eletrônico?<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPzJde1E7cR8D0JKMG-54B8aLVBzW83NxnEz9OFJw_sUbxXIad-w2qCU3Yu05IZCW6jQHPe3AUmT_Mq2h4rhLUvxG2kQWijUtYyDMhMEeIntoU8QGcwe-d3i3RIkhXyQzRUvJwK-r1g2RH/s1600/GBI.0003D.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 400px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPzJde1E7cR8D0JKMG-54B8aLVBzW83NxnEz9OFJw_sUbxXIad-w2qCU3Yu05IZCW6jQHPe3AUmT_Mq2h4rhLUvxG2kQWijUtYyDMhMEeIntoU8QGcwe-d3i3RIkhXyQzRUvJwK-r1g2RH/s400/GBI.0003D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472360023576179714" border="0" /></a>
<br /></div><div style="text-align: right;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span>
<br /></div>
<br /><meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"><meta name="ProgId" content="Word.Document"><meta name="Generator" content="Microsoft Word 12"><meta name="Originator" content="Microsoft Word 12"><link rel="File-List" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_filelist.xml"><link rel="themeData" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_themedata.thmx"><link rel="colorSchemeMapping" href="file:///D:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtmlclip1%5C01%5Cclip_colorschememapping.xml"><!--[if gte mso 9]><xml> <w:worddocument> <w:view>Normal</w:View> <w:zoom>0</w:Zoom> <w:trackmoves/> <w:trackformatting/> <w:hyphenationzone>21</w:HyphenationZone> <w:punctuationkerning/> <w:validateagainstschemas/> <w:saveifxmlinvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:ignoremixedcontent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:alwaysshowplaceholdertext>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> 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Em busca de um estilo de vida em sintonia com as tendências do momento, adquirimos bem mais do que necessitamos. <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">O que fazer com aqueles celulares, computadores, impressoras, geladeiras, câmeras fotográficas digitais, brinquedos, televisores que não usamos mais? <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">Quando compramos eletrônicos não imaginamos que possuam substâncias tóxicas, capazes de degradar o meio ambiente e afetar de forma grave a saúde humana. Computadores, para exemplificar, utilizam metais pesados em sua composição: mercúrio, chumbo, fósforo, cádmio, entre outros elementos químicos. <o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">A exposição breve ao chumbo provoca dores estomacais e de cabeça, a longo prazo prejudica o sistema nervoso, os rins, o sangue e o cérebro. Para se ter ideia, o tubo de raios catódicos de um único monitor de computador contém cerca de 1,5 kg dessa substância.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">A Organização das Nações Unidas (ONU) avalia que cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartadas anualmente em todo o mundo, e que esse número deverá crescer até 500% em dez anos. De acordo com o Greenpeace 5% do lixo sólido do mundo é eletrônicos, quantia semelhante à das embalagens plásticas. Na maioria das vezes o descarte é inadequado, feito em depósitos de lixo, em seguida recolhido por catadores, que queimam as peças para separar os metais e vendê-los. Ao serem queimadas são liberadas substâncias tóxicas, gerando uma fumaça cancerígena, espalhada pelo vento.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size:100%;"><o:p> </o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">Reciclagem e reuso são as únicas soluções para o problema. Doar aparelhos eletrônicos em bom estado é uma solução correta e eficiente. As empresas que vendem esses produtos são obrigadas por lei a receber os equipamentos eletrônicos descartados. Há iniciativas de recolhimento e reciclagem de pilhas e baterias em agências bancárias, ongs e shoppings centers, para citar alguns exemplos. Desfazer-se corretamente o lixo eletrônico é responsabilidade de todos , atitude indispensável para um padrão de vida sustentável.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal"><span style="font-size:100%;"><o:p> </o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"><span style="font-size:100%;">Veja <a href="http://viver-sustentavel.blogspot.com/2009/12/computadores-descartados-na-europa.html">aqui</a> como o lixo eletrônico mundial pode ser descartado de forma incorreta.<o:p></o:p></span></p>
