tag:blogger.com,1999:blog-21320862685747346052026-06-16T13:40:48.727-03:00Blocos OnlineBlocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.comBlogger1400125tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-7347820341448776802025-10-14T12:07:00.004-03:002025-10-14T12:40:15.754-03:00Desenterrar os ossos, de Priscila Branco - 80 páginas de pura imersão<p>&nbsp;</p><p><br /></p><div style="text-align: center;"><br /></div><p></p><p></p><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEiuS5Fo7mUgsJDDgF50eP57PRmlhuVBPrugHfCgUp1D_NoSOpLvWTOILUv4EcGSQ5xrm84thxdESDIqBPLXHQfeRhNxLe0XH3G1AvMiReMS0qHRnJpI2tg-sPM18JJ35f4-j9vvdAX56P4OTl6dHH5H9yrdo9sILsA74ocvm-fTzyeUNUBsC-Xm-piDGtvG" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img alt="" data-original-height="782" data-original-width="554" height="351" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEiuS5Fo7mUgsJDDgF50eP57PRmlhuVBPrugHfCgUp1D_NoSOpLvWTOILUv4EcGSQ5xrm84thxdESDIqBPLXHQfeRhNxLe0XH3G1AvMiReMS0qHRnJpI2tg-sPM18JJ35f4-j9vvdAX56P4OTl6dHH5H9yrdo9sILsA74ocvm-fTzyeUNUBsC-Xm-piDGtvG=w281-h351" width="281" /></a></div><br /><br /><br /><p></p><p><b>Órfãs ou viúvas</b></p><p>Chegando a hora da morte,<br />entendi:<br />Sempre estivemos sós.</p><p><br /></p><p><br /></p><p><br /></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; text-align: justify;"></p><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><br /></div><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjJbWYXSbDLQ-PwDxzfIqsKXnmAfP0Ic3J_KNUtlaUV0HJYen4zDLgnA-K24Ayuoxrygj-884Rkq7KBM_XsW1FDPt0VK1eU0LuRVzi9wg5nyKdsdjHRPgOhkvl-2MmmSCE34DQOracuUtvARMipRQtH4-u4vmJZz6R3fvk6gH0UmT-o_pPUYYrmvuh0YWDE" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img alt="" data-original-height="1280" data-original-width="720" height="382" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEjJbWYXSbDLQ-PwDxzfIqsKXnmAfP0Ic3J_KNUtlaUV0HJYen4zDLgnA-K24Ayuoxrygj-884Rkq7KBM_XsW1FDPt0VK1eU0LuRVzi9wg5nyKdsdjHRPgOhkvl-2MmmSCE34DQOracuUtvARMipRQtH4-u4vmJZz6R3fvk6gH0UmT-o_pPUYYrmvuh0YWDE=w276-h382" width="276" /></a></div><div style="text-align: center;">Foto de Urhacy Faustino</div><br /><p></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"></p><p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Ler "Desenterrar os ossos" é como aceitar um convite para uma escavação onde não se usa luvas. Priscila Branco não nos entrega apenas os poemas; ela nos mostra a terra ainda sob as unhas, o cheiro de húmus e de memória que se desprende de cada página. Sua poesia funciona como um bisturi que separa a pele do tempo, revelando o que há por baixo: não a beleza idealizada, mas a arquitetura crua da dor e da persistência. Cada verso parece polir um fragmento de osso, não para torná-lo belo, mas para que sua forma original e sua verdade sejam compreendidas. O livro não oferece redenção fácil, e talvez esse seja seu maior mérito. Ele nos ensina que a verdadeira força não está em superar o passado, mas em ter a coragem de carregá-lo à luz do dia, transformando o peso em testemunho. É uma obra que pulsa com uma honestidade que incomoda e, por isso mesmo, se torna inesquecível.<o:p></o:p></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">Desenterrar os ossos é um ato de coragem. Cada poema é um convite para olhar aquilo que, por instinto, escondemos sob a terra do dia a dia. A escrita da Priscila não te dá a mão com delicadeza; ela te entrega a pá e te mostra onde cavar.<o:p></o:p></span></p> <p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;">É um livro que nos lembra que somos feitos de camadas de tempo, de carne e de memória, e que ignorar os ossos não os faz desaparecer. Pelo contrário, eles continuam a sustentar a nossa estrutura, mesmo quando nos esquecemos deles. É uma poesia que dói onde precisa doer, mas que, no fundo, é um profundo ato de libertação. A sensação final é a de que, ao tocar nessas feridas, algo finalmente pode começar a respirar.<o:p></o:p></span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: right;"><span style="font-size: 14pt; line-height: 115%;"><o:p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</o:p></span><span style="font-size: 14pt;">Urhacy Faustino</span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 18.6667px;">Pedidos para:&nbsp;<a href="https://www.macabeaedicoes.com/pagina-de-produto/desenterrar-os-ossos">https://www.macabeaedicoes.com/pagina-de-produto/desenterrar-os-ossos</a></span></p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="font-size: 14pt;"><br /></span></p><br /><p></p><div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-74642190811054916842025-10-07T23:30:00.031-03:002025-10-08T10:58:35.679-03:00A Delicadeza de um Conto, o Olhar de um Médico: "As Pequenas Coisas" de Flávio Gimenez<p>&nbsp;</p><p><br /></p><p></p><div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><img alt="" data-original-height="1600" data-original-width="1135" height="323" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEhyfDufdSmI5cQza_B37y6vFY9L_x8CvafKPP9-qCay2X9VjFFcPjNnhcfGqXHFpvFMJbsbEcJQQ0soRqey7FRv-sG2zIgZKcSIYWGtL8NArScqPIlpUBQ6Qz8tXjn6L0kl97LCI8jhrQfYg61YAirg_VyLUV0Ve2n5-UucqAZAsqHy4awAw2dspHLhz0uu=w246-h323" width="246" /></div><br /><div style="text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEihKkSLWf3O9UKoYlOt6d5mQpiAxjIOyFZAsvHoL8nh64_arwkmvN_N-A7eUoLN9wMyFAZLfF8QLClk5aNaQxJ5dBkOgfRNDcD-1ThOKq047GFVbfMZMQPM8-FkQazpyXP_M1JGeH-uy9pbzA09FgG-IvddBKnFSxBYzfS63cI2TewjbvKY0vxQYUUp__95" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;">contatos com o autor: fgimenez@uol.com.br</a></div><br /></div><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif; text-align: justify;">Você já parou para pensar que as melhores histórias, muitas vezes, estão escondidas no nosso dia a dia? O escritor Flávio Luengo Gimenez, que carrega a bagagem de ser médico, acaba de nos presentear com uma lupa para enxergar essa magia com seu novo livro de contos: "As Pequenas Coisas". E, acredite, o título não poderia ser mais certeiro.</span><p></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">Flávio, que já tem uma jornada na escrita desde 2006, nos mostra que a literatura, para ele, é um caminho natural, assim como a medicina. Se na primeira ele cuida do corpo, na segunda ele afaga a alma. E é exatamente essa sensibilidade que transborda em "As Pequenas Coisas".<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">Aqui, não espere grandes épicos ou reviravoltas mirabolantes. A força do livro está na observação atenta e no calor humano. É como se, a cada conto, o autor nos convidasse a sentar com ele para um café e ouvir uma história que, de tão real, parece que aconteceu na esquina de casa.<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">O charme é que Flávio tem a rara habilidade de dar peso e significado a instantes que, para a maioria, passariam despercebidos. Uma conversa trivial, um olhar no espelho, um reencontro... Tudo vira material para reflexão. Ele nos lembra que a vida é feita de fragmentos, e que a beleza está justamente em montar esse quebra-cabeça.<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">A experiência como médico (clínico geral, para ser exato!) dá ao autor uma perspectiva única sobre a natureza humana. Ele entende de gente, e isso se reflete na profundidade dos seus personagens e situações.<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">Leitura Leve e Reflexiva: Os contos são ideais para serem lidos na pausa do almoço, na fila do banco ou antes de dormir. Eles são rápidos de ler, mas potentes em despertar um pensamento. É o tipo de livro que te faz fechar a página e soltar um "hummm..." pensativo.<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">A Descoberta da Grandeza: Se você é fã de histórias que transformam o ordinário em extraordinário, este livro é um achado. "As Pequenas Coisas" é um convite doce e sincero para valorizarmos o momento presente e tudo aquilo que, de tão pequeno, a gente teima em esquecer.<o:p></o:p></span></p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; mso-outline-level: 2; text-align: justify;"> </p><p class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; text-align: justify;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,serif; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR; mso-font-kerning: 0pt; mso-ligatures: none;">Se o seu dia anda corrido e você precisa de um respiro literário que te reconecte com o lado bom da vida, pegue "As Pequenas Coisas". A chance é grande de você sair da leitura com um sorriso discreto no rosto e a certeza de que as melhores coisas da vida, realmente, não custam nada.<o:p></o:p></span></p><div _ngcontent-ng-c1453254952="" class="presented-response-container ng-tns-c1453254952-17"><div _ngcontent-ng-c1453254952="" class="response-container-content ng-tns-c1453254952-17"><div _ngcontent-ng-c4127167114="" class="response-content ng-tns-c1453254952-17"><message-content _ngcontent-ng-c4127167114="" _nghost-ng-c3766125863="" class="model-response-text contains-extensions-response ng-star-inserted" id="message-content-id-r_84aca6ea825bf559" style="height: auto;"><div _ngcontent-ng-c3766125863="" class="markdown markdown-main-panel stronger enable-updated-hr-color" dir="ltr" id="model-response-message-contentr_84aca6ea825bf559" inline-copy-host="" style="--animation-duration: 400ms; --fade-animation-function: linear;"><div _ngcontent-ng-c1453254952="" class="presented-response-container ng-tns-c1453254952-17"><div _ngcontent-ng-c1453254952="" class="response-container-content ng-tns-c1453254952-17"><div _ngcontent-ng-c4127167114="" class="response-content ng-tns-c1453254952-17"><message-content _ngcontent-ng-c4127167114="" _nghost-ng-c3766125863="" class="model-response-text contains-extensions-response ng-star-inserted" id="message-content-id-r_84aca6ea825bf559" style="height: auto;"><!----></message-content><!----><!----><div _ngcontent-ng-c4127167114="" class="response-footer contains-extensions-response gap complete"><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----></div></div><!----><sensitive-memories-banner _ngcontent-ng-c4127167114="" _nghost-ng-c1099530465="" class="ng-star-inserted"><!----></sensitive-memories-banner><!----><!----><!----></div></div></div><!----></message-content><!----><!----><div _ngcontent-ng-c4127167114="" class="response-footer contains-extensions-response gap complete"><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----></div></div><!----><sensitive-memories-banner _ngcontent-ng-c4127167114="" _nghost-ng-c1099530465="" class="ng-star-inserted"><!----></sensitive-memories-banner><!----><!----><!----></div></div><!----><div _ngcontent-ng-c1453254952="" class="response-container-footer ng-tns-c1453254952-17"><message-actions _ngcontent-ng-c4127167114="" _nghost-ng-c4117202254="" class="ng-tns-c4117202254-20 ng-star-inserted hide-action-bar" footer=""><div _ngcontent-ng-c4117202254="" class="actions-container-v2 ng-tns-c4117202254-20"><div _ngcontent-ng-c4117202254="" class="buttons-container-v2 ng-tns-c4117202254-20 ng-star-inserted"><!----><thumb-up-button _ngcontent-ng-c4117202254="" _nghost-ng-c3252259355="" class="ng-tns-c4117202254-20 ng-star-inserted"></thumb-up-button></div></div></message-actions></div><div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-90503187754439967422021-07-05T16:14:00.002-03:002021-07-05T16:21:46.150-03:00Dr. Leila Míccolis Sessão Plenária / Plenary Session<p>&nbsp;</p><div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigVCYNRHPkKUePIVmesXlrxw3iNvvBG5977GxcOnsrNTMftu2SplDU4Cqpen_yMOFX23w-mzFPsFrecGn5JsKYtd-WpmnYeS7z9UEv4wYDguMhOT_1s8ODdnlkk9ha4_nf4TDGVP_AeKeT/s797/Screenshot_2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="497" data-original-width="797" height="302" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigVCYNRHPkKUePIVmesXlrxw3iNvvBG5977GxcOnsrNTMftu2SplDU4Cqpen_yMOFX23w-mzFPsFrecGn5JsKYtd-WpmnYeS7z9UEv4wYDguMhOT_1s8ODdnlkk9ha4_nf4TDGVP_AeKeT/w483-h302/Screenshot_2.png" width="483" /></a></div><br /><p></p><p><br /></p><p>Leila Mìccolis na Universidade de Miami, falando sobre o acervo que leva o nome dela na Universidade de Miami.</p><div style="text-align: justify;"><span face="Segoe UI Historic, Segoe UI, Helvetica, Arial, sans-serif"><b>Eis a minha palestra sobre "O acervo que leva o meu nome", em 13 de abril deste ano, para quem se interessa pelo assunto (imprensa alternativa).<span>&nbsp;</span></b></span><b style="font-family: &quot;Segoe UI Historic&quot;, &quot;Segoe UI&quot;, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; white-space: pre-wrap;">Meus agradecimentos pelo envio do vídeo ao Prof. Dr. Steven Butterman, curador do acervo e Diretor do Programa de Letras/Português daquela Universidade.</b></div><div style="text-align: justify;"><span face="Segoe UI Historic, Segoe UI, Helvetica, Arial, sans-serif"><span style="font-size: 15px; white-space: pre-wrap;"><b><a href="https://umiami.mediaspace.kaltura.com/media/Dr.+Leila+M%C3%ADccolis+Sess%C3%A3o+Plen%C3%A1ria+++Plenary+Session/1_qw5z5558/217631123" target="_blank">Clique aqui e assista</a></b></span></span></div><div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-24623980839022781752021-06-27T13:23:00.002-03:002021-06-27T13:23:14.656-03:00Recomeçando o blog de Blocos com o aniversário de nascimento de João Guimarães Rosa (113 anos)<p style="text-align: justify;">O blog de Blocos, volta à carga, aproveitando o aniversário de João Guimarães Rosa. O blog reinicia sua jornada literária. Com um perfil voltado exclusivamente para a Literatura. Dicas de livros, resenhas, curiosidades, cursos e concursos que estiverem acontecendo, os livros do momento e links que mostrem ao leitor, o caminho da boa leitura e novas descobertas. Um brinde ao nosso saudoso Guimarães Rosa! Parabéns, João Guimarães Rosa! <!