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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

0 Esta é a internet


A internet não está apenas na sua tela. Ou em seu sofá. Ou nos data centers do Google. Ela também está debaixo d’água, onde os cabos de fibra ótica atravessam o oceano e dão voltas e voltas ao redor dos continentes.


Satélites são como conexão dial-up. Ninguém os usa. São os cabos submersos que fazem a internet ser global, e os mais sofisticados são capazes de transmitir quase dez terabits de dados por segundo, compressos apenas um um monte de fios de fibra ótica. Há apenas centenas desses cabos nas águas de todo o mundo. E todos eles tem uma proporção absurda, finos como uma mangueira de jardim e longos como uma… na verdade, longos como nada. Nenhuma construção humana chega perto deles. Eles são os tubos mais longos já feitos e, pela primeira vez, surge um mapa verdadeiramente preciso, interativo e online sobre eles.


Durante a última década, a Telegeography vem publicando mapas dos cabos subaquáticos. Mas eles sempre estiveram no papel, entregues via correio em um tubo grande, custando US$250. Mas a partir de hoje, a empresa está deixando seu mapa online, de graça, e ainda o transformou em algo interativo. E em vez de apenas pegar dados da Wikipédia, os cartógrafos da Telegeography coletam dados de forma mais tradicional: eles perguntam aos donos dos cabos, que compartilham com um sorriso no rosto a localização de suas estações terrestres e a capacidade atual de banda de seus sistemas.


Mas tudo com um limite. A Telegeography limitou o zoom que você pode dar no mapa, mantendo em segredo as localizações exatas. Mas mesmo nesse nível essa informação não pode ser perigosa? Stephan Beckert, da Telegeography, acha que não. “Na verdade, é mais perigoso não saber onde a fibra está, sendo mais difícil planejar redundância nas redes”, ele diz. Para uma grande operadora comprando banda gigantesca para segurar, por exemplo, o Facebook, a Microsoft ou o Citibank, o mapa é uma ferramenta essencial. Pela primeira vez, nós podemos ver quais cabos carregam toda a internet, direto pela internet.


Via Telegeography
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

0 Finalmente o YouTube permitirá edição de vídeos online

Se você sobe um vídeo no YouTube — ou na maioria dos sites de compartilhamento de vídeo — não há muito o que fazer depois de concluída a ação. No entanto, a partir de hoje, o YouTube finalmente oferecerá as ferramentas básicas para seus vídeos de gatinhos e bebês não serem tão toscos.


A novidade do YouTube está sendo liberada aos poucos na forma de um simples botão “Edit Video” na página de Meus Vídeos dos usuários. É como se eles pegassem aquele editor básico na nuvem e o enfiassem no site. Tudo que você precisa fazer é selecionar um dos vídeos e, por exemplo, cortar o excesso de filmagem, rotacionar, estabilizar para diminuir os tremeliques, e mudar atributos para deixar as coisas mais brilhantes, quentes ou mais saturadas. É possível também adicionar filtros no estilo Instagram para um resultado mais antigão. E quando você terminar, o vídeo não perderá o número de visitas — nada mudará. Ótimo!

Infelizmente, as novas ferramentas não podem ser utilizadas em vídeos com mais de mil visitas ou que tenham ID de conteúdo. Nesses casos, é preciso subir novamente o vídeo (mas, nessa altura do campeonato, pra quê?). Mas, apesar de não ser o kit de ferramentas mais robusto que já vimos, eis uma novidade muito bem-vinda que permitirá algumas coisas interessantes no YouTube.
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

0 Brasileiros desenvolvem tecnologia para celulares 4G

Estação receptora (acima) e transmissora (abaixo). A tecnologia é inédita em nível nacional.[Imagem: Antoninho Perri/Unicamp]
Rádio definido por software


Pesquisadores da Unicamp, desenvolveram um sistema de comunicação que aumenta a velocidade de transmissão e a quantidade de dados enviados e recebidos por meio de conexões sem fio, ou wireless.