<br />Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-49330633530910016182010-05-11T14:21:00.000-07:002010-05-11T14:30:06.773-07:00Priorize o uso de combustível verde<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0_lSe8oLiof4TLOiMfI9foZ3_qnmUENBapKyLphFx7XIwPQweeHI7PImuSt4GbwVeqf3bqMowc7YTTb7toznkvEbPhwO64bIHKzQYMwOKIdLllbTcnWrXY1y-twiV39XcjCHjD7t-d1wc/s1600/LKG0107.0021B.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 260px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0_lSe8oLiof4TLOiMfI9foZ3_qnmUENBapKyLphFx7XIwPQweeHI7PImuSt4GbwVeqf3bqMowc7YTTb7toznkvEbPhwO64bIHKzQYMwOKIdLllbTcnWrXY1y-twiV39XcjCHjD7t-d1wc/s400/LKG0107.0021B.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470126752179102530" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Leopoldo Kaswiner</span></span> <br /></div><br />Durante o processo de extração de petróleo no mar não é raro que ocorram vazamentos, o que ocasiona um desequilíbrio alarmante na biodiversidade marinha, sem levar em consideração os riscos à saúde do ser humano. O combustível fóssil também polui diariamente o ar quando queimado dentro dos motores dos veículos. Substituí-lo pelos renováveis é uma atitude importante para o desenvolvimento de uma relação sustentável com o meio ambiente. Uma das medidas que pode ser adotada é utilizar o etanol, mais conhecido como álcool combustível.<br /><br />O etanol polui cerca de 90% menos que a gasolina, além de proporcionar mais potência, força de arranque e velocidade ao veículo. A emissão de CO2 ao longo do seu processo de produção é aproximadamente 89% menor: para o beneficiamento de mil litros de combustível, a gasolina emite 2.280 kg de CO2 desde a extração do petróleo até a distribuição nos postos de abastecimento, já o ciclo completo de produção da mesma quantidade de etanol libera somente cerca de 260 kg de CO2.<br /><br />Utilizar um automóvel que aceite tanto combustível fóssil quanto álcool combustível, pode ser um passo adiante na mudança da gasolina para o etanol. A frota de automóveis flex tem crescido nos últimos anos no Brasil. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) os carros flex representaram 92% do total de automóveis licenciados em março desse ano. Além da possibilidade de testar o custo-benefício da mudança, a troca definitiva é compatível.<br /><br />O etanol pode ser proveniente da cana de açúcar, beterraba, trigo e milho. O processamento feito a partir da cana, o mais comum no Brasil, rende energia combustível quatro vezes maior que o extraído da beterraba e do trigo e quase cinco vezes superior ao produzido com milho.<br /><br />Ao longo do processo, a fermentação e queima do bagaço e palha da cana em caldeiras de alta pressão gera bioeletricidade, uma fonte de energia limpa e renovável destinada a suprir as usinas de beneficiamento, tornando a fabricação do etanol auto-suficiente.<br /><br />Existem iniciativas como a da cidade de Angatuba, interior do estado de São Paulo, que criou uma microdestilaria de álcool, possibilitando o abastecimento sustentável dos veículos da frota da prefeitura, dispensando a necessidade da compra nos postos de distribuição. Conheça mais sobre esse projeto <a href="http://www.youtube.com/watch?v=GmyO80OvIqA">aqui</a>.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-20807903418268949502010-05-03T12:16:00.000-07:002010-05-03T12:18:57.854-07:00Clima e Aquecimento<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQONSUorUO5O9gbGcx5Vk6nCF1BKq2ApDZHj9d_L21oOrXuBF9p09edx5DWHA6Rjq6aZY2TdCvIS6lrsY3hW3ehqhFbZ8Ev6ElvWcwUzFrJsdN1JHu5TTiRwlVZsZvu4VKY5nRuDaMaNbm/s1600/Joao+Ipueiras+crian%C3%A7as%40+_43M8846.