--[if gte mso 9]><xml> <o:OfficeDocumentSettings> <o:AllowPNG/> </o:OfficeDocumentSettings> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves/> <w:TrackFormatting/> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning/> <w:ValidateAgainstSchemas/> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF/> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables/> <w:SnapToGridInCell/> <w:WrapTextWithPunct/> <w:UseAsianBreakRules/> <w:DontGrowAutofit/> <w:SplitPgBreakAndParaMark/> <w:EnableOpenTypeKerning/> <w:DontFlipMirrorIndents/> <w:OverrideTableStyleHps/> </w:Compatibility> <m:mathPr> <m:mathFont m:val="Cambria Math"/> <m:brkBin 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Foi o segundo marido de Aracy de Carvalho, conhecida como "Anjo de Hamburgo".</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Os contos e romances escritos por Guimarães Rosa ambientam-se quase todos no chamado sertão brasileiro. A sua obra destaca-se, sobretudo, pelas inovações de linguagem, sendo marcada pela influência de falares populares e regionais que, somados à erudição do autor, permitiu a criação de inúmeros vocábulos a partir de arcaísmos e palavras populares, invenções e intervenções semânticas e sintáticas.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 6 de agosto de 1963, sendo o terceiro ocupante da cadeira nº 2, que tem como patrono Álvares de Azevedo. Morreu em 1967, ano em que foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura, vítima de um ataque cardíaco.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Foi o primeiro dos seis filhos de Florduardo Pinto Rosa ("Flor") e de Francisca Guimarães Rosa ("Chiquitita").</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Começou ainda criança a estudar diversos idiomas, iniciando pelo francês quando ainda não tinha 6 anos. Em entrevista concedida a uma prima, anos mais tarde, afirmou:</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">“ <span style="mso-tab-count: 1;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>Eu falo: português, alemão, francês, inglês, espanhol, italiano, esperanto, um pouco de russo; leio: sueco, holandês, latim e grego (mas com o dicionário agarrado); entendo alguns dialetos alemães; estudei a gramática: do húngaro, do árabe, do sânscrito, do lituano, do polonês, do tupi, do hebraico, do japonês, do checo, do finlandês, do dinamarquês; bisbilhotei um pouco a respeito de outras. Mas tudo mal. E acho que estudar o espírito e o mecanismo de outras línguas ajuda muito à compreensão mais profunda do idioma nacional. Principalmente, porém, estudando-se por divertimento, gosto e distração. <span style="mso-tab-count: 1;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span>”</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Ainda pequeno, mudou-se para a casa dos avós, em Belo Horizonte, onde concluiu o curso primário. Iniciou o curso secundário no Colégio Santo Antônio, em São João del-Rei, mas logo retornou a Belo Horizonte, onde se formou. O tio Adonias, fazendeiro muito rico, dono da fazenda Sarandi, patrocinou os estudos de Guimarães Rosa no colégio Arnaldo. Em 1925 matriculou-se na então "Faculdade de Medicina da Universidade de Minas Gerais", com apenas 16 anos.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Em 27 de junho de 1930 casou-se com Lígia Cabral Pena, de apenas 16 anos, com quem teve duas filhas: Vilma e Agnes. Ainda nesse ano se formou e passou a exercer a profissão em Itaguara, então distrito de Itaúna (MG), onde permaneceu cerca de dois anos. Foi nessa localidade que passou a ter contato com os elementos do sertão que serviram de referência e inspiração a sua obra.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">De volta de Itaguara, Guimarães Rosa serviu como médico voluntário da Força Pública (atual Polícia Militar), durante a Revolução Constitucionalista de 1932, indo para o setor do Túnel em Passa Quatro (MG) onde tomou contato com o futuro presidente Juscelino Kubitschek, naquela ocasião o médico-chefe do Hospital de Sangue. Posteriormente, entrou para o quadro da Força Pública, por concurso. Em 1933 foi para Barbacena na qualidade de Oficial Médico do 9º Batalhão de Infantaria. Aprovado no concurso do Itamaraty, passou alguns anos de sua vida como diplomata na Europa e na América Latina.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No início da carreira diplomática, exerceu, como primeira função no exterior, o cargo de cônsul-adjunto do Brasil em Hamburgo, na Alemanha, de 1938 a 1942. Lá, conheceu e veio a casar-se com Aracy de Carvalho, funcionária da Itamaraty que, no contexto da Segunda Guerra Mundial, para auxiliar judeus a fugir para o Brasil, emitiu mais vistos do que as cotas legalmente estipuladas. Por essa razão, Aracy de Carvalho ganhou, por essa ação humanitária e de coragem, no pós-Guerra, o reconhecimento do Estado de Israel. É a única mulher brasileira homenageada no Jardim dos Justos entre as Nações, no Yad Vashem, que é o memorial oficial de Israel para lembrar as vítimas judaicas do Holocausto.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Depois de servir em Hamburgo, Guimarães Rosa serviu ainda, como diplomata, nas embaixadas do Brasil em Bogotá e em Paris.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No Brasil, Guimarães Rosa, na segunda vez em que se candidatou para a Academia Brasileira de Letras, foi eleito por unanimidade (1963). Temendo ser tomado por uma forte emoção, adiou a cerimônia de posse por quatro anos. Em seu discurso, quando enfim decidiu assumir a cadeira da Academia, em 1967, chegou a afirmar, em tom de despedida, como se soubesse o que se passaria ao entardecer do domingo seguinte: "…a gente morre é para provar que viveu."[8] Faleceu três dias mais tarde na cidade do Rio de Janeiro, em 19 de novembro. Seu laudo médico atestou um infarto. Sua obra mais marcante foi Grande Sertão: Veredas, romance qualificado por Rosa como uma "autobiografia irracional".[6] Talvez a explicação esteja na própria travessia simbólica do rio e do sertão de Riobaldo, ou no amor inexplicável por Diadorim, maravilhoso demais e terrível demais, beleza e medo ao mesmo tempo, ser e não-ser, verdade e mentira, estar e não estar. Diadorim-Mediador, a alma que se perde na consumação do pacto com a linguagem e a poesia. Riobaldo (Rosa-IO-bardo), o poeta-guerreiro que, em estado de transe, dá à luz obras-primas da literatura universal. Biografia e ficção se fundem e se confundem nas páginas enigmáticas de João Guimarães Rosa, morto prematuramente aos 59 anos de idade, no ápice de sua carreira literária e diplomática.[7] Foi sepultado no panteão da Academia Brasileira de Letras no Cemitério de São João Batista na cidade do Rio de Janeiro.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Guimarães Rosa foi ainda indicado ao prêmio Nobel de Literatura, pouco antes de falecer de ataque cardíaco.</p><p class="MsoNormal" style="margin-left: 80px; text-align: center;">&nbsp;<a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO_qMW28MNq7NqIbdZYPf9gakOttCH_FZmAxc1eeuQ5pQ6I_nT4YI4x6Fs5IHQ3IKaeJnqsOTt5e7nUCSqhQ0iloWbMYisLGZIWYWYGH54DNBPfe9M9QqUwDZVrG-QDdathwsZLam70ccs/s295/guimaraes_rosa_posse_abl.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="244" data-original-width="295" height="244" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO_qMW28MNq7NqIbdZYPf9gakOttCH_FZmAxc1eeuQ5pQ6I_nT4YI4x6Fs5IHQ3IKaeJnqsOTt5e7nUCSqhQ0iloWbMYisLGZIWYWYGH54DNBPfe9M9QqUwDZVrG-QDdathwsZLam70ccs/w334-h244/guimaraes_rosa_posse_abl.jpg" width="334" /></a></p><p style="background: transparent none repeat scroll 0% 0%; border: 0px none; font-size: 14px; margin: 0px; outline: currentcolor none 0px; padding: 0px; text-align: center; vertical-align: baseline;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Guimarães Rosa em sua posse na Academia Brasileira de Letras (1967).</p><br class="Apple-interchange-newline" /><br /><p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO_qMW28MNq7NqIbdZYPf9gakOttCH_FZmAxc1eeuQ5pQ6I_nT4YI4x6Fs5IHQ3IKaeJnqsOTt5e7nUCSqhQ0iloWbMYisLGZIWYWYGH54DNBPfe9M9QqUwDZVrG-QDdathwsZLam70ccs/s295/guimaraes_rosa_posse_abl.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"></a><b>CONTEXTO LITERÁRIO</b> </p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Realismo mágico, regionalismo, liberdade de invenções linguísticas e neologismos são algumas das características fundamentais da literatura de Guimarães Rosa, mas não as suficientes para explicar seu sucesso. Guimarães Rosa prova o quão importante é ter a linguagem a serviço da temática e vice-versa, uma potencializando a outra. Nesse sentido, o escritor mineiro inaugura uma metamorfose no regionalismo brasileiro que o traria de novo ao centro da ficção brasileira.</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">&nbsp;</p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Guimarães Rosa também seria incluído no cânone internacional a partir do boom da literatura latino-americana pós-1950. O romance entrara em decadência nos Estados Unidos (onde à época era vitrine da própria arte literária, concorrendo apenas com o cinema), especialmente após a morte de Louis-Ferdinand Céline (1951), Thomas Mann (1955), Albert Camus (1960), Ernest Hemingway (1961), William Faulkner (1962). E, a partir de Cem anos de solidão (1967), do colombiano Gabriel García Márquez, a ficção latino-americana torna-se a representação de uma vitalidade artística e de uma capacidade de invenção ficcional que pareciam, naquele momento, perdidas para sempre. São desse período escritores como Mario Vargas Llosa (Peru), Carlos Fuentes (México), Julio Cortázar (Argentina), Juan Rulfo (México), Alejo Carpentier (Cuba) e, mais recentemente Ángel Rama (Uruguai).</p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Obras</span></b></p> <ul style="text-align: justify;" type="disc"><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1936: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Magma_(livro)" title="Magma (livro)"><span style="color: blue;">Magma</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1946: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sagarana" title="Sagarana"><span style="color: blue;">Sagarana</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1952: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Com_o_Vaqueiro_Mariano" title="Com o Vaqueiro Mariano"><span style="color: blue;">Com o Vaqueiro Mariano</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1956: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo_de_Baile" title=""><span style="color: blue;">Corpo de Baile</span></a></i>: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Noites_do_Sert%C3%A3o_(livro)" title="Noites do Sertão (livro)"><span style="color: blue;">Noites do Sertão</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1956: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Sert%C3%A3o:_Veredas" title=""><span style="color: blue;">Grande Sertão: Veredas</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1962: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Primeiras_Est%C3%B3rias" title="Corpo de Baile"><span style="color: blue;">Primeiras Estórias</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1964: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Campo_Geral" title="Campo Geral"><span style="color: blue;">Campo Geral</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1967: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tutam%C3%A9ia_%E2%80%93_Terceiras_Est%C3%B3rias" title=""><span style="color: blue;">Tutaméia – Terceiras Estórias</span></a></i></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1969: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estas_Est%C3%B3rias" title="Literatura da América Latina"><span style="color: blue;">Estas Estórias</span></a></i> (póstumo)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">1970: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ave,_Palavra" title="Ave, Palavra"><span style="color: blue;">Ave, Palavra</span></a></i> (póstumo)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l4 level1 lfo1; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">2011: <i><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antes_das_Primeiras_Est%C3%B3rias" title="Grande Sertão: Veredas"><span style="color: blue;">Antes das Primeiras Estórias</span></a></i> (póstumo)</span></li></ul> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">Academia Brasileira de Letras</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: red;">Leia na íntegra o discurso da posse de João Guimarães Rosa:</span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: red;"><a href="https://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/discurso-de-posse"><span style="color: red;">https://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/discurso-de-posse</span></a></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 22.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 22.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Perfil do Acadêmico</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Terceiro ocupante da Cadeira 2, eleito em 8 de agosto de 1963, na sucessão de João Neves da Fontoura e recebido pelo Acadêmico Afonso Arinos de Melo Franco em 16 de novembro de 1967.</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Cadeira:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">2</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Posição:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">3</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Antecedido por:</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://www.academia.org.br/academicos/joao-neves-da-fontoura"><span style="color: #6f4f3c; text-decoration: none; text-underline: none;">João Neves da Fontoura</span></a></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Sucedido por:</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://www.academia.org.br/academicos/mario-palmerio"><span style="color: #6f4f3c; text-decoration: none; text-underline: none;">Mário Palmério</span></a></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Data de nascimento:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">27 de junho de 1908</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Naturalidade:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Cordisburgo&nbsp;-&nbsp;MG</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Brasil</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Data de eleição:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">8 de agosto de 1963</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Data de posse:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">16 de novembro de 1967</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Acadêmico que o recebeu:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.5pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://www.academia.org.br/academicos/afonso-arinos-de-melo-franco"><span style="color: #6f4f3c; text-decoration: none; text-underline: none;">Afonso Arinos de Melo Franco</span></a></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><b><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Data de falecimento:&nbsp;</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">19 de novembro de 1967</span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: &quot;Helvetica&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 10.5pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Três dias após a posse na Academia Brasileira de Letras, Rosa sofre um infarto fulminante. E, ele já previra que isso aconteceria devido à forte emoção.