O sistema atende ao futuro sistema celular de quarta geração - atualmente os celulares estão na terceira geração - que permitirá utilizar vídeo de alta definição em tempo real e que prevê o uso do MIMO (Multiple Input e Multiple Output).

O trabalho segue uma linha de pesquisas que ainda está em desenvolvimento em nível internacional, não havendo ainda um padrão estabelecido para como essas futuras comunicações serão feitas.

Gustavo Fraidenraich e Cláudio Ferreira Dias projetaram um sistema de comunicação com múltiplas antenas (2x1), duas de transmissão e uma de recepção.

A comunicação usa o protocolo RDS (Rádio Definido por Software), que utiliza um programa de computador para substituir partes físicas de um rádio tradicional, o que facilita muito a adaptação do hardware a diferentes necessidades.

Transmissão 4x4

A expectativa dos pesquisadores é desenvolver um sistema de quatro antenas tanto na transmissão como na recepção (4x4), com o objetivo de conseguir aumentar a taxa de dados e a qualidade de recepção.

Segundo os pesquisadores, o problema está na transmissão com mais de uma antena, já que a recepção com várias delas ocorre há muito tempo.

Estabelecendo uma analogia, o professor Gustavo diz que cada link se assemelha a uma via em que circula um veículo com certo número de passageiros, que simbolizam os dados: quatro vias permitirão transportar um número muito maior de "passageiros", ou de dados.

"Pretendemos chegar a transmitir paralelamente maior quantidade de dados, o que faz aumentar a complexidade da recepção", explica ele, acrescentando que o objetivo deve ser sempre conseguir ampliar os canais de transmissão com velocidade maior sem alterar a potência porque, como se trata de transmissão por microondas, o aumento da potência pode vir a afetar a saúde das pessoas.

Tecnologia brasileira

O sistema sem fios, ou wireless, é utilizado em celulares, na TV via satélite, nas comunicações telefônicas e nas redes Wi-Fi, mas os pesquisadores da Unicamp estão se orientando mais especificamente para aplicação em sistemas Wi-Fi - que permitem a comunicação a um computador sem fio a uma distância de aproximadamente 200/300 metros - e para sistemas celulares - cujas torres cobrem uma área máxima de três quilômetros.

Os pesquisadores consideram já ter vencido a etapa de passagem da teoria para a prática "porque uma coisa são as equações teóricas, e outra é o desenvolvimento do equipamento e dos experimentos, processo que envolve uma série de superações e que constitui um aprendizado".

Ao transporem as equações para o hardware e conseguirem a recepção dos sinais, eles se deram conta de que haviam vencido as limitações dos equipamentos porque tinham consciência de que nem tudo que está no papel, na teoria, efetivamente funciona sem adaptações.

Para isso, eles seguiram um processo gradativo, começando com uma antena transmissora e uma receptora. "Foi a fase em que reinventamos a roda", afirma Gustavo. Agora eles já superaram a etapa 2x1 e o próximo passo será o sistema 4x4.

"Apesar da probabilidade concreta de que cheguemos aos resultados depois dos centros mais avançados, o nosso estudo se reveste de particular importância porque estamos desenvolvendo tecnologia no Brasil onde, o quanto sabemos, somos pioneiros na construção de um sistema 4x4, porque não há nada dessa natureza sendo aqui estudado," explica.

Via iT
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

0 Roteador móvel banda larga MBRN3300E 3G da Netgear: Ethernet, Wi-Fi 802.11n e 3G


A Netgear e a Ericsson se juntaram em um projetinho em conjunto, e o resultado anunciado hoje é este roteador móvel 3G cujo "nome" mais parece um código secreto: MBRN3300E 3G.

Trata-se essencialmente de um roteador que usa WAN 3G, além do Wi-Fi padrão n e quatro portas Ethernet, para oferecer conectividade a 270Mbps. Então há bastante opções para usar a internet, esteja você em casa ou na rua (se houver sinal 3G).

Já está disponível, apesar da Netgear não ter divulgado o preço.

Via Netgear.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

0 Google desenvolve tradutor voz-para-voz para uso em telefones


O Google já tem um tradutor online de sucesso, mas suas ideias nessa área são bem mais avançadas do que simplesmente converter palavras escritas. A empresa quer traduzir línguas faladas pelo telefone.