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 285px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQONSUorUO5O9gbGcx5Vk6nCF1BKq2ApDZHj9d_L21oOrXuBF9p09edx5DWHA6Rjq6aZY2TdCvIS6lrsY3hW3ehqhFbZ8Ev6ElvWcwUzFrJsdN1JHu5TTiRwlVZsZvu4VKY5nRuDaMaNbm/s400/Joao+Ipueiras+crian%C3%A7as%40+_43M8846.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5467125046419744274" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: João palmeiro</span></span><br /></div><br />Quando se fala em aquecimento global, a principal questão de desacordo entre os especialistas é com que profundidade a interação humana afeta a biodiversidade, e os reais efeitos que pode causar no clima do planeta.<br /><br />As opiniões se dividem entre os que defendem que nossa ação influi direta e drasticamente no meio ambiente e os que chegam a afirmar que tudo não passa de um ciclo natural do planeta.<br /><br />Entre os que alertam para o aquecimento global e a necessidade extrema de contribuirmos para o resfriamento do planeta está James Hensen, cientista climático da NASA. Em entrevista concedida ao jornal “De Spiegel”, afirma que “se não tomarmos uma atitude os níveis do mar podem subir até 2,74 metros até o fim do século” e isso afetaria pelo menos 40 milhões de pessoas.Segundo Hensen, aproximadamente 102% do aquecimento é motivado pela atividade humana, “o clima estaria esfriando se não fosse pelas emissões provocadas pela humanidade”.<br /><br />O extermínio da fauna e flora do planeta também é uma preocupação do pesquisador: além do deslocamento para os polos ter se acelerado “o fato de várias espécies estarem confinadas a certas áreas porque os humanos ocuparam grande parte do planeta, fica evidente que para elas será muito difícil migrar. Portanto, é provável que uma grande parcela das espécies da Terra seja extinta.”<br /><br />Anthony Watts, meteorologista norte-americano, denunciou incorreções nos cálculos do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática) da ONU. Do ponto de vista de Watts, as estações de medição que ficam em grandes cidades e locais mais afetados pelo calor têm substituído dados das medições em altitudes mais elevadas. Ele acredita que o monitoramento via satélite é o mais adequado, sendo apoiado por outros pesquisadores como o professor de ciências atmosféricas John Christy, da Universidade do Alabama, que já esteve entre os principais autores do IPCC.<br /><br />Na contra-mão dessas opiniões, Luiz Carlos Molion, o meteorologista da Universidade Federal de Alagoas e representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM) afirma que o fenômeno do aquecimento global não é relevante, e que a Terra vai esfriar nos próximos 20 anos e que as emissões na atmosfera provocadas pelo homem são incapazes de causá-lo. “A mídia coloca o CO2 como vilão, como um poluente, e não é. Ele é o gás da vida. Está provado que quando você dobra o CO2, a produção das plantas aumenta”, afirma.<br /><br />Com base em dados de acompanhamento da temperatura dos oceanos, Molion assegura que estes estão perdendo calor. Para o pesquisador, o derretimento das geleiras não afeta o nível do mar, uma vez que o gelo derretido é apenas superficial. Afirma ainda, que o nível do mar não vem aumentando. “Há uma foto feita por desbravadores da Austrália em 1841 de uma marca onde estava o nível do mar, e hoje ela está no mesmo nível. Existem os lugares onde o mar avança e outros onde ele retrocede, mas não tem relação com a temperatura global”, defende.<br /><br />Acreditando ou não na interferência decisiva do homem no fenômeno das mudanças climáticas, o ideal é utilizar com sabedoria os recursos naturais: buscar a adoção de energia limpa e renovável, além do convívio sustentável com a biodiversidade do planeta.