</span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><span style="color: red;">&nbsp;</span></p> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Foi o terceiro ocupante da cadeira 2, eleito em 6 de agosto de 1963, na sucessão de João Neves da Fontoura e recebido pelo acadêmico Afonso Arinos de Melo Franco em 16 de novembro de 1967.</p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Referências</span></b></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-list: Ignore;"><span style="font: 7.0pt &quot;Times New Roman&quot;;">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </span></span></span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><br /></span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><a href="https://www.santamaria.rs.gov.br/noticias/12395-concurso-literario-felippe-doliveira-esta-com-inscricoes-abertas-ate-29-de-abril-confira-o-edital"><span style="color: blue;">https://www.santamaria.rs.gov.br/noticias/12395-concurso-literario-felippe-doliveira-esta-com-inscricoes-abertas-ate-29-de-abril-confira-o-edital</span></a> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="http://www2.sidneyrezende.com/noticia/123529+viuva+de+guimaraes+rosa+morre+aos+102+anos"><span style="color: blue;">«Viúva de Guimarães Rosa morre aos 102 anos»</span></a>. SRZD | Sidney Rezende. Consultado em 13 de novembro de 2016</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/biografia"><span style="color: blue;">«João Guimarães Rosa | Academia Brasileira de Letras»</span></a>. Academia Brasileira de Letras. Consultado em 17 de agosto de 2017</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i>Klick Educação. <a href="http://educacao.uol.com.br/biografias/klick/0,5387,1936-biografia-9,00.jhtm"><span style="color: blue;">«Guimarães Rosa - Biografia»</span></a>. UOL - Educação. Consultado em 27 de junho de 2012</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/biografia"><span style="color: blue;">«João Guimarães Rosa | Academia Brasileira de Letras»</span></a>. Academia Brasileira de Letras. Consultado em 15 de junho de 2017</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i>Sabrina Vilarinho. <a href="http://www.brasilescola.com/literatura/guimaraes-rosa.htm"><span style="color: blue;">«Guimarães Rosa - Vida e Obra»</span></a>. Brasil Escola. Consultado em 27 de junho de 2012</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i>Cristiana Gomes (12 de novembro de 2007). <a href="http://www.infoescola.com/literatura/guimaraes-rosa/"><span style="color: blue;">«Guimarães Rosa»</span></a>. InfoEscola. Consultado em 27 de junho de 2012</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="https://web.archive.org/web/20160115212601/http:/releituras.com/guimarosa_bio.asp"><span style="color: blue;">«João Guimarães Rosa - Biografia»</span></a>. Arquivado do <a href="http://www.releituras.com/guimarosa_bio.asp"><span style="color: blue;">original</span></a> em 15 de janeiro de 2016</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="http://educacao.globo.com/literatura/assunto/autores/guimaraes-rosa.html"><span style="color: blue;">«Guimarães Rosa»</span></a></i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-left: 36pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-list: Ignore;">10.<span style="font: 7.0pt &quot;Times New Roman&quot;;">&nbsp; </span></span></span><span style="font-family: Symbol; font-size: 12.0pt; mso-ascii-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">·</span><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><span style="mso-spacerun: yes;">&nbsp; </span><i><a href="http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/discurso-de-posse"><span style="color: blue;">«Discurso de posse»</span></a>. <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Academia_Brasileira_de_Letras" title="Academia Brasileira de Letras"><span style="color: blue;">Academia Brasileira de Letras</span></a>. Consultado em 3 de maio de 2018</i> </span></p> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Bibliografia</span></b></p> <ul style="text-align: justify;" type="disc"><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">ARRIGUCI JR., Davi. O mundo misturado: romance e experiência em Guimarães Rosa. Novos estudos CEBRAP, São Paulo, no 40, p.&nbsp;7-29, Nov. 1994.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BARBOSA, Fábio Luís Chiqueto. A imagem do sertão na tradução alemã de Grande Sertão: Veredas. (Dissertação de Mestrado em Língua e Literatura Alemã). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BARBOSA, Fábio Luís Chiqueto. A recepção da tradução alemã de Grande Sertão: Veredas e a perspectiva da Weltliteratur de Goethe. (Tese de Doutorado em Língua e Literatura Alemã). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BELÚZIO, Rafael Fava. "'Corpo de baile', João Guimarães Rosa &amp; forma trina-unitária". Em Tese, [S.l.], v. 22, n. 1, p. 41-65, nov. 2016. ISSN 1982-0739. Disponível em: &lt;<a href="http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/emtese/article/view/11162"><span style="color: blue;">http://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/emtese/article/view/11162</span></a>&gt;. Acesso em: 06 fev. 2017. doi:<a href="https://dx.doi.org/10.17851/1982-0739.22.1.41-65"><span style="color: blue;">http://dx.doi.org/10.17851/1982-0739.22.1.41-65</span></a>.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BOLLE, Willi. Grande sertão: cidades. Revista USP. São Paulo, no 24, p.&nbsp;80-93, Dez./ Jan./ Fev. 1994/ 1995.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BOLLE, Willi. grandesertão.br: o romance de formação do Brasil. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2004, p.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">BUSSOLOTTI, Maria Aparecida. Proposta de edição da correspondência entre João Guimarães Rosa e seu tradutor alemão Curt Meyer-Clason (23 de janeiro de 1958 a 27 de agosto de 1967). 1997, 487 p. (Mestrado em Filologia e Língua Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade Estadual de São Paulo, São Paulo, 1997.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">COUTINHO, Eduardo. (Org.) Guimarães Rosa. 2a ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1991, p.&nbsp;62- 97. (Coleção Fortuna Crítica)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">DUARTE, Lélia Parreira; ALVES Maria Theresa Abelha. (Org.) Outras margens: estudos sobre a obra de Guimarães Rosa. Belo Horizonte: Autêntica/ PUC Minas, 2001, p.&nbsp;317- 330.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">DUARTE, Lélia Parreira et al. (Org.) Veredas de Rosa II. Belo Horizonte: PUC Minas, CESPUC, 2000.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">FINAZZI-AGRÒ, Ettore. Um lugar do tamanho do mundo: tempos e espaços da ficção em João Guimarães Rosa. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2001, 201 p.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">GALVÃO, Walnice. As formas do falso: um estudo sobre a ambiguidade no Grande sertão: veredas. 2a ed. São Paulo: Perspectiva, 1986, 132 p. (Coleção Debates)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">HANSEN, João Adolfo. O o: a ficção da literatura em Grande sertão: veredas. São Paulo: Hedra, 2000, 198 p.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">KUTZENBERGER, Stefan. Europa in Grande Sertão: Veredas. Grande Sertão: Veredas in Europa. Armsterdam: Rodopi, 2005.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">M. CAVALCANTI PROENÇA. <i>Alguns aspectos formais de "Grande Sertão Veredas".</i> (Revista do Livro, Rio de Janeiro, 5, março de 1957)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">MARINHO, Marcelo. <i>GRND SRT~: vertigens de um enigma</i>. Campo Grande: Letra Livre / UCDB, 2001, 204 p.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">MARINHO, Marcelo. <i>João Guimarães Rosa</i>. Paris: L'Harmattan, 2003, 168 p.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">ROSENFIELD, Kathrin. Grande sertão: vereda: roteiro de leitura. São Paulo: Ática, 1992, 111 p. (Princípios, 224).</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">ROSENFIELD, Kathrin. Os descaminhos do demo: tradição e ruptura em Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Imago; São Paulo: EDUSP, 1993, 217 p. (Biblioteca Pierre Menard)</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Scripta, Belo Horizonte, v. 2, no 3, p.&nbsp;190- 204, 2o semestre, 1998.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">SELIGMANN-SILVA, Márcio. <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-106X2009000100011&amp;script=sci_arttext"><span style="color: blue;">"Grande Sertão: Veredas como gesto testemunhal e confessional"</span></a> Alea&nbsp;: Estudos Neolatinos, vol.11 no.1 Rio de Janeiro Jan./June 2009, pp.&nbsp;130-147. ISSN 1517-106X.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Seminário de ficção mineira: de Guimarães Rosa aos nossos dias, Belo Horizonte, no 2, 1983.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">SIQUEIRA, Ivan. A música na prosa de Guimarães Rosa. (Tese de Doutorado em Teoria Literária e Literatura Comparada). FFLCH,USP, São Paulo, 2009.<a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8151/tde-11022010-114131"><span style="color: blue;">[1]</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">UTÉZA, Francis. João Guimarães Rosa: metafísica do Grande sertão. São Paulo: Edusp, 1994, 536 p. Original francês.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l3 level1 lfo4; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">VERLANGIERI, Iná Valéria. J. Guimarães Rosa: correspondência inédita com a tradutora norte-americana Harriet de Onís. 1993, 357 f. (Mestrado em Estudos Literários)– Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 1993.</span></li></ul> <p class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"><b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 18.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Ligações externas</span></b></p> <table border="0" cellpadding="0" class="MsoNormalTable" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px; text-align: left; width: 250px;"> <tbody><tr style="mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"> <td colspan="2" style="padding: .75pt .75pt .75pt .75pt;"> <p align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 15.6pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">Outros projetos <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikimedia" title="Wikimedia"><span style="color: blue;">Wikimedia</span></a> também contêm material sobre este tema: </span></p> </td> </tr> <tr style="mso-yfti-irow: 1; mso-yfti-lastrow: yes;"> <td style="padding: .75pt .75pt .75pt .75pt;"> <p align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 26.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"><b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">&nbsp;</span></b></p> </td> <td style="padding: .75pt .75pt .75pt .75pt;"> <p class="MsoNormal" style="line-height: 26.4pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;">&nbsp;</span></p> </td> </tr> </tbody></table> <ul style="text-align: justify;" type="disc"><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.eravirtual.org/rosa_br/"><span style="color: blue;">Visita virtual imersiva ao Museu Casa Guimarães Rosa e a cidade de Cordisburgo/MG</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa"><span style="color: blue;">Perfil no sítio da Academia Brasileira de Letras</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/especial/2008/centenarioguimaraesrosa/"><span style="color: blue;">Centenário de Guimarães Rosa</span></a>, especial na <a href="http://www.folha.uol.com.br/"><span style="color: blue;">FolhaOnline</span></a>.</span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://web.archive.org/web/20040803002305/http:/www.medicina.ufmg.br/cememor/grosa.htm"><span style="color: blue;">João Guimarães Rosa / Centro da Memória da Medicina em Minas Gerais</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.pluralpluriel.org/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=215:numero-4-5&amp;catid=56:presentation-des-numeros&amp;Itemid=53"><span style="color: blue;">Número especial Guimarães Rosa / Revista Plural Pluriel (França)</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.vidaslusofonas.pt/joao_guimaraes_rosa.htm"><span style="color: blue;">Vidas Lusófonas, Guimarães Rosa</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://web.archive.org/web/20160115212601/http:/releituras.com/guimarosa_bio.asp"><span style="color: blue;">Releituras, Guimarães Rosa</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.infoescola.com/escritores/joao-guimaraes-rosa/"><span style="color: blue;">João Guimarães Rosa</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://pt.rodovid.org/wk/Special:Tree/147048"><span style="color: blue;">Árvore genealógica</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.academia.edu/2649812/A_morte_anunciada_de_Guimaraes_Rosa_deixo_a_vida_para_entrar_na_Historia_"><span style="color: blue;">Morte prematura de Guimarães Rosa: enigma ou enredo?