Em entrevista ao britânico The Times, Franz Och, que dirige os serviços de tradução do Google, disse o seguinte:
Achamos que tradução voz-para-voz (speech-to-speech) deve ser possível e funcionar razoavelmente bem dentro de alguns anos. (...) Claro, para funcionar bem, você precisa combinar tradução de máquina e reconhecimento de voz de alta precisão, e é nisso que estamos trabalhando. (...) Se você vê o progresso em tradução de máquina e os avanços correspondentes em reconhecimento de voz, nota que houve um grande progresso recentemente.
Não sei bem como eu usaria esse software. Reservar hotéis em outros países, talvez. Por outro lado, tudo é feito online hoje em dia – e para isso já existem serviços como o Google Translate e o Yahoo! Babel Fish...

Via The Times.
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

0 Homem é resgatado do mar congelado graças a uma senhora que assistia a vídeos na internet


Um homem que tentava conseguir uma bela foto do pôr-do-sol resolveu se aventurar no mar congelado ao norte da Alemanha. Mas, quando a noite caiu, ele ficou desorientado na escuridão e não conseguiu encontrar a praia. Ironicamente, foram justamente duas câmeras que salvaram o turista metido a fotógrafo.

O homem começou a disparar o flash de sua câmera para tentar chamar a atenção de alguém que pudesse guiá-lo de volta para a praia. E por incrível que pareça alguém viu: uma mulher que estava a centenas de quilômetros do local, assistindo a essa livecam que fica na região de St. Peter-Ording, onde o turista perdidão estava.

A mulher avisou as autoridades do local e o homem foi trazido de volta, são e salvo.

Via Physorg e BBC.
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

0 MusicDNA, o novo formato para música digital, traz conteúdo extra nos arquivos



Para combater os downloads ilegais (ou agregar mais valor a um arquivo legítimo), um novo formato de arquivo chamado MusicDNA foi anunciado pelos mesmos desenvolvedores do padrão MP3. O novo formato é compatível com os players de MP3 atuais, com a diferença que tem um monte de conteúdo extra acompanhando cada arquivo.


Ao fazer o download de uma música ou de um álbum no formato MusicDNA o comprador também vai receber vídeos, a arte de capa, os comentários do encarte e informações sobre shows - além de ter acesso a blogs e ao twitter do artista. A idéia é mesmo incentivar os downloads legais, assim como o iTunes LP que a Apple lançou no ano passado - apesar de eu mesmo não conhecer ninguém que realmente tenha pago para receber apenas algumas imagens digitais.

A equipe do MusicDNA já fechou contratos com alguns selos independentes e bandas como Radiohead e Arctic Monkeys devem usar o formato em breve, com preços ainda a definir. Com lançamento previsto ainda para o primeiro semestre, nós provavelmente vamos começar a ouvir muito sobre o MusicDNA. Mas será que alguns vídeos e atualizações do Twitter são suficientes para fazer você abandonar o torrent? Eu acho que não.

Via The Guardian.
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sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

0 Astronautas da Estação Espacial Internacional enviam primeiro tweet do espaço



O engenheiro de voo da Estação Espacial Internacional, T. J. Creamer, enviou o primeiro tweet do espaço. Será que ele usou as antenas em forma de mamilos pra transmitir dados para a Terra? Não. De acordo com a NASA, ele usou a "conexão sem fio definitiva", que na verdade é uma ideia bem esperta.

A nova rede se chama "Crew Support LAN", uma atualização de software que permite a astronautas usar a internet como usariam de suas próprias casas. Isso só acontece durante o tempo em que a ISS está transmitindo dados para as estações terrestres em alta velocidade, usando banda Ku. No entanto, no espaço isso não é tão simples quanto abrir o Firefox.

Os astronautas entram em um programa de área de trabalho remota nos laptops deles, para controlar um computador que fica na Terra. Então, enquanto o computador na Terra acessa a internet sem restrições, os astronautas da ISS não "tocam" a internet com os laptops deles. Uma forma simples, mas bastante esperta de evitar problemas de segurança a bordo da estação espacial.