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-28233733482054917322010-04-20T08:35:00.001-07:002010-04-20T08:38:37.317-07:00Dia da Terra: por que comemorar?<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjDhMTroIDgz5ZfxI_IBwVpj4yoiiRxeacTgl-k5WDFkToIkLPzRp3v9xqVxrlHQHa0Uo3QmgWgaVhFc9ag_IZm2_qQHNmOJwwdOKzSJLOF83k6IbR-UfxwSVHMPxUf8FK43XRzIQO0Qsx/s1600/RMJ0201.3.0028D.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjjDhMTroIDgz5ZfxI_IBwVpj4yoiiRxeacTgl-k5WDFkToIkLPzRp3v9xqVxrlHQHa0Uo3QmgWgaVhFc9ag_IZm2_qQHNmOJwwdOKzSJLOF83k6IbR-UfxwSVHMPxUf8FK43XRzIQO0Qsx/s400/RMJ0201.3.0028D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462243981019844754" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Roberto Marques</span></span><br /></div><br />Na próxima quinta-feira, dia 22 de Abril, será comemorado o Dia da Terra. Com todas as ocorrências naturais propagadas pela mídia – chuvas torrenciais, terremotos e vulcões, assim como o sofrimento das pessoas atingidas, além do desmatamento, do alto índice de poluição, mudanças climáticas, degelo acelerado – é quase impossível não refletir sobre nosso comportamento ecológico nesta data.<br /><br />Somos contemporâneos de um impasse civilizatório, de um momento singular na história do homem. Diante dessa problemática, é preciso reconhecer que várias ações têm sido empreendidas em favor da diminuição dos impactos ambientais e da proteção da biodiversidade do planeta.<br /><br />Há um número crescente de empresas que abraçam e mostram a público suas campanhas de sustentabilidade. Cada vez mais aperfeiçoam seus processos de produção utilizando-se de energia limpa; calculam sua taxa de liberação de CO2; buscam compensá-la com o plantio de árvores; usam papel reciclado ou certificado, madeira legal, plástico biodegradável.<br /><br />As campanhas de reciclagem e coleta seletiva de lixo fazem parte do nosso dia a dia. Na semana passada foi trazido a público, em Taiwan, um prédio feito de garrafas pet. Segundo os construtores, o centro cultural de três andares pode ser desmontado, transportado e remontado com rapidez.<br /><br />A Hora do Planeta deste ano, 60 minutos de luzes desligadas pelo consumo consciente de energia, teve a participação de cerca de 4 mil cidades em 125 países, contra 88 no ano passado. Iniciativas como o selo Carbon Free, certificam eventos que quantificam e compensam sua emissão de CO2.<br /><br />A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em relatório apresentado, assegura que no Brasil há 2,7 milhões de “empregos verdes” – atividades econômicas que contribuem para a melhoria da qualidade ambiental. A OIT prevê que esse número aumente para 20 milhões até 2030. E há também os “produtos verdes” que gastam menos energia ou utilizam energia limpa (eólica, solar, elétrica); além do setor alimentício, que oferece produtos orgânicos livres de agrotóxicos.<br /><br />Cercados por essas iniciativas, podemos aderir a certas práticas que ajudam nossa interação com o planeta. Costumamos pensar que agindo individualmente não somos capazes de realizar mudanças, mas esquecemos uma atitude propriamente humana: o ato de comunicar. Mostrando através do exemplo, educando pelo diálogo, temos a capacidade de disseminar atitudes, inclusive no que condiz ao Meio Ambiente.<br /><br />Realizar ações simples como usar a água racionalmente, apagar as luzes e desligar os eletrodomésticos que não estão sendo usados, abrir as janelas ou substituir o ar condicionado pelo ventilador, realizar a coleta seletiva de lixo, evitar o uso de sacolas plásticas, participar de campanhas sociais, pode fazer a diferença. Basta começar.Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-91439930958786257202010-04-09T05:58:00.000-07:002010-04-09T06:03:52.408-07:00Quantifique e compense a sua própria emissão de CO2 na atmosfera<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3EqWJSXIUf0Bf4tF9mqbwS1AWIP98bfQiHVVDd8t4RbGkSFk0Atg7Fiz6ovq8FezAXRqHGgQpUquX7I4HnRNPQXfbImx1mOTWzGaCTXHhnZ0m3ZqaT2opJZ4rT088jlMY1cvSmAoGtKXJ/s1600/maos_0151_1.