</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fale/article/view/11315"><span style="color: blue;">Guimarães Rosa, Getúlio Vargas: "Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História"</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="https://web.archive.org/web/20101009113116/http:/www.clfc.puc-rio.br/joao_joao.html"><span style="color: blue;">O Diálogo de João Evangelista e João Guimarães Rosa: o Encontro do Evangelho com a Literatura - Minicurso do Centro Loyola de Fé e Cultura / PUC-Rio em NOV/2010</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa/biografia"><span style="color: blue;">Biografia - João Guimarães Rosa</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.fgr.org.br/Centenario.pdf"><span style="color: blue;">Fundação Guimarães Rosa</span></a></span></li><li class="MsoNormal" style="line-height: normal; mso-list: l1 level1 lfo5; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto; tab-stops: list 36.0pt;"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"><a href="http://www.editionsfads.ch/publications_portugues.html"><span style="color: blue;">24 Cartas de João Guimarães Rosa a Antonio Azeredo da Silveira</span></a></span></li></ul> <p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Guimar%C3%A3es_Rosa</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">e&nbsp; https://www.academia.org.br/academicos/joao-guimaraes-rosa</p><p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"><br /></p> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com2tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-10512549187524380052019-09-03T14:46:00.002-03:002019-09-03T15:15:38.788-03:00<br /> <div class="MsoNormal"> <br /></div> <div class="MsoNormal"> <b><span style="font-size: large;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif;">Crônica: "A poesia de cada dia"</span></span></b><br /> <b><span style="font-size: large;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif;"><br /></span></span></b> <br /> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikUvWMNSHmwkwjfKauw0CYZesgli9242y6J2mWy1D-PTviEpNxM1O8kD7kNt36-nUc0XE_eMeMnsgFpNN0yWhn70wMwJNW5PLYR0ofX8hLiiR5UsZ-_fYOBgl6go42Kn2G74JxP1oGfuyL/s1600/Leila.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="716" data-original-width="719" height="396" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikUvWMNSHmwkwjfKauw0CYZesgli9242y6J2mWy1D-PTviEpNxM1O8kD7kNt36-nUc0XE_eMeMnsgFpNN0yWhn70wMwJNW5PLYR0ofX8hLiiR5UsZ-_fYOBgl6go42Kn2G74JxP1oGfuyL/s400/Leila.jpg" width="400" /></a></div> <b><span style="font-size: large;"><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif;"><br /></span></span></b></div> <div class="MsoNormal"> <b><span style="font-size: large;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</span></b></div> <div class="MsoNormal"> <br /></div> <div class="MsoNormal"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> O título da crônica deste mês refere-se a um verso de Oswald de Andrade, um dos nossos mais famosos escritores Modernistas brasileiros. O poema no qual ele se insere intitula-se “Escapulário” (foi musicado por Caetano Veloso) e, roga, como proteção divina, a presença da “santa” e poderosa poesia diária, aquela que nos desenvolve a sensibilidade, a contemplação meditativa, a fé em nós mesmos, a criatividade e o senso crítico. No entanto, a Geração Poética de 70 foi duramente criticada justamente por ela ter desmitificado o fazer poético como a procura do belo inacessível e sublime, abordando assuntos considerados comezinhos e “prosaicos” (no sentido de triviais), focalizando (e perdendo tempo com) questões “de somenos”. Este deslocamento radical do altar em que a veneravam os vates beletristas e suas musas diáfanas para o “rés do chão” (poesia com os pés no chão, sem sombra de dúvida), fez com que esta produção fosse desvalorizada e até estigmatizada em nosso país, condenada principalmente pela temática, como se fôssemos nós a criar esta proposta – sociologicamente denominada “estética da banalidade” por Maffesoli, que a analisa com seriedade, por ela ser um componente marcante e presente em todas as artes contemporâneas. Esquecem os detratores da poesia coloquial de que o cotidiano apresentado como contraplano contextual não foi inovação do Modernismo, nem tampouco da Geração 70. Veio muito antes da sociedade de consumo, recua até os ensinamentos filosóficos do zen budismo (séculos XIII-XVII, ou até mesmo antes) através dos quais tudo o que acontece na natureza, em qualquer um dos seus reinos, motiva a reflexão – até mesmo as moscas pousadas nas mãos de um velho, em Issa, ou uma simples pimenta, em Bashô:<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Bando de moscas – <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Que gosto pode haver</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Nestas mãos enrugadas?</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> <b>Issa</b></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Uma pimenta.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Colocai-lhe asas:</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Uma libélula rubra.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> <b>Bashô</b></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Paladares... Gostos... Alimentos... No Budismo, a atenção dirigida ao próprio sustento é importante, por ser a comida uma forma de praticar a não violência, de reverenciar o preceito do&nbsp; ahi?s?, que preconiza não se cometer crueldades/atrocidades contra outros seres, portanto de praticar a compaixão; na “cozinha de devoção” (sh?jin ry?ri) japonesa, na cozinha budista (zh?icàie) chinesa, todos os atos anteriores, durante, e posteriores à refeição são igualmente significativos e relevantes. Há muitos koans contados a este respeito. Talvez o mais conhecido deles seja a de um monge que certa vez, na hora do café da manhã, veio até Joshu (japonês sagrado mestre em idade precoce, aos treze anos) e disse: – "Acabei de entrar neste mosteiro. Por favor, ensine-me." – "Você já tomou seu mingau de arroz?", perguntou Joshu. – "Já, sim", replicou o monge novato. – "Então é melhor lavar sua tigela", disse o mestre. Esta foi a primeira lição que o neófito recebeu no mosteiro – simples e objetiva, mas também repleta de sutilezas: a prática “vulgar” de lavar a louça, do desjejum ao famoso ritual do chá, reveste-se de transcendência: envolve, para além da limpeza (sua finalidade imediata), vários tipos de atividades perceptivas, tais como: a observação do tato em contato com diversas texturas, do entorno, a concentração no aqui-agora, a reflexão e valorização da nutrição, o agradecimento por ela, etc.. Ensina o Hexagrama 62 do “I Ching – Livro das Mutações” (texto clássico chinês anterior à dinastia Chou (1150-249 a.C.): “EXCEDENDO-SE SENDO PEQUENO se exerce influência. É conveniente insistir, mas só em assuntos restritos e não importantes. Um pássaro voando deixa sua mensagem: ‘não é apropriado subir, o certo é descer’; nesse caso haverá grandes benefícios!”. Viver, sem grandes pretensões, mas equilibrada e intensamente; voar o mais alto possível (sem chegar muito perto do sol se tiver asas de cera, como Ícaro), e saber quando pousar para descansar. Transpondo para nosso dia a dia ocidental: nenhuma tarefa é enfadonha em si mesma, nós é que a rotulamos como entediante.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> A filosofia zen mergulha na prática de cada ato simples da vida para dela apreender o significado da existência em sua unidade. Paulo Leminski (amigo curitibano e companheiro da minha geração poética) escreveu em seu livro “Vida”: “Bashô elevou a prática cotidiana, no haicai, a um patamar altíssimo, a uma arte (haiku-dô). (...) Os pensamentos mais sutis revelam-se nas condições materiais. E a mais alta poesia, nas circunstâncias mais pedestres e corriqueiras. Assim, Bashô transformou uma prática de texto, uma produção verbal, em ‘caminho’ para o zen”.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Nesta dimensão, tendo Bashô e Issa como exemplos, esvazia-se o argumento pejorativo que amesquinha na poesia a relevância do debate das questões cotidianas, alijando-as da Estética – do estudo do belo em suas manifestações artísticas – e da Filosofia – investigação da dimensão essencial e ontológica do mundo real, segundo Platão, em direção ao entendimento do Holos: o todo. O “tema central do zen é a superação das dualidades. A dissolução dos maniqueísmos”; e a poesia alternativa da época rompeu com a visão separatista do que era ou não tematicamente adequado a ela, ao mesmo tempo fazendo emergir o microcosmo e transcendendo-o ao mostrar, implícita e sutilmente nas entrelinhas, que os gestos mais comuns e rotineiros podem ser celebrados enquanto fonte inesgotável de vivências plenas. Nesta mesma direção, eis o belo haicai de outro famoso escritor paranaense:<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> Montanha que brilha<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> a louça lavada</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> empilhada na pia</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: right;"> <b>Domingos Pellegrini</b></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> A poesia da década de 1970 despertou uma práxis mais consciente e holística (com maior impacto ainda na escrita das mulheres), lidando com sentimentos, sensações e emoções não apenas como transbordamentos individualistas, intimistas, porém inserindo-os no contexto sociopolítico do nosso tempo. Como explana brilhantemente o ensaio leminskiano, “os sentimentos são históricos – não dá para abandoná-los no meio do caminho, rumo à trajetória das transformações sociais”.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Aprendemos na escola que, em poesia, palavras pertencentes à mesma categoria gramatical são classificadas como rimas pobres – no caso, pias e poesias. Seriam? Serão? Sejam ou não, parafraseando Oswald, peço contrita e fervorosa: dai-nos, Senhor, a poesia de cada dia dessas ricas rimas pobres!<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p><br /></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: left;"> <o:p>Texto retirado do site:&nbsp;</o:p>http://www.incomunidade.com/v83/art.php?art=250&amp;fbclid=IwAR1MelhNcEs1mZzHEdq1F3cQQ4K1DfORvEu2qA6xwWgWZoVxoUnFV94RX3w</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="artigo_autor" style="float: left; font-family: &quot;Arial Bold&quot;; font-size: 13px; margin-left: 30px; margin-top: 10px; padding: 0px;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-77002844746393219842019-08-16T12:56:00.001-03:002019-08-16T13:01:15.614-03:00Poesia para mudar o mundo<br /> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhP2Bxn9lxoQP9rf4fVPTGLmbOjcfs3hoOhPYjG_3FUuk0AACHAxqwemYTerVe7dD9_bU114rNyl0WEwdl1VijaPEGiO0J11ZKV78gG8-yj6BWCvHFcCUwFq4Y_5sl7RAIUgvx6-Yr-aohD/s1600/para+mudar+o+mundo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="806" data-original-width="464" height="640" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhP2Bxn9lxoQP9rf4fVPTGLmbOjcfs3hoOhPYjG_3FUuk0AACHAxqwemYTerVe7dD9_bU114rNyl0WEwdl1VijaPEGiO0J11ZKV78gG8-yj6BWCvHFcCUwFq4Y_5sl7RAIUgvx6-Yr-aohD/s640/para+mudar+o+mundo.jpg" width="364" /></a></div> <br /> <br /> <br /> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Trinta e três poetas dispostos a mudar o mundo através da poesia.</span></div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Com grande sensibilidade, todos agregam valor ao planeta, mostrando que palavras poéticas, seduzem a humanidade para um bem maior.</span></div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Confiram no link: <a href="https://poesiaparamudaromundo.blogspot.com/2019/08/poesia-para-mudar-o-mundo.html">poesia para mudar</a></span></div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Vejam também em: </span><a href="http://postblog.com.br/2019/08/16/poesia-para-mudar-o-mundo/" style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: x-large;">Post Blog</a></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com1tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-51316867175591533752019-08-16T12:27:00.002-03:002019-08-16T12:46:37.687-03:00Post Blog, mais um portal de Literatura<br /> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> </div> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> </div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;"><br /></span></div> <div style="text-align: justify;"> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9FRkU1XXwt109y8efEsx8M-denGx-yqqatfSRH2ExYWsc8E0UL5G1MjX6UpMQlYIGcwzCUv0_E9AEIwjlI0tKkfvWe2LY4P6zYdIQJGIg8UTkUpYcsCdOrgpXP8PR0Gwj-OnJwPBPzyp3/s1600/0906-2019-025435911103204960450.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="880" data-original-width="851" height="400" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj9FRkU1XXwt109y8efEsx8M-denGx-yqqatfSRH2ExYWsc8E0UL5G1MjX6UpMQlYIGcwzCUv0_E9AEIwjlI0tKkfvWe2LY4P6zYdIQJGIg8UTkUpYcsCdOrgpXP8PR0Gwj-OnJwPBPzyp3/s400/0906-2019-025435911103204960450.jpg" width="386" /></a></div> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;"><br /></span></div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;"><br /></span></div> <div style="text-align: justify;"> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">O portal de literatura </span><a href="http://www.postblog.com.br/" style="font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-large;">Post Blog</a><span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;"> é mais um agregador de cultura que junto com o portal Blocos, disseminam condições para um mundo com mais informação e poesia.</span></div> </div> <div style="text-align: justify;"> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Concursos literários, resenhas, notícias de cunho exclusivamente cultural, filmes clássicos, poesia, prosa, viagens, fotografia e etc.</span></div> </div> <div style="text-align: justify;"> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">Venha conhecer e participar com seus comentários e nos enviando material cultural.