Esta conexão é puramente para uso pessoal, já que a tripulação já tem e-mail, telefone VoIP e videoconferência. De acordo com a NASA, o uso pessoal "estará sujeito às mesmas diretrizes de uso de computador de funcionários do governo na Terra". Ou seja, nada de pornografia ou torrents para os caras lá do espaço.

Via NASA.
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0 Disco transforma YouTube em biblioteca de música




O YouTube tem milhões de músicas em seus servidores, e agora, graças ao Vevo, boa parte deles estão legalmente no site. Com o Disco, o YouTube fez um site oficial e parecido com um tocador de mídia para todas essas músicas, e com uma ferramenta para você descobrir novas músicas baseadas no seu gosto.

A função de playlist do Disco ainda é um pouco limitada, e é difícil dizer o que está por trás do serviço de recomendação de músicas, que não é esperto como o do Last.fm ou do Pandora. E como isso é o YouTube, existe uma chance de um música que você acha que foi adicionada à sua playlist na verdade é a versão Alp1ne Techno-y0del remixXx dessa música — ou não toca porque está no Vevo, indisponível no Brasil. Mas é um preço pequeno a se pagar, porque santo Deus, o YouTube tem tudo.

Via YouTube Disco e Silicon Alley Insider.
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0 Primeiro o YouTube, agora o Vimeo: como o HTML5 pode finalmente acabar com os vídeos em Flash



O Flash é o motor de quase todos os sites de vídeo atuais, então conclui-se que ele é bom o suficiente. Mas não há nada melhor? O YouTube, e agora o Vimeo, acham que há sim, e estão felizes em lua de mel com o HTML5.

O novo sistema de HTML5 do Vimeo é idêntico ao do YouTube, tanto em execução quanto em detalhes técnicos. Ambos só funcionam em poucos navegadores -- Safari e Chrome, por enquanto -- e estão em efeito para a maioria, mas não todos os vídeos do respectivo site. É algo que a maioria das pessoas não vai querer testar agora, e mesmo se testarem, não vão ficar impressionadas, afinal, afinal, o vídeo rodando em HTML5 é praticamente idêntico ao rodando em Flash. Imagens em movimento!

Mas esta mudança está fadada a ser adotada por todo mundo, em algum tempo. E isso é algo muito, muito bom mesmo. Vídeos em Flash rodam horrivelmente mal em Mac OS X e Linux, e os poucos aparelhos portáteis que sequer conseguem rodá-los também não obtêm resultados acima de terríveis. De forma geral, é um plug-in. A gente reclama por ter que instalar o Silverlight para poder usar o Bing Maps ou fazer alguma outra coisa, mas ele é um plugin exatamente da mesma forma que o Flash é. A gente é que já se acostumou ao Flash a ponto de esquecer que ele é um adicional.

O HTML5 permite que certos tipos de vídeo sejam exibidos naturalmente pelo navegador, exatamente da mesma forma que uma imagem JPEG ou GIF. É uma solução objetivamente mais simples, mais eficiente e a escolha óbvia desconsiderando a massiva infraestrutura que já existe para vídeos em Flash.

Por sorte, o YouTube sozinho representa uma bela fatia dessa estrutura, e o catálogo de vídeos do site já roda no formato h.264, compatível com o HTML5 -- é assim que você os assiste no iPhone e no Android, aliás. Com a ajuda de sites menores como o Vimeo, eles podem tocar em frente o plano de assassinar o Flash para vídeos sem dó nem piedade.

Em um mundo onde todos os navegadores suportam o HTML5 nativamente -- um mundo que ainda demora alguns anos -- nós não teríamos que esperar anos por suporte ao Flash para podermos assistir a vídeos nos nossos smartphones, não precisaríamos aturar vídeos lentos e forçando o processador de máquinas novinhas e não precisaríamos lidar com players proprietários mal desenhados atrapalhando a nossa experiência. Seríamos apenas nós… e os vídeos na tela.