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3EqWJSXIUf0Bf4tF9mqbwS1AWIP98bfQiHVVDd8t4RbGkSFk0Atg7Fiz6ovq8FezAXRqHGgQpUquX7I4HnRNPQXfbImx1mOTWzGaCTXHhnZ0m3ZqaT2opJZ4rT088jlMY1cvSmAoGtKXJ/s400/maos_0151_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5458121514790575906" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span><br /></div><br />Você se preocupa com a pegada de carbono que deixa enquanto passa pelo planeta? Gostaria de saber a quantas anda a sua emissão de CO2 na atmosfera? Isso já é possível. A Iniciativa Verde disponibiliza em seu site uma calculadora de CO2; faz parte do programa Carbon Free, que tem como objetivo promover a compensação da emissão de gás carbônico pelas atividades humanas.<br />Resolvemos, para efeito de teste, utilizar as médias indicadas pelo site e descobrimos que para compensar uma emissão de CO2 de 1.6 toneladas (sim! Tudo isso em média. E imagine, calculamos o uso de apenas um carro e não adicionamos viagens aéreas). Seria necessário o plantio de 10 mudas de árvore.<br />Além da compensação em plantios de árvore, o site dá outras sugestões para um padrão de vida sustentável. Como a substituição parcial do transporte particular pela utilização de coletivos ou andar de bicicleta. As pedaladas podem ser uma maneira interessante de entrar em contato com o Meio Ambiente ao seu redor.<br />Dicas como a coleta seletiva de lixo, a substituição do ar condicionado pelo ventilador, a troca por lâmpadas mais econômicas e a diminuição do uso de papel, bem como a utilização de papel reciclado ou certificado também estão presentes no site.<br /><a href="http://www.blogger.com/Clique%20aqui"><br /></a>aproveite para calcular sua emissão de CO2 na atmosfera.<br /><a href="http://www.iniciativaverde.org.br/pt/calculadora">http://www.iniciativaverde.org.br/pt/calculadora</a>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-20792185404733081922010-02-25T05:55:00.000-08:002010-04-09T06:04:24.259-07:00Uso de Agrotóxico em Área Urbana<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgB4xQI6Ud7zSaS3gqFshvqgNc314KIoQc8RFDj99915_br8CXBJTYY41u_BQw95ud7QnozIAk74aR8alUpycUNSwk_U4O_Z2Eihs3cXFyBox-ybsGJI7hMey7QMAXRLjz9IA97DgWlqFCW/s1600-h/GBL01.0086B%5B1%5D.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 266px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgB4xQI6Ud7zSaS3gqFshvqgNc314KIoQc8RFDj99915_br8CXBJTYY41u_BQw95ud7QnozIAk74aR8alUpycUNSwk_U4O_Z2Eihs3cXFyBox-ybsGJI7hMey7QMAXRLjz9IA97DgWlqFCW/s400/GBL01.0086B%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5442180643186680722" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span><br /></div><br />Preocupada com a difusão da prática não autorizada de uso de agrotóxicos (herbicidas) para o controle de plantas daninhas em áreas urbanas especialmente em praças, jardins públicos, canteiros, ruas e calçadas, em condições não controladas pelos órgãos públicos competentes, esta Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) submeteu à consideração da população, mediante a publicação da Consulta Pública nº. 46/2006, proposta de Resolução de sua Diretoria Colegiada para regular a prática da capina química por empresas de jardinagem profissional, nos termos previstos no Decreto nº. 4.074/2002.<br /><br />No processo de Consulta Pública, colhendo contribuições dos diversos segmentos da sociedade, bem como das áreas técnicas da Agência e de outros órgãos do Sistema Único de Saúde (SUS) evidenciou-se que a regulamentação dessa prática não se revelava o melhor caminho na busca da proteção e da defesa da saúde da população brasileira.<br /><br />Os produtos que visam alterar a composição da fauna ou da flora, com a finalidade de preservá-las da ação de seres vivos considerados nocivos, são definidos nos termos da legislação vigente (Lei nº. 7.802/89) como produtos agrotóxicos, tanto quando se destinam ao uso rural ou urbano.