&nbsp;</span></div> </div> <div style="text-align: justify;"> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;">A sua participação é muito importante.</span></div> </div> <div style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;verdana&quot; , sans-serif; font-size: large;"><br /></span></div> <div style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-15308281692952298862019-01-14T14:29:00.003-02:002019-01-14T14:30:27.092-02:00Nascimento do criador de Alice no País das Maravilhas!<br /> <br /> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ7qTUCC9-wdibjo3-1I2Ud-Ys1PiA-yZrJYmsfrJcU-BhTwSvYIC-cAQMRaQdAd0KpvjieVtYtAZAA6FthI1792aJlRlPnnR-hvTHhuEBtaYE12Er6gJx1t9lfyfhS8KcqJByBZStiop2/s1600/como-surgiu-a-tradic3a7c3a3o-do-chc3a1-das-cinco-na-inglaterra.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img border="0" data-original-height="627" data-original-width="1200" height="208" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZ7qTUCC9-wdibjo3-1I2Ud-Ys1PiA-yZrJYmsfrJcU-BhTwSvYIC-cAQMRaQdAd0KpvjieVtYtAZAA6FthI1792aJlRlPnnR-hvTHhuEBtaYE12Er6gJx1t9lfyfhS8KcqJByBZStiop2/s400/como-surgiu-a-tradic3a7c3a3o-do-chc3a1-das-cinco-na-inglaterra.jpg" width="400" /></a></div> <br /> <br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido pelo seu pseudônimo </span><span style="color: #1f4e79; font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;">Lewis Carroll</span><span style="color: #1f4e79; font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;; mso-style-textfill-fill-alpha: 100.0%; mso-style-textfill-fill-color: #1F4E79; mso-style-textfill-fill-colortransforms: lumm=50000; mso-style-textfill-fill-themecolor: accent1; mso-themecolor: accent1; mso-themeshade: 128;"> </span><span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">(Daresbury, 27 de janeiro de 1832— Guildford, 14 de Janeiro de 1898), foi um romancista, contista, fabulista, poeta, desenhista, fotógrafo, matemático e reverendo anglicano britânico. Lecionava matemática no Christ College, em Oxford. É autor do clássico livro Alice no País das Maravilhas, além de outros poemas escritos em estilo nonsense ao longo de sua carreira literária, que são considerados políticos, em função das fusões e da disposição espacial das palavras, como precursores da poesia de vanguarda.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <b style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;; font-size: 18.0pt; line-height: 107%;">Alice<o:p></o:p></span></b></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Alice Liddell (foto) foi a inspiração de Carroll para criar Alice no País das Maravilhas.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">A história de Alice no País das Maravilhas originou-se em 1862, quando Carroll fazia um passeio de barco no rio Tâmisa com sua amiga Alice Pleasance Liddell (com 10 anos na época) e as suas duas irmãs, sendo as três filhas do reitor da Christ Church. Ele começou a contar uma história que deu origem à atual, sobre uma menina chamada Alice que ia parar em um mundo fantástico após cair numa toca de um coelho. A Alice da vida real gostou tanto da história que pediu que Carroll a escrevesse.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Dodgson atendeu ao pedido e em 1864 surpreendeu-a com um manuscrito chamado Alice's Adventures Underground, ou As Aventuras de Alice Embaixo da Terra, em português. Mais tarde ele decidiu publicar o livro e mudou a versão original, aumentando de 18 mil palavras para 35 mil, notavelmente acrescentando as cenas do Gato de Cheshire e do Chapeleiro.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">A tiragem inicial de dois mil exemplares de 1865 foi removida das prateleiras, devido a reclamações do ilustrador John Tenniel sobre a qualidade da impressão. A segunda tiragem esgotou-se nas vendas rapidamente, e a obra se tornou um grande sucesso, tendo sido lida por Oscar Wilde e pela rainha Vitória e tendo sido traduzida para mais de 50 línguas.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Em 1998, a primeira impressão do livro (que fora rejeitada) foi leiloada por 1,5 milhão de dólares americanos.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Faleceu em Guildford em 14 de janeiro de 1898. Encontra-se sepultado no Cemitério de Guildford, Surrey na Inglaterra.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;arial&quot; , &quot;sans-serif&quot;;">Link desse material: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Carroll">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lewis_Carroll<o:p></o:p></a></span></div> <br /><div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-8101714518458953862017-06-29T10:27:00.000-03:002017-06-29T10:27:04.249-03:00Aniversário do pai do Pequeno Príncipe<br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Imagem relacionada" height="333" src="http://www.thefamouspeople.com/profiles/images/antoine-de-saint-exupery-3.jpg" width="400" /></div> <br /> <br /> Antoine de Saint-Exupéry, nascido em 29 de junho de 1900. Se vivo, estaria completando 117 anos!<br /> <br /> <br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">Apaixonado pela mecânica, estudou no colégio jesuíta de Notre-Dame, em Mans, de 1909 a 1914. Neste ano, juntamente com seu irmão François, transfere-se para o colégio dos Maristas, na Suíça, onde permanece até 1917. Em abril de 1921, inicia o serviço militar no 2º Regimento de Aviação de Estrasburgo, depois de reprovado nos exames para admissão da Escola Naval.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">Em 17 de junho, obtém em Rabat, para onde fora mandado, o brevê de piloto civil. Em 1922, já é piloto militar brevetado, com o posto de subtenente da reserva. Em 1926, recomendado por amigo, o Abade Sudour, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação , onde começa então sua carreira como piloto de linha, voando entre Toulouse, Casablanca e Dacar, na mesma equipe dos pioneiros Vacher, Mermoz, Guillaumet e outros. <o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">A última tarefa de Saint-Exupéry foi recolher informação sobre os movimentos de tropas alemãs em torno do Vale do Ródano antes da invasão aliada do sul da França. Em 31 de julho de 1944, ele partiu de uma base aérea na Córsega e não retornou. Uma mulher relatou ter visto um acidente de avião em torno de meio-dia de 1 de agosto perto da Baía de Carqueiranne, Toulon. Um corpo não identificável ​​usando cores francesas foi encontrado vários dias depois a leste do arquipélago Frioul ao sul de Marselha e enterrado em Carqueiranne em setembro.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">O alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Em 3 de novembro, em homenagem, recebeu as maiores honras do exército. Em 2004, os destroços do avião que pilotava foram achados a poucos quilômetros da costa de Marselha. Seu corpo não foi encontrado.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">As suas obras são caracterizadas por alguns elementos como a aviação e a guerra. Também escreveu artigos para várias revistas e jornais da França e outros países, sobre muitos assuntos, como a guerra civil espanhola e a ocupação alemã da França.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">Destaca-se O Pequeno Príncipe (título no Brasil) ou O Principezinho (título em Portugal) de 1943, livro de grande sucesso de Saint-Exupéry.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">Le Petit Prince pode parecer simples, porém apresenta personagens plenos de simbolismos: o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor, uma formosa flor de grande beleza e igual orgulho. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem em busca de amigos, que o trouxe finalmente à Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que é realmente importante na vida.<o:p></o:p></span></b></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <b><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 14.0pt; line-height: 115%;">O romance mostra uma profunda mudança de valores, e sugere ao leitor quão equivocados podem ser os nossos julgamentos, e como eles podem nos levar à solidão. O livro nos leva à reflexão sobre a maneira de nos tornarmos adultos, entregues às preocupações diárias, e esquecidos da criança que fomos e somos.<o:p></o:p></span></b></div> <div style="text-align: justify;"> <br /></div> <div style="text-align: justify;"> Leiam na íntegra:&nbsp;https://pt.wikipedia.org/wiki/Antoine_de_Saint-Exup%C3%A9ry</div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-20825037606879367552017-05-14T12:19:00.000-03:002017-05-14T13:20:24.356-03:0019 anos da morte de Frank Sinatra<br /> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <iframe width="320" height="266" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/NQPC45zeDRg/0.jpg" src="https://www.youtube.com/embed/NQPC45zeDRg?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Francis Albert "Frank" Sinatra (Hoboken, 12 de dezembro de 1915 — Los Angeles, 14 de maio de 1998 foi um cantor, ator, e produtor americano, amplamente considerado um dos mais populares e influentes artistas musicais do século 20.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Frank Sinatra era filho de dois imigrantes italianos: Natalia Garaventa, genovesa, mais conhecida como "Dolly", e Antonino Martino Sinatra. Siciliano, analfabeto e boxeador, o pai de Frank Sinatra imigrou para Nova York em 21 de dezembro de 1903, a bordo do Città di Millano SS, vindo juntamente com sua mãe, Rosa Sagliabeni e duas irmãs, Angela e Dorotea, o pai de Antonino, Francesco, avô paterno de Frank Sinatra, já estava em Nova York, trabalhando em uma fábrica de lápis.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Antonino (Anthony) e Dolly se casaram em 14 de fevereiro de 1914, e foram morar em Hoboken, na rua Monroe 415, onde tiveram seu único filho, Frank Sinatra.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Iniciando sua carreira musical na swing era com Harry James e Tommy Dorsey, Sinatra se tornou um artista solo de sucesso sem precendentes no início e meados dos anos 1940, assinando depois com a Columbia Records em 1943. Sendo um ídolo das "bobby boxers" (como eram conhecidas as jovens fãs de swing), ele lançou seu primeiro álbum, The Voice of Frank Sinatra em 1946. Sua carreira profissional estava parada no início da década de 1950, mas renasceu em 1953 ao vencer o Óscar de melhor ator secundário por sua performance em From Here to Eternity(br: A um passo da Eternidade).<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Ele assinou com a Capitol Records em 1953 e lançou vários álbuns com aclamação crítica (como In the Wee Small Hours, Songs for Swingin' Lovers, Come Fly with Me, Only the Lonely e Nice 'n' Easy). Sinatra deixou a Capitol e formou sua própria gravadora, Reprise Records em 1961 (encontrando sucesso em álbuns como Ring-a-Ding-Ding!, Sinatra at the Sands e Francis Albert Sinatra &amp; Antonio Carlos Jobim), realizou tours internacionais, e foi um dos fundadores do Rat Pack, além de fraternizar com celebridades e homens de estado, incluindo John F. Kennedy. Sinatra completou 50 anos em 1965, gravou a retrospectiva September of My Years, estrelou no especial de TV ganhador do Emmy Frank Sinatra: A Man and His Music, e lançou hits como Strangers in the Night e My Way.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Com o baixo número de vendas de suas canções e após aparecer em vários filmes mal recebidos pela crítica, Sinatra aposentou-se pela primeira vez em 1971. Dois anos depois, porém, ele voltou e em 1973 gravou vários álbuns, alcançando um "Top 40" com New York, New York em 1980. Usando seus shows em Las Vegas como ponto de partida, ele realizou turnês nos Estados Unidos e internacionalmente, até pouco antes de sua morte em 1998.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Sinatra também forjou uma bem sucedida carreira como ator, vencendo um Óscar de melhor ator secundário, uma nomeação para Oscar de melhor ator por sua performance em The Man with the Golden Arm, e aclamação crítica por sua performance em The Manchurian Candidate. Ele também estrelou em musicais como High Society, Pal Joey, Guys and Dolls e Um Dia em Nova Iorque. Sinatra foi homenageado no Prêmio Kennedy em 1983 e recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade de Ronald Reagan em 1985 e a Medalha de Ouro do Congresso em 1997. <span lang="EN-US">Sinatra também recebeu 11 Grammy Awards, incluindo o Grammy Trustees Award, Grammy Legend Award e o Grammy Lifetime Achievement Award.<o:p></o:p></span></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Foi casado com Nancy Barbato e posteriormente com as atrizes Ava Gardner e Mia Farrow, e com a socialite Barbara Marx, com quem terminou seus dias. Possui duas estrelas na Calçada da Fama, uma por seu trabalho na música e outra por seu trabalho na TV norte-americana. É considerado um dos maiores intérpretes da música na década de 1950. Teve três filhos: Nancy Sinatra, Frank Sinatra Jr., e Tina Sinatra.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Sem nenhum treinamento formal, Sinatra desenvolveu estilo altamente sofisticado. Sua habilidade em criar uma longa e fluente linha musical sem pausas para respiração, sua manipulação de frases o fez chegar bem mais longe que o usual dos cantores populares.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span lang="EN-US">Sinatra apareceu em mais de cinquenta filmes, entre eles: "Anchors Aweigh" (1945), "On The Town" (1949), "From Here To Eternity" (1953), com o qual ganhou o Oscar, "The Man with the Golden Arm" e "High Society" (ambos de 1956), "The Manchurian Candidate" (1962) e "The First Deadly Sin" (1980). </span>Fez parte do chamado Rat Pack, grupo de artistas muito ativo entre meados da década de 1950 e 1960.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <span lang="EN-US">Seus principais sucessos são "Fly Me to the Moon", "My Way" e "New York, New York". </span>Sinatra também cantou com o brasileiro Tom Jobim. Na oportunidade, "The Girl from Ipanema" brindou o grande encontro.