Via CNET.
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

0 YouTube ganha novo design: a desordem sai, os anúncios ficam



Agora é oficial: o YouTube passou por um grande redesign, com o objetivo de acabar com a poluição visual no site. Por enquanto, o "novo YouTube" é opcional, mas já funciona no mundo inteiro.

Ele ficou um pouco inflexível, mas ficou mais fácil prestar atenção no vídeo que você está assistindo — e nos anúncios que o acompanham. Foi-se embora o sistema de classificação com 5 estrelas, substituído por um "thumbs up" ou "thumbs down", à la Gladiador. (Isso porque a maioria dos usuários dava ou uma estrela ou cinco para os vídeos.) A informação sobre o criador de cada clipe fica embaixo do vídeo, e você pode ver o que o canal dele oferece clicando acima do vídeo. Ações como compartilhar, salvar e reportar um vídeo foram reduzidas a botões, e você pode realizar buscas no YouTube enquanto continua assistindo o vídeo.

Na parte direita da tela, a caixa "Next UP" agora incorpora a busca que levou você ao vídeo, e leva em conta suas inscrições, em vez da experiência anterior de um vídeo só.

De acordo com o YouTube, o redesign foi feito para simplificar a experiência do usuário e para criar uma página de vídeo que possa acomodar vários gêneros. Muito bom! O que seria melhor — e o que está chegando, mas ainda não está disponível — é a capacidade de personalizar a página de visualização de vídeos, usando esse design como base.

Uma das coisas que não vai embora é o número e a localização das propagandas. Isso é compreensível — afinal, o YouTube é um negócio — mas eu me pergunto, se eles estavam cortando tantos elementos do design da página, quem sabe dava para eles tirarem as propagandas também.

Parece que ainda haverá espaço para mudanças, à medida que o YouTube monitora e mede a resposta dos usuários nas próximas semanas. Mas, no geral, é um visual bom e limpo para você assistir os Muppets em full-HD. Para usar o novo YouTube, disponível por enquanto apenas em inglês, basta clicar neste link. Se não quiser mais, clique neste link.

Via YouTube.
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0 Firefox 3.6 disponível oficialmente: mais velocidade, temas com um clique e mais



Windows/Mac/Linux: A versão 3.6 do Firefox, um pouco atrasada mas bastante melhorada, já chegou e oferece desempenho mais rápido, temas com um só clique, complementos e plug-ins mais seguros, melhor gerenciamento de fontes e muito mais. Baixe-o agora.

Nós baixamos e testamos o Firefox 3.6 desde a primeira versão alfa, e pelo que vimos, o 3.6 é um update maior do que a mudança apenas no ponto decimal pode sugerir. Ele ficou em segundo lugar nos nossos testes de velocidade e desempenho, só atrás do build mais recente do Chrome, o que significa que houve um grande avanço no tempo de inicialização e na renderização de páginas.

O que há de novo? O vídeo acima mostra os destaques, mas os principais são:

Temas instantâneos: visite a Galeria de Personas no 3.6, e você pode passar o mouse por cima de um tema para ver como ele vai ficar no seu navegador. Clique para aplicar, e ele vira o tema do Firefox. Aí é só gerenciar as Personas através do menu de Complementos.

Notificador de plugins desatualizados: Se você abrir o Firefox com uma versão antiga, e potencialmente vulnerável a vírus, do Adobe Flash ou de outro plugin, o Firefox avisa você e lhe dá um link de atualização.

Vídeo "open-source" em tela cheia: Se você estiver assistindo vídeo em formato ogg ou outro formato livre, o Firefox consegue reproduzi-lo em tela cheia.

Suporte a WOFF: Mais interessante para desenvolvedores do que para usuários comuns, mas ainda assim, o Firefox agora aceita e baixa as fontes mais leves em formato Web Open Font Format, permitindo aos sites mostrar o texto da forma pretendida.

Mais rápido, mais rápido: A Mozilla promete JavaScript, abertura e renderização mais velozes.

O Firefox 3.6 é um download gratuito para Windows, Mac e Linux.

Baixe o Firefox.