<br /><br />São produtos essencialmente perigosos e sua utilização, mesmo no meio rural, deve ser feita sob condições de intenso controle, não apenas por ocasião da aplicação, mas também com o isolamento da área na qual foi aplicado.<br /><br />No processo de consulta pública ficou evidenciado que não seria possível aplicar medidas que garantissem condições ideais de segurança para uso de agrotóxicos em ambiente urbano. Por esse motivo a Diretoria Colegiada da ANVISA decidiu arquivar a Consulta Pública nº. 46/2006, afastando a possibilidade de regulamentação de tal prática.<br /><br />Justificam tal conclusão, entre outras, as seguintes condições:<br /><br />1. Durante a aplicação de um produto agrotóxico, se faz necessário que o trabalhador que venha a ter contato com o produto, utilize equipamentos de proteção individual. Em áreas urbanas outras pessoas como moradores e transeuntes poderão ter contato com o agrotóxico, sem que estejam com os equipamentos de proteção e sendo impossível determinar-se às pessoas que circulem por determinada área que vistam roupas impermeáveis, máscaras, botas e outros equipamentos de proteção.<br /><br />2. Em qualquer área tratada com produto agrotóxico é necessária a observação de um período de reentrada mínimo de 24 horas, ou seja, após a aplicação do produto, a área deve ser isolada e sinalizada e, no caso de necessidade de entrada no local durante este intervalo, o uso de equipamentos de proteção individual é imperativo. Esse período de reentrada é necessário para impedir que pessoas entrem em contado com o agrotóxico aplicado, o que aumenta muito o risco de intoxicação. Em ambientes urbanos, o completo e perfeito isolamento de uma área por pelo menos 24 horas é impraticável, isto é, não há meios de assegurar que toda a população seja adequadamente avisada sobre os riscos que corre ao penetrar em um ambiente com agrotóxicos, principalmente em se tratando de crianças, analfabetos e deficientes visuais.<br /><br />3. É comum os solos das cidades sofrerem compactação ou serem asfaltados, o que favorece o acúmulo de agrotóxico e de água nas suas camadas superficiais. Em situação de chuva, dado escoamento superficial da água, pode ocorrer a formação de poças e retenção de água com elevadas concentrações do produto, criando uma fonte potencial de risco de exposição para adultos, crianças, flora e fauna existentes no entorno. Cabe ressaltar neste ponto que crianças, em particular, são mais sujeitas às intoxicações em razão do seu baixo peso e hábitos, como o uso de espaços públicos para brincar, contato com o solo e poças de água como diversão.<br /><br />4. Em relação à proteção da fauna e flora domésticas ou nativas, é importante lembrar que cães, gatos, cavalos, pássaros e outros animais podem ser intoxicados tanto pela ingestão de água contaminada como pelo consumo de capim, sementes e alimentos espalhados nas ruas.<br /><br />5. Por mais que se exija na jardinagem profissional o uso de agrotóxicos com classificação toxicológica mais branda, tal fato não afasta o risco sanitário inerente à natureza de tais produtos.<br /><br />Por oportuno, importa ainda observar que há, no mercado, produtos agrotóxicos registrados pelo Instituto Nacional do meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) identificados pela sigla “NA” como agrotóxicos de uso Não-Agrícola. No entanto, essa identificação, ao contrário do que possa parecer á primeira vista, não significa a autorização da utilização de tais produtos em área urbana. Os produtos registrados pelo IBAMA apenas podem ser aplicados em florestas nativas, em ambientes hídricos (quando assim constar no rótulo) e outros ecossistemas (além de vias férreas e sob linhas de transmissão).<br /><br />Dessa forma, a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela ANVISA ou por qualquer outro órgão, não havendo nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade.<br /><br />Brasília, 15 de janeiro de 2010.<br /><br />Diretoria Colegiada da ANVISADeletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-5561718063968173656.post-28492088196855044172010-01-27T04:10:00.001-08:002010-01-27T04:28:05.768-08:00Desperdício é a principal ameaça ao abastecimento de água no Brasil.<div style="text-align: right;"><a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgu37Thjtmb5k1vosNMt67nBREVpGCEeZYuTVnxQN6Us0rOySmjVTVqIOHoVthL_Sj0Alwn3oLuk-gkpeX18yxr0q9QBch_xbvlYoaGQCdFKf-AgQI6SISrgLhxs-yNzkZSwmnZD3RLUxLR/s1600-h/GBM_0431D.jpg"><img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgu37Thjtmb5k1vosNMt67nBREVpGCEeZYuTVnxQN6Us0rOySmjVTVqIOHoVthL_Sj0Alwn3oLuk-gkpeX18yxr0q9QBch_xbvlYoaGQCdFKf-AgQI6SISrgLhxs-yNzkZSwmnZD3RLUxLR/s400/GBM_0431D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431391287192728082" border="0" /></a><span style="font-size:85%;"><span style="font-style: italic;font-size:78%;" >Foto: Gentil Barreira</span></span><br /></div><br />As águas que se perdem nos encanamentos, evaporam durante as irrigações e não são tratadas depois de poluídas formam um conjunto que representa a maior ameaça ao abastecimento dos brasileiros. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), 40% da água retirada no país é desperdiçada. Os números comprovam:<br />De acordo com a ANA, são retirados dos mananciais do Brasil 840 mil litros de água a cada segundo. Ao dividir esse número por 188,7 milhões de brasileiros, cada habitante consumiria, em média, 384 litros/ dia. Quando se leva em conta o consumo efetivo, no entanto, o valor é bem menor. Segundo o Relatório de Desenvolvimento Humano 2006, divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o gasto médio diário do brasileiro cai para 185 litros. Parte da diferença (199 litros) foi utilizada na agricultura, na pecuária, na indústria, mas a maior parte, em torno de 150 litros, foi desperdiçada.<br />O coordenador-geral de Assessorias da ANA, Antônio Félix Domingues, afirma: "Somente na irrigação, o desperdício chega a 50%", ressalta. Ele explica que o problema é provocado porque a maior parte dos produtores rurais utiliza a pulverização aérea, no qual boa parte da água é carregada pelo vento ou evapora, em vez de recorrer ao sistema de gotejamento, que despeja gotas diretamente na raiz nas plantas.<br />Nas cidades, segundo Félix, redes mal conservadas são responsáveis por perdas de 40% na distribuição de água. "De cada cem litros, que as companhias captam, somente 60, em média, chegam à casa das pessoas", reclama. O ideal seriam perdas em torno de 20%, padrão aceito internacionalmente.<br />"Existem cidades em que o desperdício chega a 80% porque as companhias desrespeitam as normas técnicas", diz, evitando dar nomes. Coordenador do Programa Água para a Vida da organização não-governamental WWF-Brasil, o geógrafo Samuel Barreto alerta para outro perigo, o consumo invisível de água. "A água é um importante insumo para praticamente toda a produção econômica, principalmente para a agricultura", ressalta.<br />Segundo o relatório do Pnud, são necessários 3,5 mil litros de água, em média, para produzir alimentos que forneçam um mínimo de 3 mil calorias. Isso equivale a 70 vezes a necessidade de uma família de quatro pessoas. Alguns alimentos exigem mais água que outros. De acordo com o estudo, uma tonelada de açúcar consome oito vezes mais água do que a produção de a mesma quantidade de trigo. "A produção de um simples hambúrguer consome cerca de 11 mil litros de água - mais ou menos a mesma quantidade disponível para cada 500 habitantes de bairros urbanos degradados que não possuem água canalizada em casa", compara o texto.<br /><br />Fonte: (Agência Brasil)<br /><a href="http://www.deolhonaagua.org.br/site/ler_materia_08.php">http://www.deolhonaagua.org.br/site/ler_materia_08.php </a>Deletérioshttp://www.blogger.com/profile/08561228822210793301noreply@blogger.com0