</div> <div style="background-color: white; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit; margin-bottom: 0.5em; margin-top: 0.5em;"> </div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <o:p>&nbsp;https://pt.wikipedia.org/wiki/Frank_Sinatra</o:p></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-40865275510668576292017-03-24T10:09:00.000-03:002017-03-24T10:09:23.190-03:00A morte de Eunice Arruda<div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Eunice Arruda" height="400" src="http://www.algumapoesia.com.br/poesia2/eunice.arruda.jpg" width="308" /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> A equipe de Blocos muito se sensibiliza pela perda da doce poeta Eunice Arruda.</div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para cravo de luto" height="200" src="https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSdn5Aqo9XZVTy4Qs5d_QhwHJBx_-FiO_YACip_onmQ6JtcnqKq" width="141" /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-84406681136742018062017-03-19T12:38:00.001-03:002019-09-26T13:29:01.384-03:00Murilo Rubião e seus contos fantásticos!<div style="text-align: center;"> </div> <div style="text-align: center;"> <b><span style="font-size: large;"><br /></span></b> <b><span style="font-size: large;"><br /></span></b> <div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"> <a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCvBak-RGGED9TTGPU-ZHeq1Qq94mvXacAHQK3SPum7drcu-LmFThMV3gEOECo5u8f0jHcFe8tvAzfVoGBacjdRV9NfYx8LqFmn3naUDdmqaSvCJpsx_6hXGAzyUeFTw_gDgI-tkb63S6k/s1600/20161213_00_rubiao-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"><img border="0" data-original-height="420" data-original-width="800" height="208" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCvBak-RGGED9TTGPU-ZHeq1Qq94mvXacAHQK3SPum7drcu-LmFThMV3gEOECo5u8f0jHcFe8tvAzfVoGBacjdRV9NfYx8LqFmn3naUDdmqaSvCJpsx_6hXGAzyUeFTw_gDgI-tkb63S6k/s400/20161213_00_rubiao-2.jpg" width="400" /></a></div> <b><span style="font-size: large;"><br /></span></b> <b><span style="font-size: large;"><br /></span></b> <b><span style="font-size: large;">Murilo Rubião</span></b>&nbsp;</div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Murilo Eugênio Rubião nasceu em Silvestre Ferraz que, em 1953, passou a se chamar Carmo de Minas. Fez seus primeiros estudos nas cidades de Conceição do Rio Verde e Passa Quatro e conclui-os no Grupo Escolar Afonso Pena e no Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte. Bacharelou-se em Direito em 1942 pela Universidade de Minas Gerais, atualmente Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O jornalismo sempre o seduziu, tornou-se redator da Folha de Minas e diretor da Rádio Inconfidência.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Em 1947, lançou seu primeiro livro de contos, O ex-mágico, que não teve grande repercussão na época. A partir de então, ingressou no mundo da política, sempre como assessor. Em 1951, ocupou a função de chefe de gabinete do governador Juscelino Kubitschek. Entre 1956 e 1961, exerceu o cargo de adido cultural do Brasil na Espanha. Em 1966 foi designado para organizar o Suplemento Literário do Diário Oficial Minas Gerais, que se tornou um dos melhores órgãos de imprensa cultural já surgidos no país. A publicação de O pirotécnico Zacarias, em 1974, deu súbita fama a Murilo Rubião.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Nos anos subsequentes, a sua exígua obra passou a ser vista como a mais significativa manifestação da literatura fantástica no Brasil. Murilo Rubião influenciou diversos autores brasileiros, dentre eles, José J. Veiga e Moacyr Scliar.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> “&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Auto-retrato<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> No livro de registro de nascimento da matriz de Silvestre Ferraz, hoje Carmo de Minas, encontro, ao lado meu, os nomes de meus pais: Eugênio Alvares Rubião e Maria Antonieta Ferreira Rubião. 1916. Meu pai, homem de boa cultura humanística, era filólogo e pertenceu à Academia Mineira de Letras. Escrevia com rara elegância, apesar de gramático. Dele herdei a timidez e um certo ar cerimonioso, que me tem privado da simpatia de numerosas pessoas. Algumas delas mulheres, o que é lamentável.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Em Belo Horizonte residi vinte e cinco anos. Alguns alegres, outros tristes. Lá pretendo morrer. No cemitério do Bonfim, se não for incômodo para os que me sobreviverem. Cursei grupo escolar, ginásio, Faculdade de Direito, e posso afirmar, sem sombra de orgulho, que jamais fui primeiro aluno em qualquer disciplina. Como escritor, alcancei algum êxito na burocracia das letras. Três vezes presidente da Associação Brasileira de Escritores (Secção de Minas Gerais) e vice-presidente do I Congresso Brasileiro de Escritores.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Sete anos levei para escrever e publicar o meu primeiro livro "O Ex-Mágico". Nem por isso ele saiu melhor.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Comecei a ganhar a vida cedo. Trabalhei em uma baleira, vendi livros científicos, fui professor, jornalista, diretor de jornal e de uma estação de rádio. Hoje sou funcionário público.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Celibatário e sem crença religiosa. Duas graves lacunas do meu caráter. Alimento, contudo, sólida esperança de me converter ao catolicismo antes que a morte chegue.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Muito poderia contar das minhas preferências, da minha solidão, do meu sincero apreço pela espécie humana, da minha persistência em usar pouco cabelo e excessivos bigodes. Mas, o meu maior tédio é ainda falar sobre a minha própria pessoa.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> ”<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Obras e crítica[editar | editar código-fonte]<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> O ex-mágico (1947)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> A estrela vermelha (1953)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Os dragões e outros contos (1965)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> O pirotécnico Zacarias (1974)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> O convidado (1974)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> A casa do girassol vermelho (1978)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> A Armadilha (1984)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> O homem do boné cinzento e outras histórias (1990)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Contos reunidos (2005)<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Quando Murilo Rubião estreou com O ex-mágico, um crítico apontou a semelhança dos contos que compunham o livro e certas obras de Franz Kafka, especificamente A metamorfose. Embora o autor mineiro não conhecesse, na ocasião, o autor tcheco, havia de fato alguns traços comuns que permitiriam incluí-los numa mesma família estética, a da literatura fantástica.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Entende-se por literatura fantástica aquelas narrativas em que ocorrem fatos inconcebíveis, inexplicáveis, surreais e que produzem uma grande sensação de estranhamento nas pessoas. Normalmente, esta atmosfera de irrealidade tem uma dimensão alegórica, ou seja, por meio do absurdo e do inverossímil, ela alude à realidade concreta da existência, cabendo ao leitor escolher um sentido realista para eventos aparentemente sobrenaturais.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Todos os contos de Murilo Rubião trazem esta perspectiva que inválida a lógica e a racionalidade. Mas o absurdo das situações é apenas um artifício do escritor para questionar a realidade. Alguns de seus mais conhecidos contos apresentam – sob a forma de fantasias surrealistas – uma visão desencantada do homem. O ex-mágico é uma sátira à burocracia e à mesmice do cotidiano. Alfredo, uma fábula sobre a não aceitação das diferenças entre os seres. Os dragões, um minitratado sobre a corrupção humana. A noiva da casa azul, uma reflexão sobre a passagem do tempo e o caráter vão de todos os amores. O pirotécnico Zacarias, uma narrativa de humor negro a respeito da vacuidade e da fugacidade da existência. O convidado, uma aterradora alegoria da solidão dos seres e, talvez, da morte. Assim, de cada relato pode-se extrair um ou mais significados ocultos, o que indica a natureza aberta e polissêmica da obra de Murilo Rubião.<o:p></o:p></div> <div style="text-align: center;"> </div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Um crítico viu nestes contos, especialmente a partir dos livros O pirotécnico Zacarias e O convidado a criação de um “mundo denso e fantasmagórico em que espectros alienados vivem num universo agoniante. Nele, o homem acaba sendo condenado à esterilidade pela própria incapacidade de modificar o mundo sem saída no qual convive.” (Jorge Schwartz). De fato, a exemplo do que ocorre na obra de Franz Kafka, o absurdo das histórias de Murilo Rubião é apenas uma metáfora do absurdo da condição humana. Apesar do ceticismo do autor, é grande literatura. De forma paradoxal, a linguagem usada para relatar estes acontecimentos surpreendentes é simples e clara.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/Murilo_Rubi%C3%A3o</div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-82442100422712531212017-03-19T12:24:00.001-03:002017-03-19T12:24:10.846-03:00HOMENAGEM À MULHER: DUAS GRANDES FIGURAS FEMININAS PARA NOS SERVIR DE INSPIRAÇÃO<div align="center" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <br /></div> <div align="center" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <em><strong>Livros em Blocos</strong>&nbsp;homenageia, nesta coluna, o Dia da Mulher, através de duas incríveis representantes do sexo feminino: Charlotte Salomon, pintora alemã, e Maeve Binchy, escritora irlandesa, mulheres que tiveram vidas diametralmente opostas, tanto em termos pessoais quanto profissionais, mas com um ponto em comum: foram fortes, e, ao mesmo tempo, doces e sensíveis frente ao sofrimento humano, e os dilemas que nossa espécie enfrenta no dia a dia, desde tempos imemoriais.<br />Esperamos que elas possam servir de inspiração e exemmplo para nós todos, mulheres e homens, para vivermos com mais paz, sem violência, ódio ou discriminação. &nbsp;&nbsp;</em></div> <div align="left" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <strong>1 – Ficcção Francesa / Romance</strong></div> <div align="justify" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> Com mais de 500 mil exemplares vendidos na França,&nbsp;<em><strong>Charlotte</strong></em>&nbsp;(Bertrand Brasil) &nbsp;novo romance do escrito francês David Foenkinos, retrata a vida de uma das maiores pintoras do século XX, &nbsp;Charlotte Salomon, assassinada aos 26 anos pelos nazistas, no campo de concentração de Auschwitz, grávida de cinco meses. Charlotte Salomon (1917-1943) nasceu em Berlim, numa família judaica abastada, mas com graves dificuldades emocionais. Seu nome, Charlotte, foi herdado de uma tia, suicida, e sua mãe tirou a própria vida, quando ela tinha apenas nove anos (a avó materna também se matou), &nbsp;deixando a menina sob os cuidados do pai, um importante cirurgião e veterano de guerra, judeu, cujo declínio coincidiu com a ascensão de Hitler ao poder, em 1933. Com a chegada do nazismo, Charlotte deixou de ir á escola, mas conseguiu vaga na cota para judeus na faculdade, onde estudou pintura por dois anos. Com o ntissemitismo tornando-se, a cada dia, mais forte, na Alemanha ela foi obrigada a largar os estudos, e foi, com a família, para a &nbsp;França, onde produziu sua obra&nbsp;<em>Vida? Ou Teatro?</em>, entre 1941 e 1943,&nbsp; que consiste em&nbsp; 769 pinturas, todas autobiográficas.</div> <div align="center" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <img border="3" height="227" src="http://blocosonline.com.br/literatura/prosa/colunistas/mberg/charlotte.jpg" width="153" /></div> <div align="justify" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <em><strong>Charlotte</strong></em>, que rendeu a seu autor, David Foenkinos os prêmios Renudot e Goncourt de Lycéens, é uma magnifica iografia romanceada, um tributo original, apaixonado e vivo a Charlotte Salomon, uma grande artista, uma mulher de coragem, que enfrentou os maiores e piores sofrimentos, e nos deixou uma belíssima obra. Uma grande artista, uma mulher símbolo de tudo que de bom e produtivo que nosso sexo pode produzir mesmo em meio a sombra da morte, do desespero e &nbsp;&nbsp;do absurdo do Holocausto, um atentado não somente contra o povo judeu, mas contra toda a humanidade.&nbsp;<em><strong>Charlotte</strong></em>, um exemplo feminino para sempre, brilhantemente retratada.</div> <div align="justify" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <br /></div> <div align="justify" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <strong><br /><strong>2 – Ficção Holandesa /&nbsp;<em>Romance</em></strong></strong></div> <div align="justify" class="link-no-texto" style="background-color: white;"> A trajetória da escritora irlandesa Maeve Binchy é totalmente diferente da de Charlotte Salomon. Nascida em Dublin, a 28 de maio de 1939, foi escritora, professora e articulista, tendo vivido uma existência longa e feliz (morreu em 2012, aos 73 anos). Maeve era conhecida por sua enorme simpatia, e &nbsp;forma bem humorada de retratar a vida dos pequenos povoados irlandeses, mostrando, através de seus personagens, um enorme interesse pela natureza humana, e seu lado bondoso e construtivo. Seus personagens são extremamente verdadeiros, com todas as alegrias e mazelas que cabem aos seres humanos, e transformam seus romances em verdadeiros passeios de mãos dadas com o leitor. Os romances de Maeve (ela escreveu vinte) foram traduzidos para 37 línguas, venderam mais de 40 milhões de cópias ao redor do mundo, e sua morte, aos 73 anos, anunciada na televisão irlandesa na noite de 30 de julho de 2012, foi lamentada como a morte da mais amada e reconhecida escritora da Irlanda.