Via Gizmodo.
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0 Vídeos do YouTube em HTML5 não precisam do plugin de Flash para tocar


O HTML5 é algo importante nos planos do Google para o futuro, especialmente no Chrome OS - leia esta entrevista para saber mais - e um passo importante para isso é fazer o YouTube funcionar sem um plugin de Flash, algo que eles já conseguiram. Ainda não está perfeito (os vídeos não mostram anúncios ou anotações) e só funciona em certos navegadores (Chrome e Safari, no momento), mas é um bom gostinho do que está por vir.

Para testar, acesse o TestTube e configure suas preferências de região e idioma para Global e Inglês (US).

Via YouTube.
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sábado, 16 de janeiro de 2010

0 Brasil já é o 9° país com mais IPs únicos no mundo, ainda lento



De acordo com o relatório anual da consultoria Akamai, a velocidade média de conexão da Internet no Brasil aumentou e a dos EUA caiu alguns kbps no último ano. No Brasil, ainda que 20% das conexões à internet sejam feitas com velocidade abaixo dos 256 kbps, o crescimento em IPs únicos foi de 23%, colocando o País na lista de 10 países com mais conexões. Mas qual a nossa velocidade média em relação ao mundo? Quais as nações mais rápidas? De onde saem mais ataques? Temos números e tabelas.

Na lista dos países com melhores conexões, a Coréia do Sul continua longe na liderança, com velocidade média (média. MÉDIA) de 14.6 Mbps. O Japão vem em segundo, com 7,9 Mbps. Os EUA vêm em 18°, com velocidade média de 3,9 Mbps, 2,4% menor que um ano atrás - houve pouco investimento em infra-estrutura no último ano, e mais demanda, criando gargalos.

Não há o dado exato para a velocidade média das conexões no Brasil (apenas a informação que aumentou), mas há 4 cidades daqui na lista das 10 "mais rápidas" da América do Sul, em média. Veja-as comparadas com as mais rápidas de outros continentes (a velocidade em Kbps):




Ficou tristinho de o Brasil ficar tão atrás no ranking? Vejamos a lista dos países onde mais se originam "ataques de tráfego" pela internet. Sinta o orgulho ao ver que o Brasil conseguiu passar China e EUA, estando atrás apenas da Rússia.



Qual o alvo preferido? Diz o estudo:
A porta 445 foi de longe o alvo principal dos ataques originados da Russia e Brasil, o que pode indicar a presença de um grande número de sistemas nos dois países participando de botnets relacionadas ao Conficker.
Sim, somos um país de zumbis. Mas pelo menos um país com muitos zumbis. Veja a evolução no número de IPs únicos.



Estatísticos de plantão podem caçar mais números no bacana estudo da Akamai (é preciso se registrar antes).

Via Gizmodo.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

0 Um mapa da China…



…versão censurada. Em vermelho estão termos e URLs censuradas no grande país chinês. Se você visualizar essa imagem em computador na China, ela tem um grande buraco na forma do país.

Via Information is Beautiful.
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

0 Autorama no Twitter mexe lentamente com suas lembranças de infância



Uma campanha publicitária criativa ou uma ideia sem noção? Vou deixar vocês decidirem, mas a verdade é que o Tuitorama, jogo de autorama controlado por Twitter, está tentando chamar a atenção dos brasileiros para ressuscitar um velho hobby com a ajuda de tecnologia bastante atual.

A ideia é simples: o autorama tem dois carrinhos, cada um controlado por uma palavra — agora, são "Rio" e "Sampa", pra apostar na rivalidade entre cariocas e paulistanos. Você tuíta a palavra correspondente para o seu carrinho favorito para @tuitorama e ele magicamente (os Oompa Loompas não são visíveis na câmera) avança um tantinho. Dá para acompanhar a corrida ao vivo pelo site do jogo.

A ideia é até interessante e tudo, mas logo deve cansar ver dois carrinhos andando 2 cm por vez. Diz o Pedro que no Autorama Nelson Piquet dele o carrinho vermelho era uma Ferrari e o azul a Williams do Piquet. Havia mais "emoção e personalidade". Coisa de gente velha. Eu achei esse aí legal. Só não sei se a criançada que deveria comprar um autorama usa o Twitter. Acho que eles não vão dar muita bola pro marketing da Estrela. O que você achou?