&nbsp;</div> <div align="center" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <img border="3" height="227" src="http://blocosonline.com.br/literatura/prosa/colunistas/mberg/semanadeinverno.jpg" width="153" /></div> <div align="justify" class="texto-conteudo" style="background-color: white;"> <span class="link-no-texto">Maeve Binchy que acaba de lançar no Brasil o delicioso romance&nbsp;<em><strong>Uma Semana de Inverno</strong></em>&nbsp;(Bertrand Brasil) – &nbsp;lançado depois de sua morte – nos apresenta a Chicky, protagonista da história, que &nbsp;depois de passar 20 anos trabalhando nos Estados Unidos, economizou o suficiente para voltar a cidade natal, Stoneybridge, e montar seu próprio hotel na cidade onde nasceu, A Casa de Pedra, onde simpáticos e muito humanos hóspedes vão se encontrar, e nos contar &nbsp;histórias adoráveis, &nbsp;aquecidos por uma boa lareira, alimentados com divina comida caseira, e interagir como parte da verdadeira família humana. Maeve é fascinante, adorável verdadeira e bondosa e, seu romance, uma injeção de ânimo no leitor. Uma grande diversão, um encontro com pessoas simpáticas, cheias de vontade de fazer alguma diferença para o próximo, igual a sua criadora, Maeve Binchy</span></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-10357527156608696222017-03-19T06:00:00.000-03:002017-03-19T12:14:06.395-03:00Nascimento de Philip Roth<div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Nascimento de Philip Roth" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqNpgSLWJda_8DLNFeseWHI1D-6GbDCjsKyWH89JC-TJzd3wzbRMHY0HnQVaU9Hi9ycZyjHsBhRkt0vcMlvlFggxh880sVA1TryBA1i5sDpk4B8RzmF4fB5JTfQW5CiYh_QztXpG3V_Zg/s1600/philip+roth.jpg" /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Philip Milton Roth (Newark, Nova Jersey, 19 de março de 1933) é um romancista norte-americano de origem judaica, considerado um dos maiores escritores norte-americanos da segunda metade do século XX. É conhecido sobretudo pelos romances, embora também tenha escrito contos e ensaios.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Entre as suas obras mais conhecidas encontra-se a colecção de contos «Goodbye, Columbus», de 1959, a novela «O complexo de Portnoy» (1969), e a sua trilogia americana, publicada na década de 1990, composta pelas novelas «Pastoral Americana» (1997), «Casei com um comunista» (1998) e Complô contra a América (título no Brasil) ou A Conspiração contra a América (título em Portugal)(2004).<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Muitas das suas obras reflectem os problemas de assimilação e identidade dos judeus dos Estados Unidos, o que o vincula a outros autores estado-unidenses como Saul Bellow, laureado com o Nobel de Literatura de 1976, ou Bernard Malamud, que também tratam nas suas obras a experiência dos judeus norte-americanos.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Grande parte da obra de Roth explora a natureza do desejo sexual e a autocompreensão. A marca registrada da sua ficção é o monólogo íntimo, dito com um humor amotinado e a energia histérica por vezes associada com as figuras do herói e narrador de «O complexo de Portnoy», a obra que o tornou conhecido.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Recebeu o Prémio Pulitzer de Ficção por Pastoral Americana em 1998. É conhecido sobretudo por seu alter-ego, Nathan Zuckerman protagonista de diversos de seus livros. É o único autor americano a ter suas obras completas publicadas em vida pela Library of America, que tem como missão editorial preservar as obras consideradas como parte da herança cultural americana.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Foi galardoado com o prestigioso Prémio Internacional Man Booker em 2011.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Em 2012, Roth foi o vencedor do Prêmio Príncipe das Astúrias de Literatura. Em outubro do mesmo ano, em entrevista à revista francesa Les Inrockutibles, anuncia que abandona a carreira de escritor, sendo Nêmesis o seu ultimo trabalho.<o:p></o:p></div> <div style="background-color: white; color: #222222; font-family: sans-serif; font-size: 14px; line-height: inherit; margin-bottom: 0.5em; margin-top: 0.5em;"> </div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Está se dedicando na produção da sua biografia, que está sendo escrita por Blake Bailey.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://www.google.com.br/search?q=Nascimento+de+Philip+Roth&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjC8dGzgd7SAhWBDZAKHR_8CCMQ_AUIBigB&amp;biw=1280&amp;bih=649#imgrc=RKi9eoc1AKl_TM:</div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-77536324034473259592017-03-18T13:54:00.000-03:002017-03-18T13:54:09.813-03:00Nascimento de John Updike<br /> <div> <br /></div> <div> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Nascimento de John Updike" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikf6DCA0x7c568xcy3sSgiQJ6PLoWi1s7vnC9cR4YivYeg3FgHxyGelQx0ohIr6scR8jxxxxdF-bNaUx2krRFHEXMdQF5-vPqKAUvTJP4Y-CaQoFnKyqFy4JZUf-l-lxj6ZHqewWRKT6az/s1600/john_updike2.jpg" /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> John Hoyer Updike (Shillington, Massachusetts, Estados Unidos, 18 de março de 1932 — Beverly, Massachusetts, Estados Unidos, 27 de janeiro de 2009) foi um escritor, novelista e crítico literário estadunidense.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Formou-se na Universidade de Harvard em 1954 e passou um ano na Inglaterra, no Knox Fellowsship, na Ruskin School of Drawing and Fine Art, em Oxford. De 1955 a 1957, trabalhou na The New Yorker, contribuindo com contos, poemas e críticas de livros.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Tornou-se famoso e reconhecido mundialmente com sua séria de novelas Rabbit, iniciada em 1960, que seguem a vida do jogador de basquetebol Harry 'Rabbit' Angstrom, escritas num período de mais de trinta anos[1] e pelas quais ganhou por duas vezes o Prêmio Pullitzer.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Também de sua autoria, As Bruxas de Eastwick, escrito em 1984, tornou-se um best-seller e grande sucesso no cinema, no filme homônimo estrelado por Jack Nicholson e Cher.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Em sua obra constam doze livros de ficção, cinco volumes de poesia e uma peça de teatro.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Considerado um dos grandes novelistas contemporâneos norte-americanos, faleceu em 27 de janeiro de 2009, vítima de câncer do pulmão, em Beverly, no estado de Massachussets, onde residia.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Updike</div> </div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-66986566697155073632017-03-16T13:30:00.000-03:002017-03-17T13:31:06.118-03:00107 anos de Lota de Macedo Soares<span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><br /></span> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><br /></span> <div style="text-align: center;"> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><img alt="Resultado de imagem para lota de macedo soares" src="http://www.oexplorador.com.br/exp/wp-content/uploads/imagens-old/ft_imagem_32494_7774_07062013.jpg" /></span></div> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><br /></span> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><br /></span> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;">Maria Carlota Costallat de Macedo Soares (Paris, 16 de março de 1910 - Nova York, 25 de setembro de 1967) foi uma arquiteta-paisagista e urbanista autodidata brasileira. A convite de Carlos Lacerda, foi uma das responsáveis pelo projeto do Parque do Flamengo, localizado na cidade do Rio de Janeiro, o maior aterro urbano do mundo.</span><br /> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"><br /></span> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Maria Carlota, chamada por todos de Lota, nasceu em Paris, filha de José Eduardo de Macedo Soares, então Primeiro-Tenente da Marinha baseado na Europa, e de Adélia de Carvalho Costallat. O casal teve mais uma filha em Paris, Maria Elvira, conhecida por Marieta. José Eduardo deixou a Marinha em 1912 e voltou ao Brasil com a família. No Rio de Janeiro, fundou o jornal O Imparcial, precursor do Diário Carioca.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> No princípio da década de 1940, Lota residiu em Nova York, onde fez cursos no Museu de Arte Moderna.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Sem ter frequentado universidade, foi reconhecida como arquiteta autodidata e paisagista emérita, e foi convidada por Carlos Lacerda, que acabara de assumir o governo do recém-criado estado da Guanabara (1960-1965), para trabalhar no governo do estado. Propôs a modificação do projeto de duplicação das pistas ao longo da Praia do Flamengo de maneira a fazer um aterro muito maior, no que veio a se tornar o Parque do Flamengo.[4] Quando, nas eleições seguintes, o candidato de Carlos Lacerda perdeu o pleito, e tendo ainda criado a Fundação Parque do Flamengo e eleita sua presidente, a pressão dos sucessores de Lacerda levou Lota a deixar o projeto antes de sua finalização. De todo modo, conseguiu tombar o Parque do Flamengo, evitando que se fizesse um loteamento no aterro do Flamengo.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <b>Morte<o:p></o:p></b></div> <span style="font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"> </span><br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Todas essas questões políticas em que esteve envolvida, mais o afastamento de sua companheira Elizabeth Bishop, que a essa altura já estava em Nova York, levaram-na à depressão. Elizabeth Bishop era uma das poetisas mais famosas da época. Lota e Elisabeth viveram juntas de 1951 a 1965. Em 1967, quando já separadas, Lota resolveu viajar a Nova York a fim de encontrar Bishop. No mesmo dia em que chegou, Bishop encontrou-a caída na cozinha, com um vidro de antidepressivos nas mãos. Lota entrou em coma, morrendo poucos dias depois.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/Lota_de_Macedo_Soares</div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-53435962407817281352017-03-14T13:42:00.000-03:002017-03-24T12:20:02.558-03:00Nascimento de Castro Alves<br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Castro Alves" src="http://www.estudofacil.com.br/wp-content/uploads/2015/05/castro-alves-vida-e-obras-do-poeta.jpg" height="289" width="400" /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div style="text-align: center;"> <b style="background-color: white; font-family: Verdana; text-align: -webkit-left;"><span style="font-size: x-small;">Durante um temporal</span></b><span style="background-color: white; font-family: &quot;verdana&quot;; font-size: x-small; text-align: -webkit-left;"><br /><br /><br />VAI FUNDA a tempestade no infinito,<br />Ruge o ciclone túmido e feroz...<br />Uiva a jaula dos tigres da procela<br />— Eu sonho tua voz —<br /><br /><br />Cruzam as nuvens refulgentes, negras,<br />Na mão do vento em desgrenhados elos...<br />Eu vejo sobre a seda do corpete<br />Teus lúbricos cabelos ...<br /><br /><br />Do relâmpago a luz rasga até o fundo<br />Os abismos intérminos do ar...<br />Eu sondo o firmamento de tua alma,<br />À luz de teu olhar ...<br /><br /><br />Sobre o peito das vagas arquejantes<br />Borrifa a espuma em ósculos o espaço...<br />Eu — penso ver arfando, alvinitentes,<br />As rendas no regaço.<br /><br /><br />A terra treme... As folhas descaídas<br />Rangem ao choque rijo do granizo<br />Como acalenta um coração aflito,<br />Como é bom teu sorriso,....<br /><br /><br />Que importa o vendaval, a noite, os euros,<br />Os trovões predizendo o cataclismo...<br />Se em ti pensando some-se o universo<br />E em ti somente eu cismo...<br /><br /><br />Tu és a minha vida ... o ar que aspiro ...<br />Não há tormentas quando estás em calma.<br />Para mim só há raios em teus olhos,<br />Procelas em tua alma!</span></div> <div style="text-align: center;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-11202702359404326242017-03-12T13:46:00.000-03:002017-03-24T12:20:42.188-03:00Dia do Bibliotecário<br /> <br /> <br /> Aos que nos auxiliam na busca de nossas leituras!<br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Imagem relacionada" src="http://www.wallpaperbetter.com/wallpaper/6/558/346/harper-memorial-library-u-of-chicago-1080P-wallpaper.jpg" height="225" width="400" /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-73486748844805294252017-03-08T08:00:00.003-03:002017-03-08T08:02:29.713-03:00Dia Internacional da mulher<br /> <span style="background-color: #fafafa; color: #666666; font-family: &quot;open_sansregular&quot;; font-size: large;"><b><br /></b></span> <span style="background-color: #fafafa; color: #741b47; font-family: &quot;open_sansregular&quot;; font-size: large;"><b>"A pessoa mais qualificada para liderar não é a pessoa fisicamente mais forte. É a mais inteligente, a mais culta, a mais criativa, a mais inovadora. E não existem hormônios para esses atributos."</b></span><br /> <div style="text-align: right;"> <span style="background-color: #fafafa; color: #e69138; font-family: &quot;open_sansregular&quot;; font-size: large;"><i><b>Chimamanda Ngozi Adichie</b></i></span></div> <br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para women international day" src="https://encrypted-tbn1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTbzP7cjAAqSCaNI7PsHi1vydDu8xvWUTaJ6p-JLTIyWHaE3309" /></div> <br /> <div style="text-align: center;"> <span style="color: magenta; font-size: large;"><b>Feliz Dia Internacional da Mulher!</b></span></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-2540775208958611512017-03-06T20:28:00.002-03:002017-03-19T12:29:19.229-03:00Nascimento de Will Eisner<br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> William Erwin Eisner (Brooklyn, Nova York, 6 de março de 1917 — Lauderdale Lakes, Flórida, 3 de janeiro de 2005), foi um famoso e renomado quadrinista americano, que durante seus mais de 70 anos de carreira, atuou em diversas áreas que incluem como desenhista, roteirista, arte-finalista, editor, cartunista, empresário e publicitário.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/Will_Eisner<br /> <br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Personagem Spirit de Will Eisner" height="512" src="http://files.eternal-pose.webnode.com.br/200000991-86f1187eb1/the_spirit_1280x1024.jpg" width="640" /></div> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </div> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;"> Personagem Spirit de Will Eisner</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> The Spirit é um fictício herói de histórias em quadrinhos estadunidenses criado pelo cartunista Will Eisner e publicado pela primeira vez em 2 de junho de 1940 no suplemento dominical de 16 páginas conhecido informalmente como "The Spirit Section",distribuído para 20 jornais pelo Register and Tribune Syndicate com uma tiragem combinada que alcançava 5 milhões de exemplares a cada publicação e que continuou até 5 de outubro de 1952. Eisner trabalhou como editor, mas também escreveu e desenhou a maioria das histórias. Outros artistas que colaboraram sem créditos com o trabalho foram Jules Feiffer, Jack Cole e Wally Wood, que respeitaram a visão singular do autor para com o personagem. Entre as décadas de 1960 e 1980, o herói foi publicado pela Harvey Comics, e recebeu muitas republicações da Warren Publishing e Kitchen Sink Press. Nas décadas de 1990 e 2000, Kitchen Sink Press e DC Comics publicaram novas histórias do Spirit, de autoria de outros artistas.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> The Spirit era um dos nomes de Denny Colt, um detetive policial que fora considerado morto, mas que na verdade vivia secretamente como um anônimo lutador no mundo do crime, apoiado pelo seu velho amigo e chefe da polícia de Central City, Comissário Nolan. Sua base era no cemitério da cidade. As histórias abordavam uma larga variedade de situações: crime, romance, mistérios, horror, comédia, drama e humor negro.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: center;"> </div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> As histórias de The Spirit tinham sete páginas cada. As 16 páginas da seção do jornal normalmente incluíam mais duas tiras com quatro páginas cada (inicialmente Mr. Mystic e Lady Luck[1]). A história mostrava semelhanças com Batman e Dick Tracy, com vilões coloridos e era contada em sequência rápida. Sua origem e a máscara negra lembra o popular Lone Ranger.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Spirit</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-17965266773319424102017-03-05T20:15:00.000-03:002017-03-06T20:16:04.712-03:00Nascimento de Patativa do Assaré<div style="background-color: ivory; text-align: center;"> <span class="texto-conteudo"><img alt="Imagem relacionada" src="https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/9f/cb/5d/9fcb5d4cad736c0490ca8a296c0898dd.jpg" /></span></div> <div style="background-color: ivory; text-align: center;"> <span class="texto-conteudo"><strong><br /></strong></span></div> <div align="left" style="background-color: ivory;"> <span class="texto-conteudo"><strong>O Poeta da Roça<br /></strong>Sou fio das mata, cantô da mão grossa,<br />Trabáio na roça, de inverno e de estio.<br />A minha chupana é tapada de barro,<br />Só fumo cigarro de páia de mío.<br /><br />Sou poeta das brenha, não faço o papé<br />De argum menestré, ou errante cantô<br />Que veve vagando, com sua viola,<br />Cantando, pachola, à percura de amô.<br /><br />Não tenho sabença, pois nunca estudei,<br />Apenas eu sei o meu nome assiná.<br />Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre,<br />E o fio do pobre não pode estudá.<br /><br />Meu verso rastêro, singelo e sem graça,<br />Não entra na praça, no rico salão,<br />Meu verso só entra no campo e na roça<br />Nas pobre paioça, da serra ao sertão.<br /><br />Só canto o buliço da vida apertada,<br />Da lida pesada, das roça e dos eito.<br />E às vez, recordando a feliz mocidade,<br />Canto uma sodade que mora em meu peito.<br /><br />Eu canto o cabôco com suas caçada,<br />Nas noite assombrada que tudo apavora,<br />Por dentro da mata, com tanta corage<br />Topando as visage chamada caipora.<br /><br />Eu canto o vaquêro vestido de côro,<br />Brigando com o torô no mato fechado,<br />Que pega na ponta do brabo novio,<br />Ganhando lugio do dono do gado.<br /><br />Eu canto o mendigo de sujo farrapo,<br />Coberto de trapo e mochila na mão,<br />Que chora pedindo o socorro dos home,<br />E tomba de fome, sem casa e sem pão.<br /><br />E assim, sem cobiça dos cofre luzente,<br />Eu vivo contente e feliz com a sorte,<br />Morando no campo, sem vê a cidade,<br />Cantando as verdade das coisas do Norte.</span></div> <div align="left" style="background-color: ivory;"> <span class="texto-conteudo"><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></span></div> <div align="left" style="background-color: ivory;"> </div> <div style="text-align: center;"> <strong>Patativa do Assaré&nbsp;</strong></div> <span class="texto-conteudo"><strong><br /></strong>Do livro: Cante lá que eu canto cá: filosofia de um trovador nordestino, apres. Francisco Salatiel de Alencar, Ed. Vozes, 1978, RJ</span><div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-76041787073044532172017-02-19T13:39:00.000-03:002017-02-19T13:39:05.479-03:00Livros de Leila Míccolis em PDF<b style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8px;"><span style="color: #000066;"><br /></span></b> <span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #000066;"><br /></span></span> <span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #000066;">PLANO B - Em tempo de carestia, sem que haja dinheiro para comprar livros, acrescidos do frete exorbitante, e também dada a impossibilidade de adquiri-los, já que todos os meus livros encontram-se esgotados, quem quiser possuir minha obra, estou disponibilizando o pdf de um desses dois livros: Sangue Cenográfico (194 páginas) e/ou Desfamiliares (livro de 567 páginas, reunindo minha poesia até 2012), escreva-me: blocos@blocosonline.com.br e passarei valores e meus dados bancários.</span></span><br /> <span style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif;"><span style="color: #000066;"><br /></span></span> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para Desfamiliares de leila miccolis" height="400" src="http://www.annablume.com.br/loja/images/magictoolbox_cache/6e6e20efec83de144370e5f27d86500e/1864/original/Desfamiliares.jpg" width="400" /></div> <div style="text-align: center;"> Desfamiliares</div> <br /> <br /> <div style="text-align: center;"> <img height="400" src="http://www.blocosonline.com.br/editora_blocos/livraria/conteudo/0057.jpg" width="287" /></div> <br /> <div style="text-align: center;"> Sangue Cenográfico</div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-46034576830139302912017-02-19T11:31:00.000-03:002017-02-19T11:31:22.979-03:00Rubens da Cunha, Delírios Urbanos e solitários<div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: -webkit-center;"> <br /></div> <div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: -webkit-center;"> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div> <div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: -webkit-center;"> <span style="text-align: justify;">&nbsp;Fechada em casa, a vida não traz poemas, falas de passagem, gritos infantis. A vida não quer que eu silencie em torno de meu desespero. Sou um animal equivocado: as horas passam em mim embranquecendo os pêlos, esvaindo os dentes, flaciando a pele. Envelhecer sem ter escrito a salvação. Envelhecer sem ter vencido o tempo. O mundo lá fora esbate-se, comunga, caminha, e eu aqui, fechado, lendo Pessoa, mentindo-me, sou Ele quando eu quiser.</span></div> <div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify;"> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Saio. No ônibus “as gentes” conversam, cada um com sua história, cada um carregando seus pequenos impropérios. Meus ouvidos recebem recortes de vozes. Mosaico de abstrações. Tento neste vozerio captar o poema que me salvará, que me permanecerá no tempo. Sei que o poema é feito de palavra e delírio, na mesma proporção, alquimia rara. Sei que dentro do ônibus, saindo das bocas, vindo até meus ouvidos os poemas voam. Mas não capto seu vôo, não consigo ordenar nada. Tenho pensado demais em mim. O egoísmo é um contumaz assassino da poesia.</div> <div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: justify;"> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Caminhando, amparado em solidão, vislumbro os mesmos pedintes, são como as esquinas da cidade: fixos e surpreendentes. Apesar da aparência costumeira jamais sabe-se o que está do outro lado. A mulher vende rosas. Um qualquer finge-se estátua e me assusta. Um outro anda com mãos e pés tortos. A cidade não acaricia seus filhos errados. Eu não sou um deles. Não tenho coragem suficiente. Olho, desolho, reolho, o poema em cada absurdo que provocam nos transeuntes: “um trocado pelo amor de Deus”. A poesia está em cada uma destas palavras, não tanto em Deus que anda meio envergonhado de seus criados. Tento e não consigo arrancar um texto da cidade. Os miseráveis, os anônimos, os falhos, sou cada um deles e nada me acontece. A inspiração me desdenha. Não tenho revolta. Resta-me o suor na testa. O suor no texto.</div> <br /> <div style="background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; text-align: right;"> </div> <br /> <div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Chego em casa. Desacostumado. Inquieto. A vida ferve na chaleira. Café. Pão. Falta a fome. Invento. Os dedos contritos. Não podiam tremer nem segredar vazios. Fizeram. O branco agiganta-se, corrompe as paredes da alma. O poema desenha-se criança e elefante, céu e cardume, voz e pesadelo, amor e atleta. O poema se fluxa pelo inconsciente. Deságua e acontece. Durmo entre a salvação e o esquecimento. O poema insone pasta meus poros enquanto morro mais um pouco.</div> <div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"> <br /></div> <div style="-webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: white; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: center; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"> <img alt="Imagem relacionada" height="500" src="http://photos.com.br/wp-content/uploads/2014/11/joel-peter-witkin-editora-photos-7.jpg" width="640" /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-78825481046045494512017-02-18T12:48:00.000-02:002017-02-19T12:58:25.162-03:00Nascimento de Ledo Ivo<br /> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para ledo ivo" height="640" src="http://laht.com/Photos/Living/Literature/1212/Ledo%20Ivo%20-%201.jpg" width="425" /></div> <br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Lêdo Ivo,(Maceió, 18 de fevereiro de 1924 — Sevilha, 23 de dezembro de 2012) foi um jornalista, poeta, romancista, contista, cronista e ensaísta brasileiro.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Seu primeiro livro foi As Imaginações. Fez jornalismo e tradução. Da sua vasta obra, destacam-se títulos como Ninho de Cobras, A Noite Misteriosa, As Alianças, Ode ao Crepúsculo, A Ética da Aventura ou Confissões de um Poeta.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Era membro da Academia Brasileira de Letras, eleito em 13 de novembro de 1986 para a ca Discurso de posse:<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Lêdo Ivo foi eleito em 13 de novembro de 1986, na sucessão de Orígenes Lessa e recebido em 7 de abril de 1987 pelo acadêmico Dom Marcos Barbosa. Eis o 1º parágrafo de seu discurso de posse, já como membro da Academia Brasileira de Letras:<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> "Numa tarde de outono, um homem caminha pelas ruas de Londres. O frio e o vento o obrigam a encolher-se no seu sobretudo. Sozinho e desconhecido na metrópole que Verlaine comparou à Babilônia, esse homem é um exilado, expulso de sua pátria por um caudilho taciturno. E enquanto ele marcha entre as folhas que caem, em seu espírito flui a interminável reflexão sobre o seu país que, no outro lado do oceano, vive as turbulências do dissídio e do desencontro.<o:p></o:p></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> Esta é a imagem que me ocorre de Rui Barbosa, o fundador da Cadeira nº 10: a do exilado." Cadeira 10, sucedendo a Orígenes Lessa.</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%AAdo_Ivo</div> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <br /> <div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"> <br /></div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-2132086268574734605.post-79527202255614973852017-02-17T13:26:00.000-02:002017-02-19T13:27:18.581-03:00 Sombras<br /> <blockquote style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"> </blockquote> <br /> <div align="left" style="-webkit-text-stroke-width: 0px; color: #666666; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-ligatures: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px;"> <br /> <br /> <blockquote> <div style="text-align: center;"> <img alt="Resultado de imagem para sombras" height="203" src="http://hypescience.com/wp-content/uploads/2014/06/funny-shadow-fails-illusions-38.jpg" width="400" /></div> </blockquote> <br /> Histórias gravadas na gigantesca sombra<br />de um relógio.<br /> <div align="left"> <blockquote> </blockquote> Histórias contadas pelo vento retumbam <br />nos ouvidos.<br /> <blockquote> </blockquote> O cheiro de jasmins<br />desperta um enigmático trapézio de recordações<br />-– recordações cravejadas com pedras de rubi.<br /><br /> A saudade, indômita,<br /> bate à porta.<br /> <blockquote> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong>&nbsp;Isabel Furini</strong><br /> <div> <strong><br /></strong></div> </blockquote> </div> <blockquote> </blockquote> </div> <div class="blogger-post-footer">Do mesmo grupo: http://www.blocosonline.com.br http://urha.blogspot.com http://leilamiccolis.blogspot.com http://twitter.com/blocosonline http://twitter.com/urha http://twitter.com/leilamiccolis</div>Blocos Onlinehttp://www.blogger.com/profile/13638290232689546893noreply@blogger.com0