Via Tuitorama.
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0 Roteador da Linksys ganha roupa de Lego



Eu nunca liguei muito para o visual clássico dos roteadores da Linksys. Mas vesti-lo de Lego seria bem legal.



É isso o que Luke Anderson fez com um WRT54LG. Ele notou que os componentes poderiam ser armazenados em um case feito com peças de Lego, e assim o fez. O vídeo mostra o processo de montagem, que é relatado com maiores detalhes em seu blog.

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

0 Reino Unido quer distribuir laptops e internet de graça para 270.000 famílias pobres



Lembra do Plano Nacional de Banga Larga, que quer levar internet de velocidade ao menos um pouco mais alta para a população de baixa renda no Brasil a um custo de R$ 75 bilhões até 2014? O Reino Unido está fazendo algo semelhante: o governo poderá usar 300 milhões de libras, ou cerca de R$ 850 milhões, para fornecer internet — e laptops — para 270.000 famílias pobres.


Sim, a Europa está em outro nível quando se trata de inclusão digital: a Itália propôs-se a garantir internet de 2Mbps para todos no país, a Finlândia decretou a banda larga como direito legal, e agora o Reino Unido lança essa proposta, mais voltada para famílias pobres, mas que inclui o computador para usar a internet.

A ideia do plano é que os pais acompanhem o desempenho dos filhos na escola. Sim, o objetivo é simples assim: garantir, por exemplo, que o pai que não vai na reunião da escola, por trabalhar até tarde, possa acompanhar as notas do filho. Mas faz parte de uma visão maior: o primeiro-ministro Gordon Brown, que propôs o plano, prevê que "a educação será uma das indústrias de maior crescimento global para a Grã-Bretanha no século 21", e quer que "toda família se torne uma família banda larga" e que "toda casa [esteja] conectada à escola".

Isso deveria ser um exemplo para o Brasil: não no objetivo específico em si, mas na existência de um objetivo. O governo quer levar internet a todos, mas para quê? Seria para melhorar a educação no país? Nas escolas públicas já tem computador e internet, mas eles são subutilizados. Para que famílias de baixa renda possam acessar a internet? Para isso existe a LAN house. Afinal, existe alguma estratégia de longo prazo por trás disso?

Dito isto, seria uma pena se a medida não fosse aprovada no Reino Unido, o que pode acontecer dada a baixa taxa de aprovação do primeiro-ministro.

Via Engadget.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

0 Google pode usar o AdSense para cobrir outdoors nas ruas do Street View



Todos aqueles outdoors aparecendo no Street View não são apenas poluição visual. São também uma oportunidade de renda desperdiçada pelo Google. Mas não por muito tempo.

O Google registrou uma patente entitulada "Reclamando propriedades em mapeamentos panorâmicos ou 3D para publicidade", e ela deve permitir que os senhores do Grande G cortem magicamente os outdoors mostrados no Street View e os cubram com seus próprios anúncios.

Em teoria, isto seria feito em conjunto com o proprietário do espaço, de modo que o dono de um cinema de rua poderia manter os cartazes (e ainda atualizá-los). Esta deve ser mesmo a única maneira de se safar com uma dessas, já que dificilmente as pessoas ficariam felizes e passivas se o Google saísse usando suas propriedades para publicidade.

Via Telegraph.
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0 Envie recados a vizinhos usando o nome da sua rede Wi-Fi



Que tal mandar um bilhete aos seus vizinhos por meio de Wi-Fi? Basta colocar o recado como o nome da sua rede (SSID). O PassiveAggressiveNotes.com publicou algumas ideias, tipo “Nós conseguimos ouvi-los fazendo sexo”, “Pare de ser tão barulhento” e “SeuCachorroCagaNoMeuQuintal”.

Acho que pode dar certo. Vocês já fizeram ou fazem isso? Ou ainda têm um vizinho que o faça?

Via PassiveAgressiveNotes.
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Created by Billy